História Vórtex de Cores - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Personagens Deidara, Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Guren, Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Itachi Uchiha, Juugo, Kabuto, Kakashi Hatake, Karin, Kushina Uzumaki, Nagato, Naruto Uzumaki, Sai, Sakura Haruno, Sasori, Sasuke Uchiha, Suigetsu Hozuki
Tags Narusaku, Narusasu, Naruto, Sakura, Sasuke, Sasunaru, Sns, Yaoi
Exibições 462
Palavras 2.876
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Essa é minha primeira fanfic, estou me dedicando ao máximo para construí-la. Bem, estarei a postar o mais rápido que posso e qualquer crítica é bem vinda.

As falas variam de verbais a não-verbais, por causa do personagem principal. Mas eu as detalhei para ser mais amplo.
Boa leitura!

Capítulo 1 - Capítulo I - Brilhante Tristeza


Universidade de Tóquio, Japão — 3h43 p.m

Um garoto estava a frente da sala do diretor com apenas alguns papéis na mão. Seu visual era modesto: um terno barato e branco. Não se produzira muito para a ocasião, queria que fosse rápida, por isso não exigira que os fios pretos de seu cabelo estivessem em perfeita condições. Bem... já seu físico, parecia que não dormia por séculos, estavam muito vermelhos, mas não a ponto de ser uma conjuntivite.

Um pouco atrás dele, estava duas pessoas. Pareciam seus pais, aliás eram os próprios, Mikoto e Fugaku Uchiha. Mikoto estava com suas mãos sob o rosto, perto do queixo e Fugaku com uma postura séria, apenas olhando o filho não ter coragem de girar a maçaneta da porta.

— Vamos, Sasuke! Se é isso que você realmente quer, não iremos te parar. — O tom de voz de Fugaku era sério.

Sasuke acenou brevemente a cabeça um 'sim'. Ele não podia falar, já que tivera um tumor cerebral assim quando bebê que deixou uma lesão em suas cordas vocais, impossibilitando-o de falar e dificultando sua respiração e alimentação. Entretanto, felizmente o cérebro de uma criança se regenera de forma eficiente, então fora mais fácil dissipar o tumor já suas cordas vocais... Tiveram que fazer um precedimento arriscado, afetando suas cordas vocais que o impossibilitaram desenvolver a fala e melhorando a respiração e a deglutição. 

Rodou a maçaneta e entrou dentro da sala. Lá na frente estava o diretor, Tobirama Senju, com seu terno preto e cabelos brancos.

— Ah, então era você que estava parado na porta. Sente-se. — disse Tobirama. — O que traz aqui outra vez?

O rosto do Uchiha já era bem comum para o diretor. Sasuke sempre se dirigia a ele desde que começara o curso de Ciências Sociais para pedir conselhos, saber como a faculdade era administrada e, até mesmo, denunciar algum valentão que sempre pegava no pé dele ou no de qualquer outra pessoa. Além disso, ele gostava bastante do ambiente. Não era repleto de objetos, tinha umas 3 cadeiras em volta de uma mesa de vidro, duas estantes enormes grudadas às paredes repletas de livros e, um pouco a frente dessas duas poltronas na frente da mesa de Tobirama.

— Por esses olhos, não me diga que...

Um não era dito pela palma de Sasuke na frente da mesa do diretor. Tobirama se referia a uma pratica de bullying sofrida pelo garoto, já que era de costume as altas agressões sofridas por ele. Inclusive, uns 3 garotos foram expulsos por tal ato no primeiro semestre do ano.

Agora o caso era voltado a um desejo que o estudante tinha. As folhas que estavam na outra palma de Sasuke fora entrega ao diretor. Ele pôs seus óculos e começou a ler.

— Não acredito que cheguei a esse ponto. — pensou Sasuke, suas mãos logo começaram a se fechar sobre seu colo e uma grande força foi exercida nelas.

Era um relatório dizendo que ele iria trancar a faculdade por um tempo. Sim! Sasuke queria sair da universidade depois de 3 anos. E para chegar a essa decisão não fora nada fácil, nunca é.

Demorou semanas para que ele decidisse como iria cuidar da sua saúde e percebera que deveria largar a faculdade.

Nesse relatório estavam alguns documentos e uma carta descrevendo os desejos de Sasuke:

"Todos passam por uma época da vida que é difícil seguir em frente, ainda mais quando se é deficiente auditivo. Eu estou passando por momentos que não me faltam razões para cuidar de minha sanidade, do meu psicológico. Por isso, acho melhor que eu dê uma pausa de ambientes que me tragam desconforto... Não que eu continue tendo problemas com pessoas, não tantos... Só sinto que estou em um local que me marcou muito e olhar aqui é deprimente. 

