História Vondy : o reencontro - Capítulo 14


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Categorias Alfonso Herrera, Anahí, Christian Chávez, Christopher Uckermann, Dulce María, Maite Perroni, Rebelde, Rebelde (RBD)
Personagens Alfonso Herrera, Anahí, Christian Chavez, Christopher Uckermann, Dulce Maria, Maite Perroni, Personagens Originais
Tags Alfonso Herrera, Amor, Anahi, Chaverroni, Christian Chavéz, Christopher Uckermann, Dulce Maria, Maite Perroni, Novela, Ponny, Rbd, Rebelde, Reencontro, Relação, Romance, Vondy
Exibições 95
Palavras 1.272
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Crossover, Escolar, Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 14 - Decepção


Fanfic / Fanfiction Vondy : o reencontro - Capítulo 14 - Decepção

Christopher narrando :

Agora estou me sentindo melhor, eu não tenho que evitar a falar com a Dul por causa do Pablo, até por que, ele também é meu amigo. Depois da aula, fomos para a biblioteca, revisar o conteúdo de matemática. Fomos eu, a Dul, o Pablo, a Anny e o Poncho. Quando a Dulce explicou, tudo fazia mais sentido. Às vezes, ela me chamava a atenção por estar longe, nos pensamentos. Ela é muito linda, eu não posso considerá-la uma irmã. Eu não parava de observá-la, não parava de admirar suas belas curvas.
- Vamos precisar dessa fórmula pra resolver todos esses cálculos! - disse ela. - É importante que saibam ela. - Entendeu, Ucker?
- Ah, claro! - respondi.
- Tem certeza? Você parecia estar em pensamentos profundos.
- Eu tenho certeza, Dul. - Terminamos a aula e fui para meu quarto, precisava de um bom banho pra lavar meu corpo e tirar o peso do dia. Entrei debaixo do chuveiro e senti a leveza da água enquanto caía sobre meu corpo, que parecia me dominar. Imaginava como seria a Dulce me dominar, me ter por completo, me amar. Bem que a água deveria tirar as impurezas da mente, quem sabe limparia as imaginações nada decentes que eu tinha com a Dulce? Estava nas nuvens, quando ouço a voz autoritária do Poncho me chamando.

- Christopher! - gritou. - Chega de banho, ainda tem mais gente pra banhar. O quê que foi? Acha que a água é só sua?
- Já estou terminando! - respondi, com a voz abafada pelas paredes grossas do banheiro e pela água que escorria. Desliguei o chuveiro e saí, enxugando meus cabelos, ainda molhados. - Vai logo, Poncho! - falei.
- O que foi que te aconteceu? Está no mundo da lua? - ele perguntou.
- Estou no mundo da paixão! - respondi, sorrindo.
- O quê? Está apaixonado? Por quem?
- Pela Dulce! - confessei. - Eu tenho que reconquistá-la.
- É por isso que estava no mundo da lua enquanto ela explicava a matéria?
- É, é por isso sim! Eu amo a Dulce.
- Ucker, porque não diz isso à ela? Há a possibilidade de ela sentir o mesmo.
- Eu vou tentar, Poncho. - respondi, jogando a toalha em cima da cama. Saí do meu quarto e fui até o quarto da Dulce. Eu tinha que contar pra ela o que eu sentia, o que estava acontecendo. Estava prestes a bater na porta, quando vi que ela já estava acompanhada. Decidi ficar atrás da porta pra ouvir o que diziam.

