História Você Se Foi - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Banda Fly (Fly Br), Flavia Pavanelli
Personagens Caíque Gama, Flavia Pavanelli, Nathan Barone, Paulo Castagnoli, Personagens Originais
Exibições 10
Palavras 1.043
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 5 - Revealed Truths


-- Meninas por favor, não corram. -- Emilly dizia para as gêmeas enquanto conferia se havia colocado tudo dentro da bolsa.

-- Vamos logo Emilly. -- Ágata disse apertando freneticamente o botão do elevador. -- Eu quero ir na piscina.

-- É Emilly, vamos! -- Agnes havia acordado agitada, assim como a irmã, porém a felicidade dela era por causa da conversa que ela teve com a mãe na noite anterior.

E Rebeca particularmente estava pensando em como dizer a Nathan sobre a existência das filhas, isso estava fazendo enlouquecer.

-- Esqueci o protetor. -- Emilly bufou. -- Vem meninas. -- Emilly acenou com a mão, se virando.

-- Eu posso esperar você aqui? -- Agnes perguntou, e Emilly se virou para olha- la.

A garota nem iria tão longe afinal, o apartamento de Rebeca ficava no fim do corredor, não teria problemas deixar a garota ali por alguns minutos.

-- Certo, mas qualquer coisa corra pra dentro do apartamento. -- Agnes balançou a cabeça, e Ágata correu em direção a babá pegando em sua mão.

A pequena parou em frente ao elevador pousando as mãos na frente do corpo, esperando pacientemente sua babá. Assim que a porta do elevador de abriu, Agnes olhou atentamente para o homem que saiu.

Nathan olhou de maneira curiosa para a garotinha perguntando- se o que ela estava fazendo ali sozinha, porém, trocar mensagens com sua noiva no momento parecia algo mais apropriado, mas só pareceu mesmo.

-- Aonde estão seus pais? -- Nathan guardou o celular no bolso de trás da calça parando em frente a garota, olhando em volta.

-- Minha mãe está trabalhando, e meu pai... Eu ainda não conheço. -- a menina disse transbordando uma inocência que chegava a ser mágica, na opinião do moreno.

Nathan sentiu- se mal de certa forma, na deveria ser nada agradável dizer para estranhos que não conhece seu pai, mas ele queria apenas ajudar a criança que estava sozinha no meio do corredor, olhando para o elevador.

-- Você está perdida, ou esqueceram você aqui fora?

-- Não. -- Agnes balançou a cabeça, fazendo bico. -- Minha babá esqueceu o protetor solar. O que é isso nas suas costas? -- a menina mudou de assunto apontando para o violão que Nathan carregava consigo.

-- Um violão.

-- Ah. -- Agnes murmurou. -- Você usa ele pra cantar? -- Nathan sorriu, e balançou a cabeça concordando. -- Posso te contar um segredo?

Nathan sorriu mostrando sua covinha, e se abaixou ficando de frente para a garota que ele estava com vontade de apertar as bochechas de tamanha fofura que a menina transbordava.

-- Minha mãe disse que meu pai é cantor, e que a música dele faz as pessoas se sentirem felizes, e as faz sorrir. -- Agnes cochichou no ouvido de Nathan, como se a segurança do mundo dependesse daquilo, e sem ao menos saber que seu pai estava na sua frente.

-- Bom, eu também faço algumas pessoas felizes com a minha música, qualquer dia eu posso mostrar pra você, o que acha?

-- Vai ser legal. -- Agnes sorriu.

-- Agnes! -- Emilly gritou fechando a porta do apartamento. -- O que eu disse sobre falar com estranhos? -- a morena balbucionava enquanto andavam em direção a ela.

-- Não liga pra ela, ela é igual a minha mãe. --  Agnes revirou os olhos cruzando os braços. -- Foi bom falar com você.

-- Também achei legal conhecer, pequena. -- Nathan se levantou. -- Agora que já sei que não foi esquecida, eu vou indo.

Antes que Agnes pudesse se despedir, Emilly já estava ao seu lado dizendo que iria contar para Rebeca, e iria deixa- la de castigo pelo resto do dia por isso. Agnes apenas fingia dar atenção a babá, enquanto Ágata de distraia apertando todos os botões do elevador sem que Emilly visse.

Elas iriam levar a pobre garota a loucura total.

...

O relógio já ameaçava exatamente sete horas da noite quando Rebeca chegou no prédio. O dia não havia sido nada fácil para ela, já que por metade do dia ela teve, que atender aos pedidos que a mãe da noiva de Nathan, havia deixado com Soraia para adiantar as coisas. Rebeca sentiu seus olhos pesados, e seus pés doloridos, assim como  tornozelo que ainda estava dolorido e é um pouco inchado.

A morena ouviu a voz de suas filhas, acompanhadas de algumas risadas de Emilly, pelo hall do prédio e sorriu. Ágata e Agnes eram seu único ponto de paz, a famosa luz no fim do túnel quando tudo parecia querer desabar.

-- Eu pedi pizza de brigadeiro com beijinho, e quando chegar lá em cima eu posso colocar morangos, não posso Emilly? -- Agnes olhou para a babá, vendo- a sorri para ela.

-- Pode.

Como já era de se imaginar Emilly não conseguiu ficar nem quinze minutos brava com a menina, porém, Agnes havia ficado sentada no sofá por quase meia hora por ter falado com "estranhos" apesar de Emilly saber que Nathan não é nenhum estranho ela tinha que ensinar a garota que não eram todas as pessoas que teriam boas intenções como a de Nathan. E com toda certeza Rebeca ficaria sabendo disso.

-- Mommy! -- Ágata gritou, e correu para os braços de Rebeca, que se abaixou pegando a filha no colo. -- A Emilly pediu pizza, então nós pedimos para descer e pegar.

-- Que legal meu amor, pizza de que? -- Rebeca perguntou se aproximando das outras.

-- Brigadeiro com beijinho. -- Agnes respondeu abraçando as pernas na mãe.

Nathan saiu do elevador acompanhado de Paulo, observando a menina com quem conversou mais cedo agarra a Rebeca. De primeira nada passou em sua mente, definitivamente nada, porém, sua mente começou a processar o que a garota disse mais cedo sobre o pai cantar, e ter uma banda.

Quem garantiria a ele que elas eram filhas de Rebeca?

-- Oi. -- Agnes acenou para Nathan. -- Mamãe ele canta igual ao meu pai. -- Agnes disse, fazendo Paulo querer sair dali, e Nathan olhar para Rebeca, que encarava a filha.

-- Mamãe? -- Nathan murmurou chamando a atenção da morena. -- São suas filhas?

-- Nathan, nós precisamos conversar. -- Rebeca respirou fundo.

 

 

 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...