História War Machines: Ice Hearts - HIATUS - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Agents of S.H.I.E.L.D., Capitão América, Os Vingadores (The Avengers), Thor
Personagens Anthony "Tony" Stark, Clint Barton, Dr. Bruce Banner (Hulk), Feiticeira Escarlate (Wanda Maximoff), Heimdall, James Buchanan "Bucky" Barnes, Jane Foster, Jemma Simmons, Johann Schmidt (Caveira Vermelha), Leo Fitz, Loki, Maria Hill, Melinda May, Natasha Romanoff, Nick Fury, Odin, Pantera Negra (T'Challa), Pepper Potts, Personagens Originais, Phillip Coulson, Pietro Maximoff (Mercúrio), Sam Wilson (Falcão), Skye, Steve Rogers, Thor, Visão
Tags Bucky Barnes, O Soldado Invernal
Exibições 31
Palavras 1.302
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Mutilação, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá Avengers! Eu postei essa fanfic antes de ter um capítulo porque… ah, porque sou ansiosa. Pronto, falei. Eu AMO o Bucky, tipo, muito mesmo. Daí eu pensei “porque não?” e aqui está ela. Eu tenho alguns avisos pra’ dar antes de vocês lerem:

• A personagem principal tem duas intérpretes: Kate Beckinsale — na época de Anjos da Noite — e Milla Jovovich — na época de Resident Evil. Mas principalmente a Kate.
• A fanfiction se passa alguns meses depois de Capitão América 3: Guerra Civil.
• Eu usei algumas cenas de ambos os filmes (Anjos da Noite e Resident Evil).
• A música tema da fanfic é I Am Machine - Three Days Grace.

Agora sim, boa leitura!

Capítulo 1 - Prologue


31 de Dezembro de 2003

SAINT-MALO, FRANÇA

O único som ouvido na Cathedral, era o sopro do vento contra as paredes pedregosas. Naquele dia alguém havia fechado o local, e a mulher ao fim do corredor — quase impossível de ser notada — sabia quem o fez e para quê. Seu corpo coberto por uma espécie de uniforme negro e resistente, estava imóvel encarando a entrada pacientemente. Sua espera terminou assim que dois homens entraram no recinto conversando.

— Nous devrions être plus prudents¹. - um deles se pronunciou em um sussurro cauteloso. Ambos estavam de costas para ela, o que lhe poupava trabalho.

— Je sais, mais ils ne savent pas que nous sommes ici². - o cara que segurava uma maleta escura e bem protegida tranquilizou.

— Tudo bem, trouxe o que pedi? - volta à falar, mas agora no idioma oficial. Inglês.

— Eu cumpro minhas promessas, e você? Cumpre as suas? - o loiro questiona com os braços cruzados largando com cuidado o objeto no chão.

— Sei o que acontece se eu não cumprir. - encolhe os ombros e coloca a mão dentro do terno. A escondida agarra duas armas no coldre da calça se preparando.

— Ótimo, você não tem ideia do quão difícil foi conseguir essa amostra. As outras foram destruídas ainda na Segunda Guerra Mundial. - explica divertido. Seu tom era de se desconfiar, mas o cientista estava tão desesperado que apenas lhe entregou o pen-drive. - Foi bom negociar com você, agente Monroe. - leva sua mão direita até a orelha e em segundos, talvez menos, vários homens de preto os cercaram.

— Nós tínhamos um acordo. - tenta segurar a mala mas é impedido por um dos caras. Sua expressão se torna furiosa. - EU TE ENTREGUEI O QUE PEDIU, EXIJO QUE ME DÊ O QUE QUERO! - grita se debatendo.

— O que um traidor merece? - o vendedor anda ao seu redor com um sorriso sádico nos lábios.

— Por favor… - implora o outro, temendo o que viria a acontecer.

— Você não pediu “por favor” antes de matar um dos nossos. Nem ao menos lhe deu o direito de se defender, o atingiu pelas costas. - negou lentamente enquanto uma lâmina era posta bem acima da coluna do traidor.

— Eu errei, me desculpe. - pede respirando com dificuldade. O objeto gélido e afiado sob ele.

— Está perdoado. - desmancha o sorriso e se vira assentindo para os homens. Ouviu o grito do cientista ao mesmo tempo em que se deu conta da garota nas sombras. Rapidamente recuou pelo susto. - Quem é você?

Ela fica em silêncio, apenas o observando. Parecia desligada, e por um momento, todos pensaram isso. Mas quando o chefe piscou, ele já tinha uma arma apontada para sua cabeça.

— Alguns me chamam de The End. - seu tom era perturbadoramente calmo.

Com um semblante medroso, tentou agarrar o cano da mesma mas a morena segurou seu pescoço com uma força descomunal e o jogou contra um dos guardas. O resto deles foi para cima da garota. Ela chutou o abdômen de um e quando ele se curvou, colocou os pés em seus ombros o derrubando. O mesmo ficou desacordado dando tempo dela pisar em seu pescoço e o quebrar. Fechou os punhos sentindo seus braços serem agarrados. Deu uma cotovelada no que a segurava, e quando este lhe soltou, deu uma rasteira de costas. Pulou para trás e com precisão e agilidade, atirou do ar acertando sua cabeça.

