História Você é minha! - Capítulo 4


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Categorias Originais
Personagens Cameron Dallas, Chloë Grace Moretz, Colton Haynes, Daniel Sharman, Holland Roden, Kaya Scodelario, Michael Fassbender, Mila Kunis, Personagens Originais, Zayn Malik
Tags Bradley Blake, Bryan Brant, Christian Harper, Clarie Smith, Frank O'brien, Hanna Milton, Kelly Judith, Madison Siega, Michael Siega
Exibições 193
Palavras 2.453
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Ficção, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Hey babys, como estão?

Eu sou doida, escrevo coisas loucas, mas espero que gostem.

Fiquem com a nossa Clarie a incrível Holland Roden ❤

Comentem digam o que acham não se acanhem, beijos

Capítulo 4 - Menina quase inocente


Fanfic / Fanfiction Você é minha! - Capítulo 4 - Menina quase inocente

 

                   Madison

 

Carry on my wayward son. — Clarie cantava de uma forma louca e engraçada a música mais foda do universo, a nossa favorita. A música conhecida por todos os hunters — fãs da série Supernatural — E eu cantava junto só que baixinho. Clarie tem se tornado algo muito importante pra mim, ela me ajuda e me faz rir feito uma hiena todo o momento. Ela é adorável. Soltei uma gargalhada que peço perdão a quem escutou pois a minha risada é horrível, sério desculpa. — Não venha me enrolar amiga-que-nunca-retorna-as-minhas-ligações. — Fez uma careta, fingindo estar irritada. Cruzou os braços e bateu os seus pés, esse pingo de gente tá querendo me assustar?

 

— Me desculpa, anã. — Ela semicerrou os olhos. — Tá gigante, mas não é tão fácil assim, eu quase não posso fazer nada em casa, eu só faço assistir, vegetar e conversar com o Joffrey. — Ela pareceu chocada. 

 

— Como assim? Como você consegue viver assim? Meu Deus!

 

— É a vida.

 

— Mas por que você é assim? Amiga, você deveria curtir um pouco. — Eu até queria.

 

— Se o meu tio deixasse... 

 

— Ele tão ruim assim? — Eu contei como tio Mike era rígido e ela não gostou nadinha dele.

 

— Ele é legal comigo, me dá tudo que eu preciso, às vezes sai comigo e tal, só não quer que eu saia de casa e me aproxime de garotos. 

 

— Ah, logo isso... Garotos são tão gostosos, tipo o Brad... Meu Deus! Ele é etupendamente maravilhoso, aqueles olhos castanhos, a pele pálida, o seu cheiro embriagante, aquela bunda gostosa que me deixa completamente molh...

 

— Ok! Já entendi, Clarie Smith! — Ela sorriu envergonhada. — Eu nem posso gostar de um garoto. Bryan é o único que me interessa e mesmo assim tio Mike não permitiria.

 

— O seu tio é gostoso demais amiga, mas é um porre.

 

— Pois é.

 

— E se eu falar com ele para você passar o fim de semana com a minha família na casa da minha avó? 

 

— Nunca deixaria, ferrugem.

 

— Amiga, eu estou pensando seriamente em mandar o seu tio lavar o rabo dele com algo que faça ele ficar todo ardido. — Eu ri, foi impossível não rir. Ela mesma riu, eu só poderia rir dessa minha situação chata. Ah, os fim de semana... 

 

Eu amava os fins de semana, pois eu passava na casa do Bryan e a gente dormia no mesmo quarto. Bem até a gente fazer 12 anos, aí não pudemos mais. Minha mãe dizia que garotos e garotas com essa idade têm certos tipos de hormônios que não conseguem controlar e bem, era melhor não provocarmos esses hormônios.

 

Eu não entendia muito desses hormônios até me apaixonar por Bryan, até sentir ciúmes quando ele fez o trabalho de ciências com a idiota da Larissa. Eu sabia que esse era os hormônios que a minha mãe tinha falado, mas eu queria sentir esse hormônio mais e mais. Queria deixar florescer, queria sentir Bryan. Mas eu era nova, não deveria pensar nisso. Então resolvi pensar em outras coisas.

 

      Resolvi fazer o que mais gostava: ler HQs.

