História Wake Up - Capítulo 28


Escrita por: ~

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Palavras 3.420
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Boa noite amores
Um capitulo bacaninha entre "tapas e beijos" pra vocês.
Boa leitura

Capítulo 28 - Inverno


Fanfic / Fanfiction Wake Up - Capítulo 28 - Inverno

Especialmente hoje eu senti a falta de Suzanne, mais do que os outros dias, minha cabeça parece ter dado um nó. Ela às vezes falava coisas difíceis complicadas de entender,  mas ela sabia desfazer esse nó, ela tinha a palavra certa, ou cantaria  uma música tipo vulnerable do Roxette que se encaixaria perfeitamente pra mim naquela situação. Liguei uma, duas, três vezes e nada,  era tarde, suspirei e sequei a lágrima que estacionou em minha face.                         

Eu estava indo bem, meus passos estavam quase que perfeitos,  talvez eu já estaria andando pra todos lados sem apoio se eu não estivesse mais uma vez fazendo corpo mole. Mesmo sem precisar meus pais queriam ela ali até eu não precisasse mais de apoio, uma coisa quase que ridícula porque eu já fazia tudo sozinha até vestir minhas calças que era o que eu mais tinha dificuldade. Mas por outro lado era bom eu tinha ela todos os dias ao meu lado mesmo sem precisar. Alex, suspirei, minha Alex, a  verdade é que já não sei mais se eu posso chamá-la de minha, as coisas entre nós esfriaram assim como o inverno que caiu sobre a cidade. 

Sylvie soube de nós no outono, era óbvio que ela já sabia ou no mínimo desconfiava, mas pela filha ela tinha esperança de que as coisas mudassem,que Alex voltaria a viver como mulher dela então resolveu chantageá-la usando a filha,  mas eu não a culpo por fazer tal coisa, porque o amor dói, está doendo nela, está doendo em mim, e está doendo muito, estou me sentindo dilacerada por não saber o que fazer, parece que o chão abriu de baixo dos meus pés. Como abrir mão do seu amor?  Dizer que tudo bem vai lá, vou chorar, mas eu supero... Quem dera se fosse fácil esquecer, esquecer os beijos dados, os toques o jeito mágico que fazemos amor, o sorriso, o olhar  o carinho que antecede e sucede todas as essas coisas, a nossa cumplicidade.

É tão injusto encontrar o amor,  vivê-lo intensamente e então perdê-lo assim dessa maneira esvaindo entre seus dedos como se fosse água e a gente não tem nada que possa fazer, a não ser sentar e esperar e ver o que vai acontecer.

 Falta pouco pro réveillon, 2 dias pra ser exata e eu não a vejo há 10 dias, 10 dias que não ouço a sua voz, que vejo seu sorriso, que eu namoro o seu olhar,  10 dias de silêncio profundo dentro de mim.  A fotografia amassada e manchada pelas minhas lágrimas, o casaco com seu cheiro esquecido num canto qualquer do quarto depois de fazermos amor já não eram o suficiente pra acalmar meu coração. Meus pensamentos vagueavam entre eu, ela e Sylvie,  e eu estava perdendo, eu só tenho amor e saudades e pra piorar  eu nem sabia se ela sentia minha falta como eu estou sentindo dela, provavelmente não,  não me ligou, eu queria muito fazer isso, mas eu não queria problemas pro lado dela.  Ela estava em outra cidade com sua filha e esposa passando as festas de fim ano, tanta coisa pra se preocupar vai sentir minha falta? Não sou tão inocente assim.  Desejei mais uma vez ter morrido naquele acidente, chorei no escuro do meu quarto, me sentindo mais sozinha do que nunca. 

Passos apressados do lado de fora me assustaram, levantei e caminhei em direção a porta do quarto,  batidas na janela,  congelei...  Meu celular tocou,  "oh droga",  voltei pra pegá-lo. Era Alex, eu estava brava fui grossa ao atendê-la.

