História Vizinhos (BTS) - Capítulo 26


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts
Visualizações 133
Palavras 2.107
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


olha, depois desse capitulo vou acelerar mais uma semana para chegar o sábado rapidamente porque não aguento mais torturar vocês (vou continuar torturando porque gosto disso) então imaginem uma semana aparentemente tranquila entre todos eles. todos próximos, todos bem para que chegue logo o dia da casa da montanha/campo do Jin <3

Capítulo 26 - Noite juntos.


Fanfic / Fanfiction Vizinhos (BTS) - Capítulo 26 - Noite juntos.

Taehyung

Olho com bastante tédio o teto do quarto e logo o relógio. Queria logo minha Molly aqui, era estranho que mesmo a vendo todos os dias praticamente, eu sentisse saudades. Decido me levantar e arrumar meu quarto, já que a mesma dormiria em meu quarto hoje. Eu não sabia como iria resistir a Molly essa noite, ela andava provocativa e diferente o que me deixava completamente louco e fascinado. Eu realmente queria logo leva-la para a casa da montanha naquele campo lindo que eu amava ir.

 –  Taehyung, desce aqui - Grita J-Hope enquanto eu ajeitava o lençol da cama.

 –  Estou indo. - Desço devagar coçando a nuca um pouco preguiçoso. - O que foi? - Digo me aproximando.

  –  Quando você iria nos contar? - RapMonster cruza os braços me olhando.

 –  O que? - Digo um pouco assustado

 –  Como você pretendia levar Molly a casa da montanha sem ao menos falar com o dono. Eu! - Jin diz dando um soquinho em meu braço

 –  É-é...Eu iria contar mas estava um pouco nervoso da reação de vocês. Alias, nunca lavamos meninas pra lá. - Digo fitando o chão.

   –  Meninas que não mereciam ir! Mas elas são diferentes - Diz Jimin colocando uma mão em meu ombro. - São as nossas garotas.

–   Mas como vocês souberam? - Pergunto curioso.

–   Yuna me mandou uma mensagem falando sobre sua atitude romântica - Jin diz me zoando enquanto eu ficava cada vez mais vermelho.

–   AISH, parem! Já que vocês já estão sabendo. Então me ajudem a surpreenda-la. - Digo me sentando no sofá.

–   Deixa com a gente, não é possível que sete cabeças não pensem em algo genial - Suga dizia dando um sorrisinho positivo.

Ficamos por alguns momentos comentando sobre a casa da montanha onde começávamos a ter ideias. Logo a hora passa depressa e a campainha toca, nos fazendo suspeitar ser as meninas. J-Hope levanta-se indo atender a porta, e era exatamente elas. Nossos setes anjos adentrando a porta e vindo em nossa direção. Percebo o quanto Molly estava provocativa com um short curto e uma blusinha de manga na altura do cós do short.

–   Taetae!!! - A mesma diz aproximando seu rosto do meu e desviando sua boca até o meu ouvido - Você irá resistir hoje? - A mesma se afasta dando um sorrisinho malicioso.

–   Rum... - Engulo seco - Mollynda, você tá demais - Digo visando todo seu corpo naqueles pequenos trajes. O que eu havia despertado em Molly? Ela parecia um caçador faminto querendo caçar sua presa.

–   O que vamos comer para assistir? - Diz Yuna colocando uma das suas mãos na barriga.

–   Só podia ser namorada do Jin Hyung. –  Diz Jimin com um sorriso onde seus olhos se espremiam

–   Deixa minha garota. O que quer comer docinho? - Jin diz manhoso pegando em seu queixo.

–   Vamos decidi da seguinte forma. Quem quer pizza pra um lado e quem quer frango frito para outro. - RapMonster dizia como o cabeça de todos nós.

Logo ficaram eu, Lindy, Amber, J-Hope, Jimin, Suga e Mandy com o frango frito e o restante com a pizza. Eu realmente amava drummet de frango frito com um pouquinho de pimenta. Minha barriga roncava só de pensar! O restante decidia o sabor da pizza, enquanto nós decidíamos os molhos para o frango. Passaram-se um tempinho e a decisão havia sido tomada por todos, finalmente. Nos sentamos no enorme colchão que continuava ali, era impossível caber todos no sofá.

   – Qual filme iremos assistir? - Amber pergunta sentando-se ao lado de J-Hope.

– Lançou esse aqui na netflix "nunca diga seu nome". Li a sinopse e me parece interessante - Jungkook dizia com o controle em mãos.

– Coloca esse então. - Digo sentando-me e logo em seguida todos se sentam em seus lugares. Molly senta-se ao meu lado e logo passo um dos meus braços por trás a abraçando.

