História Você é a minha cura! - Capítulo 4


Escrita por: ~

Exibições 12
Palavras 1.500
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Mistério, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Recomendo na parte dramática ouvir Baby don't cry, -EXO
Fica bem delicinha hehehe
Boa leitura

Capítulo 4 - Vamos não nos perdoar juntos


JIMIN'S POV 

 Entrei no banheiro e me despi, tive opção pelo chuveiro, fui tomado pelos meus pensamentos assim que a água quente veio de encontro com o meu corpo, fiquei pensando e refletindo sobre varias coisas, oque eu devia ter feito pela minha mãe e oque eu devo fazer com a Yui para livra-la desse mal que tanto ja acompanhei de perto. 

 Sai de meus pensamentos ao olhar pra baixo e perceber que ainda estava do jeito que Yui me deixou, ou seja, duro, tinha que dar um jeito naquilo pra poder sair do banho.

 Sai do banheiro e me deparei com uma Yui encolhida no sofá, dormindo e com a pele arrepiada pelo vento frio que entrava pela janela entreaberta, se encolhia e resmungava alguma coisa enquanto franzia o cenho e se remexia, sorri vendo aquilo, nem parece agressiva, parecia um bebê.

 A peguei no colo e me direcionei ao seu quarto, tive que fazer movimentos apressados pois a toalha em minha cintura estava quase caindo, na hora de entrar no quarto entrei com pressa e coloqueia na cama com cuidado a cubri com seu cobertor e lhe depositei um beijo sereno na testa, a mesma franziu o cenho e se remexeu enquanto resmungava um "Sai Jimin" sorri com o ato e só agora vejo o esforço q ela põe sobre a mente dela pra não me confundir com seu irmão.

Fui para o quarto de hóspedes e me deitei, pensei em algumas coisas impossíveis e acabei dormindo

                   [...]

           YUI'S POV 

acordei estranhando o local em que acordei, minha cama, pois o cômodo era Totalmente diferente do lugar em que me lembro de ter dormido, na sala, levantei rápido demais e me deu uma tontura, deitei de novo e dessa vez levantei mais devagar, enquanto andava pelo corredor um cheiro delicioso me atinge como uma voadora na cara, arregalo os olhos e apresso os passos pelo extenso corredor, chegando lá me deparo com um NagiJIMIN! concentrado pelas panelas em sua frente, que estavam fritando ovos e bacon.Havia bolos, salgados, frutas, yogurtes, leite, café, pães e os mais variados queijos expostos sobre a mesa, ele finalmente nota a minha presença e vê que estou simplesmente com a boca escancarada babando enquanto fito aquela mesa cheia, uma coisa que não via a anos. 

-Eu disse que iria cozinhar pra você todos os dias, além do mais é um hobby meu e eu não pretendo deixá-lo.

-Estou vendo...Esta com um cheiro ótimo, me lembra o cheiro que vinha da cozinha da...-ao lembrar de minha mãe, sua comida, e o sorriso que ela dava de gratidão ao elogiamos sua mão cheia na cozinha, me atingiu como um tapa no rosto, nunca parei pra pensar as mudanças que aconteceram na minha vida, na minha alimentação, na minha rotina, depois que eles se foram, só sempre pensei em me isolar, me esconder e fugir, daquele homem, das lembranças de absolutamente tudo.Sai de meus pensamentos quando Jimin quebra o silêncio, quando pega em minha mão e me puxa gentilmente para a mesa farta, puxa a cadeira e faz um sinal para que sente.

-Não precisa mais sentir falta dela, ou da comida dela, se necessário, modificarei quantas vezes quiser, eu vou ser sua nova familia.-sorri fraco, com suas palavras, essa força de vontade que ele me traz, que é como algo revigorante, que me faz repensar sobre a vida, sobre meus atos, até porque nunca me importei com a minha própria vida, nunca dei valor a ela, mas derrepente chega um estranho parecido com alguém que um dia muito amei, e que amo até hoje e simplesmente trata a minha vida como se fosse sua prioridade, como quem realmente se importa, e isso me veio a cabeça, as dúvidas.Como ele entrou em tudo isso?!Como aceitou morar na casa de uma estranha talvez por anos?Comecei a ficar apreensiva com tantas duvidas na minha cabeça, e tudo oq eu queria fazer era soltá-la pra ele.

-Jimin!-Ele sorriu largamente ao perceber que eu estava me acostumando, deu um riso soprado enquanto trazia os pratos tradicionais de um café da manhã americano em suas mãos(ovos com bacon), os coloca na mesa e se senta em minha frente.-então oque queria dizer?-me pergunta ainda sorrindo gentilmente, parecia transbordar de felicidade ainda. 

-Bem, como você entrou em tudo isso...Como veio parar aqui, por que está me ajudando?-no mesmo momento ele deixou de olhar em meus olhos, e olhava pra seu prato com os braços em cima da mesa segurando seu garfo e sua faca, mas nenhum dos dois tinham algum movimento, comecei a ficar incomodada e quebro o silêncio.-en-enfim se não quiser falar sobre isso, tudo bem, desculpe a minha curiosidade.

