História Você é Minha Obsessão - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Assassino, Controlador, Dominador, Horror, inocente, Mistério, Noite, Obsessão, Obsessivo, Prazer, Psicopata, Sádico, Sadomasoquismo, Sexo, Suspense, Terror, Tortura
Visualizações 59
Palavras 1.802
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Ficção, Mistério, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - Você é Minha Obsessão


Fanfic / Fanfiction Você é Minha Obsessão - Capítulo 1 - Você é Minha Obsessão

"Passos em compasso, estão em perfeita harmonia. Continue sempre assim, você é tão linda quanto perfeita. Os cabelos negros e ondulados caindo em suas costas; suas mãos nos bolsos do casaco escuro que veste para tentar ignorar este frio que a noite proporciona... você está tão vulnerável. E é isso, querida, que estou adorando em você.

Talvez não saiba o que esperar - na verdade, você não faz a mínima ideia -, mas eu sei o quanto sentirei prazer em fazer tudo o que eu quiser com esse seu corpinho que esbanja inocência. Você é composta disso. Inocência. Isso é magnético, me prende totalmente à você.

Vejo que caminha para o estacionamento de um shopping center - peculiar escolha de refúgio, menina. Mas ainda te encontro, pois não há como fugir de mim. Com minha arma escondida entre meu corpo... Ah, como os seus movimentos me excitam! Esses simples movimentos que me deixam completamente excitado... Você acaba comigo, meu amor. E não pare, por favor. Pois estou adorando tudo isso.

Espere, você não sente a minha presença? Não consegue perceber que, o quanto mais perto de você estou, mais desprotegida você estará? Não consegue sentir em si o desejo impróprio que sinto por você? Que, ao decorrer da diminuição da distância entre nós, você está cada vez mais propensa a tornar-se somente minha de corpo e alma? Não consegue perceber que no final de tudo isso você, finalmente, se submeterá à mim? Tudo bem, querida. Isso não vai demorar para acontecer.

Os seus passos aceleram, então mantenho a mesma intensidade do percurso. Você olha para trás; os olhos intensamente negros que você possui encaram minhas mãos nos bolsos do casaco. Você finalmente percebe que não está segura neste lugar, que é tão isolado e tão silenciosamente gélido no presente momento... Estamos sós. Não há nada e ninguém à nossa volta, nada que possa nos atrapalhar esta noite. Ainda não está pronta para mim, garotinha?

Você não aguenta mais a tensão que jogo para cima de você, e a vejo sair deste estacionamento. Acha mesmo uma alternativa segura andar pelo meio da rua uma hora dessas? É perigoso... mas não tão perigoso quanto eu, que serei quem te dominará ainda esta noite. Sim, meu amor, entre na segunda esquina. É o seu caminho para chegar até mim, e você não sabe disso. Ainda. Caminhe lentamente e prossiga com a direção norte. Isso, menina, faça logo o que digo.

Chegou em casa, querida? A porta é de madeira branca com detalhes de vidro, e você passa por ela esquecendo-se de trancá-la. Sua ingenuidade me comove. Deveria saber que estou entrando em sua casa neste exato momento... mas você está concentrada demais subindo as escadas que dão ao banheiro e ao seu quarto para prestar atenção em mim.

Não se preocupe, minha linda. Apenas, siga seu percurso.

Você não me escuta quando subo as escadas. Faço tudo em silêncio e com muita sutileza. Sou astuto, meu bem. E refaço os seus passos, logo parando na porta também branca que aparenta ser de um banheiro.

Com muito cuidado, abro cuidadosamente a porta de seu banheiro.

Sinto um enorme êxtase ao ouvir aquelas milhares de gotas de água vindas de seu chuveiro caírem sobre seu corpo deliciosamente, batendo contra sua pele, entrando em contato com seu corpo. Minha, só minha. Aqueles barulhinhos maravilhosos que a ouço fazer quando toca em seu corpo...

