História Você Promete - Clexa - Capítulo 25


Escrita por: ~

Postado
Categorias The 100
Personagens Clarke Griffin, Lexa
Tags Clarke, Clexa, Eliza, Griffin, Hot, Lésbica, Lexa, Sexo, Taylor, The100, Woods
Visualizações 300
Palavras 1.479
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Maus um hj pra compensar ontem! me beijem kkkkkk

Capítulo 25 - Capítulo 25


Fanfic / Fanfiction Você Promete - Clexa - Capítulo 25 - Capítulo 25

 

Titus beijou-a ternamente na boca e a música suave recomeçou. Havia cerca de 70 convidados e a sala do jantar fora transformada em pista de dança. O bufê estava arrumado na biblioteca. E era um dia perfeito.

O último do mês de fevereiro, um dia claro, frio e magnífico em Nova York. Indra estava inteiramente recuperada do pequeno contratempo em São Francisco e Titus parecia extremamente feliz. Lexa beijou a mãe e ela posou entre o marido e a filha para o fotógrafo do Times. Indra usava um vestido de renda que caía até o chão e tanto Lexa como Titus estavam súber bem vestidos ele de calça listrada e fraque e ela com um vestido longo preto decotado super sexy. A noiva tinha um ramo de orquídeas beges, que tinham vindo de avião da Califórnia especialmente para a ocasião, juntamente com as flores espalhadas pela casa. O decorador de Indra cuidara disso pessoalmente.

— Sra. Calloway?

Era Lexa, oferecendo o braço à mãe para conduzi-la ao bufê. Indra riu como uma menina ao ouvir o seu novo nome e depois sorriu para Titus. Estavam comemorando, como Clarke dissera que se devia fazer. Lexa estava satisfeita por eles. Mereciam aquilo. E iam agora passar dois meses na Europa, para descansarem. Ela não podia deixar de pensar como a mãe se mostrou sensata ao se retirar da empresa. Talvez, no final das contas, talvez ela já estivesse mesmo preparada para se aposentar. Ou talvez o coração finalmente a tivesse apavorado, depois de todo aquele tempo. Mas tanto ela como Titus haviam transferido todo o poder para as mãos dela, agora Lexa era a presidente da Woods e não podia deixar de reconhecer que não se importava com a sensação que isso proporcionava. Presidente... aos 27 anos. Fizera a capa do Time. O que também fora extremamente agradável. Ele imaginava que a mãe e Titus dariam a capa de People, com o casamento.

— Está muito elegante, querida.

A mãe olhou com uma expressão radiante, enquanto seguiam para a biblioteca. Estava repleta de flores e mesas com comida. E as paredes pareciam revestidas de criados adicionais.

— Você também está muito atraente. E a decoração não faz por menos.

— Não está mesmo lindo?

Indra parecia surpreendentemente jovem ao se afastar dela para falar com alguns convidados e dar as últimas instruções aos criados. Estava inteiramente em seu elemento, tão excitada como garota. Sua mãe, a noiva. Lexa sorriu para si mesma, ao pensar nisso.

— Está parecendo muito satisfeita consigo mesma, Srta. Woods

A voz era suave e familiar. Lexa virou-se e deparou com Luna a sua direita. Não mais se sentia constrangida ao vê-Ia. Ela estava com o diamante solitário que Anya lhe deu no Dia dos Namorados, ao ficarem noivas. Iam casar no verão. E ele seria a madrinha.

— Ela não está maravilhosa?

Luna concordou e sorriu novamente. Por uma vez, Lexa parecia feliz também. Luna jamais conseguiu entendê-la direito, mas pelo menos isso não mais a perturbava, agora que tinha Anya. Anya a fazia mais feliz que qualquer outra jamais conseguiu.

— Mas tenho certeza de que você estará igualmente maravilhosa no próximo verão. Tenho uma fraqueza por noivas.

Parecia algo improvável nela e Luna voltou a sorrir. Gostava muito mais dela agora que partilhava a sua amizade com Anya

— Tentando conquistar minha noiva, companheira? — Era Anya ao lado delas, segurando três taças de champanhe. — Aqui está, para vocês. E tem uma coisa que quero dizer, Lexa estou apaixonado por sua mãe.

— É tarde demais. Eu a entreguei a um homem esta manhã. — Anya estalou os dedos, como se tivesse acabado de sofrer uma grande perda. Todas três riram, enquanto a música começava a tocar na sala de jantar. — Ei, acho que isso é um aviso para mim. A filha tem direito à primeira dança e depois Titus me substitui. Emily Post diz... Anya soltou uma risada e deu-lhe um empurrão na direção da porta e de suas obrigações.

— Ela parece feliz hoje — murmurou Luna, depois que Lexa se afastou.

— E acho que está mesmo, para variar. — Pensativo, Anya tomou um gole de champanhe e um momento depois sorriu novamente para Luna. — Você também parece feliz hoje.

— Estou sempre feliz, graças a você. Por falar nisso, voltou a procurar aquela fotógrafa de São Francisco? Há algum tempo estou pra perguntar, mas nunca tenho tempo. Mas Anya estava sacudindo a cabeça.

