História Virgens de Boca - Uma história promíscua - Capítulo 6


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Survival, Suspense, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Essa foi minha primeira vez... escrevendo sobre a primeira vez de alguem ;-)

AVISO: sexo hétero.

Capítulo 6 - Primeira vez


Fanfic / Fanfiction Virgens de Boca - Uma história promíscua - Capítulo 6 - Primeira vez

A últma semana do castigo da 18 na solitária havia se acabado, e ela pôde sair de lá mau alimentada e nitidamente mais magra e pálida.

Por ter passado um mês na escuridão total, sua vista doeu mesmo devido à fraca luz da biblioteca. Mas no futuro não existem óculos. Eles foram substituídos por aplicativos do celular ótico, que fazem o serviço por ela. Assim que acionou o aplicativo, sua vista parou de doer.

Ela estava tão triste com a prisão e com as maldades da professora, que ao reencontrar seu "irmão", prontamente aceitou seu pedido de desculpas, o abraçou com o pouco de força que lhe restara, e ganhou um beijo carinhoso dele no rosto, além de um afável abraço em retribuição pra não machucá-la.

17 não achou sensato contar tudo o que descobriu pra ela nas primeiras noites de conversa noturna. Ele preferiu que ela se recuperasse física e psicologicamente.

Antes disso, na terceira semana, ele tinha dito pra ela que não sabia do que ela estava falando, dando a entender que não havia conseguido entrar no computador, ou que conseguiu, mas resolveu ser egoísta e guardar os segredos só pra ele. Era o que ela estava achando dele.

Duas semanas se passaram, e ninguém descobriu nada do que 17 havia descoberto e feito. Então nesta noite ele decidiu contar. Ao apagar das luzes que eles viam por baixo da porta do quarto que leva ao corredor, 17 entra em ação.

Ele bloqueia as filmagens e áudio do quarto, colocando uma repetição falsa no lugar em caso de monitoramento, e agora os dois estão à vontade pra fazerem o que quiserem ali no quarto à sós.

— 18... eu consegui. - diz ele em voz baixa.

— Como assim?! Você tinha dito que não. - sussurra ela.

Ele lhe explica que a filmagem e o áudio do quarto estão bloqueados e mostra pra ela o mapa da Universidade, e explica outras coisas. Só não explica o fato deles não serem irrmãos ainda, por alguma razão que nem ele sabia entender.

— Deixa eu ir até aí pra ninguém nos ouvir falando. Vou sussurrar no seu ouvido.

— Tá. Vem. — responde ela inocentemente ou não, levantando o cobertor pra ele se deitar em sua cama e assim sussurrarem um no ouvido do outro sobre as descobertas de hackeamento que ele fez.

Foi a primeira vez nesses quatorze anos de vida juntos naquele cativeiro que os dois se deitam juntos na mesma cama com total privacidade. Os dois fazem isso sorrindo descontroladamente mais pela emoção e pela graça inocente de fazerem isso pela primeira vez do que por quaisquer pensamentos maliciosos.

Mas nos confins de seus pendamentos o rapaz estava curioso quando soube que os dois não eram irmãos. Ele escondia até de si mesmo pensamentos sobre sexo com ela. E à bem da verdade, eles numca viram um filme que rivesse cenas de sexo, nem jamais tiveram acesso a isso na internet, que era bloqueada e censurada pra eles. Tudo o que o casal sabia sobre sexo, foi de livros de biologia no ensino médio.

Desde a infância até seus atuais 14 anos, sempre que eles se davam um abraço inocente, sentiam algum singelo prazer e calor, mas de forma inocente e pura. Até mesmo em uma ocasião há dois anos atrás quando a pequena impressora 3d da 18 tinha acabado de cair quando os dois se levantaram juntos da biblioteca aconteceu isso.

Ela se virou de costas pra ele na ocasião e se abaixou pra pegar a pequena impressora, esfregando seu bumbum na região pélvica dele involuntariamente no ato, fazendo seu pau subir um pouco, mas se envergonhando disso, e escondendo o fato que ela nem percebeu na ocasião. Mas ele jamais se esqueceu desse momento.

Por causa daquela vida sob vigilância e rigidez disciplinar, o loirinho nunca se masturbou na vida, palavra que ele e sua irmã desconhecem totalmente. A jovem de sorriso encantador também é inocente nestes sentidos.

Mas agora que ele se deita sob o cobertor da sua companheira de quarto, sabendo agora que não são irmãos, repentinamente aquela lembrança da encostada acidental do bumbum dela lhe volta à mente.

