História Voyeur - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Rafael "CellBit" Lange, TazerCraft
Tags Cellke, Cellmitw, Celltw, Mitw, Threesome, Trisque
Exibições 346
Palavras 3.137
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Slash, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Pansexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


— DESCULPA EU DISSE QUE IA TER LEMON CELLTW NESSE CAPÍTULO MAS EU VOU DEIXAR PRO PRÓXIMO
— Eu não sei muito sobre gêneros então desculpa se eu disse algo errado e obrigadinha noah por me ajudar :D
— Aproveitem o capítulo :3

Capítulo 6 - Como uma parafilia arruína o amor.


— Quer dizer que o namoro de vocês terminou por causa da parafilia?

Fazia dois dias que Mike havia voltado para a cidade onde morava sua família pois seu pai Marcelo havia adoecido e ele se comprometeu a ajudar a cuidar dele, um lindo gesto, tenho que admitir. Contudo uma grande parte egoísta de mim não queria que ele fosse, e eu sabia que Pac sentia a mesma coisa sobre isso.

De qualquer forma, durante esse pouco período, eu apenas fiquei conversando com Tarik, trocando assuntos bobos e até mesmo assistindo a algum filme aleatório, apesar de grande parte do tempo nos termos ficado jogando alguns jogos.

Elevei a caneca de café até meus lábios, engoli rapidamente o líquido quente daquela bebida que eu tanto amo, Pac me olhava com curiosidade para que eu respondesse a sua pergunta, não lembro como chegamos a esse assunto (Sabe quando você começa a conversar sobre algo simples e a conversa vai se estendendo até um assunto mais complexo, e depois percebe que nem lembra como foi parar ali? Então, é isso que ocorre nesse momento), apenas sei que estávamos falando sobre nossa vida pessoal.

— Sim e não. Quer dizer, foi o principal motivo, mas havia várias coisas envolvidas. Por exemplo, não gostávamos muito das mesmas coisas, gêneros musicais completamente diferentes, as categorias de filme nem um pouco parecidas — Suspirei, era estranho lembrar de meu namoro com Alex, não que eu fosse começar a chorar por ter saudades, mas era de certa forma estranho, mesmo que não me atingisse com lembranças negativas — O que não foi o caso da Sasa, que terminamos por causa do distanciamento, não do tipo “Ela mora longe” mas que começamos a nos afastar, conversar pouco, até que foi melhor terminar já que ela estava afim de outra pessoa. Ainda somos amigos, e acho que desde que a gente terminou, eu converso mais com ela do que o tempo que nosso namoro estava em ruínas.

Bebi mais um gole do café após dizer aquilo, Pac estava sentado no sofá e ouvia atentamente tudo o que eu dizia, parecia curioso, era como uma criança quando um adulto contava uma história ou um conto de fadas pela primeira vez. Ele conseguia parecer tão fofo com aquele sorriso e rosto naturalmente dócil, entretanto de todos as relações sexuais que eu vi ou participei, eu nunca tinha ouvido alguém gemer tão alto quanto ele ou se demonstrar ansioso para ser fodido como ele fazia.

E era aquela imagem que ficava tanto em minha cabeça, não como algo ruim que ficava lembrando e queria esquecer, mas sim uma lembrança perfeita que me dava tanta excitação, aquela bela expressão de prazer que ele fez quando gozou em minha boca/rosto, algo que ficaria em minha mente por tanto tempo e que eu não esqueceria tão fácil. Seus lábios entreabertos, corpo suado e nu, gemendo o nome do namorado enquanto tem uma respiração acelerada…

Porra, eu preciso ver isso de novo.

Entretanto não apenas Tarik ficava em minha mente, mas como também Linnyker, e eu não tenho palavras para descrever tudo aquilo que aconteceu, a voz dele junto com os gemidos, o modo que ele metia em Pac (Que pelos gemidos, deve ter sido perfeito) e tinha controle sobre tudo aquilo (Tarik gostava de ficar submisso, e Mike adorava mandar nele), principalmente quando ele pediu para que eu o chupasse, e apenas para ouvir aqueles gemidos saindo de sua boca, eu faria isso várias e várias vezes.

