História Virtual Love. (Imagine Park Chanyeol) - Capítulo 14


Escrita por: ~ e ~twkwoon

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, D.O, Kai, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Chanyeol, Chanyeolxreader, Eu Repeti Isso, Imagine, Kai, Park Chanyeol, Sim Eu Postei, Transexualidade, Você
Exibições 247
Palavras 2.037
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Fluffy, Hentai, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


oI!
Dispensa apresentações.
Gente, que lindo, chegou nos 160 favoritos, vocês são os melhores! Muito obrigada, de coração sz
Espero contar com vocês sempre <3
Agora, aqui está.
Boa leitura sz

Capítulo 14 - Beautiful Liar.


Fanfic / Fanfiction Virtual Love. (Imagine Park Chanyeol) - Capítulo 14 - Beautiful Liar.

[18:20h//Eu] Channie? Quê?

[18:22h//Chanyeol <3] Nada, esquece, vai lá com o professor de dança, realmente não precisas de te preocupar, só esquece.

[18:23h//Eu] Não esqueço, porque falaste dessa forma comigo?...

[18:24h//Chanyeol <3] Isso não te diz respeito, porra.

[18:25h//Eu] Channie, para, por favor... Isso dói.

[18:26h//Chanyeol <3] E o que eu tenho a ver com isso?

[18:28h//Eu] ... Eu vou sair.

[18:28h//Chanyeol <3] Certo.

Deixei então o telemóvel pousado sobre a mesa da sala, subindo em direção a meu quarto. As lágrimas eram um tanto ou quanto  avantajadas; tais palavras ditas com uma crueldade desumana haviam-me morto por dentro. Deixei-me então cair sobre a cama, pousando a mão sobre a testa. “---?” a voz de Minseok captou a minha atenção sem no entanto me retirar daquela melancolia negra como os céus que enfeitavam o superior acima de nós. Deitou-se então a meu lado, puxando-me para ligeiramente mais perto si ao confortar-me em seus braços. “O que aconteceu, pequena?” Expliquei então toda a situação, desmanchando-me ainda mais em lágrimas enquanto o outro simplesmente ali ficava, tentando-me confortar da tristeza que sentia naquele instante. “Vai ficar tudo bem, eu prometo.” Disse então, apertando-me ainda mais contra si mesmo.

Não sei quanto tempo tinhamos ficado daquela forma, pois somente a voz de Kai nos tinha alertado para a realidade novamente, voltando assim a encontrar-me na realidade. Levantei-me então, tentando disfarçar o rosto imensamente inchado do choro prévio, seguindo-se então Kim, cuja camisa estava encharcada justamente por causa disso. Olhei de relance em sua direção, vendo que este se trocava agora. “Desculpa...” riu de forma soprada, afirmando que não havia problema nenhum, puxando-me junto dele mesmo em direção à escadaria. Na cozinha já todos nos aguardavam, quando o telemóvel de Tao tocou então. “Sim?... QUÊ? CLARO!” correu então em direção à porta. Mal podia acreditar no que os meus olhos observavam então; Sehun e Luhan haviam já retornado, mesmo que tal coisa estivesse programada para mais tarde. Limitei-me a sorrir aos dois, correndo então na direção de ambos. Abracei-os com tanta força que parecia que nem mesmo ia soltar algum deles nunca.

Senti muito a falta dos dois; por instantes as memórias más da conversa mais cedo com Chanyeol; Luhan e Sehun eram a luz que faltava aos meus dias cinzentos como as escalas cinza, somente eles conseguiam deixar-me então feliz a ele ponto. A Sehun devia a minha vida, a Luhan o facto de ter começado a confiar novamente em quem menos se esperava. Eles eram, além de uma peça fundamental na minha vida, os melhores amigos que eu alguma vez poderia ter a meu lado. Sentia-me verdadeiramente protegida quando o calor dos braços do mais alto me envolviam, da mesma forma carinhosa que Min o fazia; pareciam que os braços dos dois eram como o meu refúgio favorito, onde eu me queria perder durante horas e horas, dias, meses, anos. Eu realmente adorava os dois de coração. Deixei então que estes se sentassem à mesa; como era bom voltar a ter a presença dos dois do meu lado.

