História Você pode falar "não"? - Capítulo 14


Escrita por: ~

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Categorias Big Bang, F.T. Island
Personagens Choi Jong-hoon, Seungri
Tags Hoonri, Jonghoon, Romance, Seungri, Taeyang, Top
Visualizações 9
Palavras 2.839
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Meus personagens são sempre passionais e meus enredos sempre tem essas coisas.
Acho divertido.

Capítulo 14 - Capítulo Treze


Os quatro membros do BigBang ficaram em silêncio quando SeungRi apareceu para o ensaio na segunda-feira. O maknae abriu a porta do estúdio e estava assobiando uma das canções antigas do grupo. O silêncio sepulcral não pareceu incomodá-lo, ele deixou a mochila no chão e continuou assobiando, verificando se os cadarços estavam bem amarrados porque Parris havia reclamado desse descuido no outro ensaio.

SeungHyun foi o primeiro a rir e antes que todos os presentes fizessem o mesmo, como seguindo o mestre, SeungRi o olhou quando a primeira risada explodiu. O maknae os olhou sem entender e acabou rindo, contagiado. JiYong veio pulando em sua direção, lembrando uma criança muita empolgada indo de encontro a coisas gostosas. Ele passou seu braço pelo pescoço de SeungRi e puxou o mais novo para baixo.

— Aaaaaaaaaaah! Nosso pequeno SeungRi deve ter transado muito ontem a noite — a mão livre de JiYong desceu e agarrou o pau de SeungRi para dar um aperto dolorido e depois soltou. — Vamos comemorar hoje, meu amigo, meu irmão — disse, parando de frente a SeungRi que havia perdido o ar com o aperto e segurou os ombros dele — eu vou pagar. Eu estou com tanta vontade de comer lula. Vocês todos estão convidados — o líder do BigBang disse, convidando os amigos.

JiYong desconhecia os fatos e assim deveria ser, todos os demais hyungs deveriam ficar na escuridão. SeungRi sentia-se bem após acordar na casa de JongHoon e estava mais animado, passado um dia desde que isso aconteceu.

— Ora, vamos sim. Mas eu e o SeungRi temos aula de jiu-jitsu hoje. Pode ser depois? — YoungBae perguntou, se aproximando e passando o braço pelo pescoço de SeungRi da mesma forma que JiYong havia feito instantes atrás.

— Ah verdade, você quer aprender a lutar… Good luck to you, bro! — JiYong falou, gesticulando as mãos como o rapper que era.

A coreógrafa Parris entrou na sala e todos eles se comportaram em sua presença. Embora já estivessem acostumados a ela, agiam como crianças na presença de um professor. Era preciso respeito e Parris era uma mulher muito séria em seu trabalho e uma tremenda companhia fora dele.

SeungRi ainda estava com muita dor, mas agradeceu silenciosamente pela intervenção da coreógrafa. Um pouco mais e ele teria caído no chão e ficado em posição fetal até a dor desaparecer.

 

 

Nas noites de quarta-feira, o Androxus ficava com os clientes habituais. Muitos iam todos os dias, viciados em sexo ou nas práticas liberadas no ambiente seguro. Quarta-feira era o dia que JongHoon achava que precisava de uma bebida depois de passar tantas horas em Gangnam desejando que aquele lugar implodisse de alguma forma.

Estava no seu assento no balcão e já bebeu boa parte da quantidade servida no copo. O uísque o incomodava no começo, a ardência e o sabor bastante acentuado, agora, ele tinha se acostumado a bebida e até preferia a sensação que ficava na boca depois de um gole demorado.

Seu celular vibrou em seu bolso e ele apanhou seu Motorola antigo. Indicava uma mensagem nova e ele sorriu quando abriu o flip e leu o nome de SeungRi. Aquele cara mandava mensagens todos os dias, mesmo que JongHoon não as recebesse no mesmo instante e que elas viessem faltando partes. Ao menos, agora o celular não desligava mais, ele resolveu o problema da bateria.

— Olhando o pau do seu cantorzinho? — JiWoo perguntou e JongHoon desviou os olhos do celular e sorriu para o Mestre. — Deixa eu ver — ele apanhou o celular e leu a mensagem em voz alta — “os exercícios são divertidos, eu nunca pensei que poderia gostar de uma arte marcial. Você precisa ver o hyung, ele não aguenta fazer os rolamentos, eu acho que estou em boa forma. Queria que me visse treinando”.

— Me devolve isso!

JiWoo o fez com rapidez, como se estivesse segurando algo muito nojento nas mãos. — Que coisa mais………. CREDO! Você está sorrindo como um imbecil lendo essa coisa grotesca.