Eu precisava dos dois, eu tinha certeza. Tanto separados quanto juntos, eu queria ver aquilo de novo, eu precisava ver os dois transando outra vez.

— Mas qual parte do voyeurismo acabou com a relação? — Pac fazia algumas perguntas que pareciam tão óbvias para mim, mas que no fundo eu sabia que ele não faria a mínima ideia de qual seria a resposta. Parafilia não é algo que se aprende na escola, não é algo que todos tem conhecimento e muito menos é algo tão simples como fetiche.

— Acho que deve ter sido difícil para Alex entender que seu namorado ama ver outras pessoas transando — Do modo que eu disse pareceu algo engraçado, tanto que eu dei uma leve risada nasal quando terminei de dizer, de certa forma, foi difícil para ele aceitar isso.

Conheci Alex quando eu tinha dezessete anos, nasceu declarado como “Menino” mas conforme ia crescendo, ia percebendo que não se encaixava em um padrão feminino nem masculino, Alexander — que era assim o seu nome completo — adotou o apelido de Alex e começou a definir seu gênero como andrógino. Não se importava em ser tratado por “ela” ou por “ele” pois não havia um outro modo de ser tratado, sempre variei a terminação das palavras quando ia falar com Alex, acabavam saindo da minha boca sem eu nem pensar se estava falando com um homem ou como uma mulher, não me importava com isso.

Em qualquer namoro que eu tive ou que ainda terei, a última coisa que eu me preocuparia seria o gênero da pessoa com quem eu estiver tendo uma relação.

Acredito que um ser humano é mais do que um modo de vestir ou um modo de se expressar, é mais que um corpo ou do que substantivos femininos e masculinos.

Alex certamente foi uma das melhores namoradas que eu já tive.

— Além de que — Olhava para a caneca de café, pensando em como eu falaria aquilo do modo mais fácil para Pac — É algo meio complicado, sabe? — Uma pergunta retórica, olhei para ele e vi assentir com a cabeça, mais como uma afirmação para eu poder continuar do que uma resposta para a minha pergunta — Eu não sinto prazer com sexo.

Ele pareceu se espantar e se assustar, talvez eu tenha exagerado um pouco com isso de não sentir prazer. Suspirei e esperei sua reação parar, antes que ele me lotasse com perguntas, eu fui direto para as respostas.

— O.k, eu exagerei. Eu sinto prazer sim, mas não tanto quanto uma pessoa normal, e é bem pouco, nem gosto de transar por causa disso. Eu só consigo sentir um enorme prazer, vendo as pessoas transando. — Algo estranho de se admitir, não vai ser qualquer cara que vai dizer isso para alguém, talvez o Pac fosse uma das poucas pessoas para quem eu disse isso, não que seja algum segredo, apenas não é algo que eu vou sair por ai falando pras pessoas — Ou seja, eu prefiro, e sinto mais prazer ao ver duas pessoas transando do que transar com alguém.

Pac continuou a ouvir minha resposta atenciosamente, parecia esperar que eu dissesse mais, era como se ele quisesse mais respostas mas não soubesse as perguntas.

— Como eu não conseguia ficar completamente satisfeito com as relações que eu tinha com Alex... — Lembro que eu decorria bastante para dicas na internet de como conseguir prazer durante essa época, mas não importava em como colocar um espelho faria eu sentir que estava vendo um casal transando, acabava não surgindo o mesmo prazer que eu teria por ver outros pessoas se comendo.

Lembro também de um dia que eu implorei durante horas para que Alex fodesse com outra pessoa enquanto eu assistia, mas ela sempre negou essa vontade minha, não a culpo, não é algo que qualquer pessoa queira fazer.

