História Virginity - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Supernatural
Personagens Castiel, Dean Winchester, Hannah, John Winchester
Tags Destiel, Incesto, Love, Sexo
Exibições 368
Palavras 1.959
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Fiquei de postar a uns tempos ai
Boa leitura manas

Capítulo 1 - Capítulo único


 

Pov Castiel

 

Meu nome Castiel, Castiel Campbell, tenho 16 anos, moro em Lawrence, Kansas com meu pai, minha mãe Hannah e meu meio irmão mais velho Dean, de 18 anos, ele era fruto do primeiro casamento do papai (obviamente) com uma mulher chamada Mary, as coisas não deram certo e alguns anos depois meu pai se casou com minha mãe, estou cursando o segundo ano do ensino médio, minha vida é bem pacata, eu não tenho muitos amigos, não saio para muitas festas, não costumo falar muito, não sou uma das pessoas mais comunicativas do mundo e quando tento pareço estar forçando a barra de algum modo, tenho a sensação constante de que incomodo as pessoas. Então prefiro ficar no meu cantinho, tem esse garoto que chegou á alguns meses na escola, o nome dele Samuel, todos o chamam de Sam, ele veio do Colorado, tem 17 anos, é moreno, tem cabelos na altura dos ombros e é ato a beça, lindo, cobiçado por todos na escola, tanto garotos, quanto garotas, tinha todos aos seus pés, mas ele resolveu que eu seria seu alvo. Resisti as suas investidas por 2 semanas, estava cada vez mais difícil ignora-lo, afinal ele era da minha sala. Meu irmão não podia nem sonhar com isso, ciumento do jeito que é não iria terminar bem e para meu azar ele estudava na mesma escola que eu, e ainda na classe ao lado, ele era um radar, estava sempre me seguindo em todos os lugares, aqui não era diferente. Ano passado ele deslocou o maxilar de um garoto que assoviou pra mim, detalhe, o garoto era o capitão do time de futebol da escola, o craque, perdemos a final do campeonato por que ele não pode participar do jogo por causa do ‘’incidente’’, por muito pouco o Dean não foi expulso da escola, o temperamento dele não era dos melhores e tudo só piorou quando passei a me vestir com roupas femininas, sempre fui encantado por vestidinhos, sainhas, meias, sapatilhas, e também tem o fato de me atrair por garotos, odeio rótulos, então decidi não pensar muito sobre isso, apenas viver. Meus pais ficaram um tanto apreensivos, mas no fim até que lidaram bem, queriam que eu fosse feliz da maneira que sou, mas temiam pelo que podia acontecer comigo nas ruas, sabemos o quanto as pessoas podem ser cruéis, o Dean surtou com a ideia de eu sair com aqueles tipos de roupas, dizia que era exposição demais, que eu não precisava ser uma atração de circo, aquilo me machucou bastante, ele sempre esteve do meu lado em todas as minhas decisões e ouvi-lo falar daquele jeito me partiu o coração, mas passou-se o tempo e ele teve que se acostumar com as coisas. No fim percebi que ele só não suportava ver os olhares dos marmanjos sobre mim, eu amava meu corpo, minha cintura era fina, as coxas grossas e o bumbum arrebitado, bastante firme, atraia olhares por onde passava. Voltando o assunto, o Sam, resolvi sair com ele na terceira semana, era 19:00 horas de um sábado, pegamos um cineminha, depois fomos para sua casa, ele morava com o pai, disse que o mesmo estava viajando a negócios, estava sozinho em casa, não questionei, o ano estava quase acabando, nunca tinha feito nada de extraordinário, na verdade nem as coisas mais banais que os adolescentes faziam, depois de algumas taças de vinho do escritório do seu pai subimos para seu quarto

- Você é uma delícia, sabia? – Indagou entre beijos e amassos – Desde a primeira vez que te vi fiquei louco, esses olhos, essa bunda – Apalpou minhas nádegas – Puta que pariu, você me deixa tão duro – Sussurrou no meu ouvido e pós minha mão sobre sua ereção, firme feito rocha, ofeguei, estava tão quente.

