História Você é minha! - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Cameron Dallas, Chloë Grace Moretz, Colton Haynes, Daniel Sharman, Holland Roden, Kaya Scodelario, Michael Fassbender, Mila Kunis, Personagens Originais, Zayn Malik
Tags Bradley Blake, Bryan Brant, Christian Harper, Clarie Smith, Frank O'brien, Hanna Milton, Kelly Judith, Madison Siega, Michael Siega
Visualizações 613
Palavras 1.736
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Ficção, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Gente, primeira história que realmente me dediquei, por favor leiam, favoritem e comentem! Criticas serão bem vindas, com vocês: Você é minha!


Cast:

Kaya Scodelario/Madison Siega
Michael Fassbender/Michael Siega
Colton Haynes/Christian Harper
Holland Roden/Clarie Smith
Daniel Sharman/Bryan Brant

Capítulo 1 - Mudança


Fanfic / Fanfiction Você é minha! - Capítulo 1 - Mudança

Rio de Janeiro, 2015

 

Madison

 

 

— Eu sinto muito, Mad. — Bryan me abraçou forte e eu retribui, coloquei a cabeça em seu ombro e me permiti chorar. Ver os seus pais sendo enterrados no mesmo dia por causa de um acidente aéreo e ainda ter que ir embora para outro país por não ter mais ninguém na cidade onde você nasceu é horrível, sufocante e triste. Principalmente para uma garota perdida e sem rumo de quinze anos como eu. Bryan é o meu melhor amigo e também minha paixão secreta, não consigo me fazer de durona perto dele, ele me conhece muito bem, todos os meus segredos e fingimentos são descobertos em um piscar de olhos. Somos brasileiros, mas nossos pais são americanos por isso dos nomes gringos. — Calma Maddie, eu tô aqui. Eu vou cuidar de você,  vou te livrar dessa dor agoniante, relaxa eu vou sempre estar aqui por você, minha pequena.  Eu amo você.

 

  "Eu também amo você Bryan, muito."

 

 

 

Nenhuma palavra sai da minha boca, só consigo chorar compulsivamente. Não só pelos meus pais e a minha mudança, mas por ter que deixá-lo.

 

— Nem acredito que você vai embora, minha catota. — Me apertou ainda mais. Eu me sentia uma mulher de verdade mesmo com a pouca idade que eu tenho quando ele me chama de "minha"

 

          Me sinto completamente sua.

 

A dor sufocante no meu peito aumentou desesperadamente, parecia que eu ia morrer daquela dor sufocante. Era a pior dor que eu já senti em toda minha vida.

 

— Eu.. Amo você. Obrigada por está sempre comigo, Bryan. Você é melhor pessoa desse mundo horrível, eu te amo. — Ele sorriu daquele jeito que me fascina, que me deixa completamente boba e corada. Eu me sinto uma trouxa por gostar tanto assim dele. Ele me deu esse sorriso lindo e eu fiquei hipnotizada como sempre. Mal sabia ele que eu realmente o amava como homem. Sei que sou nova e pode parecer coisa de adolescente clichê boba, mas eu realmente o amo. É uma pena o tio Mike morar tão longe. Isso vai me afetar tanto.

 

— Madison Siega? — Um homem alto e moreno, aparentando ter uns quarenta anos todo formal, de paletó e gravata, estilo executivo se aproximou da gente, nos separamos do abraço aconchegante.

 

— Sou eu, o que deseja? — Ele retirou um papel da pasta preta que estava na mão.

 

— Sou Marcos Duarte, advogado dos seus pais e agora seu. Queria falar a respeito da sua guarda e...

 

— Cara, ela acabou de enterrar os pais, dá um tempo. — Bryan o repreendeu e ele assentiu.

 

— Volto em duas semanas, não se preocupe eu sei onde você mora. E eu sinto muito pelos os seus pais de verdade. — Piscou e foi embora. 