— Eu acabei dependendo muito de pornografia da internet — Continuei a contar —, se nosso namoro durasse mais algum tempo, não duvido que eu acabaria rendendo a outras pessoas transando na minha frente e ao vivo para conseguir aguentar. Eu só queria sentir prazer.

Durante aquela época eu pensei seriamente em procurar uma ajuda psicóloga, mas ficava com medo e com vergonha de me abrir com alguém que eu não conhecesse direito.

— Foi ai que decidimos que era melhor terminar, pois não éramos feitos um para o outro. Espero que agora Alex esteja com alguém que ele goste, faz tanto tempo que não o vejo — Pac estava concentrado em cada detalhe da minha história, e mesmo não falando a respeito, ele acabava mostrando interesse. Resolvi ficar calado por um tempo para ver se ele dava sua opinião, e foi isso que aconteceu.

— Uh, imagino como deve ser ruim para você isso. — Ele fez uma expressão triste, mas como se não se importasse muito, logo saiu do clima tenso e desviou um pouco do assunto — Mas e a Sasa? Você namorava ela, certo? Por que com ela foi diferente?

Eu apenas sorri, como um sorriso de satisfação e vitória. Sasa foi a melhor namorada que eu já tive na minha vida, não só por causa das coincidências que tínhamos entre nós, mas como também pelo fato da mente dela ser totalmente aberta a outras ideias, por exemplo, minha parafilia.

— Nosso relacionamento não era algo levado tanto pelo conteúdo sexual, era mais um amor, não uma vontade louca de fazer sexo. — Bebi o último gole de café, mas não estava com a disposição de me levantar para ir preparar outro. Deixei a caneca no chão, perto do sofá, torcendo para que eu me lembrasse de pegar depois —  Era tudo perfeito, um mar de rosas, queria me casar com ela. Sasa me entendia tão completamente e tão perfeitamente…

— O.k, eu entendi, você amava ela. Mas e para satisfazer seus desejos sexuais? Você não tinha? O romance foi o suficiente? — Tarik estava curioso, parecia querer saber cada detalhe da minha vida, como se fosse fazer um livro sobre mim. E eu estava gostando daquilo, gostando de me abrir com ele.

— Sasa era diferente, depois de tanto eu insistir, eu consegui convencer minha namorada a transar com outro homem na minha frente. — O garoto a minha frente pareceu estranhar, qualquer um estranharia. Que tipo de namorado ia querer sua namorada transando com outro?

No início eu fiquei receoso quanto aquilo, mas depois eu percebi que eu deveria ter feito aquilo antes. Era muito melhor do que transar com ela, era melhor do que qualquer coisa, minha namorada lá, com outro cara, enquanto eu apenas me rendia a toques em meu membro, assistindo tudo.

Eu não me sentia traído, era só relação sexual, e isso não significava paixão. Eu sabia que ela era apaixonada por mim, e por isso o namoro continuou firme e forte, não houve drama. Durante a maior parte do tempo, éramos dois pombinhos apaixonados, que trocavam beijos e carícias, além de várias palavras e frases de amor, mas no tempo restante, eu via ela sendo fodido por outro enquanto gemia meu nome.

E aquilo me dava tanto prazer.

Ela também chegava a ter relações com mulheres — já que gosta de garotas também — e havia uma garota em especial que ela transava, que eu sempre senti que havia algo mais do que sexo, uma garota chamada Gabriela, mais conhecida como Gabs.

Eu deveria me sentir traído, pois eu sabia que ela estava se apaixonando por aquela garota, mas acho que eu amava tanto a Sayuri, que no fundo eu fiquei feliz por ver ela feliz com Gabs, ela nunca chegou a cometer adultério com a garota, mas eu sabia que ela estava apaixonada.