- Depois eu te explico direito, Pablo. - disse ela. - Esses cálculos não são tão difíceis quanto imagina.
- Não, eu não vim aqui pra ficar falando apenas de cálculos chatos. - ele respondeu. - Eu vim aqui pra falar de nós.
- O que quer falar sobre nós? - Dul perguntou.
- É que eu quero que seja minha namorada! Então, aceita? - ele perguntou, de forma breve. Não estou acreditando que estou ouvindo isso agora. Era eu que deveria fazer essa pergunta. Estou ficando maluco? Meus ouvidos estão escutando isso? Ou é apenas minha imaginação? Meu medo?
- Porque está me dizendo essas coisas? - ela perguntou. Parecia confusa.
- É que eu quero que seja minha namorada, Dul. Eu gosto de você. - Fiquei muito triste quando ouvi aquelas palavras, era muito dolorido saber que alguém queria tomar meu lugar, sem poder fazer nada. Já não conseguia controlar as lágrimas, que caíam como chamas em meu rosto, ardendo minha face. Sentia meu coração derreter, se despedaçar, enquanto meu corpo esfriava, me matando aos poucos, por causa das palavras que eu ouvia. Qualquer homem já tinha entrado no quarto, feito um serviço nada amigável, ou simplesmente já estatia longe dalí, mas eu permaneci alí, atrás daquela porta. Eu queria saber a resposta da Dulce, eu tinha o direito de saber o que ela iria responder, se ia ou não aceitar aquele pedido.
- Pablo, eu adoro você! - disse ela. - Você é uma ótima pessoa, um grande amigo, mas já está confundindo as coisas. - senti um pouco de paz interior, ela não tinha aceitado o pedido.
- Não, não estou confundindo! -disse ele. - Eu gosto de você, mas não como deveria.
- É claro que está confundindo, Pablito! - Dulce respondeu. Eu consegui respirar mais aliviado. - Eu também gosto de você, afinal, somos grandes amigos. Você diz isso porque tivemos uma perda muito grande em nossas famílias.
- Dulce, eu estou apaixonado por você. Fica comigo? Seja minha namorada? - Em alguns segundos, se calaram, quando ouço a voz da Dulce.
- Pablo, esse beijo não deveria ter acontecido. Somos amigos!
- Desculpa, Dulce! Eu sei que precipitei, mas só queria te mostrar que meus sentimentos por você são verdadeiros. - Nem esperei uma resposta da Dulce e saí dalí, não suportaria mais ouvir aquela conversa. Depois do beijo, claro que ela ficaria mexida, talvez até reconsideraria o pedido. Eu não tinha mais nada que fazer lá, estava me matando sem me dar conta disso. E agora? Como vou me comportar diante da Dul e do Pablo? Ambos são meus amigos. Tudo ficaria mais difícil, já que o quarto do Pablo também é meu quarto. Saí sem olhar pra trás e entrei no meu quarto. Logo de cara, o Poncho me perguntou o que eu tinha, pra estar daquela forma.

- O que houve com você, Ucker? Ela não aceitou? - ele perguntou.
- Ela deve estar namorando agora! - respondi.
- Ela quem? - Chris perguntou, sem entender.
- A Dulce, Christian! Ela deve estar namorando com o Pablo.
- E qual é o problema? - ele perguntou.
- Eu estou apaixonado! - respondi.
- Por quem, Ucker? - o Pablo perguntou, entrando no quarto. - Eu também estou apaixonado. Estou namorando a Dulce. - o Chris e o Poncho me olharam, entendendo porque eu estava agindo daquele jeito.
- É sério? Parabéns, Pablo! - fingi estar feliz com aquela notícia, que eu já previa ouvir. - Quero que cuide bem da Dulce, ela é uma grande amiga, uma grande irmã.
- Fica tranquilo, Ucker! Eu adoro a Dulce, jamais trataria ela mal e não permitirei que ninguém faça nenhum mal à ela. - ele respondeu, com um largo sorriso. Eu tentava passar uma felicidade, uma alegria, mas não estava adiantando. - É impressão minha ou está triste? - perguntou.
- É que estou preocupado! Tenho medo de não passar em matemática. - disfarcei.
- Não precisa se preocupar, Ucker. A Dulce vai nos ajudar.

                                  *****
Dulce narrando :

Estava em meu quarto, sozinha, pensando no que acabou de me acontecer. Agora estou namorando o Pablo, meu amigo. Eu tenho medo, até porque eu já tive essa mesma experiência com o Ucker e não deu nada certo. Mas tenho que dar uma chance pra ele, tenho que dar uma chance pra mim.

- O que aconteceu com você, amiga? - Anny perguntou, entrando no quarto.
- Eu estou namorando! - respondi.
- Quer dizer que você e o Ucker voltaram? - May perguntou, emocionada.
- Não, May. - neguei. - Eu não estou namorando o Ucker, estou namorando o Pablo.
- O que? - perguntaram.
- Qual o problema? Eu gosto do Pablo. - respondi. - Ele é um ótimo namorado, protetor.
- Você gosta dele, mas ama o Ucker, não é? - Anny perguntou.
- Claro que não, Anny! - discordei.
- Dulce, você tá cometendo uma grande burrada, e ainda pode acabar ficando sem os dois. - May falou.



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