História Vondy : o reencontro - Capítulo 23


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Categorias Alfonso Herrera, Anahí, Christian Chávez, Christopher Uckermann, Dulce María, Maite Perroni, Rebelde, Rebelde (RBD)
Personagens Alfonso Herrera, Anahí, Christian Chavez, Christopher Uckermann, Dulce Maria, Maite Perroni, Personagens Originais
Tags Alfonso Herrera, Amor, Anahi, Chaverroni, Christian Chavéz, Christopher Uckermann, Dulce Maria, Maite Perroni, Novela, Ponny, Rbd, Rebelde, Reencontro, Relação, Romance, Vondy
Exibições 69
Palavras 815
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Crossover, Escolar, Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa noite, leitores! Eu não iria postar esse capítulo, pois apaguei várias vezes e reescrevi de novo. Não é interessante como os outros. É como um desabafo do nosso casal Vondy, onde eles expressam o que realmente estão sentindo depois de terem sido pais na idade deles. Enfim, espero que gostem e fiquem a vontade pra dizerem o que acharam.

Lembrando que não é importante como os anteriores. Boa leitura!

Capítulo 23 - Novo sentimento


Dulce narrando :

Mãe é uma palavra tão pequena, mas tem um significado enorme. Pode significar amor incondicional, superproteção, afeto, carinho. É exatamente isso que eu descobri desde que a Vitória veio ao mundo. Eu quero estar perto dela, proteger e dar carinho, transmitindo segurança e estabilidade. Minha filha é sim um pequeno e fofo bebê, que me enche de luz e deixa minha vida mais colorida a cada dia que passa. Agora, sei o que cada palavra da minha mãe significava, ainda que eu discutia com ela, tudo o que me dizia faz sentido finalmente. Percebo que não estava sendo possesiva comigo, mas eu estava sendo injusta com a mulher que me trouxe ao mundo e que se esforça para conseguir arrancar pelo menos um simples sorriso de mim. Estou agindo da mesma forma com a Vitória, lhe dando o melhor de mim, o meu eu. Mostrando minha verdadeira versão de mim mesma, que até então, era desconhecida pelo meu próprio reflexo no espelho. Eu me olhava, mas só hoje consigo perceber que eu nunca fui quem pensava que fosse, sabe porque? Por que, por mais que eu tivesse tudo, não tinha nada, eu vivia no preto e branco, descobri agora que a vida é cheia de cores. Sabe quem conseguiu me mostrar isso? Alguns lápis de cores variadas, usados por uma criança? Talvez, mas esse lápis não era feito de madeira, era feito de gestos, sentimentos. E quem era a criança que usava esse lápis? Não sei, você descobrirá com o tempo, com o passar dos anos, dos meses, das horas, dos minutos, dos segundos. Você descobrirá com um simples bater das asas de uma borboleta, que pairou sob a mais linda rosa do seu jardim. Jardim que ganhou cor e vida, ganhou nome : Vitória. Minha vida está mais colorida e repleta de rosas de todas as cores. Cada chorinho da minha filhinha me faz sentir mais carinho e amor por ela, isso mostra que é muito dependente de seus pais. Cada dia ela me mostra algo diferente, me faz sentir diferente, pelo simples fato de ser minha filha, pelo simples fato de eu ser sua mãe.

Christopher narrando :

Ser pai é ser primeiro um filho. É estranho, mas para se comportar como um pai, deve-se primeiro se conhecer, sentir realmente como queria ser tratado para tratar seu filho da mesma maneira! Eu sou brincalhão quando vejo que é o momento, mas sou sério quando me convém. Como? Você é irresponsável? Vive desperdiçando seu tempo com brincadeiras fora de hora? Não. Desperdiçaria meu tempo se não aproveitasse os melhores momentos da vida. Momentos? Sim, a vida é cheia de momentos, que podem ser bons ou ruins. Está em cada um de nós saber escolher cada momento, cada lugar para passar, cada passo para dar. A dor e o sofrimento não vem até nós do nada, somos nós quem buscamos, mesmo sem perceber. Alguém não sofreria um acidente de carro sem entrar dentro dele. Quer dizer que se alguém for morto, mesmo que à tiro foi culpa da vítima? Se alguém ser atropelado passando na rua, mesmo que na calçada, ela é a culpada? Não, de fato, ela não é a culpada ou culpado, e sim, as circunstâncias. Você responde pelos seus atos, se for ladrão, sua vida está marcada por um xadrez ou um cemitério. Se for um trabalhador, está certo que sua vida está marcada por uma vida longa e promissora. E se for pai? Você abdicará de uma linda noite de sono para cuidar do seu filho, amá-lo e balançá-lo até dormir, mesmo que você esteja certo que no dia seguinte, acordará como um zumbi para trabalhar pra não faltar o pão à mesa de sua casa. E a felicidade? Não existe felicidade eterna. Um dia, um grande sábio informou à um de seus seguidores que a maioria das pessoas do planeta vivem uma vida inteira procurando a felicidade plena e eterna, mas no fim, descobrem que não encontraram, pois não existe felicidade, existe momentos que nos proporcionam uma certa felicidade. Então, chegamos à conclusão que a felicidade não existe, o que existe são momentos felizes que vivemos ao lado de nossos entes queridos, de nossos amigos, de nossos filhos. Vivo esses momentos todos os dias, desde que minha filha veio ao mundo. Sorrio feito criança quando ganha um doce quando estou com minha filha, a Vitória me faz sentir um amor inexplicável por ela, me faz agradecer todos os dias pela vida que eu tenho. Já que falei de escolhas, será que eu escolhi certo quando decidi viver ao lado de uma mulher? Será que eu escolhi certo quando decidi viver ao lado da minha mulher? A resposta é pequena e simples, pode ser resumida em apenas três  letras : SIM. Eu fiz a escolha certa, que pode ter se tornado a melhor de toda a minha vida.



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