— Não. Lexa disse que iria encarregar-se pessoalmente do problema.

— E ela tem tempo para isso?

Luna parecia surpresa.

— Não. Mas provavelmente dará um jeito de arrumar. Conhece Lexa, ela vai a São Francisco na próxima semana, por isso e quatro mil outras razões.

Não, pensou Luna consigo mesma, não conheço Lexa. Ninguém conhece. Exceto talvez Anya. Mas às vezes ela se perguntava se Anya realmente a conhecia tão bem quanto ela gostava de pensar. Talvez antigamente. Mas será que Anya, continuava a conhecê-la ?

— Gostaria de dançar amor?

Anya largou a taça e passou o braço pela cintura dela, a fim conduzi-la à outra sala.

— Adoraria.

Mas estavam dançando há apenas um momento quando Lexa bateu no ombro de Anya:

— E a minha vez.

— É uma ova. Mal começamos. Pensei que estivesse dançando com sua mãe.

— Ela me trocou por Titus.

— Muita sensato da parte dela.

As três estavam se deslocando juntas pela pista de dança e Luna estava começando a rir. Ver as duas juntas daquela maneira era como visualizar Lexa e Anya de anos atrás. Era o tipo de situação em que ambas se mostravam animadas. Uma dose generosa de champanhe, uma ocasião para comemorar e lá estavam elas. — Escute, Lewis, vai sumir daqui ou não? Quero

dançar com sua noiva.

— E se eu não quiser que você dance?

— Então dançarei com as duas... e minha mãe nos expulsará.

Luna estava sorrindo novamente. Eram como duas garotas, dispostas a qualquer coisa para provocar confusão numa festa de aniversário. As duas estavam começando a cantarolar uma canção sobre uma garota de Rhode lsland, o que a deixou preocupada.

— Escutem vocês! Eu estava esperando que fosse duas vezes mais divertido. Em vez disso, estou tendo os dois pés pisados ao mesmo tempo. Por que não vamos todas comer o bolo de casamento?

— Vamos?

Anya e Lexa se olharam, acenaram a cabeça e agarraram os braços de Luna, um de cada lado, a guiando para fora da sala. Lexa olhou para Anya por cima da cabeça dela e piscou um olho.

— Ela é bastante elegante, mas acho que é meio dura. Reparou na maneira como dançava? Meus sapatos estão praticamente estragados.

— Devia ver os meus.

Anya falou num sussurro, por cima do ombro esquerdo dela. Bruscamente, Luna meteu os cotovelos nelas.

— Escutem, palhaças, alguém por acaso reparou: nos meus sapatos? Sem falar nos meus pés doloridos, por ter dançado com dois caipiras de porre.

— Caipiras?

Anya a olhou com uma expressão horrorizada e Lexa começou a rir, enquanto pegava os três pratos com bolo que uma empregada uniformizada oferecia. Pôs-se a brincar com os pratos e quase deixou cair dois.

— Não dê importância a ela. O bolo parece sensacional. Tomem aqui. Lexa entregou os pratos a Luna e Anya. As três se encostaram numa coluna e ficaram observando o movimento, enquanto comiam, vendo as velhas senhoras em vestidos rendados cinza, as moças de rosa, cascatas de pérolas, as mais variadas pedras preciosas.

— Puxa, já pensaram no que poderíamos conseguir se os assaltássemos?

Lexa parecia fascinado pela ideia.

— Nunca tinha pensado nisso. Era o que deveríamos ter feito anos atrás. Na escola, quando estávamos duras. Ambos assentiram uma para o outra, enquanto Luna os observava com um sorriso desconfiado.

— Não tenho certeza se poderei deixar vocês sozinhas quando for retocar a maquiagem.

— Não se preocupe. Ficarei de olho nela, Luna.

Lexa piscou para ela sorridente e pegou outra taça de champanhe. Luna nunca a vira daquele jeito, mas estava gostando. Anya tinha razão. No final das contas, Lexa era humana. Vê-la daquela maneira, meio tonta e bancando o tola, era conhecê-la como cinco anos antes. Ou mesmo dois anos.

— Não creio que as duas consigam desvirar os olhos o suficiente para verem qualquer coisa, muito menos uma ao outra.

— Ora. ... não enche, Luna. Estamos em grande forma. Anya pegou mais duas taças de champanhe, entregando uma a Lexa e acenando para que sua noiva seguisse na direção do banheiro.

— Ela é uma garota e tanto, Lexa. Fico contente que não tenha ficado furiosa quando lhe contei a nosso respeito.

— Como poderia ficar? Ela é a garota certa para você. Além do mais, ando muito ocupada para essas coisas.

— Um dia desses não vai mais estar

— É possível. Enquanto isso, vocês podem se mandar e casar. Mas eu tenho de ficar, para dirigir a empresa.

Mas, por uma vez, Lexa não parecia sombria ao dizer isso. Olhou por cima da taça de champanhe com um sorriso e depois fez um brinde a amiga:

— A nós.


Notas Finais


Amanha tem encontro Clexa!!! Eu ouvi um amém irmas????
bj fui nana!!


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