História Vizinhança Sangrenta - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Jeff The Killer, Lendas Urbanas, Slender
Personagens Personagens Originais
Tags Bloody Painter, Creepypasta, Horror, Terror, Violencia
Exibições 89
Palavras 1.283
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Steampunk, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Desculpem a demora, queridos leitores...
Espero que gostem.
E, ando sumida, sim... Mas é por motivos pessoais. Espero que entendam!

Agora, quero agradecer pelos leitores fiéis q me acompanham e aos novos que estão conhecendo a fic, e me ajudam bastante a continuar!
Obrigada!

Boa leitura muahaha :3

Capítulo 4 - Fever.


Fanfic / Fanfiction Vizinhança Sangrenta - Capítulo 4 - Fever.

Vizinhança Sangrenta


 Capítulo; quatro.

Fever.


– Mãe! – Lisa gritou, agarrando o pescoço da mais velha com força, a abraçando.

De certo estava com saudades e preocupada pra caramba. E, aquilo que acabou de ver da janela do vizinho, à deixou com medo também. Medo pela sua mãe, pelo seu irmão e por ela mesma.

– Meu deus! Lisa, você...! – Hilaire arregalou os olhos, espantada com tal ato da filha, que se soltou rapidamente olhando para trás e fechando a porta da casa rapidamente. – O que houve? Você parece assustada. Cadê o Charlie? – perguntou estranhando.

– Você não me avisou que sairia e chegaria à essa hora! – Lisa, que até agora estava tremendo de medo e aflita, no momento estava dando um ralho em sua mãe.

– Hey, eu sou sua mãe mocinha, não aja como uma mãe pra sua mãe. – bufou infantilmente.

– Mãe...– sussurrou.

– O que houve Lisa? – olhou-a preocupada, segurando os ombros da filha. – Olha, eu estou bem. Fui resolver os problemas da mudança e procurei um emprego. Não se preocupe... Tudo vai se resolver. – sorriu gentilmente, levando a mão esquerda até a bochecha de Lisa, alisando a mesma gentilmente.

– Desculpa, eu fiquei com medo e preocupada. Eu também me assustei atoa. – riu nervosamente. Sabia que estava errada em esconder sobre o que aconteceu há poucos minutos para sua mãe, mas não queria estragar tudo. Não agora.

– Tudo bem, querida. Agora, cadê o Charlie?

– Ele está no quarto. – sorriu amarelo. – Vou chamá-lo!

Caminhei apressadamente até as escadas, as subindo sem olhar para trás e ter que encarar minha mãe. Eu estava nervosa, mas eu sentia um pouco se alívio por ter mamãe bem em casa. Charlie deve ter se escondido no quarto dele, eu me precipitei ao mandar ele se esconder, talvez.

Andei pelos corredores calmamente, após subir o segundo andar, e o chamei em voz alta.

– Charlie! – brandei, esperando respostas.

– Estou aqui! – escutei sua voz ao longe, e lá pelo final do corredor, exatamente onde fica seu quarto, ele surgiu. –, Lisa! – correu até mim, e segundos depois agarrou-me pela cintura, me abraçando fortemente, passando uma tranquilidade que até poucos minutos atrás eu não estava tendo.

– Oh, Charlie...– sorri gentilmente, o abraçando de volta. – Já pode ficar calmo, mamãe chegou.

– E aquela grito? – exatamente, era isso que eu temia em ouvi-lo perguntar. Merda.

– Olha, a vizinha ao lado se assustou com um rato que estava perambulando pela casa dela, e isso fez com que ela se assustasse. Não foi nada muito grave, eu já verifiquei. – sorri falsamente, torcendo que ele acreditasse.

Mas é claro que iria, ele só tem oito anos.

– Entendi... E a mamãe? Está bem? Onde ela tava? – neguei com a cabeça.

– Vamos descer primeiro. – falei calmamente, o segurando pela mão.

(...)

No dia seguinte.

Acordei com uma dor de cabeça horrível, mas nada que não melhore com remédio. Aliás, embora eu esteja com dor, mamãe nem com nojo me deixaria faltar, afinal, era só o segundo dia. Balancei a cabeça e cocei os olhos, bocejando em seguida.

Olhei pelos lados e bufei observando a janela de vidro transparente, refletindo o clarão da manhã, e mais uma vez; a porra tá sem costina.

– Arrh...– rolei os olhos, me levantando da cama feito zumbi; rastejando, gemendo em protesto e suspirando. Tá, suspirando não é com zumbis, mas vale.

(...)

Febre?

Mamãe suspirou, mexendo com a par de aço nas panquecas da frigideira; uma de suas especialidades, fazer panqueca. Sentei na cadeira da mesa da cozinha e peguei uma maçã, a mordendo com firmeza.