Me prostrei diante dele e desabotoei sua calça, e abaixei sua cueca, quando ia pôr seu pau inchado na boca o celular toca. Levantei de supetão procurando minha bolsa, peguei o telefone após achar a mesma, olhei para tela oscilante antes de atender, era o meu irmão.

- D-Dean, oi – Disse hesitante

- Abre a porta – Disse duro

- O que? – Indaguei confuso

- Abre a porra da porta! – Exclamou impaciente e foi só então que ouvi a campainha

- Meu deus – Murmurei tremulo

- É o seu irmão ne? – Soou retórico se recompondo, assenti fitando-o de canto

 

Eu tinha avisado aos meus pais sobre meu encontro, o Dean havia saído mais cedo, provavelmente passaria o resto do dia fora, de qualquer forma eu não diria pra ele pra onde iria e com quem iria, a última coisa que queria era ser perseguido por um lunático. Certeza que ele tinha arrancando da mamãe, ela sempre acaba cedendo, eu só queria uma noite, apenas uma noite fora do radar Dean Winchester.

- Vamos – O moreno segurou minha mão tirando-me dos meus devaneios, rumamos para o andar de baixo, ele parecia calmo, calmo demais, enfim abriu a porta e lá estava aquela expressão impaciente, tão familiar, engoli seco

- Já pro carro – Ordenou agarrando meu pulso

- Opa opa – Proferiu o moreno pondo a mão no ombro do mais baixo – Eu que fiquei de leva-lo pra casa

- É mesmo? – Indagou irônico

- Já pro carro – Tornou a me ordenar, me rendi indo em direção ao velho impala – E você, fica longe do meu irmão – Disse ríspido apontando pro rosto do mais alto

- Ou o que? – Perguntou desafiador

- Logo vai descobrir – Fechou os punhos, estava tentando evitar um confronto ali, mas parecia que os dois não estavam se esforçando muito

- Estou ansioso – Proferiu sorridente

- Puta que pariu – Bufei já dentro do carro – Isso de novo? – Indaguei abrindo a porta – Dean, por favor, por favor, vamos embora – Exclamei atraindo a atenção dos dois – Ao menos uma vez, me ouve, por favor, vamos embora – Supliquei mais uma vez, o loiro assentiu a contra gosto voltando em direção ao carro, deu a volta e entrou no banco do motorista. Antes do mais velho dar a partida murmurei um ‘’Sinto muito’’ pro Sam que ainda permanecia em frente a casa

O caminho de volta pra casa foi silencioso, agradeci mentalmente, em poucos minutos estávamos de frente ao imóvel, tirei o cinto e antes de sair do carro ouço o loiro mandar um ‘’Ainda vai agradecer por isso’’ rolei os olhos.

Rumei a casa e toquei a campainha, logo minha mãe atendeu

- Filho, como foi o encontro? – Indagou com um sorriso amarelo

- Pergunta pra ele – Respondi duro correndo escada a cima

- Dean, você prometeu – Ouvi a mulher dizer dos últimos degraus

- Um obrigado já está de bom tamanho – Disse ríspido

Adentrei o quarto batendo a porta, fui direto para o banheiro, passei longos minutos só deixando a água quente descer livremente sobre meu corpo, ao sair do box, me enxuguei e pus uma calcinha confortável e um moletom gigante que dava no meio das minhas coxas, deitei na cama ligando a tv zapeando os filmes na netflix

- Mais um fim de semana e só nós dois – Disse olhando pra tela oscilante da televisão

- Posso entrar? – Só o Dean mesmo pra fazer essa pergunta após já estar dentro do cômodo

- Já entrou ne – Dei de ombros

- Só vim ver como você ta e me desculpar – Proferiu sentando ao meu lado – Me desculpa ta legal?

- Por ter estragado minha noite? – Indaguei sarcástico – Vou superar, essa não é a primeira vez, e parece que está longe de ser a última - Conclui sem tirar os olhos da tv

- Retiro o que eu disse, não vou me desculpar por tentar te proteger – Levantou impaciente – O que queria que eu fizesse, ficasse de braços cruzados enquanto um marmanjo deflora meu irmão? – Suspirou pesado – Aquele cara só queria te comer – Concluiu seguro de si

 

- E já se passou pela sua cabeça ao menos uma vez que era só isso que eu queria hm?

