História Você é minha! - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Personagens Cameron Dallas, Chloë Grace Moretz, Colton Haynes, Daniel Sharman, Holland Roden, Kaya Scodelario, Michael Fassbender, Mila Kunis, Personagens Originais, Zayn Malik
Tags Bradley Blake, Bryan Brant, Christian Harper, Clarie Smith, Frank O'brien, Hanna Milton, Kelly Judith, Madison Siega, Michael Siega
Visualizações 521
Palavras 1.207
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Ficção, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Geeente! Eu fiquei tão animada com a recepção de vocês pela história que acabei escrevendo esse capítulo, mas não sei se tá bom, mas fiz o possível dos impossíveis, estou amando isso tudo, comentem mais por favor eu amo comentários me ajudem seus fantasmas :3

Esse homem estupendamente gostoso é o "tio Mike"
O deus grego do Michael Fassbender <3


Eu ouço os pássaros na brisa do verão, dirijo rápido
Estou sozinha à meia-noite
Venho me esforçando o pra não arranjar confusão
Mas na minha cabeça só há guerra
Então eu pego a estrada
Pego a estrada
Pego a estrada

Rida - Lana Del Rey

Capítulo 2 - Maluco


Fanfic / Fanfiction Você é minha! - Capítulo 2 - Maluco

                     

                                                                 

                                                        Madison

 

                  Atualmente

 

Hoje é o meu primeiro dia de aula. Estou morando aqui há cinco meses. Sinto saudades do Brasil, do clima, da minha escola e principalmente do Bryan. O tio Mike é o homem super rígido e controlador, mas até que é legal comigo. O vi poucas vezes, pois ele sempre está no seu escritório e quando me vê sempre dá um jeito de fugir. Eu tive medo quando o conheci. Ele ainda me intimida um pouco, mas dá para conviver tranquilamente com ele.

 

— Tchau, Joffrey. — Me despedi de Joffrey, ele me ajudou bastante com o idioma e me tirou do tédio muitas vezes. Ele é um ótimo amigo.

 

— Eu gostaria de acompanha-la, mas infelizmente tenho que visitar a minha filha que está doente, Mad. — Fez muxoxo, a filha de Joffrey está com pneumonia aguda e eu não atrapalharia ele de visitar sua filha doente para me levar para a escola. Ele é um amor de pessoa.

 

— Eu compreendo, o Walter vai me levar. Beijos, melhoras para a sua filha.

 

— Obrigado, minha criança.

 

Quando cheguei na garagem não encontrei nosso o motorista Walter. Procurei, mas nada.

 

— Walter? — Não obtive resposta. — Walter, está por aqui? — Nada. — Wal...

 

— Ele não vai te levar, garotinha. — A voz do tio Mike fez o meu corpo todo tremer virei e o vi escontado no seu carro enorme que não sei o nome. Ele estava com um terno bege, gravata azul marinho e com uma pasta preta na mão.

 

— Eu pensei que...

 

— Pensou errado menina. Eu vou levá-la! Agora entre. — Não queria discutir então entrei. — Ele estava com maxilar trancado com cara de poucos amigos e eu não entendi. — Por que olha tanto pra mim, criança? 

 

— Ér... Não é.. Nada, eu só.... — Ele definitivamente me intimida.

 

— Hm, eu não queria que você fosse estudar na escola. Queria contratar um professor particular, mas o seu "advogadozinho" fez questão. Disse que você precisa conviver com gente da sua idade. — Fez aspas com os dedos e revirou os olhos. 

 

Eu resolvi ficar na minha e vi que ele achou bom eu ficar calada. Ele é estranho. Claro que eu quero ir para a escola mesmo com medo por não conhecer ninguém. Bryan tinha professores particulares, ele me disse que era horrível. Eu agradeço ao Marcos por ter falado com o tio Mike.

 

Chegamos, a escola é enorme. Branca com detalhes verdes claro. Posso ver vários alunos felizes chegando sozinhos ou com amigos, mas nunca acompanhados de algum responsável. Vários carros, motos e alguns ônibus estão estacionados. Estou com um frio na barriga "Help".

 

— Não vai sair do carro? — Tio Mike me tirou dos meus devaneios e eu olhei pra ele. Bem de perto vi os seus olhos super azuis bem mais do que os meus, sua barba é super ruiva ele é extremamente bonito. Se ele tiver uma namorada, ela tem sorte. — Perdeu alguma coisa no meu rosto, menina? 

 

— Perdão, sr. Eu... Só estou com medo, mas eu vou indo.