 

As pessoas começaram a ir embora e finalmente eu poderia ficar em paz, mais aliviada. Todos olhavam para mim com pena, eu era o centro das atenções dessas pessoas que só vinheram por vim, nem sabiam sobre os meus pais, não sabem sobre mim, só vinheram olhar a nossa vida. Só vinheram rir da minha agoniante dor. 

 

             Duas semanas depois

 

 

— O vôo já vai sair. Vamos logo, Madison! — Marcos me alertou pela segunda vez enquanto estava agarrada à Bryan. Ter que deixar o seu melhor amigo, o seu amor no lugar que você ama, onde seus pais foram enterrados é muito ruim, triste e doloroso. Mas o que eu poderia fazer? Morar com Bryan? Ele me ofereceu isso, mas eu não me dou bem com o seu pai extremamente chato. Pois eu e ele sempre discutimos por ele pressionar o filho em tudo, não deixa o garoto fazer nada que um adolescente tem que fazer, não o deixa aproveitar as coisas mais simples. Mas eu sempre combati o "Senhor controlador doente com titica de galinha na cabeça idosa que não sabe como se viver" e conseguia fazer o Bryan me ver de todo jeito, e sempre o divertia e ele mais ainda a mim. Pois ele é o único que me faz me sentir viva de verdade com pequenas coisas simples.  Bem vai ser difícil deixar ele aqui pra viver com um homem que eu nem conheço. Não é porque é meu tio que vou ter uma intimidade absurdamente instantânea. Mas vou tentar, eu vou conseguir e quando ficar de maior vou voltar para o Rio. Para o Bryan Brant, o meu grande primeiro amor.

 

— TÔ INDO! — Gritei ele já estava entrando na fila para embarcar rumo a Boston e eu estava abraçada a Bryan como sempre ultimamente. — Vou sentir muitas saudades de você, catoto. — Ele sorriu lindamente.

 

— Eu também vou, catotinha. — Nos olhamos profundamente por alguns segundos e quando eu me dei conta já estávamos nos beijando. Senti os seus lábios finos e quentes colados nos meus, uma sensação nova e estupendamente gostosa. Ele aprofundou o beijo, pediu passagem com a língua e eu com toda certeza dei. Sua língua é suave, delicada e macia. Me deixa completamente louca sem precisar de muito esforço.  Eu não queria mais parar de beijá-lo. Não poderia nunca mais, eu só preciso de mais um pouco todo dia. Um beijo incrível, um sabor incomparável. A coisa mais gostosa que já senti na vida. Sim é o meu primeiro beijo e Bryan sabe disso, estou em choque, mas não paro de beijá-lo. Finalmente, o meu primeiro beijo, o beijo que eu esperei por muito tempo com o garoto mais lindo e incrível. E que eu gosto isso é incrivelmente maravilhoso. Tá é clichê, mas  é a coisa mais incrível que me aconteceu durante essas duas semanas terríveis, triste e massacradas. O beijo acabou. Não tinha que se falar, era uma dolorosa despedida temporária ou um triste adeus definitivo talvez? Depois desse beijo, eu não quero mais largar ele agora tenho mais do que certeza que o amo mais do que tudo. 

 

— Vamos, Mad. — Marcos me chamou mais uma vez. Eu não quero soltá-lo...

 

    Tá difícil aqui, meu caro Marcos.

 

— Eu não quero te soltar... Mas você tem que ir embora, eu te amo muito mesmo. Se cuida por mim e por você, tá? — Assenti, olhando em seus olhos incrivelmente azuis como o mar de Caribe.

 

— E você por favor, não deixa seu pai te controlar, eu amo você demais. — Nos abraçamos pela última e massacrada vez, eu o soltei com lágrimas grossas nos meus olhos inchados e cansados de tudo isso. Não quis olhar pra trás, nem poderia. Já estava doendo demais isso tudo. Agora seriam horas e horas de viajem, horas que certamente mudarão a minha triste vida. Só não sei se para melhor ou pior.