Em fim, espero que não me faça perguntas e nem levante soluções para isso, eu já achei meios para me desenvolver psicologicamente. Isso é temporário."

A medida que as iris de Tobirama se deslocavam de acordo com as linhas da carta, Sasuke sentia-se mais angustiado. Tobirama, por sua vez, mal piscava enquanto lia, estava sério. Até que, finalmente pararam. O Uchiha levantou-se e ficou de costas para Tobirama com as mãos limpando suas pequenas lágrimas.

— Entendo... — exclamou Tobirama. — Não precisa ficar aqui na minha frente se não quiser. É mais difícil por eu ser aquele que irá organizar todas as suas papeladas. 

Um suspiro foi solto pelo diretor. Ele sempre priorizou o bem estar dos alunos de sua escola, mas não poderia fazer muito naquela situação.

— Eu mandarei por correio os papeis que você precisar assinar e me traga o mais rápido possível, seja por correio, por seus pais ou por alguém de confiança.

Sasuke dirigia-se para fora da porta até que o superior  perguntou a ele:

— Espere... o que você quer que eu faça com esse relatório?

— Rasgue. — Sasuke virou-se por um instante, com sua cabeça abaixada, e usou libras.

Logo em seguida foi-se para fora da sala.

— Entendo... — Os papeis foram rasgados de forma delicada em pedaços pequenos e jogados no lixo. — Então, até a próxima.

Sasuke retornou até a porta e seguiu para fora da sala.  Era um corredor imenso, mas estava deserto, por obviamente, estarem de férias. Só não estava tão vácuo pois à sua frente estavam seus pais, com as iris dos seus olhos fixadas sobre a postura do garoto. Eles estavam fazendo uma dança, dança de olhares, deixara que seus olhos respondessem, já que nada ali poderia ser feito.

Eles eram exigentes, exigentes com Itachi e com o próprio Sasuke. Sempre estavam a buscar pelo melhor de ambos os filhos, mas, eles pressupuseram que um dia como este chegaria, e mais do que nunca teriam que apoiar o filho.
Sasuke caminhara quase como se estivesse caindo em direção aos pais. Estava com os olhos encharcados, não queria deixar a faculdade, mas era necessário. E com um brando movimento, aconchegou um braço sobre a Mikoto e outro sobre o Fugaku, apertando-os bem.

— Vai ficar tudo bem... eu juro! — Mikoto estava aos prantos em frente a sala do diretor. — Ninguém vai te humilhar...

— Eu não sinto que pertença a essa realidade. — pensou Sasuke.

— Informei ao Itachi sobre sua decisão, ele já esta indo para casa. — terminou Mikoto.

As lágrimas estavam se jorrando pelo rosto dos Uchihas, molhando todo aquele chão branco. Sobretudo, as lágrimas de Sasuke e Mikoto. A mãe não conseguia conter a voz e deixava que os gritos saíssem de sua boca o quão alto podiam.

Fugaku, por sua vez, estava tão emotivo quanto os outros dois, mas não queria levantar nenhuma fala. Queria apenas que a família se expresse com as lágrimas. Era liberar poucas palavras e guardar as demais para quando estivesse mais racional, tinha medo de ferir o filho de forma indireta. E estava certo em tomar tal decisão.

Algumas vezes, Fugaku, sem perceber, soltava comentários que ofendiam seu caçula. E isso deixava-o mal, impotente. Por sua rotina de trabalho ser imensa, ele tinha pouco tempo com o família, isso, para ele, já era um grande motivo para que os filhos e, até mesmo, Mikoto perdesse o apego por ele. Porém, quando se encontrava com eles, Fugaku tentava ser engraçado, ofendendo até mesmo a integridade destes.

Com alguns toques de Itachi e de Mikoto, ele percebera que chegava a ser ridículo o que fazia. Então sempre refletia sobre o que dizer e como dizer. Não deixava de ser exigente com os filhos, mas compreendia que a dor de Sasuke era particular dele e que ninguém da família entenderia o que este passara.

— Vamos para casa, esse não será o fim do mundo. Você é repleto de dotes e conseguirá se aperfeiçoar em cada um deles. — O tom da voz de Fugaku era de pura compaixão.

Sasuke, Mikoto e Fugaku limparam suas faces com seus braços e começara a se direcionar para saída da universidade — onde estava o carro, é claro.

Do lado de fora do prédio da universidade estavam duas pessoas, amigas de Sasuke. Uma era ruiva de pele clara, usava um óculos de grau que deixavam seu rosto esbelto, esta era Karin. O outro, por sua vez, tinha o cabelo claro em uma tonalidade fria, esse era Suigetsu.

— Sasuke... — A voz de Karin emergia-se aflita.

Fugaku abraçou Sasuke e o levou para o carro, enquanto Mikoto vinha em direção aos amigos dele.