A 17, imediatamente ao cobrir o corpo dele, se encostondo e apertando seus corpos cheios de frio uns nos outros pra caberem juntos dentro do coberror e da apeetada cama, sente seu calor e seu cheiro invadirem seu corpo todo por dentro até a alma, uma sensação ímpar e inédita, que a arrepia por completo.

Ela procura um modo de descarregar essa inusitada tensão, mas não sabe como agir, mas a graça inocente do forte abraço ainda fazia os dois rirem e brincarem de cócegas. Ela gritava às vezes com as cócegas tampando a boca pra não fazer barulho. Ambos eram sensíveis à cócegas pro azar de ambos, principalmente nos pés, cintura e pescoço.

Eles se seguravam pra não rir e gritar, mas já estavam ficando cansados e sentindo calor pela brincadeira. O tempo ia passando, conforme o sono ia vindo e os dois dormiram abraçados com ele de costas pra ela, que o abraçava por trás, acariciando seus cabelos ainda antes de dormir.

Ela se sentiu constrangida na brincadeira das cócegas, principalmente nos momentos que sentia um fogo entre as pernas, e as fechava envergonhada, disfarçando o rubor, que no escuro iluminado apenas pelo abajur, ele não podia testemunhar.

Mais três noites se passaram assim, entre cócegas abraços, sorrisos e novas brincadeiras. Eles resolveram no terceiro dia brincar de luta de judô na cama. Os dois vestiam sempre um robe de banho na hora de dormir, e a única roupa íntima dele era uma cueca box, e a dela, calcinha e sutiã.

Na luta as vezes eles se machucavam batendo a cabeça na parede ou caindo da cama, mas em outros momentos o braço de um passava entre as pernas do outro, e isso acabava mexendo, sem querer ou não, nas intimidades uns dos outros.

Às vezes, o laço do robe se soltava, e eles encostavam suas peles umas nas outras...outras vezes, sem querer o pau endurecido e escondido pelo box do 17 passava por cima da calcinha dela, na altura do clitóris, se esfregando.

Sem tocarem em assuntos de sacanagem, o casal ia começando a imaginar coisas entre si. E nos dias de aulas, eles fingiam pra professora, tentando demonstrar naturalidade sobre seus novos sentimentos carnais e recíprocos que ambos confidenciavam entre si em silêncio. Durante as aulas, nesses dias, eles trocavam discretamente olhares secretos de cumplicidade amorosa, mas de pura inocência e pureza carnal. Mas essa inocência ia se desvanescendo à cada noite de abraços e peles desprotegidas se encostando, além de seus órgãos íntimos que por hora ou outra se esfregavam protegidos pelo tecido de suas roupas íntimas.

A cada dia, essas suas trocas de olhares iam esquentando cada vez mais as brincadeiras íntimas.

17 já tinja acesso total à internet e ele poderia assistir a filmes pornô, mas sem saber que essa palavra existe, ele não teve como saber onde procurar por essas coisas. Tudi dependia unicamente dos instintos dos dois adolescentes.

Mas na sexta noite, as cabeças dois dois já estavam raciocinando mais carnalmente do que calmamente. Seus hormônios estavam quase explodindo pelas veias.

"Isso é errado. Somos irmãos.", pensava ela o tempo todo, pois na aula de biologia e corpo humano, os livros ensinam que irmãos não devem fazer sexo. Mas quando ele se aproximava e a abraçava, o cheiro dele e sua pele a deixavam com os biquinhos dos seios já bem durinhos e instintibamente ela apertava e juntava suas perninhas pra aliviar o tesão que isso lhe dava na xoxotinha.

Chegou a sexta noite, e sorrindo, 17, com um sorriso mais malicioso dessa vez se deita abraçando o corpo dela, que esconde com a ajuda do fraco abajur, um sorriso mais malicioso e louco ainda.

O jovem, ao perceber novamente que os laços de seus robes haviam se aberto "acidentalmente", partiu a fazer aquela velha cosquinha que se faz em bebês pra eles rirem, mas que nesse caso, tem um outro fim.

Ele coloca a boca logo abaixo do umbigo dela e assopra fazendo barulho. Ela solta um grito quase que de orgasmo, subindo na cama como reflexo, e empurrando a cabeça dele acidentalmente pra baixo, pra tirar ele dali e se aliviar do indescritível tesão que sentiu.

