História Você é meu desafio (HIATUS) - Capítulo 12


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Personagens Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Jiraiya, Naruto Uzumaki, Neji Hyuuga, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha, Shikamaru Nara, Temari, TenTen Mitsashi
Tags Drama, Gaaino, Mistério, Naruhina, Naruto, Nejiten, Romance, Sasusaku, Shikatema
Exibições 337
Palavras 1.160
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá!
Aqui não é a autora Niiko_Sama, é a amiga dela, a lanaGhoul (sim eu tenho a senha dela no site, mas isso não importa)
Inicialmente eu e a Niiko tivemos essa ideia juntas, assim fizemos a fic, e eu a ajudava a escrever. Mas por motivos de tempo, eu tive que parar de escrever e pedi a Niiko que tirasse meu nome da fanfic, agora ela escreve sozinha.
Mas o ponto não é esse!
Vocês devem estar se perguntado, porque eu estou aqui? Pois bem, eu tenho noticias ruins.
A Niiko sofreu um acidente de transito. Isso mesmo.
O motorista do carro estava bebado e bateu no carro dela, ela está no hospital agora, por conta disso. Mas, felizmente Niiko não corre perigo de vida, e esta a passar bem! Mas precisa de muito descanso.

Pois bem meus amigos, o cap é curto, eu que fiz, então deve ter ficado uma merda, só vai ter um casal, e lhes digo que sou péssima escritora, mas os prox cap vão ser escritos por mim, provavelmente.

Boa leitura!

Capítulo 12 - Escravo


 

~Naruto

Depois de praticamente horas naquele maldito escritório, eu finalmente fui liberado. O Ero-senin me xingou novamente por causa da minha burrada. Sentia meus olhos pesados e meu coração acelerado, mas por puro cansaço. Fiquei no mínimo, três horas lá dentro, ouvindo concelhos, e mais concelhos.

— Eu espero que essa seja a única, e ultima vez Naruto. Não posso te proteger pra sempre, e se falhar comigo de novo não hesitarei em chamar o controle.  – ele apontou o dedo na minha cara.

— Você sabe que nós dois saímos prejudicados nisso não é? – sim, eu tinha certeza que ele sabia, mas Ero-senin era um homem justo.

— Sim Naruto. Eu tenho a plena noção disso, mas não isso que importa agora. – ele passou a mão na testa. — Você fez as pazes com ela pelo menos?  

— Sim. – respondi. — Não se preocupe não vou te decepcionar de novo.

— Assim espero. – ele disse. Foi até a pequena mesa e serviu um copo de whisky. — Você quer? – perguntou com dois copos na mão.

— Claro. – resolvi aceitar.

Apesar de ele estar bem bravo comigo, não acho que ele vá realmente me entregar a autoridades. Tenho certeza, de que não vou decepciona-lo novamente.

— Controle-se. É meu único pedido. – ele respondeu.

— Não se preocupe, não vou te decepcionar, já disse.

— Não é só a mim que você decepcionou Naruto. – ele bateu a mão na mesa. — Como acha que aquela garota confiará em você daqui pra frente?

— Vamos ser amiguinhos, não se preocupe. – respondi.

— “Amiguinhos”? Naruto qual é o seu problema?!

— Eu vou ser amigo dela! – gritei. — Olha Ero-senin, sei que está chateado, mas eu vou ser bom, confie e mim. – respondi.

Eu realmente estava sendo sincero naquela hora, afinal de contas, eu não sou uma pessoa tão ruim assim.

— Então posso me assegurar de que você não vai cometer nenhuma burrada? – assenti. — Ótimo. Agora, eu tenho assuntos para resolver, porque não vai lá com a Hinata?

— Tudo bem. – sorri e sai andando.

À noite e à tarde de hoje haviam sido cheias, eu tive uma longa viajem para poder realizar o treinamento em um lugar melhor que o meu castelo. Estava com sono e cansado, a fadiga me consumia bastante. Bocejei, estava muito cansado, quem sabe uma boa janta e depois eu durmo. Cheguei ao quarto, vi a Hinata deitada em cima da cama, então constatei que ela dormia. Sorri involuntariamente e fui ao banheiro, tomando um longo banho. Quando voltei de lá, encontrei uma Hinata sentada na cama, com um sorriso simples me encarando.

— Ah, Hinata. Pensei que estava dormindo, então eu não... Disse nada. – ela sorria de um jeito estranho.

— Sem problemas Naruto-sama. Sei sobre sua rotina e tal, por favor, me acompanhe nesse chá que pedi especialmente para nós. – como assim?

A olhei meio torto, de onde saiu tanta simpatia? Quer dizer, ela nunca me olha sorrindo verdadeiramente. E sério, já pedi para ela parar com esse ‘Naruto–sama’.