Encontro-me sacando minha arma: uma faca de cozinha. Perigosamente afiada. Tão ou mais perigosa que a mim próprio. Talvez ela também queira tê-la para si, assim como eu... Vejo suas roupas jogadas pela pia. Você tem um cheiro maravilhoso, minha princesa. A sua sombra remexendo-se por de trás da cortina branca... O seu corpo é tão lindo! Tão perfeito, até parece que não tem defeitos.

E pensar que tudo isso ainda será meu...

Não queria acabar com esse momento de puro êxtase, querida, mas preciso possuir o que é meu... e quando abro a cortina habilmente, você, totalmente nua, fica completamente assustada. Ao ver um homem desconhecido com uma faca de cozinha em mãos. E então, grita. Bem que esse seu grito poderia ser um gemido, menina. Mas você opta pelo mais difícil. Não há o que fazer, inevitavelmente. E faço um corte na diagonal em sua costela, tudo com muita velocidade. Mais um grito. Um grito que me enche de prazer. Um grito que aparenta ser um grito de orgasmo... Sim, menina, faça mais disso para mim.

Ver o sangue se escorrer pelo seu corpo é delicioso. Excitante. Entra em um perfeito contraste com sua pele albina. Nossa, como consegue ser tão perfeita? Outro corte na sua coxa esquerda; outro grito; outro êxtase. Sei que está chorando assustada e lutando para viver, mas devo assumir que não consigo distinguir as lágrimas e as gotas de água em sua face. O seu rosto está tão vermelho.

Então, enfio minha faca completamente em seu pé, vendo mais sangue escorrer pelo chão branco de porcelana do boxe. Você quase cai, mas consigo te pegar, sentindo a sensação molhada de sua pele entrar em contato com partes do meu corpo que não estão cobertas pelas roupas: mãos e rosto. A coloco deitada no chão. As lágrimas escorrendo de seus olhos. Você, novamente, tenta lutar, mas a dor intensa de um de seus membros inferiores te impede que o faça. Não resta nada além de chorar e esperar pela morte, que talvez seja a mim mesmo.

Você permanece imóvel. Como a menina comportada que você deve ser. Retiro a faca para tentar aliviar a pressão, mas você solta mais um grito. Por que adoro tanto quando você faz isso? Sugo seus lábios macios, esforçando-me para não arrancá-los e mastigá-los. Mas degustá-los presos em sua boca já é um motivo para que eu tenha uma ejaculação precoce a qualquer momento. Adoro quando faz isso comigo...

Pego a faca enxarcada de sangue. O seu sangue. Faço um grande corte na vertical onde fica o vale entre os seus dois seios. Seios deliciosos. Lambo aquele sangue de cor vermelho intenso com minha língua quente. Você se remexe um pouco devido à dor, manifestando tal sensação em seu corpo. Sugo um de seus seios, e você fica totalmente imóvel. Não sabe o que sentir, amor? Preciso intensificar. Levo uma mão até o meio de suas pernas, massageando sua região pulsante. Sorrio ao sentir você jorrando em meus dedos. Agora, você não consegue distinguir a dor e o prazer, e é exatamente isso que eu quero que você sinta...

Te sinto, delicadamente, empurrar minhas costas mais para si. Quer me sentir, menina? Logo então, ouço-a gritar de puro prazer quando percebe que uma parte de mim está, literalmente, dentro de você: meus dois dedos. Faço movimentos delicados. Pego a faca que está ao seu lado, e parece que você se assusta. Mas está entretida demais com meus dedinhos para se manifestar.

Sentado no chão, ainda com os dedos dentro de você, penetro a faca um pouquinho mais fundo em sua coxa. O seus desespero aumenta, e acelero os movimentos dos meus dedos. Você encosta sua mão em meu ombro, fazendo uma certa pressão. Ouço o seu gemido, e ao tempo em que grita de dor, grita de prazer... Adorei isso!

