História Você! Porquê? - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Kuroshitsuji
Tags Sebastianxciel
Exibições 49
Palavras 1.404
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Lemon, Poesias, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Slash, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Então depois de mais de uma ano apareço aqui, realmente tenho que pedir desculpa e muito obrigada para quem não desistiu dessa fanfic e de mim.

Bom queria esclarecer algumas coisas, o Mask não tem mais como escrever, por que está sem tempo, uns dos motivos por não ter continuado antes essa fic. Fiquei no dilema se acabava ou continuava só. É bem complicado escrever essa fanfic aqui sozinha, pois é muito complexa o enredo dela.

Enfim ainda teve enem, lembrando que esse é meu ultimo ano e to fazendo varias provas de vestibulares então desculpa.

Vou voltar agora que estou de ferias e vou postar com mais frenquencia. se alguem quiser ajudar-me fique a vontade.

Não sei escrever capitulos muitos grandes e a mask ainda ajudou no inicio desse capitulo então obrigado por tudo.

Capítulo 3 - Capitulo III


Continuo correndo enquanto as pessoas passam por me, agora parecendo mais como vultos por causa de minha vista turva pelas lágrimas. O que será que ele estará pensando agora? Sinto meus joelhos queimarem e respiração forte e ofegante...

Saindo de dentro do prédio do colégio vou até o jardim onde se encontra algumas colinas de mármore e um banco de pedra.  Sento-me e fico ali por alguns instantes ainda com dificuldade de respiração. O vento frio e suave sopra em direção ao meu rosto embora seja inverno... Olhando ao redor passo a observar mais atentamente o cenário.

As árvores centenárias agora despidas de suas folhas permanecem ativas por todo jardim, alguns poucos pássaros sobrevoam o local em busca de um abrigo para o frio. Fecho os olhos agora mais calmo... Não muito distante de mim, ouço passos suaves, porém firmes que ficam aos poucos cada vez mais próximo. Já imagino de quem seja e não faço a mínima questão que ele venha, pois vai ver o quanto sou fraco, apesar da pouca que idade que possuo uma coisa que odeio é me sentir fraco.

- Ei, você está ai... – O mesmo começa a falar e o corto.

- Estou sim, e, se você não percebe, está me incomodando. - Olho para ele já me recompondo do momento humilhante passado e sorrio cinicamente olhando para o mesmo.

- O- O que? – Ele fala perplexo.

- Não ouviu? Quero que saia e me deixe, pois não disse que você tem o direito de dirigir-se a palavra a mim. – Digo bem esnobe e com ar superior.

- Menino petulante. – Ele diz e sai irritado.

E na mesma hora que o mesmo sai a mascara cai e fico meio paralisado processando tudo que está ocorrendo ou que ocorreu. O menino mais gentil dessa escola conseguir afastar-me de mim, mas não pedirei desculpa, pois meu orgulho é maior. Um problema que eu mesmo admito que possua, entretanto, nota um tom de divertimento na voz dele só torço para não espalhar boatos sobre mim e mesmo que se espalhar um sonoro Foda-se resolve tudo e fazer como sempre fiz. Ignora-los!

Após passa-se uns 30 min e perder a aula de historia, retorno a escola e fico esperando do lado de fora e observando as pessoas aos redores passarem, vê-o Sebastian passar e sorrio cinicamente para o mesmo e viro o rosto de lado o ignorando como se não o tivesse notado ou ao menos se importado com sua presença, o mesmo da um sorrisinho de lado divertido e não o entendo.

- Você estava onde Ciel? – Escuto o Alois pergunta-me irritado.

- Em lugar nenhum, agora vamos. – Digo indiferente e seguindo para a outra sala da próxima aula.

 

A próxima aula era de ciências, fomos direto para sala sem interrupções, chegando lá sento na frente, do lado esquerdo onde possuía uma enorme janela. E dava para ver outra parte do jardim meio escondido das demais.  Fico tão perdido em tudo que aconteceu nesse dia, que não presto atenção na aula e fico tão vidrado olhando o nada que quando olho de novo pela janela, vejo o mesmo casal de antes se beijando e sorrindo um para outro de uma forma tão apaixonada que sinto uma pontada no coração, tipo alguém apertando. Será que é a inveja?

Recolho minhas coisas e saio da sala mais uma vez e sem dar satisfações. Todos me encaram, mas ninguém ousa se dirigir a palavra a mim. Vou andando rapidamente para o terraço, hoje aconteceu muita coisa e preciso pensar.

Chegando ao terraço, respiro fundo e deito no chão e no momento eu só queria ser como as nuvens, quando o vento passar, se desfazerem e sumir. 

“– O que pensa que esta fazendo Ciel? – Pergunta minha mãe irritada.

