História Virtual Love. (Imagine Park Chanyeol) - Capítulo 16


Escrita por: ~ e ~twkwoon

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, D.O, Kai, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Chanyeol, Chanyeolxreader, Eu Repeti Isso, Imagine, Kai, Park Chanyeol, Sim Eu Postei, Transexualidade, Você
Exibições 219
Palavras 2.016
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Fluffy, Hentai, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


oI!
Então, eu estou aqui de novo, aaaaa.
Quase 170 favoritos, se eu estou berrando? Aham, eu estou!
MUITO obrigada por todo o vosso apoio nessa fanfic, fiquem calmos, eu fiz um pacto na TL.
Se essa fanfic chegar nos 200 favoritos então eu ainda estou postando ela, eu irei escrever um novo imagine com um plot igualmente forte... Tentador? Claro que sim, então, por favor, fiquem comigo me apoiando desse jeito, eu amo muito isso. sz
Enfim, chega de encher o saco de vocês!
Boa leitura! sz

Capítulo 16 - Sweet Lie


Fanfic / Fanfiction Virtual Love. (Imagine Park Chanyeol) - Capítulo 16 - Sweet Lie

NARRATOR’S POINT OF VIEW

Baek olhava em torno de si mesmo, confuso com tudo. Seria realmente possível tudo aquilo? Sim. As lágrimas sinceras de ---, que escorriam num fio apertado em sua tão pura e casta face revelavam então a triste mentira por revelar. Por um lado, doce como mel, por outro tão amarga quanto o travo do café forte. Sentia-se tão estranho, enganado. “Não, isso é mentira, não é?...” a jovem olhou profundamente em seus olhos pardos agora, opacos da tristeza singular que sentira em seu tão pobre coração quebrado em mil pedaços. “Não, não é... Este tempo todo fui eu, Junghu nem mesmo existe. A verdade é... Junghu é uma menina, eu no caso.” Este mal podia acreditar em tal coisa, era impossível em sua mente que alguém lhe tivesse mentido durante tanto e tanto tempo. Pensou realmente em ir embora, deixar a jovem ali plantada à beira mar, porém este precisava de explicações.

“Explica-te.” Aquele tom severo e seco como as folhas já se quebrando das árvores de outono já nuas havia entrado no corpo de --- como uma bala perfurante, mas, ela sabia no final que tal coisa iria acontecer, que ela precisaria de se revelar mais tarde ou mais cedo; aquele conto de mentiras doces não iria durar para toda a eternidade. “Eu era muito nova, quando eu entendi que eu gostava de meninas... Bom, pelo menos assim eu pensava.” Fez uma ligeira pausa, recuperando então a respiração que a sufocara com a força de seu choro sem fim. “A partir daí, eu sempre me vesti como um rapaz. Nunca fui muito bem tratada, ou seja o que for.” Concluiu então por final; Byun havia começado a notar que esta não mentia agora, algo em sua alma dizia que esta estava a dizer a verdade.

No entanto, uma mentira era uma mentira... Até que ponto este tinha a certeza de que ela não estava a mentir uma vez mais? Que realmente não tinha feito tudo aquilo simplesmente por diversão? “Então, tu fizeste tudo isto só para te “reconfortares”.” Assentiu então na direção do que adiante de si se encontrava. “Não... Eu queria esquecer que eu nasci uma menina.” Saltou ligeiramente com a resposta bruta e áspera da menina, porém as lágrimas que continuavam a jorrar pelo seu rosto não deixavam qualquer sombra de dúvidas, estava arrependida de não ter contado tudo de principio; e agora encontrava-se tão perdida no imenso mar das trevas que nem mesmo conseguia  ver a luz que se formou, não mais sentia esperança de alguma vez realmente conseguir daquela escuridão de trevas oscilantes como as ondas do mar; até este parecia chorar em conjunto com ela. Seria tal coisa desumana? Simplesmente partir sem deixar rasto, deixar à mercê de nada quem para ele já significava tanto?

“E personalidade? Era falsa também?” Limpou, ou tentou limpar as lágrimas fartas em seus olhos verdes como esmeraldas e retribuiu então sem hesitar. “Nunca mostrei outra personalidade além da minha, Oppa...” o sangue do outro gelou então pro completo; ouvir aquela voz chorosa estava a destruir aos poucos os sentimentos de Baek. “Mas, eu entendo que não consigas perdoar... Eu vou indo... Até, um dia? É...” curvou-se então, sem nunca encarar os olhos escuros que agora teimavam também em encherem-se de lágrimas... Se realmente queria desfazer tudo aquilo, perdoar e seguir, este teria somente agora os instantes em que a jovem se virava de costas para o mesmo. Seria realmente a melhor opção? A cabeça de Byun estava a doer com tanta revelação estranha e nova; parecia quase uma montanha russa dentro de sua mente já frágil com tanto ribombar de pensamentos. Lembrou-se então das palavras que um outro alguém lhe dissera... Que nem sempre a racionalidade é o caminho da felicidade.

