História Virtual Love. (Imagine Park Chanyeol) - Capítulo 15


Escrita por: ~ e ~twkwoon

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, D.O, Kai, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Chanyeol, Chanyeolxreader, Eu Repeti Isso, Imagine, Kai, Park Chanyeol, Sim Eu Postei, Transexualidade, Você
Exibições 242
Palavras 2.010
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Fluffy, Hentai, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


oI!
Eu tô morrendo porque eu quase quase perdi todo o banner, socorro, vida de capista não é fácil!
Enfim, ai está, só não me surtem leitores!
Amo vocês sz
Boa leitura!

Música: Exo - What is Love

Capítulo 15 - What is love.


Fanfic / Fanfiction Virtual Love. (Imagine Park Chanyeol) - Capítulo 15 - What is love.

A aula correu sem grandes problemas; Kyungsoo era dos melhores professores que eu alguma vez havia visto a lecionar no nosso país, todavia, algo de negro iria acontecer naquele dia. Se eu tinha a certeza? Não, realmente não a tinha, porém algo bem fundo no meu coração me disse tal coisa. Suspirei no entanto, tentando esquecer um pouco o que estava a acontecer naquela minha mente confusa e acompanhei o professor à porta, segurando seu pulso. “Sim, pequena?” perguntou, quando lhe sorri em resposta e deixei seu rosto levemente corado com tal coisa. “Obrigada por tudo, professor!” Riu de forma soprada e saiu então pela porta principal, dando lugar ao outro professor que era simultaneamente a última aula que iria ter naquele dia, porém, assim que vi quem ele era o meu corpo gelou por completo; Filosofia, com o mesmo professor que tinha lecionado a aula de dança no dia anterior.

Senti que algo de mau iria acontecer quando ouvi que este pousara então suas coisas em cima da mesa, encarando-me com aqueles olhos travessos que sempre tinha em todas as ocasiões. “Vejo que está ainda mais bela hoje, ---.” No mesmo instante o meu sangue gelou e parecia mesmo mesmo ter parado de circular livremente por meu corpo; por outro lado, todo o meu rosto estava tão aquecido que parecia ter uma chama lavrando por baixo do mesmo. Encolhi-me ligeiramente com o elogio do outro e fui então em direção à mesa onde habitualmente eu iria ter as aulas. Conforme ocupei o meu lugar na mesma cadeira de todos os dias, o outro retirou a sua camisola já de si fina, diante do meu olhar preplexo com tal coisa. “Está tanto calor... Faz diferença?” como poderia eu recusar tal coisa se o meu olhar desejava algo que contra minha própria vontade prevalecia no final de tudo? Suspirei, negando então ao voltar o rosto na direção dos cadernos e livros ali.

Aproximou-se então da porta da sala, fechando-a assim, argumentando que não pretendia ter qualquer tipo de ruído para poder lecionar sua aula em paz; de imediato estranhei, porém não me opus a tal. Rindo de forma estranha em minha direção, pediu então que abrisse o livro escolar numa qualquer página à minha escola, pois íriamos começar a matéria justamente por ai... Estranho, demasiado estranho. “Se calhar, no sofá ficamos mais confortáveis, não acha?” Novamente um pedido estranho em demasia para um só dia, porém, e como a perfeita trouxa idiota que era não o recusei, coisa de que me arrependo até agora. Sentei-me então sobre o mesmo de cobertura vermelho-vinho, pousando os livros sobre as pernas. Este aproximou-se então, pegando o mesmo por somente uma ponta enquanto o jogava num qualquer canto da sala. “Não precisamos disso...”

Antes de eu poder reagir, já seus lábios se haviam colado aos meus como se fosse velcro; as suas mãos afoitas percorriam agora as minhas coxas a seu belo prazer. Confesso, se fosse por minha escola não teria feito tal coisa, porém a surpresa misturada com a sensação de estranho e novo misturado numa incerteza enorme de estar realmente a fazer a coisa correta. Sentia o seu corpo mover-se ligeiramente no topo do meu; estava cada vez mais complicado controlar os gemidos que insistiam em timidamente sair de minha boca, ainda que em tom de sussurro. “Isso, baby... Geme novamente...” pude sentir a parte interior de suas coxas roçar perto da zona mais sensível de todo o meu corpo, e não consegui então conter um gemido... Um tanto estranho. “C-Channie...” Este imediatamente parou o que fazia, saindo assim de perto de mim. “Tsc. O meu nome é Yixing, não Channie ou lá o que seja. Enfim; vamos continuar a aula.”

