História Você é o Meu Ódio, Mas Também o Meu Amor - Capítulo 13


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Bia, Castiel, Charlotte, Iris, Kentin, Kim, Li, Melody, Peggy, Personagens Originais, Priya, Professor Faraize, Rosalya
Tags Amor Doce, Colegial, Gamer, Jogos
Exibições 56
Palavras 2.438
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Hentai, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oie, mais um capítulo <3 Desculpe a demora T-T

E gente, já criei o grupo no Whats, se você não está participando e tem interesse, coloca seu número nos comentários ou então me manda por mensagem.

Boa leitura.

Capítulo 13 - Paintball


Levantei a minha cabeça da escrivaninha e resolvi descer e ir até a cozinha. Desci e vi minha fazendo o jantar.

— Oi mãe, está fazendo o que de jantar? — Perguntei me sentando em uma das cadeiras.

— Macarronada!

— Macarronada…? – Falei com uma voz sonolenta — Aaaarh, eu estou com sono! — Falei colocando a cabeça na mesa e cruzando meus braços em volta dela.

— Ora, então vá dormir

— Mas eu tô com fome!

— Então coma.

— Mas eu tô com sono.

— Então coma e durma.

— Eu não posso fazer essas duas coisas, eu não consigo. — Falei levantando a cabeça e apoiando no encosto da cadeira, deixando os braços soltos.

— Deu Game Over, né?

— Sim…

— Por isso que você está assim?

— Sim…

— Ah vai, deixa de choro

— Mas mãe, eu estava quase virando o jogo, quase… E eu nem fiz o Checkpoint. O meu último foi la na puta que pariu.

— É… Eu não posso fazer nada, apenas posso lhe dizer que você se fodeu.

— Mãe, não precisa deixar as coisas tão óbvias!

— Ah, então coma. Você sempre faz isso quando esta chateada, né?

— Sim, mas não quando estou com sono.

— Ai, ai…

Ficamos conversando por alguns minutos e finalmente o jantar ficou pronto, todos nós nos sentamos e começamos a comer.

— Espere, cadê o Bryan? — Perguntou minha mãe olhando ao redor.

— Está na casa da namorada. — Falei com a mesma os seca de sempre.

— Aaah… Falando em namorada, você já está namorando? — Perguntou minha mãe com um sorriso no rosto, talvez esperando um "sim" como resposta.

— Não. — Falei olhando para meu prato.

— E aquele vizinho? Como era mesmo o nome dele? — Falou com um dedo no queixo.

— O Armin? — Se intrometeu Max.

— Isso! Armin! Então, estão se dando bem?

— Ah, claro, estamos ótimos, amigos, melhores amigos! — Falei sarcasticamente.

— Mas pra falar a verdade, vocês são um belo casal! — Falou Max.

— Nem viu ele é tá falando — Murmurei ainda olhando para o prato.

—Hm?

— Ai, terminei, irei dormir, boa noite. — Falei me levando e indo até as escadas.

Fui para meu quarto e deitei na minha cama fitando o teto.

— Por que elas ousam falar dele? Sabem que eu não gosto dele.

— Não gosta de quem?

— Aaaaah — Gritei mas logo coloquei a mão na boca — O-o que você está fazendo aqui? Não se esqueça que você ajudou a cagar no meu cabelo.

— Eu vim te ver.

— O inimigo passou para o outro campo? — Falei de braços cruzados o encarando.

— Ahn… Então, o seu cabelo tá melhor? — Perguntou ele ignorando a minha pergunta.

— Quê? Sabia que não é nada educado responder uma pergunta com outra pergunta? E pra quê quer saber?

— Hm, pra saber.

— Pela minha cara ele tá ótimo, né? — Falei indo até a porta e saindo.

Entrei no banheiro, apoiei minhas mãos na pia e fiquei encarando o espelho. Tirei o capuz e soltei meu cabelo, até que tava melhorzinho. Peguei minha escova e comecei a escovar os meus dentes, dessa vez não me afoguei com a espuma.

