História Você é minha, PORRA! - Capítulo 26


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Exibições 53
Palavras 2.589
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


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Capítulo 26 - Happy birthday!


JOSIE

 

 

 

Saímos para o aeroporto algum tempo depois da cerimônia. Mas os paparazzi não nos deixaram por um segundo. Parecia um bando de abutres. Juro que tento me acostumar com eles, mas não dá. E minhas fotos? Todas com careta. Vão começar a me achar antipática! Sempre fico horrorosa nas fotos e sem graça.

- O que foi? – Drake me pergunta. Meu coração bate acelerado. Ele fica lindo de terno. E é meu marido. Por um ano inteiro.

- Nada – eu olho para as minhas mãos.

- Você estava fazendo careta.

- Sempre apareço assim nas fotos – eu mostro os jornais que estão jogadas em sua limusine que mostram a gente.

Ele as pega e ri.

- Não tem nada de engraçado. Eles só pegam meu ângulo ruim!

Ele se aproxima de mim e acaricia minha bochecha.

- Você está linda sempre, Josie. Não devia se impressionar por isso. Você é foda de todo jeito. Alias, eu te falei que uma das editoras é minha ex então ela está meio que se vingando de você. Por inveja.

Eu bufo.

- E porque eu tenho que pagar o pato? Nem estamos juntos.

- Ela não sabe disso. É por isso que todas as mulheres estão com inveja.

Olho de lado para ele.

- Você adquiriu esse ego todo com o tempo ou já nasceu com ele?

Ele me dá aquele sorriso cafajeste.

- Eu nasci com ele, acho.

- Muito bem.

 A limusine para e os paparazzi já estão na ativa. Eles não dormem?

- Eu preferia ficar e cuidar de Alessa – eu comento enquanto Drake me puxa em direção à entrada me ajudando a esquivar dos jornalistas.

- Eu também, mas é importante que eles nos vejam felizes – ele me puxa e me abraça dando um beijo no meu pescoço. Me arrepio toda e coro. Ele tinha que fazer isso?

- Senhor DePiero, senhor DePiero – um dos jornalistas colocam uma câmera na nossa frente – é verdade que o senhor está pretendendo fazer negócios com a Índia? Está por acaso pretendendo de mudar?

- Por enquanto só estou pensando em passar um tempo com minha mulher – ele me aperta em seus braços – mas sim, estou pretendendo.  Minha empresa precisa de um novo molde nas filiais e acho que esse país seria o que estamos procurando.

- E o que sua mulher acha sobre isso? Ela irá com o senhor? – ele coloca o microfone na minha cara.

Olho para Drake em pânico, mas ele somente sorri.

- Bem, - eu gaguejo – se é importante para Drake que eu vá, então eu irei – eu murmuro.

- É verdade que você era a secretaria de Matt Collins das Industrias M&W?

- Não, - eu falo firme – eu não era. Ainda sou. E com muito orgulho. Apenas tomei um tempo de folga para passar com meu marido, mas logo em seguida volto a trabalhar.

Sinto Drake se enrijecer ao meu lado.

O jornalista para mais interessado em minha novamente.

- E porque a senhorita voltaria a trabalhar se o seu marido é multimilionário?

Eu sorri para ele.

- Falou bem. Drake é multimilionário, não eu. Não sou uma golpista nem interesseira.

- Vamos, amor – Drake me puxa e eu respiro fundo.

Sinto meu rosto queimar. Como tive coragem de dizer aquilo?

Embarcamos no jatinho de Drake. Peço uma água e me encolho na cadeira e olho pela janela. Será que estou fazendo certo? Será que vou me arrepender de ter me casado?

- Você está fazendo careta de novo – Drake se senta ao meu lado e me oferece uma taça de champanhe.

- Será que estamos fazendo certo? – pergunto a ele.

Ele não me responde logo de cara.

- Está arrependida? – ele pergunta.