 

Eu fiquei tão viciada em super-heróis. Eu morria se não comprasse com uma nova edição do Capitão América ou Homem-Aranha. Mas eu não tenho preferência entre Marvel e DC. As duas são fodas, odeio as tretas dos fanboys. Eu estava tentando esqucer esse sentimento, tentava tanto que acabei não tendo mais assunto com Bryan. Só falava disso e percebi que ele estava enjoando dos meus assuntos nerds e foi se afastando de mim. Começou a andar com essa Larissa e acabou tendo um namorinho com ela, eca!

 

Eu fiquei tão arrasada com esse namoro deles, tão deslocada e triste. Eu nem queria mais viver.

 

    Foi a primeira dor sentimental que eu senti, mas sabia no fundo que não seria a última...

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

— Tio, você é engraçado sabia? — Tio Mike e eu riamos feito duas hienas, estávamos num piquenique no nosso jardim. Eu e tio Mike nos aproximamos bastante, eu estava me divertindo e sorrindo como há muito tempo não faço.

 

Hoje seria o aniversário da minha mãe. E eu chorei a noite toda me lembrando do dia em que eu e o meu pai fizemos um café da manhã surpresa, depois viajamos para uma casa de praia no nordeste brasileiro. Foram os melhores dias da minha vida. O melhor fim de semana do mundo, foi incrivelmente bom.

 

— Obrigada, eu faço o que posso, garota. — Fez reverência sorrindo, ele  realmente melhorou sim, mas ainda me deixa intimidada e confusa. Ainda é misterioso e grosso às vezes. Mas dá pra levar na esportiva.

 

— O senhor namora? — Vi que  pergunta o incomodou. Ele fechou a cara e olhou para o horizonte. Eu e a minha boca grande! — Desculpa... Eu não queria ofender de alguma forma...

 

— Vamos terminar aqui e vamos entrar. Ligue para aquela sua amiga se quiser. — Clarie tem sido uma amiga incrível mesmo, temos vários gostos parecidos, somos nerds e doidas. Ela é um amor e tem uma pureza única...      

 

Eu queria falar com ela sim, mas o que eu queria muito mais era falar com o Bryan.

Que até agora não me atendeu nem me ligou, eu tô ficando com medo dele me esquecer... Ele não pode fazer isso pois eu nunca vou conseguir esquecer ele. É impossível esquecer alguém tão importante.

 

— Sim, tio... Mas acho que vou tentar mais uma vez ligar para o Bryan. — O vi revirar os olhos, meu tio é ciumento e isso é engraçado.

 

— Você já tentou ontem e nada. Esquece esse garoto de uma vez por todas, Madison! Eu já te falei para não se aproximar de nenhum garoto dá pra entender isso de uma vez ou quer que eu desenhe? Que merda! — Eu simplesmente não consigo entender isso que ele faz, esse ciúme louco. Por que ele faz isso? Pra que tanto ciúme e proteção? Eu não estou fazendo nada.

 

— Me desculpe, tio. Mas Bryan é o meu amigo de infância, não posso deixar de ser amiga dele do nada. Nunca poderei.

 

— Acho melhor esquecer ele, Madison... Ou vai ser bem pior. — Isso me assustou, por que ele queria tanto que eu esquecesse o Bryan? Poxa não tem como eu o esquecer. Ainda tenho aquela esperança de que vou conseguir falar com ele, voltar a vê-lo e talvez finalmente ter ele comigo, ao meu lado, talvez sermos namorados finalmente, sei lá...

 

Tio Mike saiu para o trabalho. Joffrey tirou o dia de folga e eu fiquei sozinha nessa casa enorme. Assisti a minha série favorita: Game of Thrones. Está cada vez mais espetacular, cada episódio me deixa mais louca. Fico querendo mais e mais. Li um pouco mais do livro que a minha amiga me indicou, dormi, comi e passei a maior parte do dia vegetando. Pra variar.

 

Eu não consigo parar de pensar no tio Mike. Ele me intriga, tem um mistério e uma frieza incomum. Eu tenho que descobrir mais sobre ele, eu preciso saber com quem estou vivendo, preciso saber o que ele quer comigo e porque me trata tão... Estranho.

