História Want A Tip? (OneShot Imagine - Chanyeol) - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Chanyeol, Personagens Originais
Tags Chan, Chanyeol, Exo, Hentai, Hetero, Imagine, Park Chanyeol, Você
Visualizações 565
Palavras 4.371
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Fluffy, Hentai, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Pessoas do meu coração, que tal um hentai bem quentinho com o nosso amável, adorável e quente Park Chanyeol? Hihi, eu realmente espero que gostem!

«Boa Leitura!»

Capítulo 1 - Capítulo Único


Fanfic / Fanfiction Want A Tip? (OneShot Imagine - Chanyeol) - Capítulo 1 - Capítulo Único

Eu estava por um fio. Por um fio de dizer que eu odiava meu companheiro de 3 fucking anos. ChanYeol (ou poste com pernas, como queiram) era meu namorado, e digamos que nosso relacionamento estava em decadência.


Por quê, você me pergunta? Ora, não seja por isso, eu lhe respondo com o total prazer.


Ciúmes.


Não era o ciúmes dele, e sim o meu. É, digamos que a maior parte do nosso relacionamento estar quase se acabando seja por minha causa, mas me diga se você também não ficaria com ciúmes de um homem com toda aquela maravilha estampada na cara e um tamanho daqueles.


“Tamanho” em todos os sentidos.


Desde a volta de minha irmã mais velha, que infelizmente, voltou da Califórnia, eles dois não param de sair, de socializar, de gargalhar, enquanto eu fico de vela, sendo que o namorado é MEU.


Hoje estava sendo mais um dia. Mais um dia em que fui trocada pelo meu próprio companheiro para sair com minha irmã. Boatos de que ambos foram para um cinema, assistir a um filme de terror.


“E por que você deixou?”, vejamos alguns fatos que comprovam seus questionamentos infinitos, minhas jovens:


1° - Eu estava dormindo e fiquei sabendo disso por meio de bilhete.


2° - Essa era praticamente a 5° vez que eles faziam isso, então não faz mais diferença.


3° - Eu estava fazendo cu doce.


Eu queria, no fundo do meu coração e da minha alma, que Park Chanyeol percebesse o quanto me sinto incomodada com essa intimidade que eles dois têm. Tento, tento e tento ignorar, tentando me convencer que é só uma amizade, mas é impossível.


Afinal, Chanyeol é um homem que transborda hormônios e minha irmã igual. Ou seja, isso me deixa preocupada com os meus chifres, eles podem crescer a qualquer momento e eu nunca vou saber.


Era a milésima vez que eu suspirava pesado dentro daquela sala abafada, esperando por uma ligação, por uma mensagem, ou quem sabe a presença dele, que estava em falta logo quando meu aniversário estava próximo.


O melhor amigo de Chanyeol preenchia a falta do mesmo, aqui comigo, sentado ao meu lado, acabando com o pote de pipoca que me matei para fazer. Ele era uma companhia agradável, e digamos que seria um namorado melhor que o próprio amigo.


Baekhyun me encarava como se eu tivesse dito calúnias, mas eu só estava frustrada, alternando sempre o olhar entre o relógio de pulso, o celular e nossa foto juntos enquadrada na parede.


Sem vontade alguma, meu corpo simplesmente começou a deslizar no sofá, me dando o direito de ficar deitada vendo Harry Potter pela décima vez, já que o filme nunca me cansava.


Meu celular vibrou rapidamente, e uma onda de esperança preencheu a minha alma, mas após o desbloquear, vi que era mensagem no grupo da família, desejando o “Boa noite” junto a uma imagem. 


Irritada com tal audácia, dei a ousadia de arrebentar meu celular na parede, apenas vendo a tela trincar e o mesmo cair de tela no chão.


– Você está tão brava assim com ele? – Baekye perguntava, assustado, sem parar de comer a maldita pipoca que me causava mais frustração apenas no barulho irritante ao ser mastigada.


– E por que eu não estaria? – O olhei de supetão – Cinco semanas, Byun! C-I-N-C-O S-E-M-A-N-A-S!