— Eu sei que nesse momento vocês gostariam de estar com ele. — agradecia Mikoto. — Mas, nesse momento, ele precisa da família e de um tempo só, entendem?!

— Oh.. claro... Só queríamos vê-lo! — Suigetsu dizia todo atrapalhado pausando as palavras de sua oração — Diga pra ele que achamos ingressos para  um circo amanhã, sexta.

Karin observara atentamente seu amigo entrar dentro do carro enquanto deixava uma lágrima de seu rosto cair. Ela o amava muito e por isso sempre queria protegê-lo, como se fosse seu irmão mais novo.

— Diga para ele nos ligar também, quando quiser. — Voltava seu rosto para Mikoto e deixava seus lábios mostrarem o quão desalegre estava.

— Direi sim, muito obrigado. — Mikoto despedia-se com um breve sorriso aos amigos de Sasuke.

(...)

Acabara de chegar em casa, apenas guiou-se para o andar de cima, direto ao seu quarto. Itachi não havia chegado ainda e Fugaku fora direto para cozinha fazer a janta, enquanto Mikoto estava indo preparar um banho para si mesma. Eles precisavam refletir, então faziam atividades que os deixassem confortáveis.
O quarto de Sasuke estava escuro, muito bem organizado. Tinha uma escrivaninha onde ele deixava só seus livros. Ele ama ler, só não mais do que escrever.

Sasuke não sabia como se expressar verbalmente. Quando se encontrava ao lado de seus amigos, sempre queria levantar a voz para chamar a atenção sem usar as mãos. Se sentia desgastado por usar libras, e, por isso, optou a escrever. Ele amava se expressar e impressionar, era hábil com a escrita, inclusive escreveu diversos livros para si mesmo.

Mas não era momento para leitura. Sasuke não queria nem pensar. Mas isso era inevitável, já tinha ideia do que fazer, só não como iria fazer. 

Mesmo que ele tenha erradicado todo o bullying que sofrera, tanto no ensino médio quanto na universidade, o Uchiha não conseguia tirar isso da mente.

Ele estava largado sobre sua cama, um dos seus braços cobria os olhos e permaneceu assim por um bom tempo.

— Estou sempre levando uma vida silenciosa... só queria saber como seria falar ao menos uma vez. — refletia. — Eles ainda olham para mim como se eu fosse um gato medroso. Espero bastante resultados com o psicologo...

Continuava imóvel sobre sua cama sem mexer um músculo. Até que adormeceu durante boa parte da noite. Itachi havia chegado, mas resolveu não incomodar.

Itachi sempre fora boa companhia para Sasuke, independente da época ou estado. Ele conseguia fazer com que o Sasuke se abrisse com tremenda facilidade. Isso desde a infância. a presença dele era tão importante para o menor. Embora, atualmente, ele tenha se distanciado por causa do trabalho como pintor. 

No meio da madrugada Sasuke se levantou, notou que a luz do quarto do Itachi estava iluminando o corredorzinho. Então ele estava acordado, pensou. Fora direto ao quarto e viu seu irmão pintando sua imagem. Cada traço de Sasuke estava perfeitamente representado: o preto de seus olhos brilhavam, sua vestimenta era uma camisa roxa sob uma capa preta e seu cabelo tão bem desmanchado que parecia até uma foto.

— Eu queria deixar no seu quarto para quando você acordasse. — Disse Itachi enquanto segurava com delicadeza o pincel. — Venha, sente-se, me ajude a terminar.

Sasuke soltou um sorriso, o primeiro da semana e foi a sentar do lado de seu irmão.

— Não sei pintar, nem desenhar. — Pegou um dos pinceis e escreveu essa frase na folha.

— Simples, hoje que tu irá aprender. — Segurando a mão de Sasuke com firmeza, levou-a a colorir rosas azuis do lado de sua imagem. — Azul sempre o deixou sua imagem perfeita.

Sasuke estava sendo guiado pelas mãos de Itachi, mas, mesmo assim, fez uma pequena mancha na pintura e pôs o pincel sobre o chão.

— Você é bom. — Sorriu para o mais novo. — Não fique chateado. Esperar que você tenha sucesso de primeira é suicídio, se aperfeiçoasse sua pintura você seria imbatível!

Itachi pegou o desenho e o guardou dentro do seu antigo guarda-roupa. Para Sasuke não se sentir culpado, ele pegou outra folha e deu por si a incentiva-lo:

— Vamos apenas nos expressar por rosas. Sejam elas das cores que você quiser. 

Sasuke pegou as tintas de cores vermelhas, preta e verde. Ele acenou para seu irmão:

— Me parecem boas escolhas. O que você acha? Irá ensina a sombrear?