Apenas fui mais rápido e terminei com Sayu, já que nos últimos tempos, o namoro ia se tornando chato, nós dois éramos mais como dois amigos e não como namorados. Sei que depois eu ajudei ela a se confessar para a Gabs e eu nunca tinha visto ela tão feliz em toda a vida dela, no início fiquei com um pouco de ciúmes mas depois percebi que a felicidade dela era o que mais importava.

— Resumindo a história toda, a gente se amava mas eu percebi que ela estava apaixonada por uma garota, então aproveitando o distanciamento que estávamos tendo, eu terminei com ela e a ajudei a namorar a garota.

— Confuso, mas entendi — E logo Tarik deu um sorriso gentil e fofo, enquanto se ajeitava mais no sofá — Eu to com tédio.

Ele não era o único, eu estava sem nada para fazer, talvez eu pudesse mexer no computador mas o máximo que eu faria, seria ficar na timeline do twitter ou até mesmo assistindo algo na Netflix, mas eu não estava com paciência para assistir a alguma série.

Virei meu olhar para a tv e pensei que fosse bom ligar ela para tentar distrair um pouco, procurei o controle ao meu redor mas eu não consegui achar, talvez estivesse do outro lado do sofá.

— Pac, o controle tá com você? — Falei e logo vi ele procurando o objeto por perto, até que olhou para o canto e talvez viu.

— Tá aqui no chão, pera, vou pegar — Ele poderia ter esticado seu braço até o chão para pegar o controle, mas ele preferiu de outro modo, inclinou seu corpo na beirada do sofá até ficar de quatro enquanto levava sua mão até o controle.

Puta que me pariu.

Era uma enorme tentação olhar para aquela bunda empinada que ficava tão marcada nas roupas que ele usava e simplesmente não poder foder até se cansar, ou melhor, ver alguém fodendo ele, principalmente se esse alguém for o Mike.

Depois de poucos segundos que ele gastou para pegar o controle e eu fiquei sentindo tanto desejo por ele, Pac finalmente voltou a posição normal com o controle em suas mãos. Eu ia sugerir para ele jogar para mim (Já que eu estava do outro lado do sofá), mas ele simplesmente veio andando até mim.

— Sabia que eu e o Mike fizemos um acordo depois de você ver a gente fodendo? — Suas palavras saíam com malícia enquanto o mesmo fazia uma voz e expressões inocentes. Eu me senti intimidado por aquele olhar que ele me lançava, mas ao mesmo tempo eu gostei tanto, com um pouco de medo do que iria dizer, eu apenas perguntei “Hum?” — Não é traição se envolver você — Logo sua expressão fofa acabou indo para uma mais maliciosa, enquanto ele ainda se aproximava de mim e colocava sua mão na minha coxa, deslizando até chegar em meu membro, apertou de modo que eu acabasse gemendo — O que quer dizer que... você pode me foder a vontade e o Mike não vai ligar. — Aproximou seus lábios de meu ouvido enquanto sua mão ainda estava em meu membro, com uma voz rouca e excitante, continuou a falar de um modo que me arrepiava tanto — Até porque, ele também quer te foder.

Arregalei minha sobrancelha em um sinal de espanto, enquanto sentia meu membro ficar excitado pelo fato de Tarik estar apertando ele enquanto me olha com aquela expressão um pouco inocente que me dava tanta tesão, antes que eu pudesse pronunciar algo (Mesmo não fazendo a mínima ideia do que dizer), Pac afastou sua mão de meu pênis e se afastou um pouco do meu corpo.

— E então, o que quer assistir? — Perguntou como se nada tivesse acontecido, me dando o controle da televisão e antes que eu dissesse algo, ele se apoiava em meu corpo, deitando no mesmo, não de uma forma maliciosa, mas como se apenas quisesse um lugar confortável para se apoiar.

— Ah… o que você quer assistir? — Dei um ênfase no “Você”, eu não seria capaz de escolher algo para assistir sendo que nesse exato momento eu só pensava em foder ele com força.