– É, acordou hoje com 37 graus. – comentou ela, parecendo preocupada. Eu apenas mantinha uma cara mal lavada e fazia pequenas caretas, olhando a maçã em minhas mãos. As dores na minha cabeça pareciam se intensificar, mas sorte que tomei um remédio antes. – Ele não vai poder ir pra aula hoje.

Ai, fala sério. Eu tô morrendo de dor na cabeça e esse pestinha que não vai? Meu senhor, onde vamos parar?

– Mas quem vai ficar cuidando dele enquanto eu estou na aula e você fora? Pera, nem perguntei, você tá toda arrumada por que? Pera, vai ficar em casa ou vai sair? – arqueei uma das sombrancelhas.

– Arranjei um trabalho na biblioteca da cidade. Não é muito, mas é o que temos e é por enquanto, até eu arranjar um melhor. – se virou com a frigideira de panquecas em mãos, com um sorriso no rosto. – E, quanto ao Charlie... Falarei com a vizinha da frente, parece que ela está disposta a cuidar dele enquanto estamos fora, mas isso a gente revesa. – dizia botando as panquecas em meu prato.

- Tem certeza ser uma boa idéia? Nós nem os conhecemos... - murmurei.

- Lisa, é só hoje. E, eu ouvi dizer que a família Otis são ótimos vizinhos! – falou simplesmente.

Arregalei os olhos.

Otis?!

– Otis? – perguntei insegura.

– Isso.

A olhei desconfiada e não caindo no conto, me calei. Não iria me intrometer... Mas não sinto coisa boa aí, ainda mais sobre ontem. Droga. Charlie...

– Eu vou indo, já estou atrasada. – sorri sem mostrar os dentes, um sorriso falso. – Até, mamãe.

(...)

Eu andava calmamente pelos corredores da escola, sempre mantendo a cabeça baixo e a atenção nos pés. Meus pensamentos, nem eu sei para onde iam. Só sei que, eu estava perdida.

– Porra! – escutei o resmungo vindo de frente, assim como quando senti meu corpo doer com o baque forte junto ao corpo da garota em minha frente. – Ei, sua retardada! Sabe por onde olha, não? – trincou os dentes, tentando limpar sua camiseta rosada, que até agora, notei ter capuccino derramado na mesma.

Céus!

– Meu deus, me desculpa! – pus as mãos na boca, atônita. – Deixe que eu...– acabei sendo interrompida bruscamente.

– Cala a boca! – passou por mim rapidamente, empurrando meu corpo como se fosse nada e saindo às pressas em direção contrária.

Observei a ruiva se afastar, e suspirei. No segundo dia logo...

(...)

– Burton.

Virei o rosto na hora, vendo uma loira ao lado de mim, me encarando com um sorriso arreganhado.

– Halliwell. – sussurrei, notando sua expressão confusa. – Me chame de Halliwell, por favor...– assenti com a cabeça, explicando e, olhando à frente, para me certificar se a professora de inglês, Jasmine, não estava nos vendo. Essa mulher é um cão quando vê alunos atrapalhando suas aulas, sério.

– Tome. – a garota loira jogou um papel dobrado em minha carteira, voltando a prestar atenção na aula.

Arqueei uma das sombrancelhas, confusa e estranhando. Nem nos conhecemos...

– Leia...– sussurrei, lendo o que estava escrito na frente, e de relance, olhei a garota conversar com outra ao lado, trocando risadinhas. Rolei os olhos, abrindo o papel:

‘Hey, tá afim de ir em uma festa à noite, que vai ter na minha casa?

Como você é novata, é um modo de dar boas vindas, mas isso será para o final. Será divertido!

Ps: Yasmin Fontoura ;)’

Olhei para qualquer canto, guardando o papel na mochila e apoiando meu rosto na palma da mão, que se apoiava na carteira. Fechei os olhos por um momento, suspirando baixinho. Eu claramente não devo ir e não vou, eu não sou idiota como nos filmes, a ponto de aceitar ir em uma festa de boas vindas. Fala sério, se liguem. Com certeza me farão de idiota.

Abri os olhos, me sentindo observada. Olhei de relance meu lado esquerdo e, surpresa, encarei seus olhos; azuis misturado ao âmbar. Ele mantinha-se sério, me olhando sombriamente por baixo dos braços envoltos à carteira, e as mechas negras caíam levemente pela sua testa, cobrindo de leve seus olhos e suas olheiras profundas.

Arregalei os olhos, virando o rosto para outro lado; sentindo meu coração apertar e meu estômago se embrulhar desconfortavelmente mais uma vez. A sensação ruim nas minhas entranhas continuava, e meu consciente sabia, e gritava que algo bom não estava por vim.

Por que ele me encara tanto?

Isso não é legal.

Dá medo!

(Continua...)



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