Sai do banheiro e voltei para meu quarto e Armin ainda estava lá, na minha cama, na MINHA cama.

— Ainda tá aqui? — Perguntei fechando a porta atrás de mim.

— É.

— O que você quer hein, caralho? — Falei abrindo a porta do meu guarda-roupa para pegar um pijama.

— Tava no tédio.

— Pff, a pessoa tem um milhão de jogos, e fala que tava no tédio!? — Falei levantando a minha camisa para tirá-la.

— E-espera, vai se trocar aqui? — Perguntou ela corado então parei.

— Claro, aqui é meu quarto, se quiser é só virar pro lado. — Falei tirando minha camisa.

Tirei minha roupas e coloquei o meu pijama, que no final das contas era bem curto, mandei bem, um garoto no meu quarto e eu com um pijama mais curto que tudo, mandei bem! Me deitei na cama e Armin virou.

— Vou dormir, vaza daqui. — Falei com os olhos fechados mas fui totalmente ignorada.

— Ande, não gosto de ser observada quando durmo. — Falei e senti algo do meu lado, me virei e vi Armin deitado de lado com os olhos fechados, tão fofo, não pera, fofo não, ai meu Deus!! — É sério?

— Shii, quero dormir. — Falou ele com uma voz sonolenta, tão FOFO! Não pera, quê? O que está havendo comigo?

— Chato. Só não discuto porque não consigo. — Falei me deitando fechando os olhos.

[…]

Acordei abrindo os olhos lentamente, olhei para o meu lado direito e vi que era 6:21, pelo visto faz bem dormir cedo. Olhei para o lado e vi Armin dormindo, parece um anjo… Pera, pera, pera, o que ele está fazendo aqui?

Eu bebi ontem? Me droguei? Caralho, vou me matar — Pensei sentada na beira da cama fitando o chão — Preciso acordar essa praga, mas ela tá tão fofo! O que eu faço? Queria tirar uma foto, mas isso vai ser estranho.

Sai dos meus pensamentos e me levantei. Fui ao banheiro e me despi, tomei um banho rápido mas relaxante, vesti meu pijama e fui até a pia, dei uma escovada rápida e sai para o meu quarto.

Entrei e vi Armin acordado sonolento com um sorriso no rosto, juro que senti meu nariz sangrar.

— Bom dia!

— Por que dormiu aqui? — Perguntei jogando um Mario de pelúcia nele.

— Ah sei lá

— "Sei lá"? Sei lá? Você me dá um simples "sei lá"!? Você me drogou? Fez "sei lá o que"? O quê que tu fez hein? Nunca deixaria você dormir aqui. Nem hoje e nem morta!

— Não seria nunca?

— Eu falo como eu quiser!! Ta, agora rala daqui!

— Ok, ok, mas não chore, vamos nos ver novamente — Falou ele segurando na porta da sacada.

— Não queria, mas é a vida. — Falei e ele saiu.— Ai caralho, é sério que dormiu um garoto no meu quarto?! Sempre pensei que o primeiro garoto seria o Lys, oh shit, minha vida é tão boa!

Fui em direção ao meu guarda-roupa, peguei uma blusa de seda azul escuro com mangas curtas e uma saia rodada curta preta acima do joelho. Me vesti e coloquei a blusa por dentro da saia e calçei uma sapatilha preta, ajeitei meu cabelo deixando ele solto.

Peguei minha bolsa e coloquei os materiais do horário de hoje. Peguei meu celular, câmera, PSP e coloquei tudo dentro dela.

— Pff, preciso começar a usar o meu armário — Falei olhando para a chave que estava em cima da minha escrivaninha — É, eu preciso. — Falei pegando a chave e colocando na minha bolsa.

Abri a porta e desci para a cozinha.