-NÃO!-ele tampou sua boca, acho que até ele mesmo de surpreendeu com o próprio grito repentino-quer dizer, não, não tem problema eu falar sobre isso, é que é bem delicado mas okay-ele deu um gole de seu suco de laranja que estava ao seu lado, após o gole suspirou fundo como se tomasse coragem pra falar do assunto que eu tanto tinha interesse e que a cada segundo em que não recebia uma resposta o aperto em meu peito aumentava, ansiedade, sai de meus pensamentos ao ouvir a voz rouca de Jimin. 

-A dois anos, minha mãe...ela...-sua voz estava embargada de tristeza, falha, como se procurasse forças pra continuar uma simples frase-ela se...suicidou, ela também sofria de síndrome do pânico-sua voz estava mais controlada e nela tinha um tom mais calmo, um tom de controle-o motivo era meu padrastro, antes dele vir ela ja tinha depressão pela morte do meu pai, se recuperou durante a minha infância, mas tudo piorou até aquele maldito surgir na minha família, ele agredia a minha mãe escondido de mim, até eu descobrir, mesmo assim ela suportava, continuava sorrindo escondendo e remoendo mágoas dentro de si própria e deixando tudo em sigilo através de um sorriso, ela achava q eu precisava de um pai, e que algum dia ele mudaria, mas ele só continuou o mesmo bêbado de sempre-essas palavras ditas por Jimin traziam ódio, armagura e desprezo carregadas nelas em nenhum momento enquanto dizia aquelas coisas deixava de serrar o punho que estava posicionado em cima da mesa ainda sem nenhum movimento, mas ainda fazendo esforço muscular enquanto os cerravam a ponto de suas veias saltarem para fora, mas por um momento ele deixa o esforço e relaxa seus músculos, voltando ao semblante triste de anteriormente-Eu peguei ele agredindo ela, e me joguei na frente, nunca pensei que veria uma arma apontada para a minha mãe, para qualquer amigo neu ou até mesmo para mim.Ele apontou a arma na direção dela, e sem nenhum raciocínio eu simplesmente ne joguei, entreguei a minha vida pela pessoa que eu mais amei na minha vida, ele simplesmente atirou em meu braço, só depois de perceber o que tinha feito fugiu, como um covarde...Meses se passaram e mesmo depois do que aconteceu ainda recebíamos ameaças dele, minha mãe achou que se sumisse tudo pararia...e foi oque ela fez.Ela pedia pra que eu saísse, mas eu sabia, eu sabia que se eu saisse isso poderia acontecer-Ele começou a chorar e agora nas suas palavras carregadas de arrependimento era tudo oque eu ouvia, e a cada frase era como se uma adaga chamada passado rasgasse cada vez mais seu coração-Eu não devia ter ido Yui, eu não de devia, não devia ter escutado aqueles que eu chamava de amigos ou a minha namorada, devia ter ficado com ela, EU DEVIA TER ESCOLHIDO O MAIS IMPORTANTE!Mas...eu fui um tolo, um egoísta, um idiota que só pensa em si mesmo...Ela fez um coquetel e antes de morrer escreveu para mim, dizendo que não queris que eu ficasse sozinho, não queria que eu sofresse...Mas quando ela foi embora...Isso foi tudo que eu senti...Nunca, nunca, nunca, nunca mais sentirei seu abraço, talvez nunca mais ganhe um abraço, talvez nunca mais tenha alguém que me perdoe nesse mundo cheio de pecadores que dizem ter o poder para julgar outros iguais a eles, eu quero ela!Mas ja é tarde demais!Eu nunca me perdoarei por aquela escolha...

Sei muito bem como é não se perdoar, não me perdoo sobre oque aconteceu no passado, acho que se eu estivesse lá, seria diferente.

Ou pelo menos seria poupada do meu sofrimento de hoje em dia, sendo presenteada com q minha morte

Sem nem saber o motivo eu estava em pé e ja o puxando pela mão e o guiando para o sofá, em que foi o lugar que o abracei e enquanto afagava seus cabelos platinados, enquanto seu rosto completamente inchado e vermelho, sem controle das lagrimas que tomavam seu rosto estava repousando na curvatura do meu pescoço.Diante daquela cena tentei curvar os lábios na tentativa de um sorriso, que saiu acompanhado de lagrimas, sem nenhum breve aviso da minha mente sussurrei mais pra mim do que para ele(mas q não impede dele ter escutado), "podemos continuar não nos perdoando juntos" enquanto eu me permiti afogar me no cheiro cítrico de seus cabelos, ficamos o resto da manhã abraçados.



Notas Finais


um personagem será adicionado no próximo cap, e eu chorei escrevendo isso
Q abrizurdo
Espero vcs no proximo cap


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