“Onde pensas que vais?” com certeza surpreendeu ---, que quando imediatamente se voltou só sentiu seu corpo mergulhar naquela imensidão quente; os braços de Baekhyun haviam então acolhido a outra, que perplexa chorava tentando ainda pensar direito com tudo o que tinha acontecido. Teria ela sido... Perdoada? Nem esta sabia mesmo, porém simplesmente se desmanchou em prantos sentidos, molhando por completo as roupas do outro. “E-Eu...” silenciou então a outra, pousando dois dedos em seus lábios cortados da aragem. “Por quem nós gostamos... Sempre há forma de seguir; e eu optei por te perdoar, baby.” Fora a primeira vez que alguém se magoou por causa de ---, e que teve simultaneamente a capacidade de a perdoar; e agora, em seus braços esta se perdia naquele imenso cheiro forte de seu perfume, por entre a suavidade de sua pele e de sua roupa, por entre seus sentimentos quentes e lágrimas gélidas, ela se perdeu para se poder encontrar a ela mesma; para encontrar o local em que realmente esta estava bem, e naquele instante, esse local eram os braços de Baekhyun.

“Desculpa... Novamente desculpa...” esta parecia no entanto implorar na mesma pelo que já lhe havia sido concedido, o perdão do outro, porém, o problema era Chanyeol em tudo isso. “... Eu já perdoei, boba... Mas promete que, se tudo ficar mais... Seguro com o Chan que lhe vais contar.” Comprometeu-se de imediato sem qualquer tipo de hesitação. E agora somente os dois restavam naquela praia, que entre choros e sorrisos, gargalhadas e prantos se abraçavam agora; somente uma coisa restava no final de tudo aquilo: A amizade dos dois, a forma como se haviam ligado tão puramente, inocente como o amor que floresce nas primeiras primaveras de vida do ser humano. Aquele sentimento de felicidade tão desnuda e crua rebentando o peito de ambos conforme o ar preenchia os seus pulmões; --- estava agora mais descansada mais feliz. Feliz acima de tudo por ter o outro a seu lado; por Baekkie continuar a ser seu Baekkie de sempre.

---‘S POINT OF VIEW

Parecia tudo um sonho, que nem eu mesma sabia tornar-se realidade um dia em que tudo parecia estar a correr pior que mal. Só de pensar no pequeno facto de o outro estar naquele instante pensando coisas completamente erradas a meu respeito... Doía, e muito; e como boa mentirosa que eu sempre havia sido, tentei esconder de Baekhyun tal coisa, porém sem muito sucesso no fim. “O que se passa afinal? Eu sei que não estás bem.” Realmente Byun conhecia-me bem, mesmo que esta fosse a nossa primeira vez juntos pessoalmente. Puxei-o então até ao areal levemente molhado da praia, sentando-nos então com a água tocando levemente nossos pés.

Expliquei-lhe tudo o que havia acontecido momentos antes, incluindo a parte mais constrangedora do mesmo. Limitou-se a sorrir vitorioso em minha direção. “Se não te conhecesse bem, arriscaria dizer que alguém se apaixonou por Channie...” Parecia agora que tal coisa fazia algum tipo de sentido, mesmo que tudo na minha mente parecesse uma doce mentira, parecia ser uma mentira não linda que eu realmente não queria pensar em deixar de a viver. Talvez houvesse até a possibilidade de Baek estar correto, porém... Era tudo não incerto que eu realmente não me queria arriscar a tentar fosse o que fosse. “Mas, seja o que for, eu estarei aqui a teu lado, hm? Eu sempre estive na verdade, mesmo mal acreditando no que eu descobri.”

