História VIP - Entre o passado e o futuro - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Lily Collins, One Direction, Zayn Malik
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Drama, Irmãos, Originais, Romance, Suspense, Vip
Exibições 22
Palavras 2.362
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Incesto, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá, amores! Como vocês estão? Bem, esse capítulo está recheado com atitudes fofas e inesperadas. Depois desse capítulo as coisas começam a mudar na história.
No último capítulo Sophia disse que tinha algo importante para dizer a Adam, mas será que ela vai dizer algo? Bem, leiam e descubram!
Boa leitura amorecos ;

Capítulo 5 - Capítulo 5 - Proteção


[Inglaterra, Chalé de Sophia e Akira, 11 de Setembro, 22h09min]

Ouvi o que Sophia disse e minha curiosidade ficou aguçada. Voltei-me novamente a ela e a encarei sério.

-O que precisa me contar?-Questionei parado no meio da sala.

-O dia do acidente, depois do acidente eu fui levada para um hospital longe de onde estávamos, fiquei em coma por um bom tempo. -Ela começou dizendo. -Não sei bem por quanto tempo exatamente, mas foi um longo tempo, quase quatro meses se não me engano. Quando acordei descobri que estava grávida e que você não estava ao meu lado.

-Como isso foi acontecer? Por que a levaram para longe?

-Seu pai, seu pai me queria longe de você. -Respondeu Sophia com uma expressão de medo. - Aron tinha um plano, mas poderia executá-lo sozinho.

-Ele já sabia então que iria fingir a própria morte? -Questionei curioso.

-Adam, você deveria temer o pai que tem. Aron é um monstro. -Disse minha ex namorada com as lágrimas escorrendo pelo seu rosto. - Quando a sua mãe diz que Aron não é confiável, ela tem toda a razão.

-E você quer que eu acredite em você? -Questionei sério. - Minha mãe odeia meu pai e tem seus motivos particulares, não tiro a razão dela inclusive, mas porque diabos deveria acreditar quando você diz isso?

Sophia respirou fundo e tentou aproximar-se de mim, mas eu evitei o seu toque. Dei um passo para trás e continuei a encarando.

-Aron não ama nenhum de vocês, Aron não ama a sua mãe. -Ela dizia convicta do que falava. - Ele só ama o que lhe traz poder e dinheiro, Adam.

-Chega, não vou ficar aqui ouvindo você. -Eu disse dando as costas a ela e saindo do chalé. Entrei no meu carro e logo estava na estrada de volta para Londres.

Dirigi por longos minutos pela aquela noite londrina, tentava esquecer o que tinha acabado de ouvir de Sophia, mas não consegui, as suas palavras se reverberavam na minha mente a todo instante.

"Aron não ama nenhum de vocês, Aron não ama a sua mãe. Ele só ama o que lhe traz poder e dinheiro, Adam."

Aquilo de certa forma me atingiu mais do que eu gostaria. Eu deveria ir para o apartamento de Ariel, que era aonde estávamos, mas eu não estava com cabeça para encarar a minha família naquele momento.Dirigi pela cidade enquanto tentava encontrar algum local aonde pudesse beber sem que ninguém me incomodasse, óbvio que não encontrei. Qualquer lugar que eu fosse seria reconhecido e eu estava querendo evitar tumultos.

Ao entrar na avenida principal pensei na única pessoa talvez pudesse me ajudar. Provavelmente ela estaria me odiando naquele momento, mas eu precisava vê-la. Eu queria vê-la. Peguei meu celular e procurei pelo seu número, não demorou muito estava fazendo a ligação.

-Atende... -Eu sussurrei sozinho enquanto parava em um sinaleiro.

-Alô?!

-Louis, Louis é o Adam. -Eu disse meio desesperado, com medo de que ela desligasse na minha cara.

-Sei quem é. O que quer, Sr. Grey? -Questionou a mulher do outro lado da linha.

-Quero te ver, preciso de um ombro amigo e preciso que me ajude a encontrar respostas. -Respondi me encaminhando para o apartamento da jornalista.