 

Eu não aguantei a curiosidade e fui até o seu quarto. O seu quarto geralmente fica trancado e eu não entendo o motivo. Deve ser porque ele é reservado, talvez. Puxei a maçaneta e a porta se abriu supirei aliviada. O seu quarto é enorme, bem maior que o meu. As paredes são brancas, mas a parede que fica no espelho da cama é preta, os móveis todos em seus devido lugar. Eu nunca tinha entrado aqui. Fui até as gavetas do criado mudo, vasculhei e nada... Fui até a cômoda e nada... Até o guarda-roupa e nada também. Eu já estava desistindo quando vi um ponto vermelho piscando sem parar. 

 

Fui até esse ponto e vi que era um cofre. Todo cofre precisa de senha óbvio e bem, eu não conheço o tio Mike tanto assim para adivinhar a senha. E agora?

 

— Vamos Madison, você consegue! Eu tenho que descobrir a senha. Deixa eu ver... 12345678. — Senha incorreta. Números aleatórios nunca dão certo, saco. — 29/08/1978. — Senha incorreta. — Droga! Eu achei que o a data de aniversário dele seria a senha! Eu sou uma idiota claro que não vou conseguir.

 

Eu não deveria está bisbilhotando as coisas dele, eu sei, mas eu sou uma pirralha curiosa mesmo! 

 

— 07/07/2001. — Coloquei a minha data de aniversário. Não sei porque, mas coloquei mesmo assim. — Senha incorreta. — Af! Desisto!

 

Olhei em volta do seu quarto e não vi nada demais. Eu estou com várias  paranóias loucas sobre o meu tio.

 

Meu sapato está desarmarrado. Era só o que me faltava, oras.

 

Me abaixei para amarrar o cadarço do meu tênis. E olha só, acabei vendo uma caixa vermelha debaixo da cama. A tentação foi grande e eu peguei a caixa...

 

 "Fotos, cartas e recordações do meu amor" estava escrito na caixa vermelha. Uma caligrafia impecavelmente perfeita. Abri e tinha dois álbum de fotos, três cartas amareladas e uma fita cassete. 

 

Abri o primeiro álbum e vi fotos da minha mãe. Sorri vendo o seu sorriso mais uma vez, mas a cada foto eu ficava mais intrigada. Tinha fotos da minha mãe grávida, com o meu pai e comigo nos braços. A última foto era nós três juntos numa festa acho que era meu aniversário de um ano. Atrás da foto tinha um legenda esquisita "agora sim meu amor nasceu e dediquei um álbum só pra ela"

 

Mais confusa e curiosa eu resolvi ver o outro álbum. A primeira foto era eu bebê tinha uma legenda: "sua primeira foto só pra mim, eu te amo" cada vez mais eu estava sem entender. Depois tinha uma foto minha brincando com o Bryan no meu aniversário de cinco anos, eu não entendo pra que tanta foto "meu amor está crescendo e eu estou ficando preocupado já a quero pra mim" estou completamente confusa. Mas ao mesmo tempo está tão claro. 

 

Depois fui passando mais as fotos e vi várias fotos minha como se fossem tiradas por um detetive, paparazzi algo do tipo... Eu estou muito assustada,  estou realmente preocupada. 

 

Tinha mais uma foto. Uma foto minha e do Bryan nos abraçando fortemente foi no meu aniversário de 15 anos e mais uma legenda que me deixou chocada: "ela nesse momento partiu um pedaço do meu coração. O meu amor está com outro alguém, mas eu vou resolver isso de uma vez por todas"

 

Eu estava mortamente confusa. 

 

Estou imaginando muitas coisas improváveis e loucas. Eu estou com um estranho pensamento. Ouvi um barulho lá em baixo e guardei tudo completamente chocada com tudo isso que acabei de ver. Gostaria de ler as cartas, mas terei outra oportunidade. Corri para o meu quarto e me tranquei.

 

      Duas semanas depois 

 

— Ah querida foi maravilhoso ver a minha filha recuperada e o meu netinho está louco para conhecê-la. — Joff está tão contente que bom e eu estou por ele apesar de tudo que eu vi há quase duas semanas. Eu ainda estou muito confusa e preocupada.