 

— Medo só os fracos sentem, garota. Não vá nessa. Quero você em casa assim que terminar, nunca se atrase. Entendeu? — Assenti e abri a porta, mas antes ele segurou o meu braço. — Tome muito cuidado com os garotos. Não fale, não dê intimidade, nem mesmo olhe para algum, entendeu? Não irá desrespeitar a mim enquanto estiver na minha casa! Você sempre irá me obedecer, ok? — Com a testa franzida com o absurdo que acabei de ouvi disse um "sim" super fraco e fui embora. Que homem doido.

 

A aula foi legal. Minha sala tem apenas vintes aulos, hoje foi apenas uma introdução então vieram apenas alguns dos vinte. E alguns professores se apresentaram foi "de boas" como diria o Bryan. Assim que acabou as apresentação de "boas vindas" eu liguei pro Walter. O tio Mike disse que não iria me buscar e dei graças a Deus. Eu fiquei quieta, não falei muito. Apenas disse o meu nome e que vim do Brasil, não dei muitos detalhes diferentes dos outros que faziam questão de falar de como foram felizes nas férias e que queriam que não acabassem nunca.

 

— Ela vai sair amanhã estou muito feliz, querida. — Joffrey está me contando como a sua filha está melhor e que vai receber alta amanhã. — Oh! Como eu sou egoísta. Eu falando, falando e você não me disse como foi o primeiro dia de aula, pequena?

 

— Foi estranho, mas normal só fiquei assustada no começo, mas passou logo. Eu fui ridícula por ter medo da escola.

 

— Claro que não, isso é normal. Eu senti medo também quando fui estudar pela primeira vez e quando fui trabalhar também, mas com o tempo isso passa. Isso é bem normal ás vezes sentimos de coisas assim também, mas que bom que compartilhou isso comigo é importante pra mim. — Ele é uma ótima pessoa, as coisas simples são as mais importantes pra ele. Se fosse outra pessoa acharia ridículo.

 

— Obrigada, Joff. Foi o tio Mike que me levou foi estranho. 

 

— Por que foi estranho? — Fez cara de confusão.

 

— Porque ele falou umas coisas sem sentidos e ele quase nunca chega perto de mim por quê do nada quis me levar se não se importa comigo? — Joff ficou quieto e olhou em outra direção, virei dei de cara com ele.

 

— E ele está bem atrás de mim, certo? — Joffrey assentiu meio tenso. Eu virei e estava com cara de poucos amigos, eu senti um medo incomum. Ele me deixava assustada e confusa, ele era estranho.

 

— Está falando de mim, garota? Por que não fala isso pra mim? Venha até a minha sala. — Caramba e agora? Eu e minha boca grande, mas acho não disse nada demais, né? — Olhei pra Joff e ele assentiu.

 

Ele abriu a porta do escritório e trancou. Engoli em seco e fechei os olhos. 

 

— Como foi o dia hoje? Falou com algum menino? — Ué.

 

— Eu.. Não! O dia foi normal, tio. — Ele fechou os olhos duramente e respirou fundo. Tô entendendo mais nada. — Mas como foi só uma introdução eu não posso dizer muito. — Ele assentiu e se sentou na sua cadeira.

 

— O que vai fazer hoje, Madison? 

 

— Vou ficar em casa como sempre. Assistir alguma série ou conversar com o Joff talvez...

 

— Não! Hoje vamos sair, conhecer a cidade um pouco mais. Sei que não sai com você, mas foi por causa do trabalho vamos dá uma volta. — Fiquei até surpresa, mas adorei a ideia.

 

— Sim, senhor.

 

 

 

 

— Garota, você quer um Milk-Shake? — Tio Mike e eu estamos no shopping, acabamos de assistir Capitão América: Guerra Civil. Esse filme é muito bom.

 

— Quero sim, tio. — Revirou os olhos, foi lá e pediu um Milk gigante. Doido.

 

— Vamos pra casa? Já está tarde.

 

— Realmente e eu tenho aula amanhã. — Assentiu.

 

Percebi que no shopping o tio Mike encarava qualquer menino que olhava pra mim acho que ele deve ser bem ciumento "hahaha". Tentando me proteger isso é legal.

 

Chegamos, ele me levou até a porta do quarto.

 

— Boa noite, menina e juízo nessa cabeça inocente. — Tocou no meu ombro, olhou bem nos meus olhos e tirou a mão do meu ombro.

 

— Obrigada, senhor. Boa noite. — Ele assentiu e saiu, eu fiquei o olhando até ele sumir da minha vista.

 

Talvez ele seja um cara legal, deve ser só o jeito dele.


Notas Finais


Gente eu achei uma bosta, mas talvez seja importante para a história.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...