História Vondy : uma história policial - Capítulo 19


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NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Escolar, Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Drogas, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 19 - Visitando a empresa


Fanfic / Fanfiction Vondy : uma história policial - Capítulo 19 - Visitando a empresa

Conversamos um bom tempo até o Ucker me dizer tudo o que sabia. Fiquei abismada, mas não acreditei muito na história do Felipe, para mim, não era verídica. Estava a ponto de explodir, queria ir até a delegacia tirar satisfações com aquele idiota do delegado, mas lembrei que o Ucker me pediu pra ficar quieta, fingir que não sabia de nada.
- Dul, eu vou indo, mas vou ficar com o papel, tenho medo que algo de ruim te aconteça. - ele me deu um beijo, se despediu e foi embora. Alguns poucos minutos mais tarde, Poncho chegou, até então, não tinha percebido que eu já estava em casa. Ele foi direto pra cozinha fazer algo pra comer, quando chego por trás e dou um belo susto nele.
- Ai, caramba Dul. - disse ele, assustado. - Quase chegamos juntos. Vou fazer o almoço.
- Não, já tem um tempinho que cheguei. - falei. - Vim com o Ucker.
- Onde estava? - perguntou.
- No meu quarto. - respondi. - Ouvi você chegar. Vou dormir um pouco, quando o almoço estiver pronto, me chame.
- Não, de jeito nenhum. Você vai me ajudar agora, tudo bem?
- E eu tenho outra escolha? - brinquei.
- Não tem. Se não me ajudar, vai ficar sem comer. - disse ele.
- Que mal, Ponchito. - dei um tapa de leve em seu braço.

Cerca de uma hora depois, acabamos de fazer o almoço.

- Agora, a parte que eu mais gosto : comer. - brinquei.
- É, mas se não me ajudasse, te deixaria com fome. - ele respondeu.
- Será que pode ficar calado, Alfonso?
- Tá, tá bom. Calei, Maria. - disse ele, se dando por vencido.
- E a Anny? Como está? - perguntei.
- Não foi você quem pediu pra comer calado? - ele se irritou e foi para a sala, ligou a TV e estava assistindo o jornal, nem comeu a comida toda.Terminou de assistir, pegou suas coisas e disse que estava saindo.
- Espera, Poncho! - gritei da cozinha.
- Fala logo, Dul! - respondeu.
- Porque está me tratando assim? - perguntei, chegando até onde ele estava. - Porque não diz mais nada sobre a Anny? O que houve?
- Dul, depois a gente conversa, eu estou com pressa.
- Fala logo, Alfonso Herrera! - insisti.
- Do contrário? - ele perguntou, interessado.
- Caso não me dizer o que está acontecendo, eu vou embora daqui agora mesmo! Não quero continuar vivendo no mesmo teto que um homem que não acredita em mim. Qual é? Deixou de ser meu amigo? Deixou de acreditar em mim? Porque não me diz o que está acontecendo com você? Eu sei que só te dou trabalho, desde que começamos a morar juntos, mas eu quero te recompensar, te mostrar que também sou sua amiga.
- Dulce, você não me dá trabalho, eu confio em você, somos amigos! - ele respondeu.
- E porque não quer me dizer o que houve?
- Dul, é que eu e a Anny brigamos! Nós não vamos dar certo juntos, você deve conhecer como ela é.
- Você gosta dela, Poncho? - ele sorriu.
- Eu estou apaixonado pela Anny, mas somos diferentes! Nós não vamos dar certo, eu não quero insistir.
- E porque não me disse isso antes? Perdeu a confiança que dizia ter em mim?
- Não, não é isso! Eu só não queria te preocupar com meus problemas, até porque, você tem milhões de problemas pra resolver, não é?
- Você não me preocupa! Somos amigos.
- Obrigado Dul! É maravilhoso conversar com você, mas tenho que ir, estou atrasado. - ele apontou para o relógio de pulso que usava.
- Quer que eu vá com você? Quem sabe eu não possa me distrair um pouco? - perguntei.
- Tudo bem, mas vamos logo! Estou realmente com pressa. - ele se sentou no sofá. - Vou te dar dez minutos, Dulce.
- Ai, Poncho! Dez minutos não dá pra fazer praticamente nada.
- Se continuar conversando, não vai dar pra fazer nada. - entrei no meu quarto, peguei uma arma e meu celular.
- Vamos? - chamei.
- Pra quê essa arma, Dul? - ele perguntou.
- É mania! - respondi. - Mas de qualquer forma, vou levar. - Estava com uma jaqueta de couro, com bolso interno. Coloquei a arma lá. Na parte de baixo, usava uma calça de couro preta e um par de botas, preto, que também era de couro, um dos meus materiais preferidos. Descemos e entramos no carro do Poncho. Uns vinte minutos depois, chegamos na empresa que o Ponchito trabalha. Era muito grande e bonita, de lá, saíam diversos tipos de comidas doces e salgadas, ainda bem que o Ponchito era diretor. Entrei na sala dele e era bem grande e confortável. Pouco tempo que chegamos e sua secretária perguntou se eu queria algo pra comer.

