História Você em mim. - Capítulo 8


Escrita por: ~ e ~Nanna_Ciel

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), NU'EST
Personagens Aron, Baekho, J-hope, Jimin, Jin, Jr, Jungkook, Minhyun, Rap Monster, Ren, Suga, V
Tags Abo, Hopemin, Jihope, Jimseok, M-preg, Namgi, Namjin, Omegaverse, Sugamon
Exibições 142
Palavras 3.403
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Adultério, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá pessoal, como estão todos? Eu espero que bem.
Então... Ah é, tem lemon nesse capítulo XD
Mas antes que fiquem muito animadas (os) quero informar que à algum tempo atrás eu escrevi a minha primeira cena de drama (uns 2 ou 3 anos atrás) e descobri não só que eu sabia escrever um cena de drama bem, como adorava.
Então, bem, o lemon de hoje é todo trabalhado na sofrencia.
Apreciem.
E lembrem. Namjoon é meu amorzinho <3
Boa leitura.

Capítulo 8 - Pecados do passado


Fanfic / Fanfiction Você em mim. - Capítulo 8 - Pecados do passado

– O clima deste restaurante é agradável né? – Minhyun disse assim que sentou na cadeira da mesa no restaurante do shopping.

 – Sim, eu gosto bastante daqui, quando venho com os meninos e eles não imploram para comer hambúrgueres industrializados, almoçamos aqui. - Jin responde retirando o cardigã  que usava e o colocando na cadeira ao lado de sua bolsa. 

– Comer lanches diferentes de vez em quando não faz mal a eles Jin, não seja tão rígido. – Minhyun diz ao amigo. – É normal nessa idade gostar de comer coisas diferentes, vocês quase não saem de casa e...

Minhyun parou imediatamente seu discurso, quando viu entrando no restaurante um homem de presença forte, era alto, corpo robusto, trajava calça jeans azul escura e uma camisa branca solta levemente transparente, tinha os dois primeiros botões abertos, deixando a mostra parte da clavícula. A testa levemente suada só ressaltava ainda mais sua beleza. Os cabelos negros alinhados para trás, tinha algumas mechas caídas dando um ar ainda mais charmoso. A face linear quadrada, o deixavam visivelmente mais másculo. O homem falou com a recepcionista que com as faces rubras, lhe indicou o caminho para que ele a seguisse até a mesa.

 – Um alfa... – foi tudo que Minhyun conseguiu dizer.

Jin que olhava o cardápio concentrado, parou por um instante ao ouvir o amigo falar. Franziu o cenho e lentamente se virou, levando um leve susto ao perceber o alfa passando bem ao seu lado, indo em direção à mesa mais a frente. 

– Minhyun já disse para não fazer isso! – Jin sussurrou. 

– M-Me desculpe, não pude evitar, o homem entrou e encheu o ambiente, foi impossível não olhar para ele. 

– Comporte-se, nada de ficar encarando ele. Da última vez que um desses apareceu tivemos que sair às pressas do supermercado porque você já estava ficando alterado. – o ômega mais velho dizia. 

– Nem me fale só a lembrança daquele alfa se aproximando de mim e tocando meu ombro, já me faz ter arrepios.

Ambos sorriram. 

– E Jin, vai me dizer que não se sente um ômega mais atraente, por saber que mesmo depois de família e filhos a outros alfas que se interessam por nós? – Minhyun concluiu.

– Bem… Não posso negar que a possibilidade é intrigante, nada mais que isso. Eu amo Namjoon e meus filhos, eles são o que eu tenho de mais precioso. Eu jamais faria algo para magoá-los, eu os amo incondicionalmente. -Jin dizia voltando seus olhos para o cardápio.

Depois que fizeram seus pedidos, Minhyun se levantou dizendo que iria ao toalete, mas antes sussurrou para que somente Seokjin escutasse.

– Acho que ele gostou de você, não para de olhar para cá. – sorriu. 