***

Novamente sozinha naquela imensidão de nada, escura como breu; frio instável que fazia congelar todos os ossos do meu corpo até que deles nada restasse era tão desconfortável que nem em baixo das cobertas me conseguia aquecer. Juntamente com aquela penumbra envolva naquele silêncio massivo e impenetrável, a tristeza se havia novamente alojado em meu coração levemente despedaçado; a sua falta, dos risos e piadas, mas Chanyeol não estava lá depois do que tinha acontecido. Sentia-me perdida, tão perdida quanto uma criança que pela guarida de seus pais anseia, mas ele não voltaria tão cedo assim. Não conseguia entender o que tinha verdadeiramente acontecido... Bem, sendo sincera, eu tinha entendido que fora ciúmes, porém, não conseguia entender a que se devia tal coisa, deixava-me triste, bastante até. Parecia que relembrar tudo aquilo somente me feria mais em meu interior; parecia que toda eu quebrava agora aos pedacinhos e lentamente. Certamente insistir nessa tecla somente iria piorar tudo.

Porém eu não conseguia esquecer o que havia lido, simplesmente não conseguia entender a confusão mista de sentimentos dentro da minha mente; o coração que parecia ficar cada vez mais rijo somente de relembrar seu nome haviam tornado tudo ainda mais complicado, porém, como se este tivesse lido os meus pensamentos de alguma forma, os braços de Sehun envolveram-se então em meu torno, uma vez mais aquecendo-me com a calma e tranquilidade de sua alma tão pura quanto as cristalinas gotas de chuva ao embaterem nos embaciados vidros do quarto. “Eu já sei, Xiu informou-nos de tudo... Eu estou aqui, mesmo que ele não esteja.” Era errado. Sehun não deveria ser visto como uma peça extra, algo que somente seria para tapar o buraco que Chanyeol havia cavado. Não, ele era diferente, ele era certamente diferente dos outros demais que por ai habitavam. Podia sentir isso no mais profundo canto da minha alma, bom, ou do que restava dela na verdade.

Olhei então em seus olhos habitualmente negros como duas jóias escuras. “Mesmo? Eu tenho medo de te perder, no final de tudo.” Riu então, confortando-me ainda mais. “Não me vais perder. Eu estou eternamente ligado a ti, seja por amizade... Ou por amor. Eu tentei esconder por muito tempo, mas... Eu sou perdidamente apaixonado por ti.” Quê? Senti o meu corpo congelar com tal confissão. “Mas, não te preocupes; eu esperarei. Agora, umas horas. Uns dias, uns meses, ou até mesmo uns anos, eu esperarei por ti.” Tentou então soltar-me, porém não permiti tal coisa, talvez mesmo por eu ser uma egoísta de primeira, e porque eu realmente queria o outro do meu lado. “Heh, quem diria que um “criminoso” se ia apaixonar. Sempre tão vádio na vida, sem onde se segurar e foi-se logo segurar a algo instável como eu.” Abracei-o fortemente uma vez mais, como era já habitual. “Eu nunca te vou deixar.” E assim, em seus braços adormeci livremente como um pássaro que reencontra a liberdade.

***

Manhã seguinte começaria justamente com uma aula de matemática, que coisa chata para ter justamente pela manhã onde parecia que mal havia dormido, porém, dormi melhor que em qualquer outra altura; adormecer nos braços de Sehun havia-me confortado por demais. Peguei então no telemóvel vendo que este tremera no mesmo instante. Por momentos pensei que fosse Baekkie a desejar-me os bons dias como sempre fazia, porém, havia errado redondamente em relação a isso; quem havia realmente dado as caras naquela mesma manhã fora Chanyeol, e justamente com uma mensagem em áudio.

“Bom dia, desculpa a minha atitude ontem. Eu realmente não queria ter falado assim, nem sei bem porque o fiz... Desculpa novamente, bebé.”

Eu queria perdoar, eu queria mesmo perdoar, mas eu realmente não conseguia perdoar tão facilmente assim; tinha-me magoado por demais tal coisa, parecia que todo o meu peito ia explodir em dor. As lágrimas domaram novamente o meu rosto pálido como as paredes ao brilhar do sol, mas como em todo o brilho, havia o lado escuro que somente domava minha mente selvagem de instante. Tentava ao máximo confortar-me a mim mesma enquanto repetia o áudio sem descanso; ouvir aquela voz rouca dele estava a acalmar-me mesmo que me deixasse triste; não era uma sensação somente má, mesmo assim.

What would I do without your smart mouth?
Drawing me in, and you kicking me out
You’ve got my head spinning
No kidding, I can’t pin you down

“Eu não consigo perdoar assim tão fácil, Chanyeol.”

