História Voice Of Love - Lutteo - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Karol Sevilla, Ruggero Pasquarelli, Sou Luna
Personagens Ámbar Benson, Delfina, Gaston, Jazmin, Jim, Karol Sevilla, Luna Valente, Matteo, Miguel, Monica, Nico, Nina, Pedro, Personagens Originais, Ramiro, Rey, Ruggero Pasquarelli, Sharon, Simón, Tamara, Yam
Visualizações 162
Palavras 1.167
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Como prometido, maratonaaaaa <3
Daqui a pouco posto o próximo...
Beijos amorees

Capítulo 5 - Chapter Four - I need someone like her


Todos os sistemas se vão
O sol não morreu
Profundamente em meus ossos
Diretamente de dentro

[Radioactive - Imagine Dragons]

Luna Valente Benson

— Terror. — Insistia Matteo, no filme que íamos assistir.

— Romance, caralho. — Respondi, jogando uma almofada em seu rosto.

Meus planos não eram e jamais seriam de assistir um filme com Matteo, porém, a TV do quarto havia estragado, e não restava outra a não ser a da sala.

Estávamos em meio a uma guerra que eu não sabia se ganharia. Sua certeza de que queria assistir qualquer coisa de terror era tão grande, que eu até me assustava.

— Eu não vou assistir romance — disse ele.

— Então eu assisto sozinha, resolvido.

— Mas eu quero assistir.

— Só quer — respondo no mesmo tom que o seu; arrogante.

Ele bufa e revira seus olhos castanhos, que, mesmo sem nunca ter os vistos no Sol, sabia que ficariam mais claros. Seu cabelo levemente enrolado dava um charme a mais, deixando ele com a fama de Mauricinho visível.

— Da esse controle. — Falou Matteo, me estendendo a mão. Solto uma risada nasal e volto a mexer com o controle que manuseava a Netflix presente na TV. — Marrentinha, me da esse controle.

— Eu não sou sua empregada. — Jogo meus cabelos ao lado. — Se quiser, vai ter que vir pegar.

— Você não vai me dar, não é? — nego com a cabeça. — Então, eu vou buscar.

Não dou atenção e continuo meu olhar para a Netflix.

Sinto algo puxar o controle de minhas mãos fortemente, fazendo eu me levantar do sofá, ainda sem largar o controle. Logo, aquilo parecia um cabo de guerra de duas crianças de cinco anos brincando com a supervisão das mães.

Eu puxava para um lado, e ele para o outro.

Até que, em uma recaída sua, ele largou o controle, fazendo eu me inclinar para trás em direção ao chão.

— Cuidado! — gritou ele, antes de me puxar pelos punhos e me colocar em cima de seu peitoral.

Não demoro ao ver que ele havia caído por baixo de mim, e olho para cima, na esperança de verificar se ele se machucou, apenas por curiosidade.

Subo meu corpo, até conseguir encará-lo. Nossos lábios estão tão próximos, que consigo sentir sua respiração em minha boca entreaberta. Uma de suas mãos está posicionada na cintura, enquanto a outra agarra o sofá ao lado.

Fecho meus olhos na intenção de aproveitar aquele momento, mas acabo por apreciá-lo demais. Quando penso que vou me arrepender do que estávamos fazendo, somos interrompidos.

Ding-dong.

A campainha toca, e eu me levando rapidamente, seguida de Matteo. Não queria encará-lo, não depois dessa cena, então apenas me dirijo a porta.

—É pra mim — Matteo me informa, e eu solto uma gargalhada.

— Não, na verdade não. Tenho certeza que é pra mim — mudo minha direção, indo pra o lugar onde o moreno se encontrava.

— E eu tenho certeza que a pessoa que está ali fora me espera. —Insistiu.

— Eu já havia combinado que...

— Abre logo essa porta, a visita é para os dois! — gritou um certo Perida do lado de fora.

Solto uma fraca risada e volto para minha direção anterior, a qual é a porta. Assim que abro, me deparo com o mesmo Gastón de sempre, junto a uma menina, que aparentava ter a minha idade, porém, era uns centímetros mais alta.

— E você? — pergunto a garota.