- Aceita um café com biscoitos? - ela perguntou.
- Obrigada! - respondi. - Estou satisfeita.
- E você, senhor Alfonso? - ela perguntou.
- Não, muito obrigado! - disse ele. - E os relatórios?
- Já vou trazer! - ela saiu imediatamente.
- Ela parece ser bem calma, Alfonso!
- É, ela é bem calma sim. - ele deu um sorriso. Estava conversando com ele, ajudando a organizar alguns arquivos, quando algo de longe me chama a atenção.
- Poncho, é ele! - gritei.
- Ele quem, Dul? - perguntou.
- É o Christian, o dono do bar!
- Quem? Quem é Christian? Que bar? - eu nem dei resposta e saí o mais depressa que consegui. Vi que o Poncho vinha atrás de mim, mas não importei, apenas seguí correndo atrás daquele homem, sem desviar o olhar. Cheguei bem perto dele, que se assustou.

- Como me encontrou aqui? - ele perguntou.
- Eu não vou te fazer nenhum mal. - falei. - O que faz aqui?
- Como o que eu faço aqui? Entrego salgados!
- Entrega salgados em uma empresa alimenticia? - estranhei.
- É que eu tenho alguns clientes! - ele respondeu.
- Pode me dizer o que tem de especial nesses salgados?
- Nada. Eu só quero entregar minhas encomendas.
- Drogas? Maconha, cocaína, o quê? - debochei.
- Não, não tem droga nenhuma aqui. - afirmou.
- Posso analisar? - peguei um pastel, mas não tinha nada de diferente neles. Verifiquei cada um com uma luva, mas não tinha nenhuma pista, nada de estranho. - Obrigada, Christian! Vou ficar de olho em você.
- Não tem que agradecer! Agora, será que posso ir? - perguntou.
- Claro, mas não dê nenhum deslize! - adiverti e saí logo em seguida.
- Dul? Porque saiu daquele jeito? O que aconteceu? - Poncho perguntou.
- Nada, Ponchito! - respondi. - Na  verdade, é que esse tal de Christian é um deles!
- O Christian? Não, claro que não, Dul! Ele sempre trás salgados aqui e te garanto, vende todos! - afirmou.
- Ele é de confiança? - perguntei. - Você já comeu daqueles salgados? Tem algo de diferente?
- É, ele é de confiança, mas não tem nada de diferente nos salgados que ele vende aqui.
- Tudo bem! Eu vou indo.
- Espera, podemos ir juntos!
- Não, muito obrigada! Pode voltar a trabalhar, eu pego um táxi. - dei um abraço nele e saí. Na frente da empresa, o Christian ainda vendia seus salgados. Pelo que eu vi, não tinha nada estranho naquela cena. Estava caminhando calmamente na rua, quando sinto alguém pegar em meu ombro. Gelei, não sabia o que fazer, não sabia se sacava a arma e apontava pra trás ou ficava quieta, até ouvir uma voz me chamar.

- Quer uma carona?



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