- Antes você brigar comigo você poderia abrir a janela estou congelando aqui fora. - Ela falou com toda calma. Acendi a luz,  abri as cortinas ainda incrédula, ela tava parada lá, usando gorro e casaco, as mãos sem luva e um sorriso perfeito tatuado nos lábios, abri  a janela, e  antes que ela pudesse falar qualquer coisa puxei-a pela gola do casaco e a beijei,  beijei com todo o meu amor, saudade e raiva que estava estacionado em mim. - Dei um tapa em seu ombro e a xinguei.

- Eu posso entrar primeiro e depois você continua com a sessão de xingamentos, mas eu preferia que fosse uma sessão de beijos. 

- Eu não estou boa com você - me afastei pra ela pular a janela.

Ela entrou me deu as costas, fechou a janela e a cortina, virou, olhou pra mim, tirou o casaco e o gorro  e sorriu, meus pensamentos de como brigar com ela dissipou, ela se aproximou sustentando o sorriso, puxou o andador pro lado e me encostou na parede, respirei fundo,  olhei nos teus olhos, suas mãos gélidas seguravam firmes em meus braços, seu corpo pressionou o meu, ela me encarava enquanto seus lábios se aproximavam dos meus, fechei meus olhos  e me entreguei ao seu beijo, lento, sua língua percorria delicadamente o interior da minha boca, uma de suas mão desceu até minha cintura e a outra até o cós da calça do meu pijama, o beijo intensificou, seus dedos caminharam para dentro da minha calça e da minha calcinha, comprimi a barriga e terminei o beijo.

- Você está gelada - dei um selinho

- Culpa sua que demorou abrir a janela - um de seus dedos pressionou meu clitoris, gemi baixo.

- Isso não se faz - meu corpo pegava fogo.

- Shhh, estou me aquecendo, ou você quer que eu continue gelada? - levantou uma das sobrancelhas e penetrou seu dedo indicador enquanto o polegar pressionava e movimentava meu clitoris, gemi alto  e apoiei  minha cabeça em seu ombro, ela beijou meu pescoço e meus pelos eriçaram, seu dedo era movimentando lentamente dentro de mim, agarrei sua cintura e apertei forte, ela penetrou mais um dedo, mordi seu ombro calando meu gemido, seus dedos movimentavam sem parar, meus gemidos não cessavam, minha respiração falhava, ela tomou meu rosto com a outra mão.

- Te amo - deslizou o polegar contornando meus lábios e me beijou em seguida. Ela era tão doce com seus beijos e toques, ela fazia como ninguém jamais tinha feito, ela tinha o poder de me levar nas nuvens. Atravessei meus braços pela sua nuca, gemi entre meio o beijo, ela suspirou e terminou o beijo, nossos olhares se encontraram, eu não conseguia evitar os gemidos, eu estava chegando ao limite, ela sorria, seu braço entrelaçou minha cintura, ela sabia que eu não iria aguentar, mordeu seu lábio inferior.

- Goza pra mim - ela sussurrou em meu ouvido, e eu derramei meu prazer em seus dedos, ela me pressionou mais uma vez contra a parede, seu dedos continuaram dentro de mim. - Estava morrendo de saudades de você - me deu um selinho longo. 

- Eu - respirei fundo enchendo os pulmões de ar e soltando lentamente - eu... droga.

- O que foi? - ergueu a sobrancelha

- Não acredito - respirei - em você.

- Ah é? Posso saber o porque? - foi até o meu pescoço, deslizou a ponta da língua e o beijou, Inclinei minha cabeça um pouco pra trás e tentei controlar minha respiração acelerada.

- Você, Hamm... - os dedos delas brincavam dentro de mim.

- Estou esperando - sua outra mão invadiu minha camisa e buscou pelos meus seios, seus olhos não desviavam.

- I... isso não, huumm - comprimi meus lábios prendendo meus gemidos, meu corpo contorcia sem controle, gemi baixo seguido de um suspiro chegando ao êxtase - não se faz - minha voz saiu falhada.

- O que não se faz? - ela apertou um dos meus seios e retirou os dedos dentro de mim, segurou minha cintura encostou a ponta do seu nariz no meus e deslizou - responde o que não se faz?

- Você sabe - eu ofegava.