- Não é isso, - falo de repente- só que fico me perguntando se isso vai realmente dar certo.  Somos de mundos tão diferentes, Drake. Eu nunca me encaixaria com isso – gesticulo para toda a sua riqueza em volta do seu jatinho.

Ele bebe o champanhe e depois pega o meu copo e coloca em cima de uma mesinha. E rapidamente pega meu rosto em ter suas mãos e traz seus lábios para os meus.

Meu corpo vibra, meu coração palpita forte enquanto nossas bocas estão conectadas. Ele me puxa para mais perto e sua língua acaricia a minha. É tão possessivo e intenso. Não estava preparada para isso. Para sentir isso.

- O que você estava pensando? – ele me pergunta.

- Hmm não sei – tento organizar meus pensamentos, mas no fundo só quero que ele me beije de novo.

- Muito bem, continue assim – ele sorri – você pensa demais.

Ok.

 

Horas depois, chegamos ao nosso destino final. A ilha de Drake é magnifica mesma a noite. Não vi muita coisa, mas já fiquei animada para começar a explorar o lugar.

Assim que entramos na mansão que mais parecia um hotel de tão grande, fomos conduzidos pelo mordomo. Drake colocou minhas malas em cima da cama e voltou para a porta.

- Vou ver o que tem na cozinha para comer. Troque de roupa e me encontre lá embaixo – ele me fala.

- Tá – eu falo nervosa quando vejo suas malas também aqui.

Iríamos dormir no mesmo quarto?

Abro minha mala e meu coração para. Alessa tinha feito minhas malas e só colocou lingerie de seda e renda. Que vadia! Com que cara eu olharia para Drake agora? Cadê minhas blusas confortáveis e minhas pantufas de Star Wars? Vou matar Alessa!

Gemendo, vou até o banheiro e tomo um longo banho, tirando todos os produtor do meu cabelo e os quilos de maquiagem que me aplicaram. Parecendo mais humana, volto para a maleta e suspiro. Procuro por uma lingerie menos reveladora, mas não tenho muito sucesso. Resolvo vestir uma de seda preta e renda , que mostra um pouco de decote e cintura, mas pode ser contornado com um roupão. Menos mal. Porém quando eu vou vestir, a renda engancha em uma das presilhas que ainda restou do penteado e eu fico meio presa com a lingerie me sufocando. Que droga! Até no Caribe meu azar no para!

Gemendo, grunhindo e dando pulinhos, resolvo que vou destruir a lingerie quando a porta se abre.

- Josie porque est.. você está bem? – percebo o tom de riso na pergunta dele.

- Me ajuda – eu falo e ele se aproxima por trás tentando desalinhar a presilha do meu cabelo.

Quando ele tira a lingerie, eu respiro aliviada.

- Vou matar Alessa. Eu pedi minhas camisetas confortáveis e ela coloca essas coisas perigosas! Olha isso! – eu falo vendo a peça toda rasgada por causa da ajuda de Drake. Mas ele não diz nada e quando olho para cima vejo que ele está me olhando. Muito.

Olho para baixo e quase abro um buraco no chão quando eu percebo que estou apenas de calcinha, sem nenhum sutiã. Tento me cobrir, mas ele me impede.

- Você é linda – ele murmura chegando mais perto.

- Drake. Não – eu falo colocando a mão em seu peito.

- Porque não? – ele me pergunta.

- Não acho que seria uma boa ideia – eu digo.

Seus dedos vagueiam sob minha cintura e eu gemo.

- Você também quer – ele me fala.

Respiro fundo e fito sua boca.

- Só uma vez? Só por hoje? – eu pergunto.

Ele assente.

- Só uma vez. Só hoje – ele repete.

- Ok – eu falo e antes que eu diga mais alguma coisa, sou empurrada para a cama.

A calcinha ficou destroçada junto com a lingerie.

 

UMA SEMANA DEPOIS

 

CASEY

 

 

Bato na mesa de Matt. Ele me olha antes de suspirar.

- O que você quer que eu faça? – Matt me pergunta na maior cara de pau.

- Quero que você fale com seu amiguinho e diga pra ele parar de sair com essas mulheres! – eu falo.

