História Voyeur - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Rafael "CellBit" Lange, TazerCraft
Tags Cellke, Cellmitw, Celltw, Mitw, Threesome, Trisque
Exibições 201
Palavras 2.199
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Slash, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Pansexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


— EU DISSE Q EU IA ATUALIZAR MAIS RAPIDO MAS EU NÃO ATUALIZEI DESCULPA DESCULPA DESCULPA
— Mas o importante é q eu to aqui agora neh? Rsrs E GENTE O SHIPP OT3ZAUM TA CRESCENDO, TA TENDO MAIS FICS CELLMITW, ALELUIA, quando cellmitw for famosinho não esqueçam dessa fanfic pfr ela é meu bebezinho
— Agora aproveitem esse cap q eu não revisei, eu to com sono demais, se tiver algo errado me desculpa aah

Capítulo 7 - Como tornar uma tarde menos entendiante.


— Ah… Cellbit — Fechei meus olhos enquanto ouvia a delicada voz de Pac, os gemidos que saiam de sua boca, me concentrava exatamente em sua tonalidade, em minha mente eu me ocupava imaginando qual seria sua expressão, o que ele estaria pensando.

Era bem provável de que a única coisa que passasse pela mente dele fosse o desejo de luxúria, eu gostava de saber que ocasionava esse tipo de raciocínio nas pessoas, era bom a sensação de saber que a mente delas estaria ocupada apenas com desejos carnais que envolviam outras pessoas — ou até mesmo eu.

Passei meu dedo sobre sua glande e ouvi um gemido mais alto vindo dele, não me preocupava com vizinhos, não me preocupava com nada, apenas queria dar o prazer para ele. Rendi a minha tentação de observar ele, por mais que eu gostasse de ver pessoas em meio a sensações de prazer, eu também tinha uma enorme excitação por fechar os olhos e apenas apreciar os sons e toques.

Assim que meus olhos estavam bem abertos, eu encarava bem o rosto de Tarik, que assim que viu o modo que eu olhava para ele, acabou fechando os olhos, não acredito que seja por vergonha ou pelo prazer que ele sentia, mas devia ser desconfortável ter cada feição sendo reparada em um momento íntimo, e ao fechar as pálpebras e se livrar temporariamente da visão, era um modo que ele encontrava para ignorar o ocorrido e fingir que aquilo não estava acontecendo.

Era bela a imagem a minha frente, o modo que seus lábios ficavam semiabertos, o modo que ele respirava ofegante e suas bochechas ficavam levemente coradas (Fazendo com que ele ficasse fofo até mesmo enquanto eu o masturbava), e ainda com os olhos fechados, como — mesmo que não fosse por esse motivo — estivesse tão rendido ao prazer que nem tinha forças para manter os olhos abertos, apenas se entregar as boas sensações.

Mas tanto eu quanto ele, sabíamos que aquilo não era nem o começo.

Aproveitando o fato de ainda estar em cima dele eu esfreguei meu corpo no de Pac, fazendo com que ele sentisse o meu pênis duro roçar em sua pele, apoiei meu corpo com as duas mãos e aproximei de seu pescoço, chupando a região e logo mordiscando a sua orelha, não me importava se ficariam marcas, e acho que ele também não ligava muito para isso.

Fui afastando minha boca de seus lábios logo após o beijar calorosamente, a língua passava pelo pescoço até chegar em seus mamilos, onde contornei a região e logo depois, envolvi meus lábios, chupando e mordiscando de leve, fazendo com que ele gemesse. Não gastei mais que poucos minutos dando atenção aos dois mamilos de Pac, voltei a descer a língua contornando o abdômen dele e logo cheguei no lugar em que ele tanto ansiava.

Enrolei um pouco, o provoquei, passava minha língua em sua glande, ameaçava colocar na boca para apenas afastar na hora que ele jurava que iria finalmente sentir — outra vez — meus lábios em seu pênis. Eu conseguia perceber pelo modo que ele agia que o mesmo não gostava muito daquilo, por isso eu decidi ir direto ao assunto, o provocando mais um pouco com a minha voz.

— Hum Pac, você não gosta de enrolar, não é? — Perguntei e logo voltei a passar minha língua em seu membro apenas para levantar minha cabeça e ver sua expressão de insatisfação com o modo que eu acabava o provocando.

— Não — Ele foi curto e direto, ao mesmo tempo que demonstrava a impaciência dele, o jeito que eu o havia deixado com um pouco de braveza acabava me entretendo.

— Como você gosta então? — Jogava o jogo dele, falava com aquela falsa inocência que excitava. Parei de provocar com minha boca perto de seu membro e voltei a masturbar ele com a minha mão, apenas para me levantar, sentar bem perto de seu membro duro e ficar olhando para suas expressões enquanto ele estava deitado.