— Olá, todo mundo.

— Keiko acordada à essa hora? Está doente? — Perguntou meu pai bebendo uma xícara de café.

— Nossa, pai, magoada aqui.

— Vai querer tomar café da manhã?

— Não, só um leite está bom. Faz pra mim?

— Minha querida, você ficou na minha barriga por nove meses, então nesses nove meses deu tempo de você conseguir dois braços e duas pernas, então está na hora de você ultilizá-los!

— Nossa, era só dizer não. — Falei abrindo a geladeira e pegando a caixa de leite.

Peguei um achocolatado (N/A: Não vou falar qual para evitar certas tretas, adiciona qual é o seu no lugar do "achocolatado") e coloquei duas colheres do mesmo no meu leite, o levei para o microondas e coloquei trinta segundos.

— Lets say sunshine for everyone, but as far as I can remember. — Cantei com os cotovelos apoiados na bancada, até escutar um "pi, pi, pi". Me ajeitei e fui pegar o meu leite.

O bebi e deixei o copo em cima da pia e fui para onde todos estavam.

— Tchau, estou indo. — Falei dando um beijo na bochecha da minha mãe.

— Tchau, toma cuidado.

— Mãe, o colégio é bem ali — Falei olhando pra mesma — Tchau, pai — Falei dando um beijo em sua bochecha.

— Mas esse "bem ali" pode ser perigoso, você pode tropeçar, cair e espatifar a cara no chão. Ah, e leva o guarda-chuva, pode ser que chova hoje.

— Mãe, você viu a hora? Não chove cedo. E além do mais, o tempo só está fechado e não nublado — Falei rindo e indo para a porta.

— Ok, só não diga que não avisei.

— Se chover te ajudo com a louça. — Falei rindo e indo até a porta.

Sai de casa e vi que o clima estava calmo, um friozinho, mas um friozinho bom.

— Hm… É hoje que eu não faço nada. — Falei respirando fundo com os olhos fechados.

Andei um pouco e pude ver Alexy e Armin, dessa vez ele não tá fofo.

Mas parando para pensar… Por quê que as vezes eu odeio ele mas ao mesmo tempo acho ele fofo? Se bem que acho ele fofo quando está dormindo e quando acorda — Pensei andando enquanto escutava alguém chamar pelo meu nome — Nós nos odiamos, mas as vezes ele é tão… Tão… Legal comigo, agora só me falta essa praga pegar no meu pé, mesmo ele já pegando, ele é meu amigo, não, essa não é a palavra certa, talvez, meu... Meu… O que é esse som irritante me chamando ?

— O que é? — Falei com a voz um pouco alta.

— Nada, você só está andando sem falar nada, pensei que tava "perdida".

— Só estava pensando nada de mais.

Chegamos na escola e todos estavam no pátio, ainda vai ter mais jogos? Péssimo dia pra isso.

Fui até a minha sala e coloquei minha bolsa pendurada no encosto da cadeira. Sai e fui para onde todos estavam.

A diretora nos mandou vestir uma roupa de proteção não sei pra quê, mas ok. Fomos até a sala indicada e vi roupas meio que de guerra, com certeza isso é paintball, agora aqueles cuzões vão ver o que é bom pra tosse.

Vesti a roupa e voltei junto com todos para o pátio.

— Então, como vocês sabem estamos no evento da escola, e esse será o paintball. Para essa prova vocês terão que eliminar o time rival. — Falou a diretora distribuindo as armas de tinta e um sorriso brotou em meus lábios.

— Diretora, posso fazer sozinha? — Perguntei com uma mão levantada.

— Contra eles? Tem certeza?

— Sim!

— Ok, você que sabe. Então, está aberto o segundo evento de Sweet Amoris! Boa sorte a todos— Falou a diretora então me enfiei na mata em um piscar de olhos.

POV Lysandre

— Acho que ela está com raiva de nós… — Falei andando ao lado do Castiel.

