História Vondy : uma história policial - Capítulo 53


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Palavras 1.008
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Escolar, Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Drogas, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa tarde, leitores!
Este capítulo não é muito importante quanto o próximo, mas espero que gostem!
Boa leitura!!!

Capítulo 53 - Desfazendo dos corpos


Depois da longa e reveladora conversa que teve com Maite, só o que restou à Dulce foi ir embora, voltar para seu apartamento. Estava chocada com tudo o que a morena disse. O que ela revelou sobre o passado do Michael havia deixado a policial muito estática e desacreditada. Seu dia, ainda que estivesse na metade, foi marcado por um passado remoto e um encontro inesperado. É claro que a jovem ficou praticamente imóvel quando seus olhos revelaram quem estava caminhando em sua direção, nada mais nada menos que o maior traficante de todos os tempos, no México. Adentrou seu apartamento, tomou um banho rápido e foi para seu quarto, quando a campainha começou a tocar quase revelando o desespero de quem estava tocando. Dulce não evitou o arrepio que subiu sua espinha. Mil informações eram processadas em seu cérebro naquele momento, fazendo com que novas dúvidas surgissem instantaneamente, exigindo uma resposta. Quem seria? O que queria? Dulce só tinha uma maneira de descobrir : abrindo a porta. Abriu sua gaveta, pegou um revólver e um colete à prova de balas, vestiu o mesmo e atendeu, com o revólver voltado para sua frente. Ucker, que estava cabisbaixo, se assustou com a atitude da sua namorada.
- Calma, meu anjo! - Ucker levantou seus braços em forma de rendição.
- Desculpa, Ucker! Entra, por favor! - ela deu espaço para que ele entrasse e retirou o colete que estava usando.
- O que aconteceu, meu amor? Por quê agiu assim? - ele perguntou, preocupado.
- Ucker, você não vai acreditar!
- Você também não vai acreditar! - disse ele, surpreendendo-a. - O delegado confessou que foi obrigado a soltar o Eddy! Se eu já não confiava nele, pior agora. Acho que não foi o Michael quem matou o Rodrigo. - afirmou.
- Como assim, Ucker? - Dulce perguntou, confusa. - Se não foi o Michael, quem pode ter sido?
- O delegado Felipe! Eu tenho praticamente certeza disso. - respondeu.
- E por quê você acha isso?
- Ele está muito suspeito com essas atitudes estranhas. O Felipe passa informações da operação para o Michael, não devemos confiar nele.
- Isso eu sei! - disse ela. - Nunca deveríamos ter confiado uma palavra, se quer.
- O que queria me dizer? - ele perguntou, fitando-a.
- Amor, eu sei por quê o Michael libertou o Poncho aquele dia, quando revelei que ele seria pai. - afirmou. - O Michael vivia com sua mulher, que estava grávida, e com seu filho de dois ou três anos, não me lembro bem. Os traficantes que forneciam as drogas para ele vender no colégio não gostaram de vê-lo fazendo um grande número de vendas e acabou arrombando sua casa, matando toda sua família, a esposa e os filhos, cujo um deles ainda nem tinha chegado ao mundo. Ele perdeu sua mulher e dois filhos.
- Caramba! Esses caras são muito covardes, sangue frio. Eles não se importam com família, crianças. - Ucker falou, chocado.
- O pior é que não, meu amor! - disse ela.
- Quem te revelou tudo isso? - perguntou, curioso.
- A Maite, mulher do Christian! Eles eram amigos do Michael e sabem muitas coisas sobre a vida arriscada do tráfico que ele tem. Este é um bom caminho para armar uma emboscada para prendê-lo. Temos que nos juntar com os amigos dele.
- Acha que eles vão dizer tudo? - Ucker perguntou. - Claro que não, Dulce! Eles são amigos do cara.
- Pode ser, mas não são bobos! - ela respondeu. - Vamos continuar recebendo informações através deles, tudo bem?
- Tá, mas não podemos nos arriscar! - concordou.
- E não podemos dizer nada ao Felipe! - Ucker assentiu com a cabeça.
- Vamos onde?
- Vamos voltar à fronteira! - ela respondeu.
- Dul, não acho que seja uma boa ideia! Você deu de cara com o Michael e...
- Sabe o que eu desejo de verdade? - Dulce perguntou, fitando-o. - Que ele tenha morrido com o golpe que você o atingiu! - Dulce afirmou.
- Não, ele não pode morrer! Ainda tem muito o que viver, quero que ele pague por tudo o que fez. - disse ele.
- Então, vamos? - ela o chamou.
- Agora, pode usar o colete, se quiser! - ele brincou. Saíram em seguida, voltando para a fronteira com a Guatemala. Instantes depois, eles chegaram no local. No início, não havia, se quer, um mínimo movimento humano no lugar. Com o passar dos segundos e até dos minutos, algumas pessoas começaram a chegar, passando pela ponte.
- Que estranho! A presença dessas pessoas neste lugar não é comum! - Dulce afirmou, franzindo o cenho. - Geralmente, não aparece mais que duas ou três pessoas em um fim de mundo como este.
- Acha que são traficantes? - Ucker perguntou.
- Provavelmente, vieram pegar as mercadorias! - disse ela.
- O Michael! - Ucker mostrou. Ele parecia discutir com aquelas pessoas, que rodeavam por alí.
- O que será que este homem está fazendo aqui de novo? - Christopher não consegiu responder, pois uma discussão começou. Tiros foram disparados, matando sequencialmente cada pessoa. Parecia um jogo de assassinos em série. Dulce avistou um homem alto jogando os corpos sem vida dentro de um caminhão velho, que ainda não tinham visto. - Ucker, olha quem está alí! - ela mostrou. Ele não acreditava no que via, ficou completamente desacreditado, sem entender. Como confiaram tanto? O que aquele homem escondia? Quais eram seus segredos?
- É o delegado Felipe! - exclamou. O homem que se desfazia dos corpos era o próprio delegado. - Ele está, literalmente, se livrando das pessoas mortas. Para onde será que eles vão levá-los?
- Eu posso estar enganada, mas acho que estão indo para o cemitério! - Dulce afirmou.  Assim que terminou de encher o caminhão de cadáveres, Felipe ligou o veículo e partiu em seguida, juntamente com Michael.
- Vamos, Christopher! Vamos seguir esse imprestável. - Dulce chamou, entraram no carro e seguiram aquele caminhão.



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