– Jimin apaga a luz. - Suga dizia apontando para o mesmo.

– LUZ, CÂMERA, AÇÃO! - Grita Jimin sorrindo quadrado

O filme realmente prendia a atenção de todos, a campainha toca e nossas refeições chegam uma atrás da outra. Começamos a comer enquanto assistíamos o filme. Eu era do tipo de que amava filme de terror mas fechava os olhos nas partes aterrorizantes. Olhava Molly de canto de olho e a mesma estava com seus olhos hipnotizados sem medo algum. Passo um dos meus dedos no cantinho da sua boca limpando um pouco do ketchup que a sujava.

– Tão linda minha bebê - Digo imitando a mesma cena que de manhã quando a mesma me chamou de bebê.

– Aish, chato. - Molly dizia revirando os olhos e bufa.

– Não bufa pro seu papai! - Digo sorrindo e volto minha atenção para TV.

Vimos mais alguns filmes e noto a hora que passou de pressa. Já era 2h da manhã. Primeiro Suga levanta-se junto com Mina e logo em seguida J-Hope com Amber.

– Vou para o quarto - Suga dizia coçando os olhos aparentando sono.

– Vamos também - J-Hope dizia dando a mão para Amber.

Logo todos se levantam e vão para seus respectivos quartos. Olho para Molly que se levanta se alongando bem em minha frente levantando seus dois braços onde era possível vê um pouco da sua barriga, seu quadril e sua coxa totalmente nua naquele shortinho. Fico um pouco boquiaberto sem perceber e logo fecho os olhos e a mesma me encara sorrindo. Ela era boa em provocar e eu não estava sendo bom em evita-la.

– Vamos espertinha! - Digo me levantando enquanto a mesma me abraça por trás caminhando junto comigo.

– TaeTae seu cheiro é tão bom! - Molly diz me cheirando por inteiro me deixando totalmente sem ação.

– AISH!!! - A pega no colo a colocando em meus ombros e a subo para o quarto a jogando na cama.

– O que irá fazer? - A mesma dizia deitada de costas para minha empinando sua bunda.

– Molly, vem cá! - Digo a colocando deitada e vou por cima dela - Eu entendo, eu sei das suas vontades. Eu também sinto, quero tanto quanto você. Mas sábado não irá demorar! - Digo dando pequenos selar por todo seu rosto

– Pode me beijar? Seus lábios são como um labirinto onde não vejo saída para minha sede. - Diz a mesma adentrando suas mãos por dentro de meus cabelos acariciando minha nuca.

Não penso em escapar, seria torturante demais não beija-la. Era torturante até mesmo para mim. Fitava todo seu rosto, toda sua expressão de puro querer e alisava cada parte com a ponta dos meus dedos.

– Você é tão linda. - Digo suavemente me aproximando de seu rosto.

– O que você vê em mim? - A mesma diz olhando dentro dos meus olhos.

– Talvez tudo que eu não tenha encontrado em outros corpos, outras mulheres. Você é você, isso basta minha Mollynda! - Digo selando seus lábios descendo todo meu corpo ficando por cima de Molly. Seu beijo era desesperado, como uma criança que provava de seu doce predileto. Ela apertava meu corpo contra o dela, e eu estava cada vez me aprofundando mais apertando sua cintura. Nos separamos por falta de ar e logo Molly me puxa novamente. Sorrio e me jogo em seu lado. - Ninguém nunca te beijou assim? - Digo a olhando de lado.

– Como assim? - A mesma pergunta curiosa arqueando uma das suas sobrancelhas

– Ninguém nunca a beijou com amor, afeto, com sentimento? Apenas a beijaram por beijar! - Digo afirmativo e a mesma me olha de canto.

– Bem...Eu não sei...Que pergunta difícil - Molly dizia fraca nas suas palavras.

– A resposta é não! Seu beijo diz isso, a forma como você deposita seus sentimentos. - Digo a virando para mim e logo separando alguns fios dos seus cabelos que caia em seus olhos.

– É estranha a sensação que sinto quando estou com você. Me sinto feliz por você ser quem você é, mas tenho um sentimento como se a qualquer momento eu fosse me desapontar. - Diz a mesma tirando seu olhar do meu.

– Ei, pare com você! Não vê o quanto estou me esforçando para agrada-la, para mostrar o quanto você é especial e diferente para mim? - Digo a segurando pela cintura e aproximando nossos corpos. - Eu quero você Molly, eu quero seu corpo, seu beijo, quero que seja minha.

