História Você Promete - Clexa - Capítulo 26


Escrita por: ~

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Categorias The 100
Personagens Clarke Griffin, Lexa
Tags Clarke, Clexa, Eliza, Griffin, Hot, Lésbica, Lexa, Sexo, Taylor, The100, Woods
Visualizações 165
Palavras 971
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Voltei!!

Capítulo 26 - Capítulo 26


Fanfic / Fanfiction Você Promete - Clexa - Capítulo 26 - Capítulo 26

 

O avião pousou suavemente em São Francisco, enquanto Lexa fechava sua bolsa. Tinha mil e uma coisas a fazer no decorrer da próxima semana. Encontros com médicos e investidores, reuniões, locais de obras a visitar, arquitetos a organizar, pessoas, projetos, conferências, tudo exigindo a sua atenção e... oh, diabo... e também a tal fotógrafa. Ela se perguntou como conseguiria arrumar tempo para tudo. Mas daria um jeito. Sempre dava. Deixaria de comer, dormir ou qualquer outra coisa assim. Ela pegou a mala de mão por cima de sua cabeça, e seguindo os outros passageiros de primeira classe para fora do avião. Sentia os olhos das aeromoças fixados nela. Era o que sempre acontecia, mas as Ignorou. Elas não interessavam. Além do mais, ela não tinha tempo.  

Olhou para o relógio. Sabia que haveria um carro a sua espera no terminal. Passavam vinte minutos das duas horas da tarde. Conseguira realizar um dia inteiro de trabalho em apenas meio expediente no escritório em Nova York e agora tinha tempo para pelo menos quatro ou cinco reuniões em São Francisco. Na manhã seguinte, já havia marcado um encontro para tratar de negócios durante o café da manhã, às sete horas. Era assim que sua vida seguia. Era assim que ela gostava, ocupada quase que 24hs, sobrando zero tempo para pensar em outras coisas. Tudo o que importava era o seu trabalho e outras três pessoas. Duas delas estavam naquele momento desfrutando uma imensa felicidade em Majorca, na Espanha, enquanto a outra estava nas boas mãos de Luna, em Nova York. Todas estavam sob bons cuidados. Assim como ela. Tinha o centro médico para absorvê-la. E tudo estava correndo às mil maravilhas. Lexa sorriu para si mesma, enquanto se encaminhava para o terminal. Aquela era uma obra sua.

— Srta. Woods? — O motorista a reconheceu imediatamente e Lexa assentiu. — O carro está ali.

Lexa recostou-se no assento, enquanto o motorista ia buscar sua bagagem no caos do terminal. Era bastante agradável estar novamente em São Francisco. Era um dia de março de frio intenso em Nova York quando ela partiu. Agora, eram 6h15min da tarde em São Francisco e tudo ao seu redor estava verde, viçoso e maravilhoso. Em Nova York, as árvores ainda estavam peladas, cinzentas, o verde continuaria a ser uma cor esquecida por mais um mês. Era muito difícil esperar a primavera em Nova York. Sempre se tinha a impressão de que jamais chegaria até os primeiros botões aparecem, e trazer de volta a esperança. Lexa havia-se esquecido de como a primavera era agradável. Nunca notara. Não tinha tempo.

O motorista a levou diretamente para o hotel, onde algum funcionário da empresa já a registrara e providenciara para que a suíte estivesse devidamente preparada para a primeira reunião. Ela reservara duas suítes, uma para poder ficar em paz, a outra para as reuniões. E se houvesse necessidade, as reuniões poderiam ser realizadas simultaneamente nas duas suítes. Eram nove horas da noite quando ela terminou todo o trabalho do dia. Cansada, ligou para o serviço e pediu um filé. Era meia-noite em Nova York e ela estava exausta. Mas

havia sido umas poucas horas bastante proveitosas e Lexa estava satisfeita.

Recostou-se no sofá, tirou os saltos, pôs os pés em cima da mesinha e fechou os olhos. E depois teve a impressão de ouvir a voz da mãe na sala: "Já ligou para a moça?" Oh, Deus! As palavras pareciam ecoar pela sala. Mas a moça... por que não? Tinha tempo, enquanto esperava o filé. Podia impedi-la de cair no sono. Ela pegou a pasta, encontrou o número do telefone numa ficha e discou do sofá mesmo. O telefone tocou três ou quatro vezes, antes que ela atendesse.

— Alô?

— Boa noite, Srta. Taylor. Aqui é Lexa Woods.

Eliza quase soltou um grito de espanto e teve de fazer um tremendo esforço para controlar a

respiração.

— Entendo. Está em São Francisco, Sra. Woods?

A voz dela era brusca, parecia quase furiosa. Lexa achou que talvez tivesse ligado num momento errado. Ou então ela não gostava de receber telefonemas de negócios em casa. Mas Lexa não se importava.

—É Srta e estou, sim, Srta. Taylor,. E estava imaginando que poderíamos nos encontrar. Temos algumas coisas a discutir.

— Não, não temos absolutamente nada a discutir. Pensei que tivesse deixado isso bem claro para sua mãe.

Eliza estava tremendo toda e apertando o fone com força.

— Se falou, é possível que ela tenha esquecido o recado.

Lexa estava começando a parecer tão tensa quanto ela.

— Ela sofreu um pequeno ataque cardíaco logo depois do encontro que tiveram. . Tenho certeza de que nada teve a ver com o encontro, mas a verdade é que ela não me disse muita coisa a respeito do que conversaram. O que é compreensível, em vista das circunstâncias.

— É sim. — Eliza fez uma breve pausa. — Lamento saber disso. Ela está bem agora?

— Está, sim. — Lexa sorriu. — Casou na semana passada e neste momento está em Majorca.

Essa é ótima! A desgraçada arruína minha vida e parte em lua-de-mel! Eliza sentiu vontade de ranger os dentes ou bater com o telefone.

— Mas isso não tem importância para nós... Quando podemos nos encontrar?

— Já dei a resposta: não podemos!

Eliza quase cuspiu as palavras pelo telefone, voltando a fechar os olhos. Mas Lexa estava cansada demais para se incomodar com qualquer outra coisa.

— Está certo. Aceito a sua recusa, pelo menos por enquanto. Estou no Fairmont. Se mudar de ideia, pode telefonar.

— Não vou telefonar.

— Como quiser.

— Boa noite, SRTA. Woods.

— Boa noite, Srta. Taylor.

Eliza estava surpresa ao descobrir como Lexa encerrara rapidamente a conversa. E não parecia absolutamente com Lexa. Parecia cansada, como realmente não se importasse com coisa alguma. O que teria acontecido com ela nos últimos dois anos? Depois que desligou, ela ficou sentada em silêncio por longo tempo, pensando.


Notas Finais


Contato de leve pra não assustar nossa loira, ou era essa a intenção, mas como vimos não funcionou!!!

Não precisam ficar me jogando praga pq ja posto o próximo, só me deem 20 min!


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