— Eu acho bonitinho — JongHoon deu de ombros e não o desmentiu. 

— Quando vai contar a ele?

— Contar o quê? — perguntou, olhando para a tela do celular e relendo a mensagem, imaginando a voz de SeungRi ao fazer isso. Enviou um emoticon a ele, dois blinks.

— Que está apaixonado por ele.

O Mestre já falara antes sobre isso e JongHoon ignorou porque não se sentia assim. Agora, um súbito frio na barriga o fez congelar. Escutar aquelas palavras, aquela afirmação o fez perceber que… Talvez, muito talvez mesmo, JiWoo pudesse estar certo.

JongHoon colocou o celular em cima do balcão e estava com o cenho franzido quando bebeu todo o conteúdo do seu copo num único gole. Ele podia ter se apaixonado por SeungRi? Quão ridículo era um gay se apaixonar por um hétero? E eles nem tinham feito NADA, como é que poderia sentir algo a mais além de uma atração?

— Não — disse em voz alta e encarou JiWoo — não é possível.

— Como não? — JiWoo lhe serviu mais uma dose da bebida com um sorriso nos lábios. — Você estava sorrindo da mesma forma que sorria quando WonBin entrava aqui.

Ah, WonBin. Não tinha pensando nele nos últimos tempos, trocava os pensamentos saudosos pela visão de SeungRi. Fizera isso com tão facilidade, como uma transição. Oh deus, JiWoo estava certo. Ele estava apaixonado por SeungRi e isso era impossível. Totalmente impossível! Totalmente errado!

Mas tudo estava lá. Foi quando ele achou que SeungRi era um gato carente e JongHoon era louco por gatos. Queria acariciar cada parte do cantor e fazê-lo gemer de prazer. Era isso que ele queria. Beijá-lo em todas as partes, ver o rosto corado. Queria colocá-lo em seu colo e alimentá-lo, enquanto acariciava suas costas, jurando escutar o ronronar. Iria por uma coleira em SeungRi e não permitiria que o cantor vestisse mais nada. Seria assim, aquela coleira e o corpo delicioso. Amarrá-lo de forma que ficasse totalmente indefeso e que o corpo pudesse ser explorado da maneira que deveria. No entanto, não era só isso que queria, tinha coisas perversas em sua mente: como ir ao cinema ou jantar num lugar reservado ou apreciarem uma vista bonita de mãos dadas.

Quando se deu conta de verdade, ele se levantou muito rápido, derrubou a bebida e empurrou o velho Motorola no chão. Não houve tempo para qualquer reação. O líquido espalhou-se no balcão de madeira, o banco caiu para trás e o celular espatifou-se no chão.

Ele piscou algumas vezes, enquanto JiWoo e outros o olhavam. Foi como ter sido picado por alguma coisa tão dolorida. Seu celular espatifado era como sua realidade. Oh deus, estava tudo errado.

— Você está bem, Hoonie? — Jiwoo perguntou.

JongHoon o olhou. — Você tem razão, eu estou apaixonado por ele.

Lembrou-se de quando picou o cartão de SeungRi, após quebrar aquela regra fundamental de não entrar em contato e depois, apanhou todos os pedaços e juntou com fita adesiva. Eram duas regras quebradas num curto espaço de tempo, um recorde pessoal.

— Sim, você está. Mas não precisava dessa reação, não é? — o Mestre riu, limpando o balcão com uma toalha.

— Meu celular…

— Não vou lamentar isso. Que descanse em paz, foi a melhor coisa que já aconteceu a ele e a você.

— Eu não tenho dinheiro para comprar outro.

— Peça pro seu baunilha rico.

— Prefiro ficar sem celular.

— Você precisa beber e talvez de um boquete — JiWoo disse e dessa vez, JongHoon concordou com a cabeça. Ele definitivamente precisava das duas coisas.

 

 

Sábado. Nenhuma mensagem em retorno. Apenas um maldito emoticon. SeungRi suspirou e deixou o corpo pender para a frente, sem forças. O vento fresco do terraço da YG não o estava ajudando a espalhar as nuvens negras que rondavam sua mente. A seu lado, JiYong estava com um cigarro apertado nos lábios e o olhava como se ele estivesse fora de si.

— Cara, você tem que parar com isso — o hyung falou, tirando o cigarro dos lábios, soltando toda a fumaça com sua frase. — É assustador. Qual é o seu problema? Você está distraído a semana toda… É a Cindy? Ela não está grávida, não é?