O que é que me tinha passado pela cabeça? Primeiramente, deixar que um professor fizesse tal coisa comigo sem que eu mesma quisesse a 100% tal coisa, e, pior de tudo gemer o nome de Channie. Para piorar tudo o que tinha acontecido, Sehun apareceu disparado como uma flecha, partindo na direção do outro. “QUÃO NOJENTO VOCÊ CONSEGUE SER?! TOCAR NUMA MENINA VIRGEM E FAZER TAL COISA SABENDO QUE ELA É INSTÁVEL?!” Antes que conseguisse separar os dois, o punho cerrado de Hunnie acertou o rosto do professor, deixando assim o outro caído sobre o chão. “Controle-se, seu criminoso! Ainda ontem saiu da porra da prisão e já pensa ser gente?! Ela não me recusou, porém, nem mesmo gemeu o meu nome corretamente... Acho que fora por um tal se... Sehun.” Quê? Porquê aquela proteção do nada da parte do professor, que olhando em minha direção esboçava agora um sorriso contido... Lay... Ele tinha mesmo protegido-me de verdade? “Y-Yixing...” disse baixo, entre os próprios dedos que cobriam a minha boca, porém, o mais novo partiu novamente em sua direção.

Somente tive tempo de me abraçar ao professor, impedindo o moreno de cabelos negros de acertar nele. “---?” todos perguntaram incrédulos. “Não lhe toquem... Por favor. Ele fez algo que só duas pessoas fizeram diretamente... Proteger-me.” Os olhos de Sehun ardiam em ira. Tentei segurar o outro que bruscamente me afastou então de si... Ele nunca me tinha tratado daquela forma. Os restantes, simplesmente à parte tinham ficado, encarando o espetáculo sem saber o que fazer; todo o meu corpo doía agora, ele prometeu não me deixar e fez no entanto tal coisa cruel comigo... Se doeu? Doeu tanto que eu nem naquela casa consegui mais ficar, retirando-me em passo de corrida da mesma. Escutei a voz de Luhan tentar impedir, porém, fingi ignorar simplesmente tal coisa e assim, estava agora novamente perdida pela meia manhã, numa cidade completamente nova para mim.

Tal coisa, no entanto nem me interessava tanto assim, eu só queria sair daquele local e esquecer o que Sehun havia feito. O telemóvel que sempre estava em minha posse tremeu uma série de vezes seguidas, porém, eu não me sentia em condições de responder nem mesmo Chanyeol. Aquele gemido mais cedo, ainda tentava decifrar a minha mesma mente, sem entender no entanto o motivo pelo qual tal coisa havia acontecido... Parecia até ligeiramente frequente já aquela sensação de ardor dentro do meu ser todas as vezes que o nome do de cabelos platinados, levemente cinza aparecia na minha mente. Por um lado, odiava tal coisa, por outro, amava tanto que nem conseguia encontrar uma explicação com palavras plausíveis.

Girl, I can’t explain what I feel.
Oh baby my baby, baby, baby, baby.. yeah.

Sorria agora, com os pés levemente pendurados em direção ao mar, enquanto as rochas da beira mar sustentavam o meu corpo; praia. Sempre havia sido o local em que me refugiava quando tudo parecia quebrar-se em meu redor; a leveza das águas cristalinas, o som suave como uma balada do mar tranquilo adiante de meu olhar agora completamente azualdo que nem o céu descoberto pelos pedacinhos de algodão doce do céu. Continuava no entanto a doer em mim a atitude de Sehun, porém... Parecia que ouvir o chamamento marinho, acompanhado daquele forte cheiro a maresia forte; os peixes que livremente nadavam nas profundezas daquela imensidão azul forte eram como a cereja no topo do bolo.

O que em nada ajudava era o meu próprio estado de espirito; parecia feliz quando realmente não estava, parecia estar tão encontrada em mim mesma quando a minha alma vagueava por ai como um peixe que no oceano nada sem a quem confessar seus pecados, e oh se eu os tinha. Eu realmente queria contar toda a verdade de uma vez, poder estar ao lado dos dois, estar perto, cuidar como eles haviam cuidado de mim ainda que através de uma tela, um monitor, ecrã, fosse lá o que fosse. Sentia essa necessidade em mim, porém tal coisa nunca seria possível enquanto eu continuasse a mentir. Pela minha cabeça passou por uns instantes a vontade de contar, admitir de uma vez que eu não passava de uma bela mentirosa, porém o medo de perder ambos, principalmente Park era enorme, não conseguia negar tal coisa.