– Exato! Vocês conviveram por 3 anos, um mês não vai fazer--


– VOCÊ NÃO ESTÁ AJUDANDO EM NADA! – Fiz um bico enorme nos lábios, cruzando os braços e esperando por algum sinal de vida vindo daquele Park-poste-idiota-irritante-traídor-Chanyeol.


Minha paciência estava por um fio.


Eu sabia do que a idiota da SunHee era capaz, afinal, ela roubou todos os namorados que eu já tive, com sua carisma, honestidade e carinho que transbordava. Por que ela não roubaria o Chanyeol de mim?


Só de pensar nessa possibilidade, a possibilidade de que eu realmente podia perder Chanyeol pra minha irmã, um aperto em meu coração já se formava.


Eu dependia daquela criatura pra tudo, afinal, foi aquele poste-barra-imbecil que me ajudou a superar todos os meus problemas, desde os mais frustrantes e marcantes até os mais leves e pacíficos. 


Sem ele, eu praticamente não iria saber o que era a real razão por eu estar no mundo, afinal, eu só vivo por ele e estou aqui pra ele.


Só que o próprio não está ajudando em nada, muito menos cooperando com o meu ciúmes doentio.


Involuntariamente, minha cabeça foi despencando, e me vi deitada no ombro de Baekhyun. Ele deitou a sua própria sobre a minha, sem tirar os olhos da televisão, se fazendo de hipnotizado, às vezes errando a boca e deixando pipocas caíram no colo.


As horas foram se passando e nada do Park voltar pra casa. Eu até já perdi as contas de quantas vezes olhei no celular, afinal, eu sou ruim em matemática.


Baekhyun jurou de mindinho que não iria embora até Chanyeol voltar, e nós sabemos que juramento de mindinho é sagrado, se você descumprir, sua sentença de morte é marcada no dia seguinte, ou o próprio Satã vem te buscar de ônibus.


Já cansada de esperar, me vi fazendo desenhos aleatórios nas fartas coxas do Byun, me tornando sedenta em pegá-las e mordê-las. O moleque era atraente, mas sou compromissada, não posso.


– Bebê, você está precisando de um abraço? Parece carente. – Me chamou pelo apelido de sempre, afinal, ele praticamente me considerava sua filha mais nova.


Eu apenas assenti, sendo retribuída com um abraço de coala, apertado e que me fez me acalmar.


Mas não durou por muito tempo.


Ouvimos juntos o barulho da tranca da porta do apartamento ser desfeita. Byun queria desfazer nosso contato antes que algo acontecesse com seu lindo rostinho, mas eu insisti, continuando o apertando.


Eu tinha curiosidade do que Chanyeol era capaz, e talvez ele deveria ficar esperto, afinal, ele pode demorar, mas pra mim, a fila anda.


Me limitei a olhar para trás assim que a porta foi aberta, e por não ouvir nada, jurei que ele estava parado, nos olhando, montando seu plano de assassinato para o Byun e quem sabe, pra mim.


Eu sentia que seu coração havia levado uma pontada, afinal, o que eu e Byun estávamos fazendo (vendo filme embaixo dos cobertores e comendo pipoca) era o que eu e Chanyeol costumávamos fazer no sábado a noite, mas veja só, ele me trocou pela SunHee.


O maior coçou a garganta, chamando nossa atenção. Baekhyun não queria olhar no rosto do amigo, e eu sentia sua vergonha. Antes de pararmos de nos abraçar, eu pedi desculpas pelo mesmo, que apenas sorriu de lado e piscou pra mim.


Eu encarava Chanyeol com atenção, apenas para me certificar se ele estava com algo estranho no corpo. Blusa intacta com os botões fechados, cabelos arrumados, pescoço intocável e sem marcas de batom.


Isso me deixava mais aliviada, de fato.


– O que você está fazendo aqui? – Perguntou diretamente para o mais velho, fechando a porta com os olhos estreitos e desconfiados.


– Vim fazer companhia pra sua namorada, já que você mesmo não faz. – Se levantou, calçando o tênis e recolhendo o celular da mesinha, se aproximando de meu ouvido. – Não faça nenhuma besteira, qualquer coisa, me ligue.


Baekhyun deu uma última encarada em Chanyeol, ficando frente a frente com o mesmo, negando em seguida.