-Não sou detetive particular e muito menos sua amiga, Sr. Grey, se não se importar eu tenho mais o que fazer do que perder meu tempo com as particularidades da sua vida. -Retrucou-me e em seguida Louis desligou o telefone.

Suspirei e soquei o volante do carro.

-Droga, droga, droga! -Resmunguei sozinho e acelerei o carro em direção a mansão. Se tudo aquilo que Sophia disse era verdade eu precisava tirar Akira de lá. Se meu pai era aquele monstro eu precisava mantê-lo longe de quem eu amava.

***

[London, mansão Grey, 11 de Setembro, 23h58min]

Assim que cheguei na frente da mansão os portões se abriram. Embiquei o carro e o deixei estacionado na frente da porta principal. Sai do carro e em passos largos entrei na mansão. Na sala principal estava meu pai e aquele rato australiano que ele tinha como capacho.

-Aonde está meu filho? -Questionei sério.

-Olá, Adam. Boa noite, meu filho!

-Cadê o meu filho, Aron? -Questionei sério novamente, mas tudo o que recebi foi uma risadinha sádica do meu pai.

-Akira está dormindo, não vai levá-lo daqui agora. -Respondeu-me meu pai.

-Ah eu vou levá-lo e quero ver quem vai ser homem o suficiente para me impedir de levar meu filho. -Eu retruquei sério subindo as escadas correndo.

Abri todas as portas possíveis daquele enorme corredor da mansão. Parecia que eu não ia lá há anos, mas tudo não se passava de alguns dias apenas. Quando finalmente abri a porta do meu antigo quarto encontrei meu filho deitado lá. Ele dormia tranquilamente e um aperto no coração fez com que eu pensasse se deveria acordá-lo de fato, mas eu sabia que tinha que levá-lo de lá. Aproximei-me da cama e agachei ao lado do garoto.

-Akira?! - Chamei-o. - Akira, acorde, meu filho. -Eu o chamei novamente e o garotinho começou a se mexer. Ele abriu os olhinhos azuis e sorriu ao me ver.

-Papai, o que está fazendo aqui? -Questionou ele curioso.

-Eu vim buscá-lo. -Respondi com um sorriso nos lábios. -Você não disse que queria conhecer a casa do papai?! Então, vou levá-lo para lá.

-Achei que o papai morasse com o vovô. -Comentou o garoto ainda sonolento.

-Não, papai não mora mais com o seu avô. -Respondi suspirando. -Venha, vamos para a minha casa.

O garotinho segurou no meu pescoço, eu agarrei uma das cobertas da cama e enrolei no corpo pequeno do menino. Peguei a sua mochila que estava no chão lado da cama e sai do quarto. Desci as escadas e vi meu pai conversando com o tal do Sanders, ignorei a cena e saí da mansão sem me despedir. Abri a porta do carro com um pouco de dificuldade e coloquei o garoto no banco de trás.

Depois de ajeitá-lo bem eu me sentei no lugar do motorista. Acelerei o carro e logo estava longe da mansão. Fui direto para o apartamento de Ariel. Era automático o caminho, quando cheguei estacionei o carro e peguei o garotinho novamente no colo.

***

[London, apartamento do Ariel, 12 de Setembro, 00h34min]

Caminhei pelo estacionamento e apertei o botão do elevador. Esperei por alguns segundos até que a porta se abrisse e para a minha surpresa havia uma certa jornalista loira lá dentro.

-Louis?!

-Olá, Sr. Grey.

Seus olhos azuis me fitaram e eu não pude deixar de notar o quão desconcertada eu a deixei por alguns segundos.

-O que faz aqui? -Questionei entrando no elevador com Akira nos braços.

-Bem, para a sua sorte ou para o seu azar eu sou muito curiosa. Decidi vir ver do que precisa. -Respondeu-me a loira com uma expressão séria ainda no rosto.

-Agradeço a sua curiosidade, eu acho. -Comentei enquanto o elevador ia direto para a cobertura, para o apartamento de Ariel. Ao chegar lá Louis abriu a porta para que pudesse entrar com Akira. Mamãe estava na sala principal ao chegarmos e nos encarou tentando entender o que estava acontecendo.