Mas isso só fez "piorar as coisas" porque ela empurrou a cabeça do jovem diretamente pra sua vagina, fazendo o nariz dele passar em cima da pontinha da altura do clitóris.

"Ela tá sem calcinha também?!", pensou ele surpreso ao notar que ela teve a mesma ideia que ele de dormirem nus, sem roupas íntimas, apenas usando o robe.

Sem falar nada, ele a abraça pra conferir, não com as mãos, mas com o pau, encostando diretamente na vagina pelo lado de fora, dessa vez sem cueca box e sem calcinha pra impedir o contato carnal.

A mocinha geme bem baixinho e ele tambem, e começam a se esfrefar quase que totalmente pelados, ele por cima, sentindo a deliciosa sensação daqueles seios macios amortecendo carinhosamente o contato entre eles.

Rostos lado a lado, com as bochechas presas uma à outra, ele afasta a cabeça e eles se entreolham, trocando um sorriso e um olhar de cumplicidade e consentimento.

Seus rostos se aproximam assim, e eles dão um celinho, e outro e mais outro mais colante, e assim aos poucos começam a molhar os próprios lábios e a passarem a beijar os lábios uns dos outros, sem usar a língua, já que não sabem beijar direito. Mas para o 17, beijar e espremer com seus lábios os lábios superiores da boca da jovem molhados assim tão carinhosamente era um prazer indescritível. Outras vezes ele repetia isso nos lábios inferiores, e ela retribuía, e às vezes ela fazia isso com leves mordidas.

Eles sabiam que sexo existia pelos livros de ciência, e sabiam que o pênis entra na vagina. E estavam pensando seriamente em fazer isso.

— Espera um pouco. — dizia a moreninha afastando por um instante o corpo dele, tateando o abdômen de seu companheiro pra achar aquela coisa dura que estava deliciosamente pressionando sua vagina.

Ela se surpreende quando toca na cabeça do pau do rapaz e pela dureza dele. 17 solta um gemido de incrível prazer pelo toque.

— Ah, nossa, isso. Não solta, segura mais um pouco. — disse ele, quase tendo um orgasmo só pelo simples tatear dela.

— Deixa eu ver ele. Posso acender a luz? É seguro? - diz ela já em pé indo até o interruptor holográfico de luz.

Depois de checar a àreae e ver que está seguro, ele tambem isola o corredor, colocando uma imagem falsa de filmagem por precaução. Depois disso, responde que sim.

Ela acende a luz e fica boquiaberta com o enorme pênis dele.

- Nossa! É tão grande! - diz a menina instintivamente colocando a mão na entrada de sua vagina ainda molhada, e se sentindo ainda mais excitada. Ela sente enorme vontade de enfiar o dedo lá e o faz irracionalmente, dando um urro de dor, tapando logo a boca, pela sua xoxota virgem e hímen sensível.

Quando o rapaz olha praquele corpinho pequenininho e delicado, seu pau aumenta ainda mais e lateja loucamente.

Em pé, se abraçam e se beijam, e ele pega no próprio pau e vai esfregando na xoxota da menina em movimentos circulares e de vai-e-vem. E ela, com medo, mas com o tesão acumulado desses seis dias estava preperada para voar com ele até a Lua ali naquele quarto.

No meio da esfregação em pé, ela não aguenta mais e toma coragem pegando o pênis dele e vai conduzindo até a entrada, dando gemidinhos bem baixinhos.

— Ai espera. Dói. — diz, se afastando dele e se deitando de costas, mostrando a mais linda bundinha que o felizardo 17 jamais verá igual em vida.

Ela fica assim deitada com as mãos no rosto, como que tentando escondê-lo, caindo lágrimas numa mistura de sentimentos confusos inesquecíveis pro resto da vida dela.

17, atraído como um ímã por aquele bumbum empinadinho se deita sem pensar sobre ela com o pênis passando entre as nádegas da menina num vai-e-vem, colando seu corpo ao dela por trás. Aquele bumbunzinho macio foi demais pro jovem, que gozou rapidamente sem penetrar: seu primeiro orgasmo.

Aquilo foi o paraíso pro jovem, que nunca tivera um orgasmo antes. Mas pra ela foi meio constrangedor sentir aquela coisa grudenta na bunda dela. Mas era quentinho e gostoso de sentir. Quando ela passou o dedo na bunda achou nojento aquela coisa grudenta, e curiosa, levou até o nariz, e gostou do cheiro. Ele fez a mesma coisa, e ficaram conversando a respeito, num mixto de constrangimento e dúvida. Ela achou melhor irem dormir, e os dois se sossegaram.