– Abre o olho, cara. – E simplesmente, saiu do apartamento, nos deixando a sós, encarando cada ambos, e nós dois sabíamos que deveríamos dar explicações.


Quem primeiro?


– Por que estava com ele? – Se aproximava com cautela, me dando a liberdade de o ignorar e continuar a ver Harry Potter, que passou a ser uma de minhas sagas prediletas. – Não vai me responder?


– Não foi o que você fez com as minhas mensagens? – Retruco seu questionamento, sem o olhar de volta.


– Eu estava no cinema. 


– Por você estar no cinema, você se torna alejado?


O maldito silêncio se fez presente, e eu sentia como se meu coração fosse fazer um buraco no meu peito, sair para fora e xingar Chanyeol de todas as maneiras possíveis.


Mas eu só precisava me manter firme.


Percebendo do que eu falava, Chanyeol bufou sarcasticamente, fazendo pose de deboche.


– Está com ciúmes da sua própria irmã?


– Está com ciúmes do seu melhor-amigo-barra-brother? – Finalmente o olhei, e percebo seus olhos brilhando, coisa que dificilmente acontecia, por conta de seu problema de visão.


– O Baekhyun tem hormônios. 


– A SunHee transborda.


– Se você quer ter uma DR por causa da SunHee, eu saio por aquela porta agora e nunca mais eu volto!


– Ótimo! Aproveita e chama o Baekye pra vir aqui, afogar as minhas mágoas. – Percebendo o que eu havia feito, engulo seco, desviando o olhar e mudando o semblante para muito, muito mesmo chateada.


Eu o alfinetei usando seu melhor amigo, e isso costuma dar muito problema.


Me levanto, desligo a televisão, deixando a coberta e a duas almofadas alí, olhando para Chanyeol em seguida, me xingando por ter não crescido mais.


– O sofá é todo seu. – Por algum determinado tempo, eu queria muito que ele não insistisse em me fazer mudar de idéia, mas ao ouvir meu nome ser murmurado pelo maior, apenas o olhei de relance. – Diga rápido, amanhã eu tenho que estar intacta para apresentar um trabalho na faculdade.


– Eu estava saindo com a SunHee porque eu precisava de ajuda. – Me sinto curiosa por alguns segundos. – Eu queria te fazer uma surpresa de aniversário... Mas eu não tinha nenhuma idéia, e o papo de cinema era mentira, todo dia, nós íamos a casa dos seus pais tentar programar algo legal.


Suspirei, passando as mãos pelas minhas têmporas, o encarando novamente, recolhendo a coberta do sofá, apenas indo em direção ao quarto.


O maior me acompanhou, parecendo feliz. Ele se jogou na cama e tirou a camisa, se deitando e pegando em seu celular, olhando suas redes sociais.


Enquanto isso, eu estava tomando meu gratificante banho frio, e bem lá no fundo, eu me sentia aliviada por saber que ele não estava me traindo, mas me sentia ainda incomodada só por saber que ele estava na presença... Dela.


Escovei meus dentes e voltei ao quarto, me vestindo, sem me importar se ele estava no mesmo ambiente, afinal, ele mais do que ninguém sabia meu corpo com detalhes.


Me deitei na cama e me cobri, virando para o lado contrário. Eu ainda estava chateada, afinal, ele preferiu brincar com os meus instintos do que me contar a verdade. Não é tão difícil dizer que vai sair com alguém porque quer ajuda em algo.


Sinto seus fortes (e põe forte nisso) braços rodearem minha cintura, também sentindo em seguida um selar casto em meu pescoço, causando-me arrepios até a ponta dos pés.


– Eu disse o porquê de eu estar com a SunHee, agora você me explique porque estava com o Baekhyun. – Disse rente ao meu ouvido, dando-me liberdade para me remexer.


– Ele não já te disse?


– Ultimamente, não tenho confiado nele. – Justificou, me apertando ainda mais contra si. – Eu quero ter ótimos motivos para quebrar aquele rosto de modelo que ele tem.


– Apenas o chamei para me fazer companhia. – Dei de ombros.


– E porquê estavam abraçados?


– Não podemos?