-Adam, o que está fazendo com Akira aqui? -Questionou minha mãe levantando-se do sofá.

-Sophia apareceu lá na empresa, nós fomos jantar e depois fomos para o chalé. -Eu disse rapidamente tentando evitar detalhes. - Lá ela me disse coisas que ainda preciso de provas para acreditar fielmente, mas Akira estava na mansão com o meu pai e eu não queria deixá-lo lá de forma alguma.

-A mãe dele sabe que você foi buscá-lo lá? -Questionou mamãe levantando um cenho.

-Não. -Neguei com a cabeça.

-Não que eu seja muito fã de Sophia Montagna, mas ela é mãe de Akira e me colocando no lugar dela, ficaria furiosa se alguém pegasse meu filho em algum lugar e não me avisasse. -Retrucou minha mãe cruzando os braços na frente do corpo. -Você está metida nisso também, Srta. Vidargo?

-Não senhora, apenas cheguei aqui agora.- Respondeu a loira que estava ao meu lado. -Inclusive acho que devo ir, conversamos direito amanhã, Sr. Grey.

-Tudo bem, mas posso pedi-la um favor? -Questionei me voltando a mulher ao meu lado.

-Claro, farei o que estiver ao meu alcance, Sr. Grey.

-Não me chame assim. Adam, me chame de Adam apenas, por favor, Louis. -Pedi quase como se implorasse por aquilo.

Ela assentiu e despediu-se de nós, desejou uma boa noite e foi embora. Segundos depois que a loira foi minha mãe pegou Akira nos braços e o levou para o andar de cima, mas antes me deu um recado, ou melhor, uma ordem: "Avise Sophia!"

Como não estava muito afim de ligar para a minha ex namorada apenas a mandei uma mensagem avisando da situação e me dirigi para o meu quarto. Minha mãe tinha deixado Akira na minha cama e fazia cafuné no garotinho.

-Ele é lindo, é a sua cara, Adam. -Comentou minha mãe sorrindo por estar perto do neto.

-Ele tem os seus olhos, Sra. Grey. -Respondi depositando um beijo em sua cabeça.

-Achei que os olhos fossem de Sophia.

-Não, conheço bem aqueles olhos para saber que meu filho não tem os olhos dela. -Retruquei com um sorriso debochado. -Vá dormir, eu cuido dele.

-Vai ficar bem? -Questionou minha mãe se levantando da cama.

-Vou, não se preocupe. Cuidarei dele.

Dito isso minha mãe me desejou boa noite e saiu do meu quarto, me deixando sozinho com meu filho. Ela fechou a porta e eu aproveitei para me ajeitar para dormir. Tirei a roupa que vestia e senti instintivamente o perfume de Sophia impregnado nela com uma mistura do cachorro-quente do Lenois. Ri sozinho da ironia.

Fiquei de cueca e peguei uma camiseta qualquer para que pudesse me deitar na cama. Ajeitei Akira de um lado e deitei do outro.

Durante um tempo ainda me mantive acordado apenas admirando o meu filho, mas estava cansado e acabei dormindo cerca de uma hora depois de me deitar.

***

    [London, apartamento do Ariel, 12 de Setembro, 08h12min]

Acordei com o barulho da televisão do quarto. Assustei-me com aquilo no primeiro momento, mas assim que abri meus olhos e vi Akira sentado na cama encarando a tela hipnotizado, sorri.

-Bom dia, campeão. -Disse bagunçando os cabelos castanhos do garotinho.

-Bom dia, papai. -Ele respondeu sem tirar os olhos da TV.

Eu ri e me levantei. Coloquei uma calça de moletom e dei a volta na cama para pegá-lo no colo e levá-lo para tomar café da manhã.

Chegando no primeiro andar do apartamento vi Ariel com Alex sentados no balcão enquanto Louis e Damon estava ao lado e Coey cozinhava com minha mãe.

-Bom dia, família! -Disse animado com o garotinho em meus braços.

-Bom dia, meu filho. -Disse mamãe depositando um beijo na minha bochecha e outro na bochecha de Akira. - A Sophia ligou já, disse que vai buscar Akira na empresa hoje pela manhã ainda.