— Liga a Sky então, a gente vai passando os canais e o que tiver de legal a gente assiste — Assenti com a cabeça e enquanto eu ligava, Pac se ajeitava encostado ao meu corpo, como se tivesse tentando procurar uma posição confortável para ficar — Tá desconfortável aí?

— Sim, espera, eu tive uma ideia — Logo ele começou a subir em cima de meu colo até sentar nele, de lado pois senão ele ia acabar me tampando. Olhei para ele com seriedade no rosto enquanto ele agia como se não tivesse feito nada.

— Você vai mesmo ficar ai? — Sentia sua bunda se esfregando no meu membro que já estava levemente excitado. Pac continuou a me olhar com aquela inocência que parecia a de uma criança, mas ele sabia muito bem o que estava fazendo.

— Hum, sim. Algum problema? — Isso me causava tanta excitação, todo aquele modo que ele fingia ser inocente. Eu o olhei novamente preocupado, ambos nós sabíamos que logo eu ficaria completamente duro.

E eu não iria me satisfazer sozinho assim que isso acontecesse.

— Ah, acho que não — Eu não seria capaz de tirar ele dali, ainda mais quando isso me dava excitação. Meu pescoço estava inclinado para cima pois ele acabava ficando mais alto que eu ao estar sentado em meu colo.

— Ainda bem, então eu posso fazer isso — Como se não bastasse ele estar sentado em meu colo, Pac começa a se movimentar lentamente inclinando sua cintura para frente e para trás, logo começou a rebolar em cima de meu membro e não demorou para ele ficar de frente a mim, e não mais de lado, fazendo com que eu sentisse melhor sua bunda em cima de meu pênis.

E essa é a hora que eu não aguento mais me controlar.

Com o controle ainda em minhas mãos, desliguei a televisão e joguei para o outro lado do sofá. Enquanto Pac acompanhava o movimento do controle, eu segurei forte seu corpo e empurrei para longe do meu corpo, mas antes que ele pudesse dizer algo, eu já estava em cima dele, enquanto minhas mãos retiravam sua camisa em um movimento rápido.

Não havia mais uma expressão inocente em seu rosto, era possível ver aquele desejo e aquela luxúria que ele sentia, agarrei fortemente seus pulsos e inclinei meu corpo para perto de seu pescoço, chupando aquela área e ouvindo gemidos vindos dele.

— Pensei que não gostava de transar, Senhor Cellbit — Ele me olhou de um modo malicioso quando me afastei de seu pescoço.

— Continuo não gostando tanto assim — Me aproximei de seu ouvido e mordisquei, me afastei rapidamente e elevei minhas mãos até a calça dele, adentrando com ela na box e retirando seu membro, comecei a masturbar enquanto ouvia gemidos dele — Mas eu vou fazer isso por você — Afastei minhas mãos de seu membro e inclinei meu corpo mais para frente, fazendo com que seu pênis roçasse em meu corpo enquanto eu me aproximava de seu ouvido — Porque eu sei que você quer ser fodido por mim há tempo — Ele gemeu depois de ouvir o que eu disse, inclinou sua cabeça para o lado fazendo seu pescoço ficar mais visível.

— Ah sim — Disse gemendo, se embolando com as palavras por mais que fossem pequenas — Eu quero muito.

— Mas depois, eu quero que você me compense isso de outra forma — Voltei minhas mãos para o membro dele e voltei a masturbar, ouvi ele falar um “O.k” entre os gemidos — Mas não se preocupe com isso agora, se concentre apenas em gemer meu nome.

E eu consegui ver no rosto do Pac, um sorriso de vitória. O típico sorriso que alguém fazia quando conseguia algo que queria a tempo.


Notas Finais


Lemon no próximo capítulo, tentarei não demorar pra atualizar :3
twitter: @dontbits [https://twitter.com/dontbits]
— Bezos da Akise < 3


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