História Vizinhos (yoonmin/namjin) - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Yoonmin Namjin Vkook
Visualizações 498
Palavras 1.368
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Festa, Hentai, Lemon, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Desculpa


Fanfic / Fanfiction Vizinhos (yoonmin/namjin) - Capítulo 2 - Desculpa

- Jimin! Park Jimin volta aqui. 

Eu não sei o que me deu, mas eu simplesmente sai de lá. Eu sei que não deveria ter feito isso, mas lembrar do jeito que ele riu quando quase me atropelou, e se ele não tivesse conseguido frear a tempo? Como ele pode rir de uma situação daquela? Meu sangue ferveu com aquilo. 

Senti alguém segurar meu braço. 

- Filho, para, o que foi? 

Quando reparei os três me encaravam.

- Vocês querem mesmo saber? Esse loirinho ai

- É Yoongi. 

- Dane-se, ele quase me matou esse dias. E o que mais me deu raiva é que ele saiu rindo, RINDO! 

Os três arregalaram os olhos. 

- Você o que Yoongi?????

-Como assim você quase morreu?

- Eu tava fazendo minha caminhada, e quando estava atravessando a faixa esse garoto freio um cima de mim, cara era a porra de uma faixa de pedestre. Pra que elas servem se ninguém respita?

O pai do garoto estava bufando.

- Eu não acredito que você fica fazendo isso na rua. 

- Mas pai, era seis horas da manhã nunca imaginei que alguém ia ta andando aquela hora em pleno domingo.

- E o que você estava fazendo na rua a essa hora?

- Voltando de uma festa. - ele cruzou os braços e virou o rosto. 

- Vai ficar duas semanas sem seu carro.

- O que? Qual dos três? 

Qual dos três? Eu queria esfregar a cara dele no chão, mimadinho do caralho. 

- A Porsche é claro, imagina o estrago que você pode fazer com aquilo.

ah, a boneca tem uma porsche?!

- Pai!

- Pai nada, e pede desculpas.

- O QUÊ?

- Anda. 

Ele olhou, e por um segundo senti a raiva passar, ele tinha olhos tão lindos. Mas passou, ele se aproximou pegou na minha mão. 

- Desculpa ai, eu não deveria tá dirigindo daquele jeito, e toma cuidado, podia ser outra pessoa e ela poderia ta correndo mais e não iria conseguir parar e agora essa sua cara bonitinha não ia tá aqui. - ele deu um sorrisinho de lado sem mostrar os dentes e eu não pude deixar de sorrir também. 

- Perdão pelo meu surto, eu só fiquei chateado, vem cá. - puxei ele pra um abraço - Mas não vá pensando que eu não to de olho em você, filhinho de papai. - senti ele apertar minha cintura com força e quando nos soltamos os dois sorriam. 


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Saí da piscina a sol começava a esquentar. Coloco os chinelos e saio me secando entro na cozinha e quase caio pra trás, minha mãe estava na pia mexendo em umas sacolas e o Yoongi estava sentando no balcão da cozinha rindo de alguma coisa enquanto comia sei lá o que, ele estava na minha cozinha, na minha casa com a minha mãe, e eu estava na porta usando apenas uma sunga preta com uma toalha no ombro. 

Seu semblante mudou na hora, sua boca abriu e ele engoliu em seco me olhando, olhando não, secando. Na mesma hora eu amarrei a toalha na cintura, fui ate minha mãe, lhe dei um beijo e perguntei

- O que ele ta fazendo aqui? 

- Suga, pode me chamar de Suga. - ele sorriu.

Sorrisinho filha da puta.

- Não sei como puderam dar um apelido desse pra você.

- Um dia você descobre. 

- Meu filho, para com isso, vocês já se desculparam, eu estava carregando umas sacolas, ele só quis me ajudar. 

- Ai nossa garoto prodígio. - dei as costas e subi pro meu quarto pra tirar o cloro do corpo. 

Quando saio do banho outro susto.

- Porra garoto qual é a sua? Ta querendo se vingar porque seu pai tirou seu brinquedinho? 

Ele deu uma gargalhada - Se eu fosse me vingar seria de outra forma garoto. - ele me olhou daquele jeito de novo - mas é muito cedo pra isso. - passou a língua pelos lábios, se levantou, e começou a andar pelo Quarto. 

Primeiro porque ele estava no meu quarto?

