História Vondy : uma história policial - Capítulo 23


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Escolar, Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Drogas, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa noite, leitores! Esse capítulo não ficou tão bom quanto eu queria, mas vale rsrs. Boa leitura!!!

Capítulo 23 - O coma


Fanfic / Fanfiction Vondy : uma história policial - Capítulo 23 - O coma

Dulce narrando :

Depois da cena horrível que eu e o Chris vivenciamos, só o que me restou foi tomar um banho e descansar. O Poncho fez algo pra comer, fez meu prato predileto : estrogonofe com arroz, e pudim de maracujá como sobremesa, mas eu estava tão cansada e dolorida, que não tive apetite pra comer. Fui para meu quarto e o Chris foi atrás, ele disse que tinha um assunto urgente pra tratar comigo e que não dava pra adiar. Eu não quis contradizer o pedido dele, pois meu namorado é muito dramático.

- Dul, eu preciso te dizer uma coisa! - disse ele.
- Não me leve à mal, Ucker! É que eu estou muito cansada, preciso dormir. Será que não pode me dizer amanhã? - perguntei.
- Não, não dá pra adiar, é urgente! - ele respondeu.
- Tudo bem, meu amor. - respondi. - Então, diz.
- Você sabe que sofremos muito nas mãos daqueles desgraçados, não é mesmo? - disse ele. - Eu fiquei com muita raiva quando te vi toda machucada, desacordada, nos braços de um deles, sendo algemada sem ter a chance de se defender. Fiquei com medo de te perder! Temos que tirar umas férias.
- O que quer dizer com isso? - perguntei. - Qual era o assunto urgente que queria me dizer?
- Eu sei quem ligou para o Felipe, dizendo que o Christian estava com uma reação  estranha na empresa. - respondeu. - Na verdade, foi uma armadilha para nos pegar.
- Quem ligou? - perguntei, interessada.
- O Michael mandou alguém nos vigiar e viram que você foi à empresa com o Poncho, depois, ligaram na delegacia dizendo que o Christian estava lá, agindo de forma suspeita. Queriam me atrair pra me pegar e por fim, te atrair.
- Quem ligou denunciando o Christian?
- O próprio Michael! - confessou. - Ele queria nos matar e acha que conseguiu. Vamos ter que viajar, tirar umas férias, sumir por um tempo, entendeu?
- Ele disse isso pra você?
- Ele confessou Dul, eu também reconheci a voz dele. - disse ele. - O Christian também não é um santo, ele vende seus salgados como um disfarce. Na verdade, distribui drogas.
- Na empresa? Uma empresa séria como a que o Poncho trabalha? - estranhei.
- É. Ele distribui as drogas na empresa. Eu queria voltar lá, mas não podemos agora, porque estamos mortos. E aí? Férias? - Ucker perguntou.
- Não, eu não posso. Tenho que acabar com o tráfico no México. - respondi, com autoridade.
- Dulce, se você não tirar umas férias, o Michael vai acabar sabendo que estamos vivos.
- Eu não tô nem aí. Estou viva mesmo e não faço questão de esconder isso de ninguém.
- Você é muito teimosa, Dulce Maria. Você quer mesmo continuar? Temos que nos desprender um pouco de tudo isso. Temos que descansar um pouco.
- Olha aqui, Christopher Uckermann, se você quiser tirar um tempo pra descansar e curtir, eu não me importo. - levantei da cama e apontei para seu rosto com o indicador. - O fato é que eu vou continuar. Nem que eu morra, mas a justiça será feita.
- E você acha que seria uma justiça perder a própria vida? Acha mesmo que vale a pena se arriscar? Acha que vale a pena dar a própria cara a tapa?
- Ucker, todo o México corre o mesmo risco que nós estamos correndo! É melhor perder uma vida que milhões de vidas inocentes.
- Eu não vou discutir com você, mas saiba que a sua decisão também é minha. Pense com calma em tudo o que eu te disse. Agora, será que posso dormir aqui? - ele perguntou. Eu apenas fiz que sim com a cabeça e dormimos. Fiquei pensando em tudo o que o Ucker tinha me dito, mas eu não deveria abandonar essa operação. Nem que fosse a última coisa que eu fizesse em toda a minha vida, mas estava em busca de paz e justiça. No outro dia, acordei mais tarde, já que fomos dormir quase quatro horas da manhã. O Poncho, com certeza, chegaria atrasado na empresa. A Anny acordou mais de uma hora da tarde e o Ucker ainda não tinha acordado. Fiquei preocupada, pois fui chamá-lo para o almoço e ele não respondia.

- Uckerzito, acorda! Já está na hora do almoço. - chamei, sem resposta. - Ucker, isso não é hora de bebê está dormindo. Acorda! - chamei novamente. Não, o Ucker não pode ter morrido, não pode. Chequei seus pulsos e estavam fracos, quase sem vida. Eu deveria fazer alguma coisa. Chamei a Anny pra me ajudar, que ligou para o hospital mandar uma ambulância.

                          ******
- Dul, como ele está? - Anny perguntou, assim que eu saí da sala onde ele estava. Eu não consegui responder nada, apenas abracei a Anny com força.
- Ele vai passar por uma cirurgia, Anahí. - respondi, chorando. - O Ucker corre o risco de não sobreviver.
- O que houve? -  Anny só conseguia chorar. - Me diz, Dul. Meu irmão morreu?
- Dul? Anny? E como o Ucker está? - Victor perguntou, chegando com a Alê. Eu não queria preocupá-los, pedi pra Anny não ligar, mas não adiantou.
- O estado dele é estável. - menti.
- Mas não foi você quem disse que ele iria passar por uma cirurgia e corria o risco de não sobreviver? - Anny perguntou, preocupando seus pais ainda mais.
- O Ucker corre o risco de não sobreviver? Meu filho pode morrer? - Alê perguntou, desabando de chorar.
- Tá vendo o que fez, Anahí? Eu disse aquilo para acalmá-los, não precisava ser tão sincera. - respondi, reprovando a atitude dela.
- Dulce Maria? - o doutor me chamou. - Pode me acompanhar?
- Claro! - nem olhei pra eles e seguí o doutor. - E como o Ucker está? Como reagiu à cirurgia? - perguntei, em desespero.
- Calma, você precisa ser forte! - ele respondeu. - O Christopher está em coma.
- O quê? Não pode ser, não pode ser, doutor! Por que não foi comigo? Por que com ele? - eu perguntava, sem entender.
- Dulce, você tem que ser muito forte. - disse ele, tentando passar segurança. - O caso do Christopher é muito grave. Ele sofreu uma hemorragia interna e passou por uma cirurgia, mas entrou em coma logo depois. - Eu não conseguia mais pensar em nada, só queria ver o Ucker, queria dar apoio pra ele, mesmo que não me ouvisse.
- Eu posso vê-lo?
- Claro, mas vou te dar vinte minutos. Daqui à pouco, vou repetir os exames. - ele me mostrou a sala e saiu, para que eu ficasse sozinha com o Chris.
- Ucker, eu não quero que me deixe, por favor! - falei, pegando em sua mão direita. - Eu te amo e não suportaria você me deixar. Por favor, volta Chris, volta por sua família, volta por você, volta por mim. Eu não queria te ver sofrer. - Fiquei alguns minutos alí, até o doutor me chamar.
- Dulce, eu vim examiná-lo. Depois, poderá voltar se quiser. - assenti e saí do quarto.



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