História Vondy : uma história policial - Capítulo 24


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Escolar, Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Drogas, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa madrugada rsrsrs. Queridos leitores, eu peço desculpas por não ter postado nada ontem, em nenhuma das fanfics ativas, é que minha internet estava mais ruim que Halloween sem doces ou travessuras. Editei esse capítulo agora pra postar pra vocês. Me desculpem. Boa leitura!

Capítulo 24 - Um mês depois


Dulce narrando :

Eu fiquei traumatizada com tudo o que aconteceu. Agora mesmo que eu não deveria abandonar a operação, pois todos dependiam de mim. Qualquer Mexicano como eu abandonaria essa maldita operação e ficaria ao lado do Christopher, mas Dulce Maria pensa diferente. Apesar de ser uma só pessoa, com milhões de teias para se desfazer, eu decidi continuar com tudo, sem ter que largar o Chris. Depois que o doutor examinou o Ucker, ele me disse o que aconteceu de fato : o Ucker estava com hematomas espalhados por todo o corpo, claro, sua hemorragia ocorreu em dois lugares, na cabeça e entre os pulmões, devido às fortes pancadas que sofreu.  Mas eu exigi sigilo, ninguém poderia saber que algum Christopher estaria no hospital, a não ser eu, a Anny, o Poncho, o Victor e a Alê. Ele corria muito risco. O Ucker teria visitas vinte e quatro horas por dia, quando eu não tivesse, alguém deveria estar com ele.

- Dul, e como ele está? - Alê perguntou.
- Ele vai ficar bem. - respondi.
- Alguém tem o sangue tipo O+? - o doutor perguntou.
- Eu tenho! - Alê afirmou.
- Pode me acompanhar? Seu filho precisa de seu sangue agora. Ele perdeu muito por causa da hemorragia. - Alê seguiu o médico e foi doar sangue para o Christopher.

No dia seguinte, fui para a delegacia e contei ao Felipe tudo o que aconteceu. Ele também me aconselhou de tirar umas férias, mas não dei ouvidos pra ele. Eu só queria que o Michael pagasse pelo mal que ele causava pra todo mundo, principalmente, o mau que ele vinha causando para o Christopher, que lutava diariamente pela vida.

- Dulce, você tem que tirar umas férias, nem que for de um mês. - Felipe insistia.
- Eu não posso, Felipe! Será que não entende que o Ucker está em coma e corre o risco de não sobreviver? - respondi.
- É exatamente por isso que deve descansar um pouco, Dulce!
- Eu vou até o fim, Felipe! - bati forte com os punhos em sua mesa e saí.
- Dulce! Dulce, espera! - ele gritou.

                                ****

Um mês depois

Um mês se passou, desde que Christopher entrou em coma. Até então, ele não teve nenhuma melhora, seu corpo não reagia à nada, parecia que já não suportava mais nada. Eu continuei com a operação, mas sempre ia disfarçada, não queria correr o risco de ser vista por nenhum deles. O primeiro endereço que fui foi na estação, onde encontrei o tal cofre, pois ainda tinha as chaves que o Eddy me deu. Era um lugar entre quatro paredes, cheio de armários de bibliotecas, cada um tinha várias pastas, que tinha muitos arquivos que armazenavam os dados deles. Eu queria que o Ucker tivesse ido comigo, queria que tivesse desvendado aquele mistério. Todos os dias, eu fazia o mesmo caminho : primeiro, visitava o Ucker no hospital, ficava boa parte do dia com ele e gastava entre duas e três horas na operação. A maioria das vezes, dormia no hospital, para fazer companhia. Todo dia, os médicos o examinavam para ver se ele tinha progresso, mas o Ucker continuava sem reagir, o que me fazia desesperar a cada exame.

Hoje resolvi voltar pra casa. Não queria dormir no hospital, já não suportava ver o Chris daquela forma, naquele estado. Liguei pra Alê e ela foi para o hospital. Estava em casa, quando a Anny chegou desesperada, dizendo que o Ucker piorou. Seguimos para o hospital imediatamente e encontramos a Alê e o Victor se abraçando entre choros, parecia que ambos estavam se confortando.
- Alê? Victor? Como ele está? - perguntei.
- Mamãe, seja sincera. O Ucker morreu? - Anny perguntou, entre choros.
- Anny, vamos ter que ser muito fortes e lutar juntos! - Victor respondeu, abraçando a filha.
- Me diz, papai! O Ucker morreu? Responde, papai! - disse, autoritária, sacudindo a blusa do Victor.
- Não, meu amor! - Alê respondeu, vendo o drama que a Anny fazia. - O Ucker está debilitado e não responde às medicações, mas ele vai ficar bem. - Eu saí enquanto estavam se abraçando e entrei no quarto onde o Ucker estava.
- Dulce? O que faz aqui? Você não pode entrar aqui agora! Aguarde lá fora por notícias. - disse o doutor.
- Eu só quero saber como ele está! - respondi.
- Ele está fraco, seu sistema imunológico não está respondendo com eficiência e o sistema nervoso pode ter consequências irreversíveis. - ele afirmou, vendo que eu não ia sair dalí sem respostas.
- Obrigada, doutor! - agradeci e saí imediatamente. O Ucker estava certo? Eu deveria tirar umas férias? Deveria deixar a operação um pouco de lado? Talvez sim, quem sabe tudo não se resolveria? Talvez não, pois tudo estará resolvido quando essa operação acabar. Voltei para casa, tomei um banho e fui me deitar e peguei um livro, já que eu não conseguia mais dormir. Fiquei pensando no Ucker e seu jeito único de ser.

Flash Back On

- Você deve ser o idiota que arrumaram pra trabalhar comigo, não é? - Dulce perguntou.
- Bem que o delegado disse que você era linda e marrenta. - ele respondeu.
- Você me acha linda?
- Não tanto quanto suas chatices, mas é.

                           ~~~~~~~
- Falando sozinha, Dulcinha? - Christopher provocou.
- É só falar do inferno, que o diabo aparece. - respondeu. - Por acaso tá me perseguindo, sombra?
- Não, claro que não. - disse ele. - Eu só queria falar com você um pouco.
- Então, vai falar sozinho. Eu não quero falar com você.

Fiquei mergulhada nos meus pensamentos, até pegar no sono.



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