História Violetta - Capítulo 18


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber, Liana Liberato
Personagens Justin Bieber, Liana Liberato, Personagens Originais
Tags Drama, Justin Bieber, Romance
Visualizações 330
Palavras 2.116
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Era para eu ter postado ontem, porém, tive um dia muito corrido assim como hoje. Espero que me perdoem pelo pequeno atraso.
Não respondi todos os comentários ainda do último capítulo postado entretanto eu li todos.
Assim que eu tiver um tempo voltarei no capítulo e responderei os atrasados e desse capítulo também.
Estou mortinha de cansaço e já estou saindo de novo....então,tchau.
Tenham uma boa leitura meus amores e até o próximo.
Capítulo betado pela Bleah do Fairy edits

Capítulo 18 - I love you!


Fanfic / Fanfiction Violetta - Capítulo 18 - I love you!

Point of View — Justin Bieber

Isabella fecha seus olhos e não para de soluçar, a chuva não dá uma trégua, ela cai forte a ponto de sentir as gotas chicotear sobre a pele, seguro-a em meus braços e ando apressadamente para dentro de casa, seu corpo pequeno treme em meus braços, não sei explicar se é devido seu choro persistente ou pelo frio que faz, talvez um pouco dos dois.

Não consigo vê-la tão frágil, com tanta dor, dói em mim também.

Ao entrar em casa me assusto ao ver minha mãe em pé no meio sala, suas sobrancelhas estão unidas formando um vinco entre a testa, posso ver que está preocupada e tentando entender o que está acontecendo.

— O que aconteceu com ela? — Minha mãe vem até mim alisando as bochechas de Isabella, olho para o rosto de minha Violetta, percebo o quão pálida está e seus lábios estão roxos. Me desespero ao vê-la tão dependente de mim e eu não ser capaz de ser a ajuda que ela precisa neste momento.

— Mãe ela precisa se aquecer. — Sei que ela é a única que pode me ajudar neste momento.

Sinto minhas mãos tremerem e sustentar seu pequeno corpo em meus braços se torna quase impossível, minha mãe sai às pressas da sala. Olho para Isabella em meus braços, ela chora em silêncio e o tremor ainda se faz presente em seu corpo, seus olhos estão longe, poderia dizer que está em estado catatônico.

Me pergunto o porque dela estar assim, o que fizeram a minha Violetta?

— Eu não sei o que aconteceu com você bonitinha, mas seja o que for, eu estou aqui, eu sempre estarei com você.

Faço a promessa, pois sei que serei capaz de cumprir. Seus braços apertam meu pescoço e ela cola seu rosto em meu peito, os soluços são altos.

Ela está tão triste e eu não faço ideia do porque. É triste porque não é uma dor que podemos colocar um band-aid, porque é uma dor que meus beijos não podem cicatrizar, que meus carinhos não vão surtir efeito e nenhum médico pode tirar.

 É triste porque quero tomar um pouco da sua dor para que não fique tão insuportável, porém me sinto tão fraco e impotente nesse momento pois nem meu abraço parece ajudar um pouco.

— Justin, eu vou ajudá-la em um banho — Ouço o grito da minha mãe, Isabella se aperta mais contra meu corpo, sei que ela quer ficar comigo, aliso suas costas e sinto seu cabelo encharcado.

—Prometo cuidar de você pelo tempo que desejar, mas você precisa se aquecer, deixe minha mãe me ajudar.

 

Seus olhos saem do meu peito e encaro seus lindos olhos violetas que agora tem um vermelho ardente como aliado.

A levo até o banheiro e posso ver o mesmo todo embaçado pela fumaça que se forma ali, minha mãe deixou o chuveiro na temperatura ideal.

— Vem minha filha, deixe-me te ajudar. — Minha mãe segura sua mão e a leva para dentro do banheiro. Isabella volta a chorar e eu não entendo o porque, mamãe desabotoa cada botão de sua blusa branca com carinho como se a  qualquer minuto minha menina fosse cair.

Vejo quando a blusa sai de seu corpo e apenas um sutiã azul claro a cobre. Eu não olho com malícia e sim com preocupação, o olhar de minha mãe se encontra com o meu e ao perceber que eu não irei sair dali, ela vem até a porta a fechando, fazendo com que eu não veja mais nada.

Levo meus dedos até meus cabelos e os puxo levemente, nunca em toda minha vida me senti tão impotente como agora.

Vou até meu quarto e troco de roupa rapidamente por ainda estar molhado, vestindo uma calça moletom preta e uma regata verde e me sento na cama de casal, o que houve naquela casa depois que saí de lá?