Molly aproxima seus lábios doces dos meus, suas mãos adentravam por dentro da minha camisa alisando todo meu corpo. Seus toques eram únicos, assim como ninguém havia a beijado com sentimento e amor, ninguém nunca havia me tocado como ela. Aliso seu rosto, sentindo todo seu cheirinho de baunilha. Eu me sentia diferente. Nossos beijos eram diferentes. Nos separamos e logo me sento me separando seu corpo.

– Me dê seu celular - Digo estendendo a mão e a mesma me entrega.

– O que fará? - A mesma diz curiosa tentando olhar.

– Salvando meu número, ligando seu GPS que nunca poderia está desligado depois de tudo que aconteceu há uma semana atrás. Vou sincronizar com meu contato para sempre sabermos onde estamos. - Digo digitando meu número e logo configurando o GPS.

– Que louco! Você dá jus ao seu apelido...Doidinho! - Diz Molly me zoando bagunçando meus cabelos.

– Vem, vamos tirar uma foto. - Digo apontando a câmera frontal para nós dois e a mesma beija minha bochecha.

Molly levanta-se da cama olhando pela janela o céu estrelado e logo volta para cama.

– Vamos para o telhado, o céu tá lindo. - Diz a mesma animada.

Caminhamos para fora da casa e era possível vê Molly tirar uma foto minha espontânea e escondida (foto da capa). Apenas sorria vendo a mesma tirar fotos suas enquanto caminhávamos para o quintal de trás. Subimos o enorme telhado e Molly coloca seu celular em um dos bolso de trás e as suas mãos no seu bolso da frente. A abraço por trás e a mesma joga sua cabeça contra meu peito.

– É tão especial olhar esse céu - Diz Molly dando um sorriso e logo fecha os olhos.

– Minha avó - Digo olhando para o céu aprontando para um estrela fazendo Molly abrir seus olhos.

– Meus pais - Ela apontava para duas estrelas brilhantes que havia uma ao lado da outra - Sinto tanta falta deles Tae, as vezes chega dói. - Molly vira-se me olhando com seus olhos cheios de lágrimas.

– Ah, não chore! Olha, eles estão lá de cima falando que formamos um casal bonitão - Brinco enquanto aperto seus bochechas a fazendo sorri.

– Só você mesmo pra me fazer rir assim - Molly dizia me abraçando apertado e ficamos ali por alguns minutos em silêncio.

– Sinto que nunca mais irei me mudar novamente - Digo um pouco baixo a fazendo olhar para o meu rosto.

– Porque mudou-se nas outras vezes? - Molly diz curiosa arqueando sua sobrancelha esquerda.

– Sempre arrumávamos problemas nas outras casas, nas outras cidades. Do tipo de pegar as mulheres proibidas, de não pagar nos bares mais conhecidos, de brigar com as pessoas mais perigosas. - Digo um pouco envergonhando tentando tirar meu olhar do seu mas Molly me olhava fixamente.

– Nossa...- A mesma dizia se desprendendo de mim - Que bom que vocês mudaram. - Molly dizia encarando mais uma vez o céu de costas para mim.

– Você me mudou...- Digo me aproximando retirando seu cabelo do pescoço e depositando alguns beijos ali.

– Fico feliz, estamos nos ajudando! Vamos para o quarto. Estou com sono e está frio! - Molly diz virando-se e sorrindo lindamente para mim. Ah como eu amo seu sorriso minha Molly.

Descemos as escadas e voltamos lentamente para meu quarto. Percebo os trajes desconfortáveis que Molly vestia para dormir. A mesma senta-se na ponta da cama dando pequenas cochiladas e eu a observo sorrindo. Vou até minha gaveta e pego uma blusa comprida de mangas e sento-me em seu lado fazendo a mesma tombar para meu lado e escorar sua cabeça em meu ombro.

– Molly veste essa blusa, quero que durma confortável. - Digo baixinho levantando sua cabeça a fazendo me olhar.

– Hum...- Molly dizia sonolenta e tomba para trás da cama e logo levanta-se tombando para os lados. - Olhe para lá! - Molly dizia com os olhos caídos.

A mesma troca de roupa e engatinha até o ladinho da cama se deitando de frente para mim. A olho acariciando seu rosto. Percebo que Molly sorria enquanto dormia a cada toque que meus dedos davam em sua pele branquinha. Ela se aproxima de mim me abraçando se deitando em meu peito.

– Obrigada...- Sua voz doce e baixa ditavam as palavras mais confortantes no momento.

 

                                      Eu quero você Molly, eu quero seu corpo, seu beijo, quero que seja minha.


Notas Finais


por hoje só amores. na quarta-feira vou trazer o capitulo da casa da montanha. tá meloso? tá! mas molly merece depois do que passou. até quartas e desculpas pelos erros e obrigada por lerem e comentarem. beijinhossss


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