Por que tudo era Cindy? SeungRi não levantou a cabeça. Ele não tinha nada contra a garota, até gostava de fazer sexo com ela, Cindy era do tipo liberal, nada de reclamações e até mesmo exigente. Só pensava nela quando ela aparecia na sua frente e ele não sabia como se livrar de sua presença. O restante do tempo, ele passava pensando na coreografia, irritado porque não ganhou uma parte maior nas novas músicas (ele confiava plenamente em JiYong, mas parecia estar perdendo algo com isso), cansado com os pedidos de YoungBae durante daquela semana de jiu-jitsu e desamparado porque JongHoon não lhe respondia.

Já fazia uma semana que não tinha notícias, ele não era do tipo desesperado, mas estava mesmo alucinado por aquela amizade. E porque sonhava com aquele toque de JongHoon em seu rosto, como lhe pareceu uma carícia tão cuidadosa e suave, fazia tanto tempo que ninguém o tocava daquela maneira. Sua mãe lhe dava beijos no rosto e apertos fortes, as fãs queriam arrancar um pedaço seu, Cindy trepava nele com força.

Começava a pensar que, apesar de sua virilidade, ele gostava de coisas suaves também. Ou talvez, gostasse de tudo o que JongHoon pudesse oferecer. O quanto seria alarmante ele assumir que estava com saudades? E como podia sentir saudades daquele jeito? Maldito miserável que não lhe enviava uma resposta.

Devia ser culpa daquele Minari. Devia estar bancando o namorado louco e não deixando JongHoon, aquele que pediu para ser seu amigo, enviar uma mensagem. Gostava ainda menos daquele cara por isso.

Suspirou, ficando sem forças. Deixou o celular cair no chão e respirou fundo.

— Credo, não sabia que você ia gostar tanto assim dela…

SeungRi virou a cabeça e olhou para JiYong, vendo os cabelos vermelhos balançando a sabor do vento. Fez uma careta e olhou para o chão.

— Seu cabelo parou de cair?

— Melhorou.

— Qual é o problema então?

— Nenhum. Estou cansado.

— Às vezes, você é muito estranho… — JiYong murmurou. 

Acabaram a pausa do cigarro e voltaram para o prédio. Tiveram uma reunião sobre as músicas do novo CD e a ordem de lançamento. Como o cabelo de SeungRi estava melhor, já queriam dar um novo estilo a ele, deixá-lo loiro. Iria combinar com as músicas e a ideia que o grupo queria produzir delas. Durante toda a reunião, SeungRi manifestou-se apenas com acenos. Embora algumas ideias não o agradassem, ele faria o que os hyungs achassem melhor, se não desse certo, ao menos, não seria sua responsabilidade.

Quando voltou para seu apartamento, Cindy o esperava. Usando um vestido vermelho bem curto e justo, ela estava pronta para sair pela noite de Seul. SeungRi quis ficar animado, mas não conseguiu.

— Oh, meu querido — ela disse, o abraçando. Assim, como sempre fazia quando o encontrava, ela tentou beijá-lo e ele desviou o rosto, recebendo a pressão dos lábios pintados em sua bochecha. — Como você está? Eu senti tanto sua falta…

— O que está fazendo aqui?

— Vim te chamar para jantar… Faz tempo que não nós vemos.

Ela estava colada nele, seu perfume era intrigante por não ser o habitual feminino. A encarou, pensando em uma resposta. Teria dito não, mas pensou que ela poderia distraí-lo.

— Aonde você quer ir?

— No Dimitris em Gangnam… Vamos fazer um encontro em conjunto. Uma amiga minha de escola vai levar o namorado.

— Tudo bem — ele puxou o celular do bolso e notando que não havia nenhum sinal de nova mensagem, ele abriu seu aplicativo para escolher a roupa. Cindy entrou no apartamento com ele e antes de SeungRi dizer que iria tomar uma ducha e podiam ir, a garota já o tinha empurrado no sofá e abriu sua calça.

Ele não fez nada para impedi-la. Cindy pegou o pênis e o colocou na boca. Bem, ele não ia reclamar do boquete surpresa, então, acomodou-se melhor no sofá e fechou os olhos, tombando a cabeça para trás. Abriu os olhos depois e fitou o teto branco, esvaziando sua mente de todas as coisas.

Desejou poder ficar assim o tempo todo: em paz e relaxado por lhe fazerem gozar. Havia uma parte ruim desse pensamento por incluir JongHoon como se o amigo já fizesse parte dessa nova realidade que SeungRi criava em sua mente num momento como aquele.

Era um doente pervertido. Não conseguia mais empurrar os pensamentos para longe porque se sentir sujo o ajudaria a ver as coisas com mais clareza. Era o preço por desejar e querer uma coisa. Por isso que não podia escolher, ele jamais escolheria o que sua mente pedia.