-Bem, então nós vamos tomar café da manhã e vamos para a empresa. -Respondi assentindo ao que minha mãe havia dito.

-E aí, campeão, vem com o tio Ariel! -Disse meu irmão animado com o garoto que se jogou dos meus braços para os braços do tio. - Vamos preparar o seu café da manhã.

Enquanto Ariel e Alex distraiam meu filho com o café da manhã eu aproveitei para subir, tomar um banho rápido e me arrumar para poder ir a empresa. Ajeitei a gravata cinza sob a camisa preta e coloquei o blazer preto por cima. Peguei a mochila de Akira e tirei uma roupa que ele pudesse usar lá de dentro. Coloquei aquilo sob a cama e chamei o pequenino. Ariel subiu com ele correndo pela escada e eu fiquei com medo que ele derrubasse o garoto, mas isso, felizmente, não aconteceu. Meu irmão em entregou meu filho e eu fui trocar de roupa nele.

Uns dez minutos depois nós dois estávamos prontos. Peguei a mochila dele e os meus pertences. Nós descemos as escadas novamente e nos despedimos dos presentes.

-Alguém vai comigo?

Aquilo não era bem uma pergunta, era mais uma intimação a Louis, mas ela recebeu de forma sutil o que eu disse.

-Vou com você, Adam. -Respondeu-me a loira.

-Eu vou no meu carro atrás. -Respondeu Damon também.

Assenti aos dois e segui até a garagem com meu filho. Destranquei o carro e coloquei Akira no banco de trás, ajeitei seu cinto e sentei-me no lugar do motorista, Louis entrou no lugar do passageiro.

-Quem é a moça bonita? -Questionou Akira olhando para Louis sorrindo.

-Sou Louis, Louis Vidargo. -Respondeu a loira olhando para o menino.

-Você é a namorada do meu pai? -Questionou o garotinho curioso.

-Não, somos apenas amigos, Akira. -Respondi enquanto dava a ré no carro.

-Ah que bom, papai tem ficar com a minha mãe. -Disse o menino, o que fez com que eu freia-se o carro e me virasse para trás e encarasse-o.

-Akira, eu e a sua mãe não vamos voltar a ficar juntos. -Eu disse um pouco grosseiro. - Eu amei muito a sua mãe já, mas muita coisa aconteceu entre nós dois e eu acho muito difícil, para não dizer impossível, que nós dois voltemos a ficar juntos.

Os olhinhos azuis do meu filho começaram a se encher de lágrimas e eu me senti um pouco mal por ter sido tão estúpido com o pequeno.

-Não chore, você vai continuar a ter um pai e uma mãe, filho. -Respondi segurando na mãozinha dele. -Nós dois amamos muito você e esse é um dos motivos pelos quais voltamos a nos falar, antes disso sequer nos falávamos.

-Você não gostava de mim? Por isso não falava com a minha mãe? -Questionou o garotinho.

-Não Akira, claro que eu gostava, eu amava e amo você, meu filho, mas existem muitas coisas que aconteceram e que me afastaram de vocês por um tempo. Só isso, filhote. -Eu respondi tentando amenizar a situação.

O garotinho sorriu e apertou a minha mão de leve.

-Também te amo, papai!

Eu sorri e pisquei para ele. Voltando então a minha atenção para a rua novamente. 


Notas Finais


Fala sério, que pai mais fofo que o Adam é!! Ouwnnnteee <3
Anyway, babys...
Para quem ainda não sabe eu tenho um blog aonde posto spoiler das histórias, curiosidades das histórias, textos autorais, enfimm, posto bastante coisa lá. Hoje inclusive postei um texto autoral chamado "Minha primeira vez" não é sobre sexo que fala o texto foi minha primeira vez naquela situação. Vou deixar o link caso queiram acessar, ficarei muuito feliz se pudessem dar uma olhada lá.
BLOG: https://blibliotecasweetdrama.wordpress.com/
GRUPO DO FACEBOOK: https://www.facebook.com/groups/bibliotecasweetdrama/

Beijos
~Ana

P.S. Entrem no grupo para ficar por dentro de altas coisas sobre as histórias :3


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