– Minhyun… Volte aqui! – Jin ralhou baixo. O amigo não lhe deu ouvidos, saiu o deixando sozinho.

 – Um ômega de família não pode nem comer uma refeição em paz. – Jin bufou para si mesmo. Pegou o celular para conferir se não haviam mensagens de Namjoon e não percebeu quando o mesmo alfa que havia chegado a poucos minutos se aproximou educadamente de sua mesa.

– Boa tarde. – ele sorriu. – Não quero incomodar seu almoço e de seu amigo, mas é que… – o rapaz o olhou de cima a baixo. – Você é extremamente bonito, assim que eu entrei fiquei encantado com a sua beleza, nunca encontrei um ômega do seu porte...

– Oh... Desculpe! - Jin disse o interrompendo. -Eu sou casado e muito bem-casado.

– Ah... Perdão. – o alfa estava visivelmente desapontado. – Bem, então fique com o meu cartão, caso queira sair para beber alguma coisa ou conversar. Qualquer coisa me ligue. – o rapaz deixou o cartão em cima da mesa, deu um sorriso gentil e se afastou. 

– Por Gaia! – o ômega disse enquanto escondia o rosto levemente corado com o cardápio, para que ninguém visse seu estado.

– De tanto andar com você em locais públicos estou passando a observar mais a limpeza deles assim como você faz, isso é cruel Jin... – Minhyun falou distraído enquanto se sentava na cadeira em frente ao amigo.

– Sério? – Jin tentava parecer tranquilo. 

– O que aconteceu? Você está com as bochechas um pouco vermelhas, tá passando mal? Quer alguma coisa...?

– Minhyun, fica quieto! – Jin mantinha o cardápio tampando uma parte do rosto para que o alfa da mesa mais a frente não  percebesse.

– Então porque está assim? – foi então que Minhyun percebeu o cartão em cima da mesa, concluindo por si só o que havia acontecido. – Eu não acredito! Ele veio falar com você? – o mais novo começou a rir, levando um pequeno tapinha de Jin.

– Não ria, ele me pegou desprevenido, mas eu soube me sair bem. Ele tem uma presença forte. Deve ser universitário, e sim ele é realmente bonito. - Jin disse por fim.

 – Viu só? Essa sensação de ser desejado por outra pessoa que não seja nossos alfas é boa né? Saber que não somos somente ômegas que procriam e que estão disponíveis aos alfas quando eles querem. Eu amo Jonghyun, mas às vezes eu sinto falta de ser desejado sabe? De saber que outros homens me acham bonito também.

– Nisso eu tenho que concordar com você. – o mais velho estava mais relaxado.

– Não é sempre que Jonghyun fala que eu sou bonito ou atraente. Na verdade faz um bom tempo que ele não fala. Então, ter esses tipos de sensações de vez em quando faz bem. Não é errado sentir isso, além do mais você é lindo, eu já lhe disse que você é o único ômega que eu conheço que teve três filhos e continua tão belo como se não tivesse nenhum, dá de dez a zero em muitos novinhos por aí. – Minhyun falou e em seguida suas refeições chegaram.

– Bem, eu não tenho muito o que reclamar, Namjoon é sempre muito presente como marido, até demais como eu sempre falo, ele não deixa de me elogiar e dizer o quanto eu sou lindo e importante para ele. – Jin sorriu bobamente. – Essas semanas ele anda trabalhando demais e desde que Jimin começou a namorar ele está um pouco mais distante de mim. Espero que ele se acostume com o relacionamento do filho o mais rápido possível e então ficará tudo bem novamente. – Jin disse confiante. Em seguida ambos começaram a comer.

*

*

*

Poucos dias haviam se passado desde o almoço desastroso de domingo, Namjoon encoberto pela máscara de pai preocupado tinha conseguido arrancar de Jimin informações importantes sobre o genro e o irmão.