 

 

JongHoon olhou novamente os dados do estoque no sistema e conferiu com a tabela. Estava quase terminando seu turno estendido. Deveria pagar as horas que havia atrasado no sábado passado e receber seu salário de maneira integral.

Ele fez uma última checagem e os números estavam certos. Contente, ele mexeu a cabeça para aliviar a tensão em seu pescoço. Seus olhos foram para o dia do mês e ele pensou na divida no banco. O final do mês estava próximo e ele deveria renovar o acordo com o banco.

Olhou para a porta do pequeno cubículo que chamavam de escritório do estoque quando a ouviu abrir. HaeWon entrou. Ela havia passado o dia todo atrás dele e mesmo que ela possuisse esse comportamento imaturo, era demais. Ele voltou a olhar o computador e salvou os arquivos, enviando para os e-mails dos diretores.

— Gerente Choi… Eu preciso te pedir uma coisa.

— Se for aumento, eu já disse que não é comigo. Além do mais, eu pretendo indicá-la na semana que vem, na reunião — ele respondeu, sem olhá-la, digitando rapidamente uma mensagem cortês e bastante genérica no corpo do e-mail.

— Pretende? Mas… Bem, obrigada! Mas não era isso que eu queria… Você vê, Gerente Choi, uma amiga da escola me chamou para jantar hoje e eu disse que não ia porque ia sair com meu namorado e ela…

— É uma história fascinante, HaeWon-sshi, mas não sei se quero escutar… — ele a cortou, desligando o computador e apanhando as folhas que estava conferindo para arrumá-las em uma pilha.

— O senhor precisa me ouvir… Eu não ia pedir isso se não tivesse um motivo.

— Estou ansioso para saber o motivo porque não encontro qualquer razão para termos essa conversa. Sua vida amorosa não me interessa.

— Eu disse a minha amiga que você era meu namorado.

JongHoon finalmente a encarou. Ele tirou os óculos de descanso do rosto e piscou. Mas o quê? Por que tudo estava ficando uma loucura? — Você fez o quê?

— Ela fica se exibindo, falando do namorado dela e como ele é famoso e rico. Eu falei qualquer coisa, me desculpe.

— Sabe o quanto isso é antiético? Eu poderia te demitir por isso.

— Por isso? — ela riu, nervosa. — Sério? Estou pedindo sua ajuda e você quer me despedir?

— Ajuda? Você mentiu pra sua amiga e me colocou no meio. Não vejo mesmo qualquer motivo para te ajudar ou qualquer coisa que seja.

— Você não pode fingir? Acabou de falar que vai me indicar na reunião na semana que vem… Sabe que sou uma boa funcionária… Eu peço desculpas por isso. Eu estava desesperada, Cindy é uma vagabunda que consegue os melhores caras sempre e faz questão de jogar na minha cara e eu não consigo ninguém… Nem de mentira o senhor quer sair comigo, como posso achar que vou conquistar um amor?

Com mentira que não seria, JongHoon pensou e achou-se um hipócrita por isso. Relacionamentos de qualquer não podiam ser duráveis se tinham mentiras em sua construção. Infelizmente sua mente o levou a SeungRi e ele achou que não era alguém apropriado para dar lição de moral. Ele mesmo havia falhado na sua.

A garota cobriu o rosto e chorou. JongHoon revirou os olhos e prendeu os óculos na camisa. Ele gostava dela, HaeWon era uma mulher ideal para ele. O corpo dela se sacudiu com um soluço.

— Me desculpe mesmo, Gerente Choi… Eu fiquei tão…

Sem saber direito o que fazer, ele tocou os cabelos macios dela e deu leves tapinhas, como fazia com crianças. Odiava ver uma mulher chorando. Apesar de não sentir qualquer atração sexual por uma mulher, ele amava todas as mulheres. Enquanto fazia isso, a garota se xingava e dizia coisas como ninguém iria querê-la de qualquer jeito.

— Ah, pare com isso, HaeWon-sshi… Vai estragar sua maquiagem… E está bem, eu vou te ajudar somente hoje. Me fale o que tenho que fazer e não ouse achar que isso vai acontecer novamente.

— Você pode fingir que é meu namorado? — ela perguntou, tirando a mão do rosto.

— Só dessa vez, entendeu?

— Gerente Choi!!!!!!!!! — HaeWon atirou-se em seus braços, ainda lacrimejando, pedindo desculpas e agradecendo. Ele a empurrou para longe antes que alguém os visse e sorriu.

— Mas não vamos ficar muito e você vai pagar por tudo.

— Sim sim! Pode deixar comigo, Gerente Choi.

— Certo, agora vá lavar seu rosto que eu não saio com mulheres com maquiagem borrada, ok?

Tanto porque ele não saia com nenhuma mulher.



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