Deve-se ao fato da conversa do seu pai comigo? Porém não seria motivo para ela estar assim, apenas fomos francos um com outro, nós dois queremos o melhor para Isabella.

A conversa vem por inteira em minha mente e todo nervosismo volta a tomar conta do meu ser como se eu estivesse nesse exato momento em frente ao senhor Cavanaugh.

Flashback On

 

— Quais suas intenções com minha filha, Justin?

— Eu a amo senhor Cavanaugh.

— Amor é uma palavra muito forte, vocês são jovens e você sabe que ela é deficiente visual, ela tem limitações.

— Ela me disse senhor, eu sei cada limitação que ela tem!

Seu rosto adquiriu uma expressão ainda mais séria, porém sua resposta que me surpreendeu.

Acredite, ela não falou, se ela está mesmo apaixonada como sei que está, ela não te falou nem a metade. Ela não falou das consultas todo semestre, não falou que a sua deficiência não encontraram nenhuma cura. Não falou que precisa que nada saia do lugar. Você entende isso, Justin?

— Sim senhor.

Ele fez um sinal de negação e me cortou.

— Não, não entende, você é um bom rapaz, mas pode quebrar o coração dela a qualquer momento e eu não vou permitir.

— Eu amo sua filha senhor, quero me casar com ela.

Seus olhos negros me olharam e pude ver confusão no mesmo.

— Casar?

— Sim, casar, eu não falo agora e sim em um futuro próximo. Eu tenho umas economias para minha faculdade desde menino que meu pai fez, porém tentarei uma bolsa de medicina em Oxford e com meu dinheiro posso alugar um apartamento para nós dois, posso trabalhar pela manhã e estudar a noite. Isabella só precisa ter paciência, pois eu darei tudo que ela merece.

Observei atentamente sua reação e pude perceber que seus olhos brilharam.

 

Flashback Off

Sou desperto da minha lembrança ao escutar passos no corredor, me levanto da cama e caminho rapidamente pelo quarto, ao me aproximar da porta vejo Isabella em pé, enquanto Pattie enxuga o máximo que pode seus cabelos com a toalha.

Meu olhar desce por todo seu corpo e reconheço minha calça de moletom azul escura juntamente com a blusa de frio da mesma cor.

Observo o quão quieta ela está, mamãe fala algo com ela baixinho e a mesma apenas faz sinal de negação com sua cabeça e logo em seguida vira seu rosto em direção onde me encontro.

Ponho-me a caminhar até onde as duas estão e seguro a cintura de Isabella, ela deita sua cabeça em meu ombro, meus dedos começam a fazer carinho em seu couro cabeludo.

— Eu assumo daqui mãe, pode ir se deitar, obrigado.

Minha mãe nos observa e por fim decide ir para seu quarto, posso vê-la deixar um beijo em Jazmyn e se deitar logo em seguida.

— Vamos para o meu quarto.

Isabella nada responde e decido levar aquele silêncio como consentimento, encosto a porta e a faço se deitar enquanto jogo o edredom verde escuro em seu corpo.

Me sento ao seu lado e seguro sua mão, seus olhos se fecham e posso ver o quão cansada está, tanto fisicamente como emocionalmente.

— Isa, sei que está cansada, mas por favor converse comigo mon bijou.

Sem perceber a chamo de minha jóia em francês, e percebo ela sorrir pequenino, me fazendo entender que ela sabe o significado.

— Eu sou uma assassina Justin, eu matei minha irmã.

Agora sim a surpresa toma conta do meu rosto, aliso as maçãs de seu rosto e a sinto gelada, ela ainda se encontra muito assustada.

— Deve ter alguma explicação meu amor, eu sei que tem, amanhã iremos conversar com seu pai pela manhã.

Beijo sua testa e ela assente, vejo que não conseguirei conversar com a mesma, ela precisa processar toda informação que levou hoje e respeito isso.

— Vou dormir na sala, qualquer coisa me chame.

Me levanto pegando uma almofada e outro edredom, antes que eu saia do quarto um pedido inusitado me faz parar no meio do processo.

— Justin, fique aqui, dorme comigo, eu não quero ficar sozinha e estou sentindo saudades da minha Berry.

Que diabos é Berry?

Porém me deito ao seu lado, ela se aninha em meu corpo e suas mãos vão de encontro ao meu rosto tateando sutilmente, ela está me desenhando novamente em sua imaginação.

Fecho meus olhos ao sentir ela desenhar meu nariz, depois os lábios e queixo. Suas mãos descem e alisam meu pescoço, ombros e peitoral, seguro sua mão, seu toque me deixa arrepiado.