– Não. – Milhares e milhares de beijos foram distribuídos pelo meu maxilar, dando direito até mesmo a sucções doloridas. – Você é minha, não pode ficar de gracinha com outros garotos.


– Ata. – Uso meu tom mais irônico possível.


– Está duvidando?


– Uhrum.


– Você não deveria ter dito isso. – Meu corpo é virado contra o dele com um misto de força e delicadeza, me deixando um pouco assustada com sua atitude repentina de quem queria comer meu cu. Literalmente.


Com o maior já por cima de minha pessoa, Chanyeol passa a distribuir beijos em meu pescoço, me causando os malditos arfares que eu me esforçava até o talo para não os soltar, prendendo meu lábio com os próprios dentes.


– Você é minha, não adianta negar. – Ele sussurrava, fazendo-me sentir os arrepios contra a minha pele, me perguntando quando aquilo iria acabar. – Mas eu acho que preciso provar isso...


– Boa sorte. – Provoco, o vendo soltar um riso sarcástico antes de atacar a minha boca, com uma certa força que acabou fazendo nossos dentes se chocarem.


Era um beijo misturado com paixão, um toque de fome e um abismo de selvagem. Estávamos nos engolindo com uma velocidade média, o que acabava causando a falta de ar mais rápida. E por conta disso, o ósculo fora desfeito em alguns minutos.


Chanyeol voltou a focar no meu pescoço, abaixando a alça de meu pijama delicadamente com seus enormes dedos (tudo nesse homem era grande, como pode isso?).


Sem cerimônias, ele deu insinuação de que queria retirar minha blusa, então ergui os braços, o dando total liberdade para fazer aquilo.


Voltou a me beijar ferozmente, apertando a minha cintura de um modo um tanto doloroso, que eu tinha certeza que ficaria a marca de suas mãos depois. Óbvio que era isso que ele queria.


Minhas mãos subiram de seus bíceps (lembrando que eu apertei aquela área. E foi uma delícia sensação, minha nossa Senhora) até sua nuca, enlaçando meus dedos nos fios de cabelo terminais. 


Chanyeol tateou os dedos até meus seios – descobertos –, afim de mais contato. Os espremeu em suas mãos, dando obrigação a mim gemer em sua boca. De pirraça, o mesmo largou meus lábios para trabalhar com meus seios. Os chupava com precisão e força, as vezes mordendo o bico rijo, me fazendo ir ao delírio apenas com aquele toque.


Imagine os próximos.


Agarrei a cabeceira da cama, a apertando com força, mordendo o lábio fortemente, causando o sangramento do mesmo. Eu não iria dar esse gostinho para ele, por mais que esteja difícil para aguentar a pressão.


Novamente, suas mãos trilharam pelo meu corpo, apertando cada pedacinho meu, até chegar na barra de meu short. 


– Já está tão molhada? – Me zoava, estimulando minha intimidade por cima da calcinha, insinuando uma penetração.


– C-Cala a boca... – Tentei ao máximo falar e  não soltar o gemido preso em minha garganta junto, e pareceu funcionar.


Ele sorriu abafado contra minha barriga, causando uma vibração gostosa de se sentir. Com mordidas fortes e sucções, ele foi descendo devagarinho, abaixando meu short junto a calcinha.


Chanyeol abriu minhas pernas delicadamente, ficando de cara com a minha intimidade, pulsando, implorando por contato direto. Vejo sua mão vir em minha direção, colocando dois dedos em minha boca.


Me tocando no que ele queria, segurei sua enorme mão e involuntariamente, comecei a chupar seus dedos, ora ou outra as lambendo e mordendo. 


E foi exatamente o que fiz assim que senti algo gelado em contato com a minha intimidade quente. Ergui meu quadril e vi Chanyeol me lamber, olhando-me no fundo dos olhos, vendo minhas expressões diante daquele ato involuntário.


Minha cabeça é despencada para trás, minhas pernas querem se fechar e tenho que lutar contra elas para continuarem abertas e expostas, e os dedos de Chanyeol estão me fazendo ficar calma, mesmo que ele esteja todo mordido e babado. O que não durou por muito tempo, afinal, ele retirou seus dedos de minha boca – bem lubrificados – e os levou até minha intimidade, me penetrando com seus dígitos.