 

— Ah é? Quantos anos ele tem? Eu também quero conhecê-lo! — Ele assentiu e sorriu.

 

— Tem oito anos é muito esperto, menina. Vou pedir ao seu tio para levá-la um dia. Tomara que ele permita.  — Sorri. — E como foi no dia da minha folga? Por que não apareceu esses dias por aqui? Senti sua falta, pequena. — Eu nunca entendia porque ele me chamava de pequena se ele é bem menor que eu. Eu sou um vara pau perto dele, mas minúscula perto do tio Mike. O homem é enorme.

 

— Estava fazendo maratona das minhas séries e tava sem ânimo para sair do quarto, aí só aparecia para comer e ir para a escola. Terminei a pouco. — Menti, precisava ficar no meu canto, fiquei com medo e confusa com aquelas coisas no quarto de Mike, mas realmente queria assistir umas séries.

 

— Menina pelo amor, você é completamente viciada em séries. Você não tem vida social não?

 

— Nunca tive, Joff. — Ele riu e negou com o rosto.

 

Rimos juntos.

 

— Hey, tio Mike? — Bati na porta do seu quarto nervosa. Decidi estuda ele depois daquilo tudo, o seu jeito estranho e aquele medo de mim quando chego perto dele. Ouvi a porta sendo destrancada ele abriu. Ele estava sem camisa... O seu corpo é todo definido, seus músculos estão nos lugares certo ele não é bombado, mas tem um porte físico bonito. Deve com toda certeza fazer muito sucesso.

 

— Sim? — Me olhou com desdém, estava sério.

 

— E-eu gostaria de saber se o senhor queria ver um filme comigo? — Ele entreitou os olhos, franziu o cenho e suspirou. Surpreso talvez.

 

— Agora? Eu não sei não, garotinha. — Um desespero tomou conta de mim, eu preciso desse tempo com ele para reparar no seu jeito quando está sozinho comigo. Tenho que tentar mais.

 

— Por favor, tio... Eu queria muito assistir um filme com o senhor... O senhor é a minha família e nem nos falamos direito...  — Revirou os olhos e bufou.

 

— Tá bem, garota. Venha, mas eu que vou escolher o filme olhando, assistir aqui no meu quarto, certo? — Assenti, foi a primeira vez que ele me convidou para entrar no seu quarto estranho e a segunda vez que eu entro aqui, mas ainda me sinto estranha. Meu corpo todo se arrepiou, tremi por dentro e senti meu estômago revirar.

 

— Vamos assistir com toda certeza Star Wars. — Ótima escolha a dele. Ele colocou o filme no DVD pegou duas barra de chocolate. E se deitou na cama. Ou melhor dizendo se jogou, a cama afundou um pouco com o seu peso. — Vamos lá, se deite. — Me chamou e bem, eu fui... Fiquei muito próxima dele e senti um frio na barriga. Já estava com medo.

 

Eu não conseguia prestar atenção no filme. Eu só conseguia olhar para ele disfarçadamente. Eu tive uma idéia doida. Eu dormi, mas não de verdade claro. Espiava de vez em quando ele estava muito concentrado no filme, mas sua respiração estava pesada. Ele notou que eu dormi. E ficou me olhando alisando os meus cabelos negros e dando uns beijinhos neles.

 

— Você é tão linda, minha menina... Ah, está tão perto que chega dói de ansiedade... Que linda, vai dormir comigo hoje finalmente. Que bom, que maravilha, que bom...

 

Eu não consegui dormi a noite toda. Depois eu que fingi que dormi ele desligou o filme antes de acabar. Se deitou as meu lado, alisou os meus cabelos mais uma vez, me abraçou por trás tipo conchinha e beijou a minha testa.

 

— Você é minha, garotinha. — Eu juro que tremi por dentro. Sua voz bem no meu ouvido dizendo essas coisas obcessivas.

 

Foi a última coisa que ele disse e eu morri por dentro. Ele é completamente estranho, confuso e louco. Por que ele fala assim? Eu estou enlouquecendo... Mesmo já entendo quase tudo, ou não...


Notas Finais


Comentem, amores :3


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