História Vondy : o reencontro - Capítulo 22


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Categorias Alfonso Herrera, Anahí, Christian Chávez, Christopher Uckermann, Dulce María, Maite Perroni, Rebelde, Rebelde (RBD)
Personagens Alfonso Herrera, Anahí, Christian Chavez, Christopher Uckermann, Dulce Maria, Maite Perroni, Personagens Originais
Tags Alfonso Herrera, Amor, Anahi, Chaverroni, Christian Chavéz, Christopher Uckermann, Dulce Maria, Maite Perroni, Novela, Ponny, Rbd, Rebelde, Reencontro, Relação, Romance, Vondy
Exibições 76
Palavras 648
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Crossover, Escolar, Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa noite, leitores! Está aí mais um capítulo para vocês, espero que gostem. Boa leitura!

Capítulo 22 - Algo novo


Ainda estou exausta, mas por fim, recebi alta e estou voltando para casa, ou melhor, para o colégio, depois de alguns dias no hospital, para minha total recuperação. Minha filha está cada vez mais gordinha e linda, é muito parecida comigo. Eu me sinto mais amada do que nunca e com a Vitória não é diferente, meus colegas e amigos mimam muito essa menina e não quero que ela fique como a Anahí, uma patricinha. Apesar de ter um bom coração, a Anny faz questão de se exibir e se preocupa muito com a aparência, e está tratando minha filha da mesma forma, como se fosse uma miniatura dela. Enfim, fui para o colégio,  tomei um bom banho e adormeci. Alguns minutos depois, acordei com o chorinho manhoso da minha razão de viver : minha pequena e indefesa filhinha. Levantei da cama assustada, com medo que alguém tivesse fazendo algum mal à ela. Peguei ela em meus braços e sentia sua respiração bem próxima à minha, o que me deixava ainda mais fascinada. Como um ser tão pequeno e indefeso conseguiria despertar um sentimento tão grande? Como aquele pequeno e frágil bebê despertava em mim tanto amor e carinho? Era inacreditável como um bebê recém nascido e que eu nem conhecia se tornou a coisa mais importante pra mim, por esse ser, ainda que vulnerável e pequeno, eu seria capaz de dar a minha própria vida. Ela estava com fome. Apoiei minha mão em sua cabeça, trazendo seu corpo para mais perto de mim, deixando sua boca úmida vir de encontro ao meu seio, fazendo ela sugar cada gotinha de leite que conseguia e, aos poucos, sentia um volume bem notável em sua barriguinha, me fazendo perceber que ela já estava farta. Seus olhos foram se fechando na medida que os milésimos de segundos se passavam, até ela adormecer nos meus braços. Eu fiquei com um pouco de receio de deitá-la e ela acordar, mas sabia que não podia ficar com minha filha muito tempo nos braços, que ela ficaria manhosa.

- Oi! Ela dormiu? - Ucker perguntou, entrando em meu quarto devagar. Eu não respondi, apenas fiz sinal que sim com a cabeça e deslizei meu indicador delicadamente nos meus lábios, sugerindo para que ele ficasse quieto e calado. Ucker chegou mais perto de mim, me deu um selinho e abaixou um pouco sua cabeça, depositando um beijo na testa da Vitória. - Quer que eu deite ela pra você? - ele sussurrou.
- Não precisa, meu amor! - respondi. - Eu quero que minha menina fique um pouquinho mais em meus braços. É maravilhoso sentir seu calor, Ucker.
- Vocês estão mimando muito essa bebê! - ele falou, sorrindo. Eu andei devagar e coloquei ela em seu berço, fui tomar um banho e comi um lanche que o Christopher tinha comprado para mim.
- Cadê a Vitória? - Anny perguntou.
- Está dormindo! - mostrei para o berço.
- Eu vou deixar minha sobrinha dormindo! - disse ela, saindo de fininho. Eu adormeci alí mesmo e nem vi quando o Christopher saiu. Desde que eu tive minha menina, estava cada vez mais sonolenta e cansada. Eu tinha que me adaptar com essa nova fase da minha vida. Já não era mais aquela garota ingênua e boba que retornou ao Elite Way, estava me tornando uma mulher madura e mais decidida a cada dia que passava, exercendo minha mais nova profissão : ser mãe. Agora eu entendia o verdadeiro significado da frase : "Ser mãe é padecer no paraíso. " Uma mãe é capaz de fazer muitas loucuras para proteger um filho, desde cuidá-lo como se fosse um ovo, que é frágil e qualquer chacoalhada poderia quebrá-lo, até deixar de viver pela saúde e pela vida do filho, e eu estava me esforçando para me tornar uma mãe. Eu amava tudo isso, para mim, era algo novo.



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