Segundo ainda bem que saio de toalha do banheiro.

Terceiro, porque diabos estava tão calor de repente? 

- É, se você não viu eu preciso trocar de roupa. 

- E daí? O que você tem eu tenho. 

- Só que bem mais bonito. 

- É eu reparei hoje. 

Eu devo ter ficado vermelho como  um pimentão.

Ele foi até a janela e ficou olhando pra ela ficando de costas pra mim. 

Quando terminei de me vestir e me virei, vi que ele estava sentando na janela me encarando, com um sorrisinho diferente. 

- Realmente. Bem mais bonito. 

Senti meu coração estranho e minha respiração pesou do nada. Ele se levantou e começou a caminhar com as mãos no bolso. 

- Meninos, venham comer. 

Fui salvo pelo congo. 

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- Senhora Park, isso está incrível! Parabéns, suas mãos são de fada. 

- OK, pode ir parando com essa puxaçao de saco ai. 

O telefone da minha mãe tocou. 

- Meninos eu preciso sair. 

-  Agora? 

- Sim, sua tia esta dando a luz e disse que quem vai fazer o parto sou eu. Beijos, se cuidem, se comportem, não façam bagunça,  e lavem a louça. 

Ela saiu correndo pegando sua bolsa e as chaves do carro. 

- A louça é sua pequeno príncipe. 

- Não me manda lavar louça não. 

- Porque vai quebrar as unhas? 

- Ah, garoto não enche, vai eu seco. 

[...]

Juntei as louças enquanto Jimin arrumava a pia para começar a lavação. Não sei porque mas ficou um silencio constrangedor, piorou quando eu fui colocar os pratos na pia e ele se virou de repente ficando quase colado comigo, seus olhos desceram instantâneamente até minha boca, e eu sem querer a mordi, mas foi só um reflexo pra controlar a vontade repentina que me deu de beija-lo. Mas porque eu me controlei? Eu nunca fui disso. Qual era o problema com esse garoto? Fiz um barulho com a garganta e ele se moveu rapidamente. 

- Sua mãe é medica? - tentei acabar com aquele clima estranho. 

- Não, na verdade ela exercia a profissão de enfermeira. 

- Não exerce mais? Porque? 

- É uma longa história.

- Então me conta. 

- Bem, digamos que minha mãe não foi uma adolescente muito exemplar, ela engravidou muito nova, nunca descobriu quem era o Pai. Meus avós com medo do que as pessoas falariam a mandaram pra casa de uma tia no interior até eu pegar uma certa idade pra ninguém ficar comentando. Então surgiu esse curso, ela disse que queria mudar por mim, e mostrar aos meus avós sua mudança. Ela se formou e era a melhor enfermeira da cidade. Aí eu fiz dez anos e meus avós pediram pra gente voltar pra cá. Mas eles queriam testar ela, a colocaram na empresa deles, e ela se saiu muito bem e todos a amavam ou admiravam. Hoje ela é a CEO da Park Cosmetics. 

- Caralho, seus avós são os Park? 

- Sim. 

- A maior empresa de cosméticos do país? 

- Isso mesmo, meu avô quer que eu cuide da empresa pra ele, mas eu quero ser arquiteto.

- Não acredito. - Eu comecei a rir.

- O sonho do meu pai é que eu faça arquitetura. Mas eu quero ser músico. 

- Porque seu pai quer que você faça arquitetura? 

- Porque ele é. É arquiteto e engenheiro cível e designer de interiores. Sim, essa casa é o projeto da vida dele, ele fez desde a planta até a escolha dos móveis. 

Jimin ficou estático, desmaiou mas contínuou de pé, seus olhos brilhavam. 

- Será que seu pai não quer me adotar? 

- Argh, não, você se tornaria meu irmão e isso seria incesto. 

- O que você disse? 

- Eu? Nada? 

Senti um pano de prato sendo atirado na minha cara, ainda bem que era isso porque bateu com força. 

- Então você quer ser músico? 

- Sim, seria a realização da minha vida. 

- E quando eu vou poder admirar esse seu dom? 

- Vamo lá em casa que te mostro melhor, faço até mais e te deu umas aulas de canto.

- OK, eu juro que tentei não maliciar isso. 

- Pode maliciar a vontade porque eu falei na malicia mesmo. 

Jimin ficou vermelho como um pimentão, e eu gostei daquilo. 








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