— Ela é a minha companhia. — Respondeu Matteo, chegando e a abraçando. Reviro os olhos diante daquela demonstração melosa de amizade. — Agora, se me der licença, eu preciso falar com ela. A sós.

Eles sobem, sem dizer uma única palavra.

Bando de mal educados.

— Ciúmes? — perguntou Gastón, fazendo eu soltar uma risada alta e irônica. — Ta legal, já entendi. Mas isso não muda o fato de que você revirou os olhos quando eles se abraçaram.

— Filho, eu revirei os olhos porque não suporto essas falsidades que estão fazendo. Você viu? Ela nem falou nada, nem me cumprimentou.

 — Não te cumprimentou porque provavelmente você não deixou. Ela é super sua fã — explicou, e começo a mudar meus pensamentos sobre a tal guria.

Não.

Que se dane se ela gostou ou não de mim, ela é mal educada.

— E como você sabe disso? — indaguei.

— Conheci ela agora pouco... — respondeu, deixando suas coisas na mesa. —Ela é super gente boa, vocês seriam super amigas.

— Primeiro, para de falar ‘super’ que ta escroto. Segundo, não é qualquer um que pode ser meu amigo, e você sabe.

— Me senti agora.

— Pode parar, você é meu amigo... — começo, mas o Perida me interrompe.

— Melhor amigo.

— Certo, melhor amigo... Mas tem motivos, e você sabe quais. — Gastón assente, me puxando para um abraço. — Agora me fala, gostou da garota?

Sorrio travessa. Conhecia Gastón melhor que ninguém, e sabia que, quando ele ficava meio ‘zonzo’, havia garota no meio.

— Que? — praticamente gritou. — Você é doida.

— Mas você me ama! — falo, pulando em seus braços.

Gastón Perida

Subo as escadas a mando de Luna para chamar Nina e Matteo para assistir ao filme que Luna escolheu. Algo me diz que aquele filme é a contragosto de Matteo.

Ao chegar na porta do quarto de hóspedes, não me aguento e começo a ouvir as conversas entre os dois. Matteo era alguém muito importante, e, certamente, seus assuntos deveriam ser importantes.

— Não me sinto mais como me sentia antes com ela... — falou o garoto, e soube que falava de sua namorada, Âmbar.

— Eu te avisei, essa garota só traria problemas. — Sorri com o comentário de Nina, mas meu comentário se desfez ao pensar que poderia ser ciúmes o sentimento presente dentro de si.

— Não precisa me lembrar... — continuou Matteo. — Mas, é que eu me sinto preso nesse relacionamento com ela. Como se, antes eu sentisse reciprocidade, e, agora, uma troca de favores.

— Você está com medo — admiro o tom de certeza que Nina usou.

— Claro, medo do meu pai. Já imaginou se ele souber que terminei com Âmbar?

— Não, Matteo. Você está usando seu pai como uma desculpa. Quer sentir algo por ela, mas não consegue. Quer fazer ela se sentir feliz, mas não pode. O amor não pode ser feito de medo e incertezas. Ele tem que ser livre, como se mil borboletas atacassem seu estômago e, quando chega a hora... — fiquei tão surpreso com suas palavras, que resolvi me aproximr.

Foi o melhor erro que fiz, pois acabei abrindo a porta bruscamente.Tanto Nina quanto Matteo me encararam confusos, e eu apenas dei de ombros.

— Matteo, Luna ta te chamando — falei, e o mesmo se retirou logo em seguida.

— Er... Ta ai a quanto tempo? — indagou ela.

— Cheguei agora, e acabei tropeçando. Sabe como é, aprendi com a Luna. — ela riu. — Vamos para outro lugar? —tomei coragem de perguntar, respirando fundo.

A verdade é que eu queria conhece-la, saber como é seu interior, e nada melhor do que um tempo sozinhos.

Não estava fazendo isso por mim, completamente. Quero dizer, Luna e Matteo precisam ficar sozinhos, pelo menos um pouco.

E, eu?

Eu preciso de alguém exatamente igual a Nina na minha vida.


Notas Finais


O que acharam? Continuo?
Beijinhos <3


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