— Claro... – sentei meio desconfiado. A vi servir o chá e beber delicadamente.

Os próximos minutos foram de silêncio, até que comecei a notar algo errado (que dizer eu notei desde que ela foi legal comigo).

— Hinata está tudo bem?

— Claro! Porque não estaria? – ela sorriu de novo. — Estou apenas degustando um delicioso chá.

Olhei a bebida torto.

— Tem veneno nisso? – perguntei sínico. Ela abaixou o olhar.

— Você não confia em mim? – vi os olhos dela aguarem.

— N-Não! Está bom o-olha. – respondi bebendo rapidamente.

— *Mas bem que poderia ter veneno nisso.

— O que? – perguntei, ouvi o que ela disse, mas quis confirmar.

— Nada Naruto-sama. – ela sorriu. — Oh não! – a vi exclamar. — Como sou desastrada Naruto-sama, derrubei chá no tapete! – ela colocou as duas mãos no rosto.

— Sem problemas, eu peço para limpar depois. E, por favor, não me chame de Naruto-sama. – respondi simples.

Mais uma vez silêncio, só que dessa vez ela praticamente me comia com os olhos. Ela estava frenética para me contar algo, dava pra ver em seu olhar.

— Hinata Você quer me dizer alguma coisa? – perguntei os olhares dela estavam me assustando.

— Na verdade, era eu que devia te perguntar isso. – ela disse a encarei. – Naruto-kun, você quer me contar algo?

— De que tipo? – beberiquei o chá.

— Ah sei lá. Como foi o seu dia, como tem passado, com quem vem treinado, como vai à piranha lá da enfermaria. – me senti tenso, não sabia a onde ela iria chegar. — Ou de repente, me falar como eu posso tirar o seu poder contando a corte que você me traiu.

Cuspi toda a bebida do chá, sentindo meu corpo tremer e minha garganta secar. Engoli o seco e a encarei devagar, ela sorria sínica.

— C-Como descobriu?

— Ah, você acha que eu sou burra? Que eu não iria perceber? Não se faça de idiota Uzumaki. – ela apontou o dedo na minha cara. — Além de transar com uma puta qualquer, você nem me avisa dos benefícios? Que cruel!

Ela estava muito assustadora daquele jeito. Nunca imaginei que ela podia ser tão violenta.

— Você iria tirar proveito de mim. – eu retruquei, ela ficou ainda mais irada.

— E VOCÊ FEZ O QUE?! Não me diga que não tirou proveito de mim, porque foi exatamente o que fez! – ela disse, mas pareceu se acalmar. — Ok loirinho, vamos aos negócios. – ela sorriu.

— Negócios? – perguntei confusa.

— Eu quero minha própria cama, não precisa ser grande, não ocupo tanto espaço assim, quero uma escrivaninha, poder sair a hora que eu quiser, um balanço de madeira no jardim, um animal de estimação, poder conversar e...

— Ow, ow, ow. – disse levantando as mãos. — O que quer dizer com tudo isso? O que vai fazer se eu não realiza–las?

Ela chegou bem pertinho de mim, tocou meu ombro de leve e me abaixou, mas ainda assim ficou na ponta dos pés para falar. Senti um arrepio percorrer todo meu corpo e borboletas rondando meu estômago.

— Se você me negar, todo o reino vai saber o que o verdadeiro príncipe Uzumaki é capaz. Traindo sua inocente esposa. – ela se separou de mim sorrindo.

— Inocente é o cacete! Eu achei que era inocente, você é um aproveitadora.

— Ninguém mandou você se enfiar nas pernas de uma prostituta. – abaixei a cabeça, senti a voz dela tremula. — Agora, me obedeça.

— Sim senhorita. – respondi saindo do quarto.

— Aonde você pensa que vai?! – ela gritou.

— Mandar fazer uma cama pra você...?

— Bom, bom. – ela respondeu. — Mas saiba, que a partir de agora você só pode sair se eu ordenar e deixar, escravo.

Suspirei, e assenti, mas antes me virei.

— Eu não posso dormir com você? Só isso... – ela respondeu alto e claro NÃO.

— Já estou irritada e irada o suficiente por você não me contar dos benefícios disso, então saiba que você não é capaz de opinar. – ela respondeu com raiva.

— Já entendi, desculpe. – levantei as mãos, e assim sai pela porta.

Se ficar com ela já era irritante o suficiente, agora eu devo obedece-la? Não será melhor eu me entregar, porque sinceramente eu não tenho duvidas do que ela é capaz.

*****


Notas Finais


Eu sei que não escrevo como ela, mas tá tudo bem neh? To fazendo oq eu posso :P
Até!


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