Foram 3 dedos de uma só vez, me dando total liberdade para gemer um pouco alto, mordendo o lábio mais fortemente por lembrar que já estava tarde e eu não queria acordar a vizinhança, muito menos dar o que Chanyeol quer.


– Ya... Não segure... – Ele pedia, me estocando numa velocidade extrema. A minha boca se abria, minha cabeça despencava, mas nenhum som se manifestava. O que era bom, de fato.


Já com o ápice pronto para ser jorrado, Chanyeol parou com os movimentos assim que contraí as paredes do meu interior vaginal. Soltei o ar que sequer pensei em estar segurando, vendo Chanyeol voltar a ficar cara a cara comigo, olhando no fundo de meus olhos, sério, como se estivesse me decifrando.


– Já passou das 22:00, você não pode gritar. – Uma ordem se foi dita, logo sentindo sua respiração fervente bater em minha orelha, em seguida, uma mordida forte foi deixada no lóbulo da mesma. – Mas saiba que eu quero que você grite, eu quero que você implore, eu quero que você fique rouca, eu quero que você admita que é só minha. 


– V-Vamos levar uma multa cara. – Digo, tentando o convencer que aquilo era uma péssima idéia, mas um tapa ardente foi deixado em minha bunda, me escapando um gemido abafado.


– Não me importo com multas. – Sugou a pele de meu pescoço fortemente, o que me resultou pálpebras espremidas para me concentrar em amenizar a dor. – Vou te fazer gemer o nome de quem você pertence, assim você fica ciente do que ele é capaz, e que não quer você com outros garotos, ainda mais se for o melhor amigo dele.


Chanyeol voltou a me beijar, e dessa vez, era um beijo de verdade, apaixonado, sem deixar de ser esfomeado e necessitado. Sua língua estava enlaçada com a minha, e quando elas se soltavam, o barulho da saliva era feita, fazendo-me arfar.


O maior desfazia o botão da calça jeans, que deveria estar apertando seu enorme membro, assim que a retirou, seu suspiro de alívio foi-se ouvido, quase inaudível. Me senti sedenta para colocar aquilo na boca.


– Me chupa, bebê. – Inverteu nossas posições, deixando-me por cima, sentada em seu membro ainda coberto pela cueca. 


Lhe dei um breve selar, antes de descer em direção ao seu pescoço, marcando o meu território alí, para quem visse aquilo ficasse ciente que ele já tem alguém, melhor ainda se essa pessoa for sua irmã, que está pronta para dar o bote a qualquer momento.


Fui distribuindo mordidas pelo seu corpo, arranhando seu definido e maravilhoso abdômen, mordendo naquela área que já estava vermelha por conta de minhas unhas. Vez ou outra, Chanyeol contraía seus inúmeros quadradinhos, pois sentia uma tremenda cócega naquela região.


Chegando finalmente em meu destino, selei o membro do maior por cima do pano, o tocando sutilmente e rapidamente, tirando aquela cueca dos infernos, dando total liberdade para seu pênis pular para fora.


Minha destra segurou seu amiguinho e involuntariamente, começo com os movimentos de vai e vem, sobe e desce, como queiram. Os gemidos de meu namorado eram música para mim, e se gravarem aquela belezura e colocarem no iTunes, eu era a primeira a comprar o áudio e o colocar como toque de chamada.


Sem cerimônias, abocanhei seu membro, tomando um grande cuidado para não arrastar meus dentes na pele fina da glande avermelhada. Eu o chupava até a metade, o fazendo sumir e reaparecer com frequência. 


Como alguém de bem com a vida, deixei que o membro batesse em minha garganta, tentando me concentrar em não ceder a ânsia que aquele ato causava, ouvindo palavrões murmurados vindo de Chanyeol, como se aquilo fosse ajudar a aguentar a pressão de estar sendo chupado.


Sem dizer absolutamente nada, Chanyeol segurou em meus cabelos e simplesmente, se deu ao direito em meter na minha boca, um pouco rápido, sem se importar se aquilo aumentava a minha ânsia.


Sentia meu rosto queimar, e suspeito que esteja vermelho, as pequenas lágrimas escorrendo no canto de meus olhos, e os movimentos apenas se intensificaram.