- Não, eu não sei, e você está me devendo duas resposta -  ela me abraçou pela cintura e me levou até a cama. Sentei na beirada da cama e puxei o meu copo mais pro meio, ela ficou parada me olhando por alguns segundos, deu as costas e foi até a porta. O que essa louca vai fazer. Pensei. Ela apenas trancou a porta e voltou, parou, e lentamente tirou a calça, e mais uma tatuagem foi revelada, uma mulher com uma rosa na coxa esquerda, era linda,era a primeira vez que eu a via assim. Ela terminou de tirar calça de moletom e deixou por ali mesmo, subiu na cama e ajoelhou na minha frente.

- 10 dias - elevei meus olhos e a encarei. 

- Que não nos vemos. - segurei a barra da sua camisa e puxei pra cima tirando-a.

- Que você não dá notícias. - ela levou a mão em minha cabeça e entrelaçou seus dedos em meu cabelo, fechei meus olhos por alguns instantes. - Me fez pensar várias merdas.

- Eu não estava com meu telefone - levei a mão em suas costas e soltei seu sutiã

- Conta outra - agora foi a vez dela tirar minha blusa.

- Não acredita em mim? - encostei a cabeça no peito dela.

- Não - minha voz saiu abafada.

- O que eu estou fazendo aqui então? - fui até um dos seus seios e suguei seu mamilo. Ela curvou o corpo um pouco pra trás e respirou fundo.

- Não sei,  tirar meu juízo. - fui até o outro seio prendi o mamilo entre os lábios e o acariciei com a ponta da língua.

- Te amar seria a resposta apropriada - ela disse em meio a um suspiro.

- Aproveitar de mim você quer dizer - deslizei uma das mãos até sua intimidade e apertei . Ela respirou fundo.

- Se tem alguém aproveitando de alguém aqui é você se aproveitando de mim - seus braços entrelaçaram em meu pescoço.

- Estou vingando - desci sua calcinha até o meio da coxa.

- De que? - Sorriu

- Por ter sumido - levei a mão até sua intimidade nua e pressionei seu clitoris entre meus dedos movimentando-o. Ela gemeu baixo.

- Eu estava sem ... oh, sem telefone - ela me apertou.

- Continuo sem acreditar - deslizei meus dedos até a entrada de sua intimidade que já estava úmida pronta para me receber, penetrei dois dedos fazendo ela gemer. - Conte a verdade.

- Ok - o gemido dela era rouco e baixo, às vezes quase como um suspiro.

- Estou ouvindo - aumentava e diminuía a velocidade dos meus dedos dentro dela.

- Deixei - ela fez uma pausa pra respirar - em casa... huunm 

- Quer mesmo que eu acredite nessa história? - tomei um dos seus seio com a boca e chupei-o com vontade.

- Se não fosse isso - sua respiração era forte - eu não estaria aqui - gemeu baixo - hoje, fazendo amor com você - falou entre um suspiro e outro. - Elevei minha cabeça.

- Foi por querer? - estacionei meus dedos dentro dela.

- Talvez - ela tomou meus lábios, iniciamos um beijo ardente, lentamente voltei a movimentar meus dedos, ela ofegava e deslizava as unhas pelas minhas costas. Mordi de leve seu lábio inferior terminando o beijo, ela pressionou minha mão com as coxas e levou sua mão até a minha chegando ao orgasmo, ela me abraçou e beijou meu ombro, retirei meus dedos e a abracei, seu coração batia forte, estava acelerado. Lentamente ela foi fazendo com que eu deitasse, deitou em cima mim e depois caiu pro lado.

- Então você viajou e deixou seu celular em casa? - acariciei sua face

- Exato, e hoje cheguei no limite da saudade, e essa foi uma desculpa perfeita pra vim te ver - ela acariciava meu cabelo.

- Porque não veio mais cedo?

- Eu não queria brigar - ela revirou os olhos - com ela.

- E brigariam porque?

- Você ainda pergunta, esse horário não foi atoa, ela achou que assim eu não viria te ver por ser tarde - sorriu

- Sério? - sorri

- Muito sério, ela não queria eu eu viesse, mas  falei que não iria até NY sem meu celular.