I lost my mind, the moment I saw you
Except you, everything get in slow montion
Tell me, if this is love

Resolvi então levanter-me da rocha, caminhando com a água salgada molhar-me os pés descalços; a sensação de calafrios prazerosos ao recordar a tão perfeita voz do platinado cantando para mim, como se de um canto de uma musa se tratasse; Chanyeol com certeza não desulidiria em nada mais... Já Sehun... As lágrimas escorriam sem eu as conseguir evitar, parecia que tudo estaria agora acabado agora sem ter o outro a meu lado como sempre havia sido, durante tantos dias seguidos. O tiro que este recebeu em meu lugar, sua confissão... Tudo isso estava realmente a pesar na minha consciência, porém, não conseguia esquecer o facto de Yixing me ter protegido mesmo depois de tal coisa que havia acontecido momentos antes; fora praticamente uma rejeição a sangue frio.

Sharing and learning countless emotions everyday with you
Fighting, crying and hugging
Tell me, if this is love

Suspirava agora, sem saber para onde mais regressar; estava completamente perdida, e numa praia com certeza seria complicado ver o fim… Ainda assim, continuei a minha caminhada pelo nada, pensando no tudo em que minha vida se havia tornado; tudo de drama, tudo de tristeza e alegria, tudo de emoções tão fortes quanto os trovões de uma noite tempestuosa, o que mais me poderia acontecer? Com certeza, nada. Vidrada em demasia nos passos largos que eu agora dava, acabei chocando contra alguém que também por ali se passeava àquela hora, caindo então sentada sobre a areia. “Outch...” murmurei entre dentes, quando a voz do outro então captou a minha atenção. “A-Ah, mocinha! Está bem?” Que voz era aquela, tão familiar? Conforme olhei para cima, mal podia acreditar no que os meus olhos viam.

If you wish and wish earnestly
Will it come true, like the fairytales?
A never-ending happy ending, happily ever after
I will trust you, protect you and comfort you
I will be on your side
I will never leave your side

À minha frente lá estava ele, Moreno de cabelos negros, estatura média; rosto tão rejuvenescido quanto sua alma pura. Estendera a mão na minha direção, que eu de imediato não consegui aceitar... Baekkie? Mal podia acreditar no que estava a acontecer naquele instante, e que este nem mesmo sabia afinal que se tratava do “menino” que pela internet havia encontrado. Aceitei por final sua ajuda, sendo puxada para cima pelo seu braço forte e definido. Os nossos corpos aproximaram-se então; mais alto que eu, forçara-me a olhar para cima para poder encontrar o brilho de seus olhos uma vez mais. Era cruel pensar que, talvez fosse a última vez que os veria, provavlemente se ele descobrisse quem eu era então, iria odiar-me pelo restos de seus dias, e eu conseguia então compreender tal coisa, mas mais importante que tudo isso, ele não poderia contar nada a Chanyeol, se não sim, seria o meu fim na certa.

Respirei fundo, tentando assim acalmar o nervoso que sentia em mim, era agora ou nunca, o momento da verdade... Talvez, se eu explicasse com cuidado, este iria entender tudo antes de julgar, porém a sua voz não me deixou falar então. “Meu Deus, eu não a magoei, não é? Está mesmo tudo bem?” O que faria eu agora? Por um lado, a vontade de o abraçar tão apertadamente, confessar os meus pecados e procurar pela sua ajuda, mas por outro a incerteza e o medo de perder sua amizade, que era uma das melhores coisas que eu tinha na vida... Ah, que indecisão horrível. “Não me magoou, moço... Pode ficar calmo.” Fingir que não o conhecia era doloroso, até mesmo tratar o mesmo de uma forma tão formal assim... Estava a doer, e não era pouco. “Eh? A sua voz fez-me lembrar a de um amigo meu...” Porra. Agora sim, tudo estava tão perto de ser descoberto... Como reagiria ele, ao saber que a moça adiante de si era então seu amigo Junghu?

“Ela não é familiar, ou semelhante... É igual.”


Notas Finais


Nem revisei direito, perdoem os errinhos.
Postei e corri.
Link no wattpad: https://www.wattpad.com/story/87308975-virtual-love


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