Ele no momento lutava contra a vontade de simplesmente aparecer na porta do apartamento de Min ou lhe ligar. O telefone em sua mão tinha o número discado em sua tela. Namjoon era um alfa e sempre se orgulhava de agir como tal, não deixava se amedrontar por decisões a serem tomadas. Apertou o botão de chamar, tocou uma, duas, três, quatro vezes até Min atender.

“Min Yoongi.” Namjoon segurou a vontade de suspirar, aquela voz, rouca, lhe enlouquecia. “Alô?” Yoongi falou novamente. “Yoongi.” Foi a única coisa que Namjoon disse e Min do outro lado da linha soube de quem se tratava, espremeu os olhos e apertou o telefone fixo em sua mão... “Namjoon?” Mesmo que tivesse certeza de quem se tratava, perguntou. “Precisamos conversar.” Namjoon disse, sabendo o quanto seria difícil convencer Yoongi a lhe encontrar. “Não temos nada para conversar. Por que me ligou?” Namjoon sorriu triste. Ah Yoongi, se este soubesse o quanto era benquisto para o alfa, não lhe trataria tão friamente. “Yoongi precisamos conversar, você sabe disso, talvez eu devesse lhe fazer uma visita, o que acha? Consigo me liberar aqui dentro de uma ou talvez duas horas, o que me diz?”

“Eu digo que não. Eu não quero receber você em minha casa, não quero ver você ou falar com você, por que me persegue? Acha que foi fácil para mim estar com a sua família?”

“Exatamente por isso Yoongi que lhe digo que precisamos conversar, acha que não teremos que nós encontrar novamente? Jin adora fazer almoços em família e a partir do momento que seu irmão começou a namorar meu filho, automaticamente passou a fazer parte da família, não que isso me faça feliz mas…” Namjoon revirou os olhos, pensar em Hoseok sentado a sua mesa desfrutando da comida feita por seu ômega e de seu filho lhe desagradava. “Namjoon...”  Yoongi murmurou desgostoso, por que o alfa simplesmente não esquecia de sua existência? Ele tinha tudo, uma família linda, o que ele queria consigo? “Por favor, me deixe em paz.” Pediu num sussurro, como se clamasse aos céus. “Eu deixarei Yoongi, eu prometo! Mas antes, eu preciso conversar adequadamente com você. Por favor.”

“Você venceu.” Yoongi respondeu bravo consigo mesmo, se dando por vencido. “Anote meu endereço.”

*

*        

*

Duas horas se passaram, duas horas em que Yoongi não soube o que fazer, como deveria agir? Como se não fosse nada? Como se fosse tudo? Yoongi não conseguia se compreender quando o assunto era o alfa, duas horas se passaram com este andando de um lado pro outro, tentando decidir o que deveria fazer, o que falaria, duas horas se passaram sem que ele decidisse nada, duas horas gastas pensando em Namjoon, duas horas até que enfim seu interfone tocasse.

Abriu a porta, querendo ostentar uma face de revolta de desprezo, falhando, pois se importava demais com o outro, com o sorriso do outro, com o cheiro dele, com o olhar dele.

Suspirou e quando Namjoon passou por si para entrar no pequeno apartamento ofegou, sendo tomado pelo cheiro forte do alfa, fechou a porta e bons segundos foram usados para que um admirasse o outro.

Eram quase quatro anos sem se verem, Yoongi não sabia o que fazer, não sabia como agir perto de Namjoon.

– Então… – falou baixinho, rolando os olhos pelos cantos da sala, tentando não focar no alfa que sentava em seu sofá.

– Então… - Namjoon repetiu. – Podia preparar um chá para nós, não acha?

Min revirou os olhos e bufou, indo para a cozinha.

O apartamento era pequeno, a sala era um único cômodo junto da cozinha, dividida por um balcão americano que servia de mesa, dois quartos e um único banheiro, era o que os irmão podiam pagar no centro de Seul.

– Você e seu irmão moram aqui há quanto tempo? – Namjoon perguntou, Yoongi de costas para ele, concentrado em encher a chaleira com água, não via que este olhava para alguns poucos porta retratos em cima de uma prateleira qualquer.