Na noite seguinte, o virgem casal mais safado daquela Universidade se encontram novamente na cama dela, agora tirando a roupa de uma vez e se beijando loucamente, mesmo sem jeito.

— Não faz aquilo no meu bumbum de novo não, tá?

Triste, ele foi obrigado a dizer:

— Tudo bem.

A moça se deita de frente pra ele sem roupa e com as luzes apagadas.

— Vem. — diz ela. — Vem por cima.

Os dois começam a se esfregar e já bem molhada e com medo de que ele possa gozar em cima dela nivamente, ela o afasta periodicamente, proveitando sempre esses momentos pra se masturbar um pouco, procurando com o dedo a entrada exata de sua vagina, e acha isso delicioso.

— Coloca ele aqui. — diz ela.

Gemendo ocasionalemente bem baixinho, 17 vai dando pontadas no luhar errado, mas ela fica com o indicador esquerdo logo acima da entrada pra com a mão direita pegar no pinto do 17 com coragem e tesão, direcionando ele pra estreita entrada umedecida.

17 sente algo indescritível quando sentiu os lábios superiores da vagina da menina abraçando a primeira metade da cabecinha do pau dele. A xoxota dela parecia abraçar seu pau como quem o aprisiona ali e o ordena pra não sair deste lugar. Irracionalmente, o loirinho sentia isso e foi pra dentro num só movimento deslizante e impensado, enfiando menos da metade do pau na garota, mas o bastante pra transformá-la numa mulher.

— Ah! Ai, sai! — grita ela bem alto com uma dor enorme e sentindo-se mais molhada do que o comum.

Preocupado com o barulho que ela fez, 17 checa os corredores e olha pela intranet que a professora e o segurança acordaram e se mexiam da cama.

— Vista-se! Depressa! Eles tão vindo! — diz 17.

Desativando as filmagens falsas eles se entocam cada um em sua cama, se cobrindo.

O segurança se levanta e vai ao corredor se encontrando com a professora, que entra sozinha no quarto acendendo as luzes e vendo o rapaz deitado dormindo de costas pra irmã, que fingia ter acordado de um pesadelo.

Depois de contar um pesadelo horrível que ela já tivera anos atrás fingindo ter acontecido agora, Sprout se convence e diz que isso é bobagem e manda ela voltar a dormir antrs que acorde seu irmão. Nesse momento, 17 segura uma quase irresistível vontade de rir.

Fechando a porta, desconfiada, a professora Sprout rebobina as filmagens das ultimas duas horas dos jovens no quarto, mas se deixa enganar pela gravação que o rapaz de cabelos lisos preparou pra ela.

Convencidos de que se tratava apenas de um pesadelo, os dois adultos vão pros seus respectvos quartos dormir.

A partir da noite seguinte, a gatinha implora pro excitadíssimo "irmão" colocar mais devagar e com o passar dos dias eles iam metendo a cada vez com mais prazer e menor dor pra deliciosa menina. Uma semana depois de terem perdido a virgindade, 17 toma coragem de noite e diz:

— 18, vamos fugir esta noite?

— O que?!

— Tenho tudo preparado. Mas antes você precisa saber da verdade sobre nós dois. Descobri uma coisa incrível.

— Diz logo!

— É melhor você ver com seus próprios olhos. - diz ele, mostrando as pastas e arquivos revelando tudo sobre as identidades dos dois.

Os dois discutiram um pouco sobre o porquê dele não ter revelado essas coisas logo no primeiro dia quando ela saiu da solitária. Mas as razões dele eram complicadas demais pra se fazer entender. Era um mixto de medo com sem-vergonhice a verdadeira explicação. Ele estava com medo de tudo dar errado ou da irmã dedurar ele. Insegurança. Mas também, caso tudo desse errado, ele queria experimentar momentos de intimidade com ela, pra fazer ela se apaixonar por ele e jamais lhe trair dedurando-o, pois ele tinha medo de que na solitária, a professora fizesse uma lavagem cerebral na cabeça dela.

Apesar de 17 estar sem suas verdadeiras memórias de Justin Bieber que lhe são de direito, alguns traços de personalidade maliciosos permanecem e vão ganahndo vida a cada ano, principalmente agora que já tem 14 anos e está com os hormônios à flôr da pele.

Notas Finais


Preciso de um balde frio agora q terminei de escrever esse capitulo^^


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