- Não posso pedir isso a ele, Cas. Você sabe.

- Você é o melhor amigo dele. Deve ter algum direito – cruzo meus braços – Adam está saindo com uma mulher diferente a cada noite e juro que quando ele voltar da Grécia, eu vou decapitá-lo! Vou massacrá-lo e queimá-lo em praça publica.

Matt sorri para mim.

- Você também foi fotografada com Richard. Milhares de vezes.

- Sim, em restaurantes. No cemitério! E não em clubes nem festas! Olha só, se ele aparecer ou ligar diga que eu não o quero na minha festa de aniversario.

Matt ri.

- Voce sabe que ele vem do mesmo jeito.

- Eu coloco um segurança na porta para barrar ele – eu invento.

Matt balança a cabeça.

- Vocês dois são o casal mais complicado que já lidei – ele murmura.

- Isso é culpa sua – eu faço beicinho.

Ele ri.

- Minha? Você bebeu?

- Quem bebeu? – Eva aparece na porta.

Olho para Matt e lanço-lhe a mensagem pelo olhar.

- Você sabe – falo para ele – mande meu recado.

- Pode deixar – ele fala.

Eva faz careta para mim e me ignora. Ela tinha ficado no time Adam e estava me evitando ultimamente. Ignoro ela também e volto para o meu apartamento. Richard me manda uma mensagem e vou para a sua casa. A pequena mansão ficava a leste da cidade. Estaciono e logo entro. Observando as obras de arte, o encontro no escritório. Ao chegar eu corro e dou-lhe um abraço.

- Você viu as ultimas manchetes? – ele me pergunta e me mostra a ultima modelo com quem Adam se encontrou.

Aquele traste.

- Sim, fui falar com  Matt, para ele mandar um recado para ele.

Richard sorri.

- Você vai mesmo barra-lo na festa de seu aniversario?

Eu me sento para ficar de frente para ele.

- Claro que não. Mas se ele ousar levar uma dessas vagabundas, eu juro que mato os dois – eu murmuro.

Ele dá de ombros.

- Ainda não consigo entender porque vocês dois brigaram – ele fala – se for por minha causa, eu ligo para ele agora.

- Não, - eu falo – ele tem que entender que eu que resolvo quem é meu amigo e quem não é. Ele não pode me dizer o que fazer. Ele pode ser meu marido no papel. Mas não é meu dono.

Richard suspira.

- Vocês, mulheres são... complicadas.

- Está do lado dele também? – eu falo.

Ele joga a cabeça pro lado.

- Que? Não, não, não. Estou do seu lado, claro – ele sorri.

- Aah, bom – eu murmuro.

Eu me levanto.

- Bem, nos vemos depois. Vou me encontrar com Alessa para finalizar os preparativos da festa.

- Qualquer coisa pode contar comigo – ele se oferece.

- Pode deixar – eu sorrio para ele e pego minha bolsa.

 

A minha pequena festa será na nova mansão que meus pais compraram para quando eles estivessem com saudades de mim, ficarem aqui. Eu ofereci meu apartamento, mas eles declinaram com delicadeza. Até ofereceram para eu morar com eles. Mas gostava do meu cantinho.  E futuramente seria só meu porque Eva ia se casar e como ela não está gostando muito de mim ultimamente então ela não veria muito problema me deixar sozinha.

 Dias se passaram e não tive mais nenhuma noticia de Adam. Foquei no trabalho e em preparar minha festa. Os jornais não se falava em outra coisa já que era o primeiro aniversario que a herdeira dos DePiero estaria presente.

Mesmo de cadeira de rodas, Alessa me ajudava em tudo. Ela tentava não transparecer, mas ela já estava começando a ficar inquieta em não poder andar. Ela estava fazendo fisioterapia a mais ou menos um mês e já estava ficando impaciente. E Will, sempre estava lá para ajuda-la.

 

O dia finalmente chegou e eu estava nervosa. Me olhei no espelho e meu vestido vermelho parecia glorioso. Sorrindo, eu abro a porta e Matt e Eva aparecem.