— A cor vermelha simboliza os sentimentos explosivos; verde representa fertilidade e esperança. Já o preto, bem, Suke... não é difícil de descobrir. — Itachi soltara um grande sorriso para Sasuke.

Sasuke começou a olhar desconfiado para Itachi. Sabia que ele só ensinaria como se pega em um pincel, então o resto ficava por conta própria. Bem, levaria como uma oportunidade para ocupar sua mente.

— Nossa mãe me disse que teria um circo amanhã. Digo. Hoje. Seus amigos te convidaram, agora só falta você responder, o que acha? — Itachi voltava sua atenção as flores começando a ser feitas pelos dois.

— Não sei se é uma boa ideia ir em um local público tão depressa... — usou libras para responder a pergunta.

— Eu ficarei até amanhã de manhã. Acho que irei. Vai ser uma boa oportunidade para nós, principalmente para você.

Sasuke abaixou a cabeça e começara a refletir:

— Se só nessa madrugada com ele me deixou expressivo... então um circo não deve ser muito ruim. Ainda mais com o curto tempo que terei com ele.

— E aí, o que me diz? — insistiu —, vamos?

Sasuke movimentou com sua cabeça um 'sim' e começara a sorrir de lado. Claro, ele não sabia o que esperar, se seria ou não uma experiência legal. Era um ambiente em que ele teria de apreciar as performances, não exigiria que ele tivesse contato direto com os outros.

— Bem, então esta decidido! Só falta dizer para seus amigos que nos encontraremos lá. — exclamou Itachi —, aliás, você começará a frequentar o psicologo, não é?! Mãe, marcou sua primeira sessão para daqui 2 dias. Ouvi boatos de que quem irá te orientar é um tal de Hatake.

Itachi começou a guardar os objetos espalhados pelo chão de seu quarto. O quadro que ele estava pintando com Sasuke foi levado pelo irmão, queria terminar de pintar entre as paredes dele. Não ousou em contrair a decisão deste, sabia que ele gostava de se expressar.

Apenas terminou de arrumar seu quarto e foi-se a deitar.

(...)

Estava um lindo crepúsculo no início da noite. A lua estava cheia e o ar frio. Sasuke e Itachi já tinham ido para o circo.

Por fora, sua estrutura era magnifica, coisa de outro mundo! As cores em destaques eram as quentes: amarelo, vermelho e laranja.

Tudo era muito vivo... palhaços do lado de fora oferecendo panfletos e tudo mais. Era um circo gigante e ainda tinham grandes balões de gás do lado de fora. A fila para comprar os ingressos ficara em um dos balões, mas este, obviamente, se situara no chão. Como os rapazes não viram os amigos de Sasuke ao redor do circo, pensaram que já estivessem no local e decidiram ir para a fila.

Do lado de dentro, havia muitas cortinas, não só no palco, como também acima dos telespectadores. Essas cortinas prendiam bailarinos por dentro, esperando só o show começar para dança deles entrarem em ação. No palco, ainda não se enxergava nada, estava coberto pelas cortinas.

Logo que entraram, perceberam o cabelo de Suigetsu e Karin em meio a multidão. Se aproximaram e sentaram nas cadeiras vazias perto deles. Só trocaram apertos de mão, pois o show estava prestes a começar.

Na primeira apresentação, o número era de um grande mágico. Seu terno era  xadrez com tons avermelhados; o diferencial de sua roupa era gravata borboleta de cor preta cobrindo seu pescoço. O número consistia em telecinese. 

O mágico conseguiu levitar uma das bailarinas loiras e até mesmo um grande piano. Não só isso, também transformou uma rosa em chamas em grandes quantidades de notas de dólares falsas.

Depois de uma pequena série de números apresentados, a próxima performance consistia em um truque de 3D e um jogo mental com a plateia. Um homem entrou no circo e pediu para que cada pessoa ali colocasse uma faixa preta sobre os olhos que estava abaixo das cadeiras. Depois disso, uma série de perguntas foram feitas de modo que as luzes e a batida da música de fundo mudavam de forma, sua essência. Quem, no final, não imaginasse o que o rapaz queria que eles imaginassem ganharia. Era a pura interação.

Os Uchihas junto aos amigos soltavam suas animações, seja por gestos verbais ou não. Aquilo fora muito aconchegante para Sasuke que apreciara o número com bastante cautela, aliás, todas as performances tiraram dele sorrisos e empolgação. Itachi estava muito contente ao ver o irmão assim, não sabia e nem queria imaginar como ele ficará depois que partir para casa. Então, evitava sempre pensar em coisas que deixassem-no triste.

O antepenúltimo número estava a acontecer. Todas as luzes foram apagadas, uns 4 rapazes entraram e...


Notas Finais


Eu tentarei postar de uma em uma semana ou até mesmo em menos tempo. Isso irá depender da recepção e do meu dia-a-dia.


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