– Ah, que caralho S/n, sua boquinha faz milagre. – Confessou, e diante de apenas mais uma chupada, o maior se desfez, forçando-me a engolir todo o resquício de líquido, até mesmo no canto de minha boca. Era um gosto agridoce, viciante e eu poderia ficar alí por horas apenas querendo mais.


Ainda segurando meu cabelo, Chanyeol me puxou contra ele, me beijando ferozmente. Ficou por cima de mim novamente, abrindo a gaveta e pegando um simples pacotinho de preservativo.


O rasgou com o dente, vestindo seu falo com rapidez. Chanyeol me olhou nos olhos e segurou em meus pulsos com apenas uma mão, os prendendo acima de minha cabeça. Com a outra livre, segurou em minha cintura, forte, e empurrou meu corpo para baixo, indo de encontro com seu membro, sendo engolido pela minha intimidade. Pela primeira vez, deixei um gemido alto me escapar, e a essa altura, eu não me importava se iria receber reclamação do pessoal do prédio, eu só queria desfrutar daquele prazer que ele me proporcionava.


Assim que me vi preenchida, Chanyeol me deu milhares de selares no rosto, afinal, era um enorme membro adentrando a uma intimidade apertada. Não que nós nunca tenhamos feito sexo, mas é que a dor aguda era sempre incomodativa.


– Se você perder a voz, eu não tenho nada a ver com isso, foi você quem duvidou de que era minha. – Sussurrou, saindo e entrando fortemente, me fazendo gemer em resposta. – E eu vou provar que você é.


Sem cerimônias ou sem pelo menos pagar um jantar (poxa, eu estava com fome), Chanyeol começou a me estocar com determinação, forte, profundo, mas devagar.


Ele queria que eu implorasse.


– Não feche os olhos, eu quero manter contato com você. – Pediu e assim eu fiz, vendo os pingos de suor já se formarem em sua testa, com os cabelos grudados na mesma.


Eu não precisei dizer nada, começou a ir e vir com rapidez por vontade própria. Meus olhos se estreitavam, eu queria sentir o prazer com os mesmos fechados, mas me mantive forte para não fazer isso.


Às vezes, Chanyeol diminuía a velocidade, indo lentamente, sem pressa; dizendo o mesmo, que era para fazer aquele momento durar mais tempo, mas não aguentava e aumentava.


E foi o que fez.


Quando se viu numa velocidade inexistente, apenas escondeu o rosto na curvatura de meu pescoço, sem deixar de encarar as minhas expressões.


Cravei minhas unhas em suas costas, a arranhando para descontar todo o meu prazer. Ouço sua risada sarcástica.


– A quem você pertence, S/n? – Sussurrou rente ao meu pescoço, apenas para eu ouvir. – Huh?


Estocou com força, atingindo meu ponto G, e continuou fazendo aquilo diversas vezes, o que me resultou bons gritos em aprovação, sentindo o enorme prazer que Chanyeol estava me proporcionando.


– E-Eu p-pertenço a t-ti... – Respondo, com a voz sofrida, soltando mais um grito ao final da frase, ouvindo de novo sua risada debochada.


– Boa g-garota... – Não houve mais nenhum falatório depois daquele, ele continuou a meter fundo em mim e eu continuei a gritar e chamar pelo mesmo, às vezes soltando apelidos e “Oppa”.


A cama de nosso quarto rangia e vez ou outra, batia contra a parede, causando um barulho irritante para os ouvintes daquela bela foda que estava ocorrendo no nosso apartamento. Chanyeol teve que segurar na cabeceira, tentando amenizar as batidas, mas era quase em vão, detalhe esse pois a parede já estava com um buraco, e se aquilo piorasse, teríamos que pagar para o concerto daquilo.


Em questão de mais algumas estocadas, eu desmanchei, não aguentando mais segurar. Meu corpo perdeu totalmente as forças e me vi amolecida naquela cama. Chanyeol percebeu, então segurou minha coxa e a ergueu, dando mais espaço para o mesmo, que aumentou ainda mais a velocidade. Ele travou por alguns instantes, e deduzi que o mesmo havia chegado ao seu ápice, depois de um longo gemido rouco ao pé de meu ouvido.


