História Vondy : uma história policial - Capítulo 54


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Escolar, Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Drogas, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Bom dia, leitores! Este capítulo não tem muita importância.
A partir de agora, não teremos muitos endereços e códigos para desvendar, vamos descobrir informações a partir das que já temos! Boa leitura!!!

Capítulo 54 - Ameaça de morte


- Vamos, Christopher! Vamos seguir esse imprestável. - Dulce chamou, entraram no carro e seguiram aquele caminhão. O veículo passou por vários lugares, até chegar em um ambiente completamente imundo. Este lugar, Christopher e Dulce conheciam muito bem: era o cemitério. Felipe parou o veículo, pegou os corpos, que não eram mais que meia dúzia, se livrou deles e começou uma séria discussão com Michael. Pareciam se debater por causa dos corpos. Quem poderiam ser?Clientes ou adversários inimigos? Dulce e Ucker se perguntavam, enquanto observavam as discussões, que pareciam se prolongar a cada segundo que passava.

- Você é um infeliz, delegado  de meia tigela. Eu disse que não tolerava traição, não se lembra? - Michael gritou, começando uma sessão de espancamento no Felipe. 

- Eu não te traí, Michael! Me deixa ir, por favor! - Felipe implorava. Estava de costas, ajoelhado e com as mãos na cabeça. 

- Ah, que lindo! Ajudar os outros significa me trair, sabia?! - ele respondeu. - Sabe o que eu poderia fazer? Acabar com essa sua vidinha mais ou menos agora mesmo. 

- E o que está esperando? Acaba logo, Michael! - Felipe ordenou. 

- Seu desgraçado! Eu não posso te matar agora. Você sabe que eu ainda preciso de você. - Michael respondeu. - E o nosso casal de policiais? Onde está? 

- Eu não sei... Eu não faço ideia de onde estão! 

- Eles parecem ter sido feitos de aço, nunca morrem. Foram atingidos várias vezes e não morreram. 

- Não mata eles, por favor! - Felipe pediu. 

- Não, eu não vou matá-los! - Michael negou com a cabeça. - Sabe quem vai matar eles? - Felipe negou. - Você, Felipe. Você vai matar a Dulce e o Christopher. Te dou uma semana para os corpos deles estarem jogados aqui, do contrário, quem vai estar aqui será você. 

- Eu não posso fazer isso! Não vou matá-los, Michael. 

- Acha que eu não saquei sua jogada? Você quer tudo só pra você! Quer o tráfico, a justiça, a delegacia, toda a grana! - Michael afirmou, gesticulando com os dedos. - Eu vou te dar uma grana alta pra sumir do país. Você nunca mais vai precisar trabalhar na vida. Essa grana irá facilitar tudo, além de garantir sua aposentadoria. Só não vou te matar agora, por quê você ainda é útil. Se levante! Anda, miserável! - ordenou, golpeando Felipe com a ponta da arma que usava. O delegado obedeceu rapidamente. - Agora, entra nessa porcaria de caminhão e vamos embora. - Felipe, assim fez, saindo em seguida. 

- Eu vou descobrir o que o delegado sabe. Será que ele vai tentar nos matar? - Dulce perguntou. 

- Não sei, mas eu não estou a fim de morrer! - Ucker respondeu, fitando-a. - Eu prefiro matar. 

- Ai, que ódio do Felipe. Como ele pôde nos enganar este tempo todo? - Dulce lastimava. - Eu odeio o Felipe. Vou ter o maior prazer em prendê-lo.

- Você terá todo o tempo do mundo para isso, amor! - Ucker afirmou. - Agora, vamos sair deste lugar nojento e fétido. - Entraram no carro, acionaram o motor e saíram rapidamente de lá. 

- Vamos até o bar, eu preciso falar com a Maite!  - Dulce ordenou. 

- Amor, é perigoso! Eu não confio  naquelas pessoas, eu não confio...