Era Yoongi com os pais, Yoongi com Hosoek, Yoongi com alguns políticos renomados, Yoongi com outro Homem, sorrindo alegre, o braço deste em cima dos ombros do beta e atrás de ambos uma imagem famosa nova-iorquina.

– Para onde foi, quando fugiu de mim? – a raiva em sua voz era notória, sua mão apertava a porta retrato, quem era aquele homem? Quem era aquele que achava que podia tocar naquele que ele tanto queria?

– No que isso lhe importa? – Yoongi deixava a chaleira no fogo.

– Tudo em relação a você me importa, me diga, por favor? – Ah… Namjoon infelizmente sabia muito bem como manipular aquele beta, usando uma voz doce, deixando que seu odor tomasse conta do lugar, fazendo com que as pernas delicadas do beta ficassem trêmulas.

– Aceitei sem pensar uma proposta em Nova York, passei dois anos lá, ajudando o novo cônsul a conhecer nosso país, para que ele entendesse nossa cultura e costumes quando enfim tomasse a embaixada. – disse servido o chá nas xícaras. Namjoon o admirava. Era tão bonito!

Yoongi vestia uma blusa simples, branca de manga cumprida e gola v, calça jeans e nada nos pés. E ainda assim… Era belo como o próprio paraíso.

O deixava sem ar.

Yoongi era uma beta, não tinha artifícios genéticos para desestruturar um alfa, ou um ômega, Yoongi era simplesmente belo, delicado e doce.

Namjoon se aproximou do balcão americano onde Yoongi deixará a sua xícara, tomando um gole do chá olhando fixamente para o menor. A beleza de Yoongi era tão aterradora que ele nem mesmo fizera careta pelo chá estar sem açúcar.

– O que deseja de mim Namjoon? – Yoongi perguntou bebericando de seu chá, um dos pés apoiados na panturrilha da outra perna, escorado lateralmente na ponta do balcão. Yoongi não deveria perguntar esse tipo de coisa a Namjoon, não quando Namjoon queria tantas coisas de si.

– Me diga o que quer? Para que veio até aqui? – perguntou Yoongi se irritando com o silêncio do outro. Namjoon se aproximou, largou sua xícara em cima do balcão e pegou a de Yoongi de suas mãos lhe dando o mesmo destino da outra.

– Eu quero sentir o seu gosto doce novamente. – os olhos do alfa brilhavam, Yoongi ofegou e tentou sair, mas era tarde, Namjoon lhe prendia com os braços apoiados no balcão lhe mantendo quase colado em seu corpo.

– Pare com isso! – tentou soar firme, mas a única coisa que conseguiu foi atiçar mais o outro ruborescendo.

– Não... – Yoongi sussurrou fechando os olhos quando sentiu os lábios grossos do alfa se encontrarem com a pele de seu pescoço. – Não quero! – mais uma recusa miada, enquanto a mão de Namjoon se encaminhava para suas costas, levantando sua blusa e apertando o quadril fino.

– Eu sei que você me quer Yoongi. – o alfa disse, olhando para o rosto afogueado do beta. – Eu sei, por que lhe quero na mesma intensidade. Vê? – pegou a mão de Min e a colocou em cima de seu coração. – Vê como ele bate louco por você? – Yoongi esmoreceu, perdendo as forças.

Olhando para Namjoon com um olhar cheio de desejo, paixão, loucura e tesão. Namjoon sorriu, as covinhas aparecendo, minimizando o sorriso safado pregado em sua face.

– Eu senti tanto a sua falta. – a mão que segurava a de Yoongi soltou esta, indo para a nuca do menor, agarrando os fios descoloridos pintados de rosa opaco. – Você sentiu a minha? – perguntou sussurrando, a boca a centímetros da de Min, o nariz afundado na bochecha avermelhada do beta, aspirando o cheiro doce que esse tinha, fraco, quase imperceptível, uma condição dos betas, os sem cheiro, mas Namjoon sentia tão forte, quanto sentia o cheiro de Jin, tão doce e convidativo quanto uma suculenta sobremesa.