— Isso torna o jogo mais interessante! — Falou Castiel sorrindo.

— Tá louco? Sabe o que se chama entrar nessa floresta com a Keiko escondida nela? Suicídio!

— Bom, nós não podemos perder, então vamos enfrentar a fera.

POV Rosalya

— Acho que seria bom se a gente tomasse um pouco de cuidado… — Falou Pryia.

— Nunca se sabe da onde eles vão atacar. — Falei olhando ao redor atentamente.

— Acha que a Keiko vem atrás da gente? — Perguntou Pryia.

— Certeza que sim!

POV Alexy

— Eu disse que ela iria nos matar, agora ela tem uma arma! — Falei

— Ali só tem tinta Alexy! — Falou Nathaniel.

— Mas ela pode colocar pedras…! — Falei com um tom choroso.

— Ela não faria isso, faria?

POV Keiko

— Ok Keiko, finja que isso é apenas um dos seus jogos de tiro — Murmurei subindo em uma árvore — Aqueles fdp's do caralho, não vai ficar assim, não vai mesmo! Eu vou acabar com todos vocês! Vou torturá-los até a morte! Arrancarei dedo por dedo, cortarei até o último fio de cabelo, vou queimá-los com as minhas chamas do inferno! Ou talvez eu só atire essa tinta mesmo. Poderia jogar um pouco, mas esqueci meu PSP na sala, esse povo demora muito.

POV Rosalya

— Mas onde caralhos esse povo se enfiou? Era pra ficar na floresta, não na puta que pariu! — Falei olhando ao redor.

— Kyah, ataque aéreo.— Falou Pryia correndo, não acredito que a Keiko está na árvore!!

— Vamos para o leste! — Falou Kim e saiu correndo — Ah! Castiel! — Falou ela levando um tiro.

— Foi mal Kim, mas é só um jogo. — Falou Castiel e começou a correr atrás da Priya.

— Droga! Eu não nasci pra isso porra! — Falou correndo e levou uma queda — KYAH!

— Mal Pryia, mas eu não pretendo perder! — Falou Lys dando um tiro nela.

— Droga… — Falei e comecei a correr pela floresta — Ah... Keiko… Que bom… AH!

— Foi mal, mas você também participou baby.

— … — Ela me acertou com vários tiros e saiu.

— Vamos para o início? O jogo já está acabando. — Perguntei para o Pryia.

— Vamos. — Falou ela e saímos.

POV Armin

— Idiotas, babacas, bobões. — Resmungava a Keiko.

— Ei! — Falei puxando a sua mão.

— Eu a vi por aqui! Vamos! — Falou Castiel passando correndo.

— E-espera, você é meu inimigo!

— Caguei pra esse jogo! — Falei me sentando.

— Não, sério, não só no jogo, mas na vida também. — Falou ela rindo.

Alguém se aproximou conversando.

— Armin a gente já termi– Keiko?

— … — Ela atirou neles — Oi.

— Como? MAIS QUE FILHA DA PUTA! — Falou Alexy 

— Vocês que abaixaram suas guardas. — Falou sorrindo.

— Isso vai ter volta! Vamos, estão nos esperando no início. — Falou Nathaniel e eles saíram.

POV Keiko

Andamos até a entrada e novamente tinha pessoas para assistir aquilo. A diretora e os professores estavam nos aguardando.

— E quem ganhou? Isso mesmo, o mito aqui.

— Não vale! Você ganhou todas as competições! — Falou Alexy.

— A culpa não é minha se sou foda, lindo — Falei dando um beijo no ar. — Beijos… Fracassados.

— Eu não vou jogar mais porra nenhuma! Saco! — Falou Pryia e saiu andando.

— Parabéns a todos! Aos que perderam terão que lavar as roupas. 

Continua…


Notas Finais


Lembrando: Se quiser participar do grupo coloca o seu número!

Bjus!


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