- Como é que é? – Indagou incrédulo

- O que, acha que eu não tenho desejos, vontades? Sou o único garoto virgem da sala – Disse obvio – Não sou mais seu garotinho Dean, você não é meu pai, não é ninguém para querer controlar a minha vida – Concluí  entre os dentes

- Olha só, a tensão sexual foi demais pra você, já ta achando que é dono do próprio nariz – Sorriu cínico – Se era só isso que queria podia ter me dito antes e poupado isso tudo – Abriu o zíper

- O que est.. – Não consegui concluir a frase pois ele já tinha posto seu pau pra fora, agora eu encarava um membro grande, grosso e rigo

- Podia ter falado comigo, poderia te ajudar – Aproximou o pau do meu rosto – Pode mamar, ainda não gozei hoje, o saco está cheio de leite – Disse balançando-o

 

Minha boca estava cheia d’água, não demorou muito para que eu pusesse aquele pau na boca e sugasse como se minha vida dependesse disso

 

- Isso, mama gostoso – Puxou os fios de cabelo da minha nuca

 

Aquele gosto de macho me deixava louco, os cheiro dos pentelhos era inebriante, só larguei o mastro quando o mesmo depositou 3 jatos de leite quentinho na minha garganta e sem delongas me pus de quatro

 

- Olha só esse cuzinho quase engolindo a calcinha – Disse puxando o tecido fino da minha calcinha pra cima, me deu um tapa estalado na bunda e rasgou-a – Ele está faminto por rola – Passou o indicador sobre meu orifício que não parava de se contrair, podia ver a satisfação em seu olhar, podia arriscar que ele sempre quis ver o maninho daquele jeito – Vou socar gostoso nesse buraquinho, mas antes temos que deixa-lo bem molhadinho – Deu uma linguada no meu orifício, revirei os olhos pondo a mão na boca – Isso, abafa os gemidinhos, imagina se o papai e Hannah acordam e pegam o filhinho deles oferecendo o cuzinho pro irmão mais velho. E mais uma linguada foi desferida da minha valinha, por deus, era tão gostoso. 

- Rebola esse rabo pra mim, putinha – Ordenou masturbando-se, balancei minha bunda como fora pedido, depois comecei a passar as pontinhas dos dedos sobre minha fenda, olhava-o com cara de puta sedenta lhe lançado piscadelas e mordendo os lábios

 

- Vagabunda safada! – Aproximou a glande da minha entrada e forçou para dentro, mordi o travesseiro em resposta, no inicio foi desconfortável pela invasão abrupta e pelo meu ânus ser virgem, mas depois de algumas estocadas precisas comecei a impulsionar meu quadril para trás, precisa de mais daquilo – Ta gostando ne putinha, toma mais, toma, toma – Estocou ainda mais forte, surrando minha próstata me levando a insanidade, deixei escapulir um gemido, o mais velho logo tratou de tapar minha boca sem sessar as estocadas no meu cuzinho, meu abdômen já se contraia, meu orgasmo estava próximo. O Dean fincava os dentes na minha nunca, aquilo deixaria marcas amanhã, mas estava me lixando, só queria gozar e senti-lo  inundar meu interior com sua porra, seu pau pulsava, seu orgasmo estava por vir, em questão de segundos sinto seu abdômen se chocar contra minhas costas e seu leite quente ser despejado dentro de mim e eu vim logo em seguida sobre os lençóis, desabei no colchão, o Dean ainda permanecia dentro de mim.

 

- Você só precisa de mim – Proferiu baixo puxando meu queixo para o lado e deixando um beijo casto em meus lábios – Acabarei com qualquer um que chegar perto de você, você é meu maninho –  Mordeu meu lóbulo – É melhor estar ciente disso – Sorriu de canto movendo seu pau no meu interior, grunhi baixinho, estava tão sensível. E em poucos minutos estávamos lá, bagunçando os lençóis outra vez. Concluí que estar sobre o radar Dean Winchester não era tão ruim assim.

 


Notas Finais


Mereço coments ou nem?
um xerôhhh


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