– Suga... – murmurou o apelido carinhoso que ele mesmo criará para o beta, do qual somente ele fazia uso.

E foi o suficiente para ter sua boca atacada pelo baixinho, a língua aprisionada pelos lábios finos e famintos do beta, os ombros apertados, os gemidos engolidos. Em instantes tudo pegava fogo, como se gasolina e brasa tivessem se encontrado, como se um incêndio tivesse se iniciado, como se o mundo fosse deles.

Namjoon arrancou primeiro a blusa de Yoongi, depois lhe sentou na ponta do balcão, tirando a calça do outro, junto com a peça íntima, tinha pressa, porque tinha tanta saudade daquele pequeno.

Tinha Yoongi novamente entregue a suas carícias e não desperdiçaria nada.

Voltava a roçar os lábios pelo pescoço deste, mordendo, chupando, Yoongi nu a sua frente, a sua mercê, convidativo, bonito como uma pintura renascentista, Yoongi era seu e sempre seria, o beta tão descontrolado quanto o alfa se apertava contra esse a intimidade já tesa e molhada, as pernas afastadas o máximo que podia, a boca já avermelhada e machucada pelas mordidas, mas nada daquilo parecia ser suficiente para apagar aquela chama que lhe queimava por dentro.

– Tira! – rosnou impaciente tentando abrir a calça de Namjoon. Este sorriu se afastando e retirando a peça de roupa, parando para admirar o pequeno presente dos Deus a sua frente.

Se masturbou um pouco, ficando totalmente duro, com a ajuda da imagem a sua frente e de sua mão. Mordendo os lábios para não gritar o quanto queria aquele branquinho.

Yoongi desceu do balcão, num pulinho, virando de costa para Namjoon e encostando o peito na base fria onde antes sentava.

– Joonie... – gemeu arrastado, balançando o quadril, por Deus Namjoon enlouqueceria a qualquer momento.

– Diz que sentiu minha falta. Diz, por favor. – Namjoon falou, se curvando sobre o outro a intimidade dura passando pelas nádegas brancas.

– Namjoon... – Yoongi engasgou, quando sentiu um dedo coberto de saliva entrar em si, o membro de Namjoon tocando-lhe, o cheiro de Namjoon, a voz de Namjoon.

– Diga, diga que sentiu saudades de mim, diga o que quer, diga... – os lábios deste deixando rastros de calor em suas costas, deixando por onde passavam marcas, marcando Yoongi como seu, sempre seu.

– Eu senti. – disse rebolando no dedo do outro, o sentindo ir fundo, se movendo, procurando algo.

– Sentiu o que Yoongi? – Namjoon achou o que procurava, apertando ali com força, fazendo Yoongi gritar a plenos pulmões, apertando as beiradas no balcão com força.

– Oh Deus! – Yoongi falou.

– Responda Yoongi, responda ou paro. – era mentira, Yoongi poderia ficar mudo ali mesmo que Namjoon não pararia.

– Eu senti sua falta, por Gaia como senti. Por favor Namjoon! – pediu já sentindo as lágrimas se acumular no canto de seus olhos.

E Namjoon se afundou no outro, numa só estocada, fazendo novamente Min gritar, segurando com força o quadril para que este não se movesse, marcando a pele extremamente branca com seus dedos possessivos, gemendo o nome de Yoongi em completa adoração, esperando para o outro se acostumar se distraía da pressão absurda beijando e mordendo a pele que encontrava, apertando, arranhando e quando começou a se mexer, se esqueceu de todo o mundo a sua volta, de sua família, seus filhos, seu ômega, carreira, se esqueceu do mundo, tudo que existia era as ancas pálidas vindo em direção ao seu baixo-ventre, era os gemidos de Yoongi, deleitosos, era os pedidos gulosos por mais e cada vez mais, era o cheiro de Yoongi, a pele de Yoongi, a voz de Yoongi, o gosto de Yoongi.