 

           Boston, Massachusetts

 

 

 

Boston é completamente diferente do Rio. O clima, a cultura, decoração, as ruas e as pessoas. É um lugar extremamente bonito. Além disso tudo é o lugar onde o meu ídolo incrível, talentoso, lindo, gostoso, dono da referência. Chris Evans nasceu. Aqui é bem lindo, o tio Mike deve viver muito bem aqui em Boston. Mamãe dizia que ele é um homem bastante rico, dono de uma advocacia, disse que era responsável, legal se eu obedecesse, mas também arrogante, com o gênio forte e cheio de regras. Ele odiava erros, gostava de tudo certo, perfeito e no seu lugar. Mas também dizia que ele se parecia com ela, então deve ser muito lindo porque minha mãe era lindíssima, maravilhosa. Ruiva, magrinha dos olhos azuis, eu sou morena igual ao meu pai brasileiro, o corpo bem feito não muito magro e  nem muito gordo, mas olhos e o sorriso são dela. Estou um pouco preocupada. E se ele não gostar de mim? E se eu tiver que voltar pro Rio? Eu não posso voltar ou iriei para um orfanato cheio de pessoas ruins. Me ajude por favor Odin.

 

— Você já viu alguma vez o seu tio Michael, Mad? — Marcos me tirou dos meus devaneios confusos. Estávamos passando por uma casa branca linda, com o um jardim extremamente bem cuidado e uma família feliz reunida, fazendo um pequeno piquenique. A mãe loira estava com uma menina loirinha com mais ou menos três anos no colo e o pai também loiro que parecia ser bem mais jovem que a mulher loira estava mexendo no cabelo da menina pequena loirinha e conversando com a mulher, eles eram realmente muito bonitos. — Mad?

 

— Não, mas sei que ele é muito é parecido com a minha mãe. E bem, eu espero que seja legal igual a ela. — O tio Mike é muito bonito, muito mesmo pela a foto que minha mãe me mostrou deles quando eram adolescentes, parecia aqueles belos atores hollywoodianos. Os mais lindos do mundo.

 

— Pelo o que eu soube ele não é legal não, Mad. Chegamos na sua nova casa, menina. — Paramos em frente a uma enorme mansão. Branca, com a fachada maravilhosa, muito bonita, o portão é preto com uns desenhos lindos e é  automático, as portas e janelas são douradas estilos clássicas e o jardim é simplesmente perfeito. Um senhorzinho abriu a porta do carro pra mim com um sorriso sincero, mas com um olhar de pena. Eu sinceramente não o compreendi. 

 

— Seja bem vinda a mansão Siega, srta. Madison Siega. Eu sou o Joffrey, seu mordomo e da casa e espero ser seu amigo também. — Joffrey aparentava ter uns sessenta anos, era loiro dos olhos castanhos, estava usando um uniforme justo branco com botões vermelhos. O uniforme era belíssimo.

 

— Olá Joffrey, me chame apenas de Mad. Sem formalidade, por favor. — Ele sorriu e assentiu. — Onde está o meu tio? Como ele é? Ele está aí? — Joffrey abaixou a cabeça, mordeu o lábio inferior e voltou a me olhar. 

 

— O sr. Siega está no escritório, srta. Mad. Por isso vim recebê-la, mas o seu advogado foi chamá-lo, vamos entrar? — Assenti, ele pegou algumas malas e fomos para a mansão. — Sinta-se a vontade, srta. Aceita alguma coisa, hein? — Neguei com o rosto e Joffrey assentiu. — Ah, sr. Siega.

 

Quando virei vi um homem alto, parecido até demais com a minha mãe, extremamente bonito como eu já esperava. Mas com um olhar obscuro e frio, uma aparência autoritária, um olhar totalmente novo para mim. Um desdém incomum, uma cara fechada, um ódio.

 

— Olá, Madison. Tenho certeza que vamos nos dar muito bem, garotinha. — Um frio subiu pela minha espinha, um medo daquele olhar. Eu me encolhi, pude ver um sorriso super sádico nele. E eu só queria ter os meus pais de volta aqui para não ter que sentir esse maldito medo todo.


Notas Finais


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