 - What? Eu ouvi direito? - perguntei emputecida.

- Teria te falado antes - dei as costas pra ela. - Ei - ela encaixou seu corpo ao meu, afastou meu cabelo e deu um beijo no meu pescoço - estou indo por 3 dias, eu só não quero passar a virada longe da minha filha.

- Sempre vai ser assim, sempre vou ficar em segundo plano, nunca poderei competir com sua filha- afastei dela

- Está com ciúmes de um bebê? 

- Não Alex, eu não estou com ciúmes da bebê, mas ela sempre vai usar a filha pra te afastar de mim. Quer saber, era melhor você nem ter vindo, era melhor ficar na ilusão de que você está na cidade ao lado na casa da sua sogra e com vários parentes.

- Ex sogra - ela me interrompeu.

- Ela será quando você largar a filha dela de vez. Agora você vai pra outro estado sozinha com ela - sentei na cama.

- Pipes estou com você, é com você que eu quero ficar. - ela sentou e colocou a mão na minha perna.

- Mas é com ela que você dorme e acorda todos os dias, é com ela que você vai viajar, é com ela que você está passando as festas de fim de ano, eu tenho ciúmes ok, meu coração não é de gelo e nem de pedra pra ficar suportando essa situação, estou chegando no meu limite, poxa.

- Desculpa, eu não queria te magoar - ela me abraçou.

- Tudo bem, acho que nasci pra me ferrar na vida, já estou começando a acostumar com isso, tanta gente pra eu me apaixonar, pra eu amar, eu tive que amar você - falei sem olhar pra ela.

- É só me mandar embora - ela disse tirando o cabelo da minha face e colocando-o atrás da orelha. Fiquei em silêncio. - Quer saber não precisa, como você disse  talvez era melhor eu não ter vindo mesmo. - Ela se afastou, pegou sua camisa e calcinha e deu as costas pra mim pra descer da cama. 

- Não - segurei sua mão antes que ela se levantasse.

 - Não o que? Não estou afim de brigar com você - ela disse sem olhar pra trás.

- Não quero que você vá embora - ajoelhei por trás dela e beijei seu ombro.

- Você tem certeza? - ainda sem olhar pra trás ela perguntou.

- Desculpa, eu tenho ciúmes e não posso evitar - beijei seu pescoço e a envolvi num abraço - Te amo. Toda vez é isso, nos encontramos e discutimos por causa dela, pelos mesmos motivos,  eu só queria que isso acabasse . - ela segurou minhas mãos entrelaçando nossos dedos.

- Tudo vai se resolver, confie em mim - ela virou e me olhou - é só uma questão de tempo e paciência. Eu sei que não estou sendo a melhor namorada do mundo, mas estou tentando fazer tudo certo, eu não quero perder minha filha, mas também não quero te perder, pra mim também não está sendo fácil, apesar de parecer.

- Vou tentar ser mais paciente.  Só que dessa viagem eu quero um relatório completo - dei meio sorriso.

- Quer fotos, vídeos ou por escrito? - ela sorriu

- Todos eles, vídeos e fotos principalmente - beijei seus lábios - podemos continuar agora? - ela soltou minhas mãos, se levantou e virou pra mim.

- Continuar? - ela se aproximou e me abraçou.

- De onde paramos , antes de discutirmos - ela me empurrou fazendo com que eu me deitasse.

- Prefiro assim. - repousou seu corpo em cima do meu - quero aproveitar cada segundo ao seu lado ante de voltar - beijou meus lábios - quero levar sua essência comigo. - tirei ela de cima de mim com um impulso e fiquei por cima dela.

- A minha preferência era que você ficasse aqui - inclinei e beijei seu colo.

- É o que eu mais queria - deslizou as pontas dos dedos pela minhas costas de cima pra baixo e parou repousando as mãos no meu bumbum.

- Não é uma boa idéia falarmos sobre isso - escorreguei o corpo  um pouco pra baixo.

- Concordo -  inclinei minha cabeça indo de encontro a um dos seios dela - essa é uma ótima ideia - mordi de leve o bico do peito e comecei a chupa-lo lentamente. - Isso é bom - ela suspirou.