Doeu; doeu imenso tal coisa. Entretanto, o professor havia chegado encontrando-me naquele belo estado deprimente por si só. Eu estava agora a entender o que realmente eu sentia, que eu me afetava somente com algo rude que este dissesse. Eu sofria por Chanyeol como uma idiota, eu realmente me afetava por demais com ele. Tentei limpar as lágrimas do outro, que ao pousar as coisas em cima da mesa me chamou para perto de si. “O que se passa, ---? Precisa de desabafar?” Seria ele mesmo professor? Encarei seus olhos, sendo então respondida pelo esboçar ligeiro daquele sorriso doce como mel, fora impossível recusar tal coisa. Sentei-me a seu lado, explicando também a este o que se passava. “Hm... Eu vou ser sincero; responda com o coração. Nem sempre é bom responder somente com a mente.” Disse então, pousando dois dedos sobre a minha testa. Talvez, ele estivesse certo...

'Cause all of me
Loves all of you
Love your curves and all your edges
All your perfect imperfections

“Desculpa, de verdade… O que eu preciso de fazer para me perdoares? O que eu preciso de fazer para te ter de volta?”

O coração parou os uns instantes. Encarei os olhos que pareciam sorrir em sua alegria contagiante e quase como se uma leve balada tivesse começado na minha mente, atrevi-me a responder o outro ainda que com alguma vergonha por estar naquela situação, situação essa pela qual eu nunca havia passado nem direta nem indiretamente.

“Eu não sei, faz como quiseres.”

Cabisbaixa, sentei-me em frente do outro que ordenou logo o contrário. Pediu que me sentasse a seu lado e que parasse a aula assim que este respondesse, porém a sua demora parecia mostrar que não me iria mais responder. Estava com medo... Muito medo na verdade. E se ele realmente tinha desisto de mim? E se afinal a afeição que eu demorei praticamente um mês para criar com ele tivesse sido em vão? Tentei distrair-me por entre os números que o professor desenhava no pequeno quadro de giz adiante de si, sem grande sucesso no entanto. O telemóvel voltara então a tremer largos minutos depois e, com a ordem do professor, peguei então no mesmo. Primeiramente, uma fotografia dele mesmo... Seus cabelos cinzentos meio platina, seus lábios definidamente colocados em seu rosto, aliado aquele meio sorriso dele haviam-me deixado tão espantada que nem eu mesma iria conseguir fazer fosse o que fosse. A juventude presente em seus traços tão caprichosamente medidos, seu cabelo que tão unicamente se enquadrava em tudo o resto; até a cor do mesmo, realçava aquelas duas jóias esbeltas a que este chamava de olhos.

“... Eu não sei se isto vai ajudar, mas.... Eu realmente espero que sim.
'Cause all of me
Loves all of you
Love your curves and all your edges
All your perfect imperfections
Give your all to me
I'll give my all to you
You're my end and my beginning
Even when I lose I'm winning
'Cause I give you all of me
And you give me all of you, oh oh

Espero que me possas perdoar…”

E novamente não sabia como reagir; parecia completamente enfeitiçada pela voz do outro, mesmo que eu naquele instante o julgasse um mentiroso; um belo mentiroso, eu realmente pensava que ele estava a mentir ao cantar aquilo, porém... O meu coração idiota insistia em dizer que tudo fora real, que ele cantou de coração e não somente da boca para fora; que ele estava ali comigo mesmo não estando. Porque o meu coração idiota insistia em instigar que eu me iludisse cada vez mais em suas mentiras. Medo? Eu tinha, eu tinha muito medo que ele voltasse a ser duro, rude para comigo, porém como Kyungsoo havia dito, por vezes o melhor é deixar que seja o coração a falar e não só a cabeça... Este parecia feliz por eu tomar tal decisão de escutar o jovem até ao fim. Olhei em sua direção e este simplesmente se limitou a assentir levemente com sua cabeça. Perguntava-me ainda assim se eu estava a fazer o correto, se eu não iria sofrer novamente por tomar uma má decisão; se Chanyeol não era de facto um “belo mentiroso” no final de tudo, porém... Eu nunca teria a certeza sem arriscar.

“Estás perdoado, e não foi só pelo audio a cantar, mas sim por tudo o que fizeste por mim e para provares que estavas arrependido, mas... Por favor, não voltes a magoar-me daquela forma, doeu, doeu muito em mim mesmo...”

“Desculpa, bebé... Não te irei magoar novamente, eu prometo; e mesmo que eu tenha sido um belo mentiroso antes... Eu não sou mais assim, não contigo.”

I give you all of me
And you give me all of you, oh oh


Notas Finais


A foto do Chanyeol: http://i.imgur.com/tkaVv1D.jpg
Nem revisei direito, perdoa os erros ;-
Postei e corri. aaa
Link no wattpad: https://www.wattpad.com/story/87308975-virtual-love


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