— Kak svyazat’sya s Soldier³. - e foi quando ouviu isso que a mulher acordou. Era russo. Todos eles eram russos.

Se livrou do agente que lhe segurou e correu. Correu como nunca. Nunca foi de fugir, mas quando se tratava dele, o melhor era abandonar o lugar. Ele a caçaria pelo resto de sua vida? Sim, mas não seria hoje que a iria pegar. Pelo menos era assim que pensava. A porta de entrada da igreja foi arrancada com uma força incrível e ela parou. Seu coração descompassado não lhe ajudava e sua mente paralisada muito menos. Aquilo não devia estar acontecendo. Era para ser uma simples missão de descarte, mas agora viraria um massacre. Ele se aproxima a passos lentos deixando tudo mais assustador, a morena estreita os olhos ao notar o braço biônico que ele possuía.

— Droga. - se pronuncia pela primeira vez e é quase acertada por um soco, mas segura o punho dele com facilidade.

Depois disso, uma sequência de ataques e contra-ataques começou. Ele lhe deu um chute nas costelas e bateu com o braço nas suas costas, a derrubando. A mulher respirou fundo e, usando sua especialidade, deu um mortal para trás acertando o rosto do agressor. Ele se curvou, mas não caiu. Quando se recuperou, o soldado a segurou pelo braço e jogou na parede.

— Calma cara, eu não sou de ferro igual à você. - reclama estralando o pescoço e se forçando a levantar. - Você não diz nada? - questiona enquanto se abaixa e lhe chuta com certa força no abdômen, o que o faz ser arrastado para trás.

Eles lutaram muito. Sem parar. O soldado parecia não se importar com as provocações que ela fazia, o que a irritava e a deixava cada vez mais forte. Até o momento em que se ouviu um zunido baixo que foi aumentando. Estava se aproximando.

— Merda. - fecha os olhos por um segundo e quando os abre, aproveita o ataque do soldado e o joga contra a enorme janela de vidros. - Isso é uma vingança. - sorri amarga.

O som agudo ficava mais perto e notando isso, ela pulou. Com os braços protegendo seu rosto e as pernas, sua barriga. Pensou que ia sentir o chão esmagar seus ossos, mas tudo o que pôde sentir foi uma queimação ao lado de seu peito. Prendeu um grito quando o veneno da bala modificada por cientistas se espalhou pelo seu corpo rapidamente. Suas veias ardiam e aos poucos, perdeu a mobilidade. Depois os sentidos. E depois, não viu mais nada.

ATUALMENTE

Uma sirene absurdamente alta soava pelos corredores da enorme organização. Ninguém sabia o que estava acontecendo, mas não era bom. Não era nada bom. Pessoas de preto andavam por todo o edifício levando o aviso final. Em uma sala vazia e fria, um tubo resistente mantinha presa a garota mais temida pelos conhecedores dessa vida. Mas não por muito tempo. Seus olhos incrivelmente azuis se abriram, e foram questões de segundos até o corpo nu cair no chão gélido.

— A prisioneira fugiu e está no prédio. - um homem de cabelos e olhos escuros diz sério sendo acompanhado por uma cientista. Ela fora a responsável pela garota durante anos.

A morena nua e confusa, sem perceber onde estava e porque, quebrou o vidro que guardavam suas roupas completamente de couro. Ouviu baterem na porta brutalmente e, em um ato rápido, agarrou o primeiro objeto que viu. Uma lâmina. Sem mais delongas, ela saiu. O lugar estava repleto de guardas.

— MATE-A. AGORA! - alguém berrou desesperado e os vários homens de preto avançaram nela. Eles não eram suficientes.

Aos montes, seus corpos inertes foram caindo com cortes rápidos. A mulher se encontrava ajoelhada ao chão. Alguns fios de seu cabelo escuro e curto caindo no rosto e seus olhos brilhantes atento ao início daquele corredor, agora, coberto de sangue.

— Quem diria, você realmente acordou. - palmas são ouvidas juntamente com a voz de um homem. Os cabelos meio claros e os olhos azuis contrastavam com a pele branca. Continha uma expressão divertida no rosto e ao seu lado, a cientista.

— Onde eu estou? - rosna e olha em volta. Não reconhecia aquele lugar.

Bem-vinda à base da Hidra.


Notas Finais


Hey, gostaram? Ficou muito ruim? Santo Odin, estou nervosa. Ah, quem é fã de Anjos da Noite viu que eu usei a cena da Selene acordando. Pareceu legal pra’ mim… enfim, espero que tenha ficado minimamente bom.

Tradução:
¹ Nous devrions être plus prudents: Devemos ter mais cuidado.
² Je sais, mais ils ne savent pas que nous sommes ici: Eu sei, mas eles não sabem que estamos aqui.
³ Kak svyazat’sya Soldier: Contate o Soldado.

Do svidaniya, Avengers!

Ps: “do svidaniya” é adeus em Russo.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...