— Ah… — Gemeu pelo modo que minha mão contornava seu membro, ao mesmo tempo que encostava no meu que a aquela altura do campeonato, já se encontrava exposto, e meu corpo sem as calças — Eu gosto quando envolve toda a boca, desliza a língua e coloca na garganta, indo bem fundo até eu gozar. Tudo rápido, quanto mais rápido, melhor.

Assim que eu tinha certeza que ele havia acabado de falar, eu tirei a mão de seu membro e com o máximo de velocidade que eu conseguia, coloquei minha boca em seu membro, indo o mais fundo que eu consegui e antes que ele ao menos gemesse meu nome, eu afastei e rapidamente voltei, repetindo os movimentos em uma frequência veloz, como ele disse que gostava.

Não me preocupei em olhar para ele para ter as sensações que eu gostava, naquele momento a maior importância era fazer com que Pac sentisse o máximo de prazer, e por isso eu chupava seu pênis com tanta vontade.

— Desde o dia que eu te chupei — Murmurei me afastando lentamente de seu membro, antes que ele pudesse ficar insatisfeito por eu ter parado de o estimular, voltei a lhe dar prazer com as minhas mãos — eu tive vontade de ter seu pênis na minha boca outra vez — Enquanto ele ainda estava deitado, usei uma mão de apoio e me inclinei a sua frente, ficando perto de seu rosto, lambendo seus lábios e sua língua que estava levemente para fora, assim que sentiu a minha tocando na sua, esticou ela de um modo que elas se tocassem estando fora de nossa boca, depois de alguns segundos eu me afastei e sussurrei perto de seu ouvido, continuando o que eu falava — Sentir seu pau pulsando em minha boca, o gosto da sua porra, o modo que você gemia, ah, seus gemidos tão deliciosos de se ouvir.

Me afastei bruscamente de seu corpo e voltei a chupar seu membro, sendo que nas tentativas de colocar na garganta — e que no final foram bem sucedidas — eu acabava me engasgando um pouco, mas nem eu, nem Pac, ligavamos para esse ocorrido e logo voltávamos a todo o prazer que era proporcionado somente a Tarik, enquanto tudo que eu tinha era a excitação de ouvir seus gemidos e de o tocar, eram sensações tão boas.

Tarik finalmente gozou em minha boca, afastei um pouco os meus lábios pois eu achava excitante ficar mais sujo do que simples gotas ao redor dos lábios, além de que se fosse para ter Pac lambendo a região onde estava suja outra vez, eu acabava querendo fazer com que aquele líquido branco escorresse em toda minha cara, apenas para sentir a língua de Tarik tocando em cada canto de meu rosto.

— Quer que eu limpe outra vez? — Tarik perguntou, lembrando do último ocorrido entre nós, sorriu malicioso e se aproximou de mim, se sentando no meu colo e dessa vez me provocando ao roçar seu membro ao meu.

Antes de eu conseguir falar algo, Pac começou a rebolar em meu colo e a chupar meu pescoço enquanto sua outra mão segurava meu cabelo fortemente, não conseguia me concentrar direito em meio a toda aquela excitação, queria apenas sentir prazer e eu necessitava de Pac para aquilo.

— Não, eu quero que... — Tentei falar, mas sem sucesso, Pac segurou firmemente em meu membro e começou a o masturbar rapidamente, fazendo com que meus pensamentos se perdessem e eu acabasse esquecendo a linha de raciocínio.

— Você quer o que, Rafa? — Naquele momento não estranhei o fato de ele ter me chamado de “Rafa”, apenas sentava conseguir falar, eu respirava com um pouco de dificuldade, meu corpo suava e isso me incomodava um pouco, mas nada que se tornasse super desagradável.

Respirei fundo, juntei o máximo de coragem que eu tinha e então disse a frase, talvez eu tenha corado um pouco e então apenas torci para ele não ter percebido. Suspirei outra vez e aproximei de seu ouvido, sussurrando logo em seguida.

— Quero que você sente em meu pau — Agarrei firmemente seus cabelos e puxei seu cabelo para que seu rosto aproximasse mais do meu, beijei rapidamente seus lábios — Com essa sua bunda grande e gostosa.

Pac sorriu para mim, segurou meus pulsos e inclinou seu corpo para frente fazendo com que eu deitasse, ficou em cima de meu corpo e me beijou de uma maneira sedenta, logo depois se levantou do sofá-cama e foi até o criado, abrindo e retirando de lá uma embalagem de camisinha.

Senti o peso dele em minhas coxas, ele sentou bem próximo a meu membro e já envolvia o mesmo com seus dedos, me provocando um pouco antes de colocar a camisinha em torno do meu pênis.

Antes mesmo de se preparar, ele rapidamente sentou em meu membro, fazendo com que fosse penetrado e eu gemesse enquanto tentava levantar meu corpo, apoiando todo o peso nos braços que ficavam de lado, eu queria — a todo custo — ver Pac cavalgando em meu pênis.