— Justin? — Ela me chama em dúvida, apenas me aproximo dela e lhe dou um selinho.

— Quem é Berry? Juro que estou com ciúmes.

Ela rir baixinho e fico feliz por ela ter sorrido um pouco, pode soar bobo, porém cada sorriso seu é como se anjos tocassem a mais bela melodia nos céus.

Um adolescente de dezoito anos pode se apaixonar assim? Digo: honestamente, verdadeiramente e completamente.

É um sentimento tão intenso que me assusta porém é o que me faz feliz.

— É minha abelhinha seu ciumento.

Ela volta alisar meu ombro e fecho meus olhos apenas curtindo seu carinho.

(...)

 

Point of View — Isabella

Ouço um choro ao longe e tento procurar de onde o som vem, porém não encontro, a cada passo que dou coisas vão de encontro ao chão.

— Você sempre será uma inútil, uma maldita inútil.

Remexo na cama e percebo que se tratava de um sonho, um terrível pesadelo.

— Falem mais baixo suas pestes, vocês irão acordar a Isabella e ela precisa descansar.

 

— Ela parece mesmo uma princesa Justin.

—Porque ela dormiu com você?

Ouço a voz do Justin e seus irmãos falando ao mesmo tempo, abro meus olhos, meu corpo se encontra quente e o cheiro de café acalma meu interior, essa casa tem uma áurea de paz.

— Está vendo pestes, vocês acordaram ela.

Justin repreende seus irmãos e eles riem, a cama se mexe e percebo que ele se sentou ao meu lado.

— Pode voltar a dormir,Violetta — Seus dedos alisam minha bochecha e tenho mesmo a vontade de voltar a dormir.

— Precisamos ir pra escola. — agora sim ele rir.

— São quase duas horas da tarde amor.

 

Eu não consigo acreditar no que escuto, me sinto envergonhada por ter acordado tão tarde na casa de minha sogra, ela vai pensar que sou uma preguiçosa.

— Não fique envergonhada, eu acordei agora também, porque essas duas pestes vieram me acordar.

— Não vai dar um beijo de bom dia em sua namorada, Justin? — A voz de Jazmyn chega até meus ouvidos.

—Beijo é nojento, credo, ele vai virar sapo se fizer isso, argh. — Jaxon fala e eu acabo rindo com Justin.

— Você é nova para pensar em beijos Jazz e Jaxon beijo não faz virar sapo, agora saiam que eu preciso conversar com Isabella.

A cama se mexe e posso sentir que os dois sobem na mesma e sinto um beijo em cada lado de minha bochecha, passinhos velozes são ouvidos por mim, eles correm pela casa, Justin se levanta e ouço o click da porta quando se fecha, espero quando ele vem até a mim e se senta ao meu lado.

— Seu pai me ligou a manhã inteira, ele está preocupado, dezoito chamadas perdidas.

Meu peito dói ao lembrar o porque ter chego aqui tão quebrada, eu não quero ver aquela mulher, mas eu preciso saber tudo, eu preciso entender.

— Eu preciso conversar com ele, mas estou com medo. Justin, eu não sei se vou suportar isso sozinha.

Ele alisa meu cabelo e sua mão entra por debaixo dele alcançando minha nuca.

— Lembra o que eu lhe disse ontem a noite, eu disse que sempre estarei aqui por você e com você, serei sua força se for preciso minha Violetta.

Ele fala tão baixinho, o momento se torna mágico, naquele momento eu percebo que nada irá fazer com que Justin me deixe.

Viro meu rosto e levo meus dedos até seu rosto, o desenhando em minha mente, quando encontro seus lábios, o beijo, ele imediatamente retribui.

Sua mão aperta meu quadril e sua língua invade minha boca.

Sinto algo em meu estômago, ele chega a tremer dentro de mim e um frio se instaura em minha espinha.

O que é isso?

— Eu estou completamente apaixonado por você! Por favor prometa que jamais irá me deixar.

Toco seu rosto e quando sinto seu queixo, mordo levemente, sinto ele tremer em meus braços.

— Jamais deixarei você, nem em um milhão de anos eu faria isso. — Ele me dá um selinho.

— E por que não?

Porque você coloriu meu mundo e voltar para o preto sem você seria assustador, eu te amo Justin.

— Eu te amo minha doce Violetta.— Beija meus lábios.

E as mais doces palavras consegue me acalmar me dando  a certeza que posso enfrentar qualquer coisa em minha vida desde que ele esteja ao meu lado


Notas Finais


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