Assustado com o açúcar que tinha acabado de derramar, pois da tentativa inútil de tentar pegar e acidentalmente o derrubar.

- N - nada. Caiu só. – Falo para a mesma, amedrontado com, a situação.

- Não minta para sua mãe. – Esbraveja a mesma... Mas logo da um sorriso terno. – Não faça mais isso pequeno é feio. – A mesma fala me levando a chorar de vergonha, e sinto o carinho que a anos não obtenho. “
 

Não sei se foi um sonho ou uma lembrança, mas me remexo e sinto-me tão macio que não tenho coragem de abrir os olhos. Mexo-me e estar macio demais. Calma.

Abro os olhos devagar e dou de cara com o Sebastian, e o mesmo estava dormindo calmamente e minha cabeça estava em seu colo.

Levanto rapidamente assustado, e sinto meu coração acelerar ao olhar e ver essa serenidade no rosto dele, minhas bochechas esquenta na hora. Certeza que estou igual a um tomate. Muitas confusões agora no meu sentimento. Respiro fundo e tento me acalmar e observar o melhor.

Seu rosto fino, mas seus traços parecidos que era esculpido pelos anjos. Sua pele extremamente branca com um marfim, seu cabelo preto que fazia um contraste magnifico. Não que eu esteja o observar e ache o bonito, mas eu posso achar o bonito. Não tem nada demais achar uma pessoa bonita. Isso mesmo. Posso olhar ele sim. O olho é meu!

- Admita sou muito bonito. Não é mesmo? – Escuto a voz dele e viro-me rapidamente, e, vejo com seus olhos ainda fechados e com um sorriso sínico em seus lábios e no estante uma onda de constrangimento invade-me.  Devo está mais vermelho que uma pimenta.

- Agr... – Resmungo e levanto rapidamente, e saio de lá. – Esse garoto me paga, como ousa me tocar. Falar comigo tão debochado. Ah que petulância, a que ponto chegou? Quem ele pensa que é? – Fico resmungando até que encontro o Alouis saindo da aula do ultimo período que era de física.

- Ei, Ciel onde você estava? – Pergunta preocupado.

- Por ai... Vamos para algum restaurante comer algo. – Digo e já saio andando pelo corredor, vendo a movimentação de sempre.

Ao sair da escola e vê o motorista do Alouis parado, vejo o Sebastian rindo com seu grupo de amigos que incluía o casal de mais cedo. A cinco carros a minha frente. Sem perder muito tempo entro de vez no carro e vejo sair em direção contraria daquela escola.

Respiro fundo e graças a deus acabou o primeiro dia de aula que foi terrivelmente agitado, não esperava isso.

Quando chegamos ao restaurante de sempre, que por sinal era um bem simples e no estilo dos anos 60 que acho o máximo, e que me encantou bastante. O piso em xadrez, aquele radio gigante que era só colocar uma moeda e escolher a música.  As poltronas vermelhas com a mesinha de alumínio ou ferro, não sei dizer. O balcão azul arrodeado de banquinhos redondos e as paredes num branco com alguns discos de vinil na mesma.

Era um lugar bem aconchegante, assim que chegamos, sentamos à mesa perto da janela e esperando a garçonete que por sinal tinha o nome de Beth, bem típico do ambiente, bem interessante.

- O que deseja hoje meninos? – Pergunta a mesma mascando um chiclete, e com um batom extremamente vermelho nos lábios, o cabelo amarrado num rabo de cavalo, o uniforme que é um vestido curto com o decote muito devasso, expondo seus peitos extremamente grandes naquele vestido.  

- Quero um hambúrguer com fritas e um milk-shake de morango. – Fala Alouis animado.  Realmente faz muito tempo que não saímos e acho que ele esta feliz por isso.

- Quero um hambúrguer com fritas também e um milk-shake de baunilha. – Falo normalmente frio e sorrio de canto para o Alouis que tagarelava sem parar sobre as aulas e como eram chatas.

Sempre acenava com a cabeça para dizer que estava o escutando e entendendo ele. Os pedidos chegam e o Alouis se suja todo como sempre. Limito-me a pegar com um guardanapo e comer calmamente sem pressa.  
 

A tarde passa rápido, Alouis e eu, passamos o dia todo juntos, ele foi embora agora, na hora do jantar, pois seus pais estavam em casa, depois de uma longa viagem e o mesmo estava empolgado para ficar com eles.

Fico a noite toda lendo algum livro e no computador jogando algum jogo, que quando dou por mim já era de manhã. O tempo passou tão rápido que não deu tempo nem de pensar o que tinha acontecido no dia anterior.

Mas sabia de uma coisa meu dia seria inteiro pensando em Sebastian Michaelis.  
 


Notas Finais


O que acharam? continuo ou termino de vez essa fic?


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