Aprofundo a ponta da faca em sua carne, fazendo mais sangue escorrer de sua coxa. Você grita de dor. Acelero os movimentos dos dedos. Você grita de prazer.

Mordo o seu lábio inferior e desço a boca até a coxa molhada de sangue.

O contraste me impressiona pela segunda vez. Você está me excitando novamente... Passo a língua na extensão da ferida sem me conter, e acho que você solta um palavrão. Que palavra feia para uma menina tão linda... Tento limpar o máximo de sangue que ainda escorre pela sua pele, até que a ouço gemer deliciosamente. Prazer ou dor? Não sei dizer. Mas logo colo meus lábios no seu.

Adoro quando sinto o seu gosto, menina. Faz com que eu me sinta cada vez mais alto. E, quando descolo meus lábios dos seus, faço um corte horizontal na parte interna de sua coxa com minha faca, e solta mais um grito. Um movimento hábil e preciso, logo fazendo mais uma ferida, e suspiro de prazer. Logo, aumento a pressão de meus dedos, antes parados. Sinto você remexer o seu quadril levemente, e isso faz com que eu faça com mais força...

Geme, minha linda. Geme! Cada vez mais alto! Geme para mim! Geme para que eu saiba que sou eu - e somente eu - que estou lhe proporcionando todo esse prazer. Geme, adoro ouvi-la gemer... Gritar... Produzir esses barulhinhos maravilhosos que, só de ouvir, posso sentir que irei chegar à um limite na qual nunca chego... Nunca pare de fazer isso.

Algo me domina. Tenho vontade de fazer tudo com seu corpo. Tudo. Meus olhos reviram enquanto vejo a expressão de prazer em seu rosto mesclado com a dor que minha faca lhe proporcionou. Adoro essa expressão. Afasto os meus dedos de você, e você me encara confusa. Necessitada. Hum... gostou, né? Mas isso dura pouco. Saco a faca e a e fio fortemente em sua coxa. Ouço o grito estrondoso de dor que você produz, logo liberando as lágrimas, tentando conter a dor. Os olhos fortemente fechados, o rosto já vermelho.

Abro o cinto da calça.

Resolvo não tirar a faca de si, mesmo estando ciente de que uma quantidade imensa de sangue escorre pela sua coxa. Mas é justamente isso que me causa tesão. Logo, abro mais as suas pernas para que aja passagem para mim. Os olhos liberando extensas quantidades de lágrimas.

Fico por sobre você, ainda sem penetrar. Minhas mãos estão sujas com seu sangue; toco levemente a sua bochecha, a sujando com o sangue que há em minhas mãos. Minha, finalmente minha...

Então a ouço trocar palavras comigo, pela primeira vez:

- Você é um maldito doente! - Exclama, por entre as lágrimas.

Adoro ouvir o som da sua voz, me causa um certo arrepio. Sorrio de seu comentário. Em seguida, rio, olhando profundamente em seus olhos azuis escuros, que fitam os meus com certo desgosto.

- Sou um maldito doente. - Comento. - Mas um maldito doente que lhe toca melhor que a si própria.

Abro mais suas pernas. Você sabe que é verdade. Sabe que havia implorado internamente para que eu continuasse com os movimentos, então do quê reclamar? Talvez eu lhe proporcione um prazer mais intenso que o anterior... Sabe que vai amar.

Entrelaço minha mão na sua. Adoro a temperatura de sua pele. Adoro o sabor do seu beijo. Adoro o gosto do seu sangue. Adoro o som de seus gemidos, de seus gritos, sendo estes de dor ou prazer. Adoro a sua maneira de ser.

Você tem a pele maravilhosa, os lábios deliciosos, o corpo desejável, o rosto de um anjo, os olhos de um céu escuro, a pele de um dia de inverno, um toque extremamente excitante.

Você é linda. Você é perfeita.

Você é minha obsessão."



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