- Não confia neles! - Dulce completou. - Quantas vezes você já me disse isso?! Milhares, Ucker. Para de ser chato! Os únicos que podem nos ajudar são eles. Você mesmo sabe que conseguimos várias informações importantes através de tudo o que eles nos disseram. Não teríamos chegado até a fronteira, se a May não tivesse me dito tudo. - ela lembrou. - Só o que eles querem, assim como nós e todo o México, é paz. Paz espiritual, paz moral. Eles ansiam pela liberdade de expressão, ansiam pela liberdade de espírito. 

- Tudo bem! Vamos? - disse ele, assentindo. Instantes depois, chegaram no bar, avistando Maite atendendo os clientes. - Será cadê o Chris? - Ucker perguntou. 

- Não sei, mas vou saber! - Dulce respondeu. - Amor, me espera aqui! Eu vou lá falar com a May. - ela deu um abraço nele e saiu, sem esperar resposta. - May, está podendo falar? 

- Oi, Dul! Vai na cozinha chamar a Zora, que eu já estou indo. - ela ordenou, enquanto servia gentilmente os clientes. Dulce assentiu com a cabeça, adentrando o bar até a cozinha, onde encontrou Zora preparando mais salgados. 

- Bom dia, Zora! - Dulce a cumprimentou. - A May quer que você vai até o bar. - Zora não respondeu nada. Apenas assentiu, lavou suas mãos e saiu rapidamente. Instantes mais tarde, May foi até onde Dulce estava. 

- Oi, amiga! Você disse que queria falar comigo. O que foi? - Maite perguntou, puxando a cadeira para Dulce se sentar. 

- May, hoje fomos até a fronteira com a Guatemala e vimos o delegado com o Michael. Eles começaram uma discussão com alguns homens, que foram mortos minutos depois. - ela explicou. - Os corpos foram levados para o cemitério e jogados no chão impiedosamente. Sabe me dizer quem eram? 

- O Chris me disse que outros traficantes estavam à procura de mercadorias. - ela respondeu. - Não sei te dizer quem são pelos nomes, mas sei que são inimigos do Michael. 

- Parece que o Michael tem diversos inimigos espalhados por aí! 

- O pior é que tem, Dul! - confirmou. - Então, eles morreram? - ela assentiu. 

- E o Chris? Onde está? - Dulce perguntou, fitando-a.

- Foi entregar algumas mercadorias!  - May respondeu. Dulce assentiu com a cabeça. 

- Entendo! Sabe, eu fiquei chocada com a atitude do Felipe! Se eu odiava aquele infeliz, agora odeio muito mais. O Michael quer que o delegado nos mate. 

- E aí? O que o delegado respondeu? 

- Tentou nos defender, por pura falsidade! - Dulce respondeu. - O Michael ofereceu uma boa grana para o Felipe sumir do país. 

- Dul, só não quero que confiem no Felipe! E, por favor, fiquem atentos. Fiquem armados o tempo todo. 

- Acha que o delegado seria capaz de nos matar? - ela perguntou, surpresa. 

- Dul, não foi você quem disse que viu o Felipe matando os inimigos deles? Acho que isso já te responde, não? 

- Tudo bem! Eu e o Ucker não vamos dar mole. Vamos estar preparados. - ela respondeu. - Agora, tenho que ir. Se tiver qualquer informação importante, me avise, tudo bem? - Se despediram e Dulce foi embora, com Christopher. - Por hoje é só. Eu não quero ver a cara daquele monstro. 

- Eu também não tenho essa paciência toda! - Ucker respondeu. 

- A vontade que eu tinha era de matar aquele cara! Fomos ameaçados de morte. 

- Eu não vou morrer! Quero ver quem morre primeiro. 

- Não, não vamos matar ninguém! - Dulce afirmou. 

- Mas o Felipe vai! Ele quer matar o Michael. 

- Eu tenho um plano! - disse ela. 

- De novo não, Dul! - Ucker falou, preocupado. 

- De novo sim! Talvez essa seja a nossa última cartada pra pegar o Michael. 

 

 

 

 



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