- Depois não me deixa esquecer de agradecer a Brooke por ter largado o peito cedo - ri

- Idiota - ela beijou o topo da minha cabeça.

 

- Completamente por você. - Desci beijando seu corpo até o monte de Vênus. - Inclinei a cabeça e olhei pra ela.

- Esperei tanto por esse momento - seu olhar era sexy cheio de fogo .

- Continua - beijei o monte e levei a mão  em um dos seios.                       

- Te sentir, te ter por inteiro - seu corpo deu uma leve elevada quando deslizei a ponta da língua pelo seu clitóris.                   

- Essa fala deveria ser minha - chupei seu clitóris,  ela deu um gemido abafado - Eu que estava esperando esse momento de te ter, sem as rapidinhas a dedada encostada na parede e usando roupas. - Massageiei um dos teus seios. Ela riu. 

- Não tenho culpa do tempo ser curto - sua respiração alterou quando penetrei minha língua e fiz movimentos de vai vem. - você é boa, poderia ter tido essa experiência antes - Ela falou entre um gemido e outro. 

- Você acha? - Voltei a chupa-la 

- Talvez se...  Haanm - respirou fundo.

- Talvez? - Pressionei seu clitóris com língua e penetrei meu dedo indicador. - Ela contorceu e gemeu alto. 

- Ninguém tenha colocado a língua em mim a algum tempo - ela falou pausadamente, uma das suas mãos alcançou minha cabeça e entrelaçou os dedos em meu cabelo. Ela contorcia e movimentava seu quadril de acordo com os meus movimentos.                        

- Quando foi isso, semana passada? - Parei de movimentar meus dedos.

- Vai começar? - Ela apoiou os cotovelos na cama e me olhou. 

- Desculpa falei sem pensar - Voltei a movimentar meus dedos dentro dela. 

- Se te interessa,  eu não durmo com ela desde o dia que me apaixonei por você, antes disso era raro acontecer alguma coisa - Ela falou pausadamente. Beijei sua intimidade,  olhei pra ela e sorri.

- Verdade? - Fitei-a. Ela apenas movimentou a cabeça positivamente.  Beijei seus lábios e voltei pro seu órgão do prazer, substitui o dedo pela língua. Minha língua entrava e saia enquanto meu polegar pressionava seu clitóris,  ela ofegava e gemia baixo,  segurou minha mão que repousava sobre sua barriga e a apertou elevando seu corpo chegando ao orgasmo. Senti o seu prazer sendo derramado em minha boca,  passei minha língua por toda sua intimidade e fui até ela, sua mão foi de encontro a minha nuca e a acariciou,  sorrimos e nos beijamos com carinho. 

- Daqui a pouco tenho que ir - seu dedo indicador deslizava carinhosamente pela minha barriga,  às vezes desenhava pequenos corações.

- Podemos não pensar nisso, e aproveitar o que nos sobra de tempo. - Beijei sua bochecha.                        

- Seu desejo é uma ordem. - Ela sorriu e em segundos eu estava completamente nua, ela não brincava em serviço. - Nem comecei e você já gozou - Ela me olhou com cara de sapeca. 

- Não gozei, esse é o sinal da vontade que eu estou de você - mordi meu lábio inferior.                     Ela me amou,  nós nos amamos, conversamos  e eu adormeci exausta em seus braços,  pela primeira vez. Já era manhã quando ela me acordou já usando suas roupas. 

- Preciso ir,  te vejo semana que vem,  ok?

- Fica mais um pouco - falei com a voz pesada de sono. 

- Preciso sair antes que alguém me veja. Nem fui e Já estou com saudades, te amo tanto.

- Também te amo muito, muito. E juízo. - Sorri

- Tenho bastante e a única que eu quero é você, não se esqueça. 

- Tem que ir mesmo? - fiz carinha triste.

- Não faz isso plis - Ela subiu na cama e me abraçou,  3 dias passam rápido. - Suspirei e nos despedimos com um beijo apaixonado. 


Notas Finais


Até o próximo
bjoks


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