Seu corpo caiu sobre o meu, suado e também amolecido. Aquela noite entraria para a história.


Chanyeol finalmente se retirou, me causando suspiros. Retirou a camisinha de seu membro e a amarrou, indo jogar no lixo do banheiro. Se deitou ao meu lado e me puxou contra seu corpo, acariciando meus cabelos e retirando os fios suados de meu rosto, deixando um beijo casto em minha testa.


O mais velho nos envolveu com o cobertor, que praticamente secou nosso suor. Ele ficou fazendo um carinho confortável em minha cabeça, e no fundo, eu estranhei por ele não estar fazendo nenhuma piada sem graça.


Mas eu sabia que essa hora viria assim que ouvi sua risada nasal.


– Eu sabia que você iria admitir que era só minha. – Zoou, me dando liberdade para revirar os olhos e o apertar ainda mais em meus braços. – E veja só, você é minha. Então pode ir parando com essa sua amizade com o BaekHyun.


– Você não presta. – Minha voz saiu rouca, arrancando gargalhadas nossas. – Maldito! Como vou apresentar meu trabalho amanhã?


– Ops.


Me permiti rir mais um pouco naquela noite, e percebo meu corpo ser estranhamente apertado. Ergui a cabeça, o vendo com o olhar distante.


– Bae? Está tudo bem? – Pergunto, ficando de bruços para o olhar melhor.


– Nada, é só que... – Estalou a língua. – Cara, eu senti tanto medo quando te vi com o Baekhyun...


– Medo do que?


– Medo de que a minha ausência te fez ter a obrigação de encontrar outro alguém... – Suspirou. – E perder você é o que eu menos quero nessa vida.


Sorri mínimo, me esforçando para não apertar suas bochechas e o chamar de fofo inúmeras vezes, mas me contive, começando a acariciar seu cabelo, também tirando os fios grudados da testa ainda suada.


– Não diga essas bobagens. – Lhe dei um selar um tanto demorado. – Eu não te trocaria por nada.


– Garota, eu te amo tanto. – Abraçou-me, beijando meu pescoço.


Não precisei responder, ele sabia que eu sentia o mesmo, então apenas retribuí o afeto e simplesmente, dormi em seus braços, afinal, o cansaço era tamanho, e eu não aguentava sequer manter os olhos abertos.



°°°



Eu estava nervosa, muito nervosa. A próxima a apresentar o trabalho seria eu, e sequer conseguia me manter em pé, imagina ficar parada, de frente para todos, me esforçando para não cair bem alí ou forçando a minha voz para ela sair.


A noite passada me resultou boas consequências, e sinceramente, eu acho que nunca mais vou negar ser de meu namorado, eu subestimei a sua capacidade de me fazer admitir alto e em bom som que eu era dele, e veja só, agora estou completamente destruída.


Meu nome foi chamado pela professora, então as garotas que estavam no meu grupo, me ajudaram a andar até a frente da sala, causando curiosidade nos outros alunos.


– S/n? O que aconteceu com o seu pé? – A professora perguntou, parecendo preocupada.


– Não foi nada, eu só caí da cama em cima dele. – Menti.


– E a sua voz?


– Fui em um Karaokê com alguns amigos.


– E essas marcas?


– Insetos, sabe como é.


Ela pareceu convencida, então me dei o trabalho de apresentar, sendo ajudada pelas minhas amigas, que se esforçavam para não rir de minha desgraça ou o incômodo que era ficar em pé.


E sabe de uma coisa? Eu não me arrependo de nada. Aliás, eu acho que vou começar a duvidar da capacidade do Park-pauzudo-tudo-grande-Chanyeol apenas para sentir aquela sensação de ser prioridade de alguém.


Mas o que eu não queria, era ter que usar cadeira rodas para conseguir me mover, definitivamente não, isso eu não queria. E sabe como podemos evitar isso? Quer uma dica? Não tente passar ciúmes no seu namorado, ainda mais se sua cobaia for o melhor amigo dele.























Notas Finais


Espero que tenham gostado!
Para mais estórias criadas por mim, acesse o meu perfil! » @KPobre_Yuko

Adeus! ^^


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