E era a cena dele subindo e descendo que me dava mais prazer, mais prazer ainda do que o fato de eu estar com o meu membro em sua entrada, mas naquele momento o que me dava mais prazer não importava, o mais importante era que eu estava gemendo junto a Tarik.

E foi preciso mais alguns movimentos, mais um pouco daqueles gemidos e daquela cena maravilhosa, das expressões de Tarik que demonstravam o prazer que ele sentia, tudo se juntava a uma sincronia perfeita, era um momento magnífico. E diante de todo aquele prazer, eu acabei gozando no preservativo, entretanto Pac ainda não satisfeito, se movimentou mais um pouco até gozar e sair de dentro de mim, aproximando de meus lábios e os beijando, não de um modo pornográfico ou excitante como antes, mas um beijo mais lento, mais sentimental.

— Sabia que eu não me arrependeria — E logo ele sorriu outra vez, aproximando a língua dos cantos de meu rosto fazendo eu perceber que ainda estava sujo com sua esperma, assim que terminou de lamber o mesmo sorriu amigável e se levantou, indo em direção ao seu quarto, provavelmente para tomar um banho.

Suspirei ainda um pouco ofegante, e com um sorriso bobo em meus lábios, retirei a camisinha e a joguei no lixo.

Sorri ainda mais ao lembrar que agora Pac me devia um favor.

 

O meu celular tocou e assim que eu vi que era o contato de Mike me ligando eu fiquei mais feliz, ele as vezes conversava comigo pelo whatsapp, mas não falávamos há um pouco mais de um dia. Entretanto ele ficava quase o tempo todo conversando com o Pac, isso me fazia pensar se ele gastava todo o tempo conversando com o namorado, isso claro, tirando o tempo que ele gastava cuidando de Marcelo, seu pai que estava adoecido.

— Oi Mike — Falei sem perceber que um leve sorriso percorria meu rosto, apenas percebi alguns segundos depois e me questionei o fato de eu estar sorrindo.

A conversa desenrolou com assuntos variados, fosse sobre como estava na casa dele, sobre o que eu e Tarik ficamos fazendo a maior parte do tempo, até ficamos conversando sobre assuntos aleatórios e em alguns momentos chegamos a comentar sobre filmes e séries, algumas músicas, videogames, a conversa tomava rumos que eu nem entendia e quando eu menos percebia já havia mais de uma hora de chamada.

Fora ontem que eu havia transado com Pac, e já era tempo o suficiente para que Mike tivesse conhecimento sobre isso, até porque quando eu perguntei para Tarik se ele contaria para o namorado, o garoto apenas olhou como uma criança travessa e respondeu que já havia contado tudo, naquele momento eu pensei que fosse explodir de tanta vergonha.

Entretanto, a verdadeira vergonha eu sentia nesse exato momento, assim que Mike perguntou nas exatas palavras “Você gostou de foder com meu namorado?”

A voz de Mike não parecia ter ciúmes, ou uma vontade imensa de me matar, mas sim de um modo provocativo, como se ele quisesse algo de mim, e mesmo com vergonha, eu acabei entrando no jogo de provocação dele.

— Sim, foi muito bom — Suspirei e logo sorri, reunindo coragem para continuar o diálogo que eu planejava em minha cabeça — Mas sabe algo que eu vou gostar também?

— O que? — Mike perguntava como se não soubesse a resposta, mas estava mais que óbvio que ambos nos dois tínhamos conhecimento sobre o que tratava.

— Que você me foda — Sorri maliciosamente mesmo que Linnyker não tivesse vendo, sentia que ele sorria também do outro lado da linha.

E por mais que eu não fosse um grande fã de participar de um sexo, eu não podia evitar que eu possuía um enorme desejo de ser fodido por Mike.

— Não posso negar que eu tenho uma enorme vontade de te foder — Ele falava com aquela voz misteriosa e sensual ao mesmo tempo, fechei meus olhos para imaginar ele ao meu lado com mais facilidade, sussurrando aquilo no meu ouvido do mesmo modo que ele sussurrava no celular — Quando eu voltar para a casa, uma das primeiras coisas que eu irei fazer é isso. Então, apenas aguarde.

Sorri enquanto ainda mantinha meus olhos fechados, aguardando ansiosamente para que ele voltasse logo para o apartamento.


Notas Finais


Rsrsrs, o que acharam? :333
twitter: @pacstawrs [https://twitter.com/pacstawrs]
Hey peoples, ta rolando uma concurso de oneshots, bora participar < 3 https://twitter.com/Miketes_/status/798997272054771712
Ah, e eu escrevi uma oneshot pra esse concurso, quem tiver tempo, dá uma lida < 3 https://spiritfanfics.com/historia/equalize-7136690
— Bezos da Akise < 3


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