Yoongi, Yoongi e somente Yoongi.

Se arremetia com força pra dentro do corpo frágil, mas era assim que ambos gostavam, era assim que se encaixavam, como um quebra-cabeça quebrado, era errado, mas tão certo... E tão bom...

Não precisou de muito tempo para que ambos gozassem a vontade que um tinha do outro era alucinante, por isso não conseguiam se controlar, Namjoon encheu Yoongi com o seu prazer, Yoongi sujou o carpete, com o auxílio da mão do alfa e ambos respiraram pelo que pareceu eras para recuperar o fôlego, e Namjoon passaria o resto de sua vida ali, grudado em Yoongi se não ouvisse o som que quebrava seu coração.

Yoongi chorava.

– Não chore, por favor, eu estou aqui. – disse acariciando os fios do outro, Yoongi se virou ficando de frente para Namjoon, recobrando a consciência e se martirizando por ter perdido.

– É exatamente por isso que choro. – fungou, Yoongi não era fácil de lidar, não aparentava fraquezas, Yoongi era forte. Mas Yoongi tinha um calcanhar de Aquiles, todos tem. E o nome deste era Kim Namjoon, a fraqueza de Min Yoongi.

– Não precisa ser assim Suga. – tentou se aproximar e abraçar o menor, mas recebeu um tapa no rosto, forte, dolorido e cheio de mágoa.

– Nunca mais me chame assim, nunca mais volte a minha casa, nunca mais me toque Namjoon... – as lágrimas escorriam daqueles olhos bonitos e Namjoon se sentia o pior dos homens, ele só queria amar e proteger seu pequeno e petulante beta, mas tudo que ele conseguia era machucar e machucar Yoongi. – Por favor Namjoon, não me toque nunca mais. – Yoongi escondia o rosto com as mãos.

Namjoon desorientado buscou a calça abandonada e a vestiu e antes de partir, querendo ficar e abraçar o outro o viu escorregar para o chão, abraçando as pernas e chorando como se tivesse sido ferido.

E de fato havia sido.

A volta de Namjoon lhe feria como uma adaga envenenada. Namjoon era um veneno que corroía suas entranhas, destruía suas estruturas, acabava com suas barreiras.

Para Namjoon Yoongi era tudo aquilo e muito mais.

Yoongi lhe queimava por dentro, como uma brasa, por onde passava queimava, deixando um rastro de destruição e fuligem.

Yoongi era a sua perdição, era sua loucura, era a sua maior fraqueza, Yoongi era o seu mais delicioso pecado.

Naquela tarde Yoongi se moveu vagarosamente para o banheiro de seu apartamento, tomou um banho e deitou em sua cama, sendo vencido pelo sono, a culpa em seu peito e as lágrimas secas em suas bochechas.

Namjoon voltou para casa, mas não conseguiu fingir naturalidade, Jungkook tinha febre e Jin passou a noite a seu lado, Namjoon ficou grato por tal acontecimento, não conseguia olhar nos olhos de seu precioso e dedicado ômega.

Naquela noite, ambos, Namjoon e Yoongi sonharam um com o outro.

 

 

 


Notas Finais


Olá!!! Aqui é a Nanna então, como estão todos? espero que bem <3
Gostaram do capítulo? Espero que sim mesmo com as controvérsias hahaha...
Eu confesso que esse lemon ficou delicioso, Chibi sempre arrasa!! Deem muito amor a ela.
Eu realmente amo o Seokjin e estou extremamente apreensiva por ele. Dêem muito amor nosso ômega de família
Gostaríamos muito de saber a impressão que vcs tiveram desse encontro inesperado.
Obrigado pela paciência na espera e por não desistir de nós.
Eu e a Chibi amamos muito vcs <3
Nos vemos em breve Bjinhosss


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