- Cas – Eva salta e me abraça. – Parabéns, amiga. Desculpa por ter sido uma idiota!

- Não é lugar para isso, Eva. – Matt fala e me abraça. – Parabéns, Casey.

- Obrigada, gente.

Matt me entrega uma caixinha.

- É meu e de Eva.

Pego curiosa e abro. É uma linda pulseira incrustada de diamantes.

- Oh, é lindo – eu falo.

- Use-o durante toda a noite – ele pisca para mim.

- Claro que vou – eu falo e Eva me entrega outro.

- Esse aqui é de Adam – ela fala – ele me mandou mais cedo. Ele disse que usasse hoje a noite.

Abro a segunda caixinha e um lindo colar de diamantes surge. Ofego de prazer.

- Vocês me mimam tanto!

Matt sorri.

- Espero que goste.

- Claro que sim. Me ajudem a colocar!

Matt me ajuda a por o colar enquanto Eva me ajuda a por a pulseira. Me vejo no espelho e pareço uma princesa.

- Obrigada, pessoal – eu falo.

Desço para receber os convidados e Richard chega carregando um buque e uma caixinha.

- Rick! – abraço e ele me entrega as flores.

- Parabéns, linda.

- Obrigada.

Nas horas que se passam, recebo os convidados e converso com os meus pais. Danço com metade da sociedade e me socializo com varias pessoas importantes, com contatos que irei precisar para depois.

Subo para o meu quarto para retocar a maquiagem quando o vejo no espelho. Me viro e Adam está sorrindo de terno e uma rosa vermelha.

- Achou mesmo que eu não vinha de penetra? – ele faz piada.

- Claro que não. Cade suas modelos?

- Deixei em casa.

Não digo nada.

- Gostou do colar?

- Quem não gosta de diamantes?

- Não vai me agradecer? – ele pergunta.

Me levanto e pego sua gravata, puxando-o.

- Claro que sim. Um presente desses, devo agradecer muito bem – eu falo e sou empurrada para cama.

Adam levanta meu vestido e rasga minha calcinha, atirando-a no chão. Sua língua invade minha boceta que já está molhada e chupa.

Porra , como estava com saudades. Acho que vou gozar só com isso.

- Senti falta da sua buceta – ele me fala antes de enfiar dois dedos. Grito ofegante e o empurro para debaixo de mim. Desabotoou sua calça e tiro seu pau. Sem preliminares, ele me fode duro e rápido. Gritamos como doidos e gememos. Quando acabamos, nossas roupas estavam no chão e ainda estávamos arfando.

- Isso foi ótimo – eu falo me sentando.

- É, até que foi – Adam diz sorrindo.

- Vamos, anda, pega suas coisas, temos uma festa para ir – eu falo.

- Calma, gatinha. Além de velha, ficou apressada agora?

- Olha, isso nem era para ter acontecido, ok? Sai daqui. Agora me lembrei que odeio você!

Adam se levanta e revira os olhos.

- Até parece que você não estava gemendo e gritando meu nome agora a pouco.

- Foi um deslize, eu..

A porta se abre e Richard entra. Ele abre a boca, mas depois sai fechando a porta depressa.

Adam me olha por um momento antes de pegar suas coisas e sair. Sem dizer nada. Corro para o banheiro para me limpar e me retocar. Quando estou perfeita, saio do quarto e volto para a festa.

A festa acabou já era quase três da manha. Todos foram embora, inclusive Richard, que nem tive tempo de explicar o ocorrido no quarto. Ele parecia... triste. Mas deixei pra lá. Depois eu falava com ele.

Fui até a cozinha e ouvi um barulho lá fora. Será que é um dos seguranças? A porta estava aberta então presumi que seria alguém da cozinha. Quando peguei na maçaneta para fechar a porta, sou puxada e agarrada. Tento gritar, mas é tarde demais. Já estou sendo sedada.

A escuridão é minha amiga.

 

 

 



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