Ele realmente era incrível, sensato e de bom coração, perguntava-me se foi realmente justo este se ter entregue tanto a alguém que o enganou de uma forma tão rude e mesquinha quanto eu, mesmo que tudo somente servisse para me proteger a mim mesma. Byun era como a peça final do meu puzzle, a pessoa que simplesmente de sua aparição completava tudo, dava cor ao que estava antes em escalas longas de tons tão cinza quanto os céus negros dos dias chuvosos. Questionava-me a mim mesma quantas e quantas vezes havia sonhado em observar aquele sorriso direcionado para mim... Quantas e quantas vezes no escuro me encontrei, e a luz vi nele? Tantas que perdi até as contas a tal coisa; perdi a conta ao número de vezes que eu tentava ver a luz no outro e ela sempre ali estava, como minha estrela guia de eleição. Apaixonada? Não, eu com certeza não estava apaixonada por Baekkie, era simplesmente uma ligação de irmandade, algo que eu nem conseguia explicar por somente um mês, praticamente, se ter passado, mas o certo é que tudo fazia sentido quando ele estava perto, longe, fosse o que fosse, porém estaria sempre a meu lado.

“É... Eu fico tão feliz por isso...” Senti novamente o corpo do outro encostado ao meu, num abraço tão puro quanto a forma como seus dedos se guiavam agora por meus cabelos negros, tão curtos que mal cobriam agora minha testa. “Incrível como até parecendo um rapaz, tu és linda...” tal coisa fora como uma pequena chama acesa agora em meu peito, aquecendo todo o meu coração por completo. “O-Obrigada, oppa...” senti seus braços apertarem ainda mais aquele momento, parecia que não queria que tivesse um fim, e por minha vontade, realmente não teria... Queria tanto ficar perto dele, a seu lado, porque era ali que me sentia segura. “E que tal vires almoçar comigo?” Logicamente que aceitei, sem sequer pensar sobre tal coisa.

***

I put my hands up, freeze. Armor down.
Nananana nanana nanana.
It’s fine even if you coldly cast me away.
I can’t leave you, I’m chained up, chained up.

Havia tudo corrido tão bem; parecia até um sonho tudo o que acontecera naquele dia. Realmente, afastar-me daquela casa, daquele ambiente tinha ajudado em tudo, em todos os níveis. Uma vez mais, Baekkie havia sido a solução que eu mais precisava de encontrar e que apareceu quase como uma benção dos anjos bem adiante de mim. Sentados sobre o sofá, simplesmente escutando seus dedos dedilharem as cordas das guitarra, ao som de algo não tão calmo, mas não tão agitado era fantástico, quase como o som divino. Eu realmente não conseguia entender, que mesmo que minha mentira tivesse sido uma doce mentira porque suas intenções não foram malignas, ou algo do tipo, este parecia permanecer tão... Atado, amarrado a mim... Será que havia sido isso que não o deixou afastar-se de mim? Bem, isso pouco importava de momento, tudo o que importava naquela tarde era eu, ele, um nós diferente em que nada se resumia em amor como uma chama forte.

Seu rosto sorridente e animado, seus dentes perfeitamente alinhados ao esboçar aquela curva tão perfeita de seu rosto parecia ser tão enfeitiçante quanto os cantos das sereias mais belas das profundezas inóspitas dos mares gélidos do norte. Ele era como uma fonte de alegria, perfeição sem igual que eu realmente bradava aos céus só pelo facto de um dia por ter tido a oportunidade de o conhecer. Largou então a guitarra num qualquer canto, pegando em minha mão ao puxar-me para uma qualquer dança; como eu amava aquela animação por parte do outro. Girava agora e movia-me com destreza em seus braços definidos. Tudo tinha para ser a tarde mais perfeitas de todas.

I’m on my knees, freeze. Armor down.
Nananana nanana nanana.
It’s fine even if I’m hurt like this.
Without moving a muscle, I’m chained up, chained up.

Porém seu telemóvel tocou do nada, o nome que leu em seu visor não o deixou nada aliviado então. Encarou os meus olhos, um tanto aflito. “O que se passa, oppa? É o Kai?” antes fosse, na verdade. Quando eu li as letras definidas no seu monitor senti todo o meu sangue gelar. A chamada desligou-se então antes mesmo de ser atendida, porém, este voltou então a insistir naquela música calma e suave, que não nos conseguia acalmar de forma agora. Sentado sobre o sofá, apoiado nos seus próprios joelhos, acabou então por atender; a voz do outro lado que gritando consigo questionava inúmeras coisas deixou-me ainda mais apreensiva do que o que eu já estava... Conforme a conversa entre ambos se desenrolou, o olhar de Byun parecia ainda mais de pânico e aflição em sua análise geral... Com certeza não seria nada de bom...

“’Saeng... Estamos bem fodidos desta vez...” Sentei-me a seu lado. “Ele vem aqui, não é?” 


Notas Finais


Nem revisei tudo, perdoa os errinhos. sz
Postei e corri muito.
Link no wattpad: https://www.wattpad.com/story/87308975-virtual-love


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