História War Of Hearts. - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Holland Roden, Magcon, Nash Grier
Visualizações 30
Palavras 1.194
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi, meus chuchuzinhos, Enem passou e eu VOLTEI!!!!!!!
Eu escrevi esse primeiro capítulo no meu começo do ano e estou com ele guardado, então desculpa qualquer errinho, é isso, espero que gostem!!!!

Capítulo 1 - He saved my life.


Fanfic / Fanfiction War Of Hearts. - Capítulo 1 - He saved my life.

Três meses antes.

Amanda POVS

Cheguei da escola, e fui direto para o meu quarto. Nash chegaria em alguns minutos, pois eu iria pra sua casa, e precisava me arrumar. Os pais de Nash viajariam e eu passaria o fim de semana com ele, o que era aliviador.

Tomei um banho rápido, e enfiei uma roupa no corpo. Peguei roupas e coisas necessárias para o final de semana, e logo escutei um barulho no andar debaixo, meu coração disparou.

Terminei de enfiar minhas coisas na mala, e logo a peguei em minhas mãos, e desci as escadas, com cuidado.

— Nash, é você? — Perguntei, alto. — Nash isso não tem graça! — Falo, alto e deixo a mala no chão. — Amor?

— Vai sair, vadia? — Ouço a voz dela, e meu coração dispara.

— O que você está fazendo aqui, mãe? — Pergunto.

— Esqueceu que eu também moro aqui? — Ela pergunta, e noto que ela está com uma garrafa de vodka em uma de suas mãos, e ela estava pela metade. — Você é tão burra, que não lembra que sua mãe mora com você?

— Você nunca para em casa. — Respondo, e ela encara minha mala.

— Você vai sair com o bosta do seu namorado? — Ela pergunta, com raiva.

— Vou passar o final de semana na casa dele. — Respondo.

— Vadia. — Ela fala, e meu sangue ferve.

— Cala essa boca! — Grito.

— Vadia! — Ela, grita. — Você só sabe dá pra esse menino, sua vadia, meu maior erro foi dar a luz a você, você acabou com o meu corpo. Seu pai separou de mim, e eu entrei em depressão. Tudo isso é culpa sua e da sua irmã! — Ela grita. — Vadias! — Ela grita mais alto dessa vez, e arremessa a garrafa em mim.

Desvio por pouco e a garrafa explode na parede atrás de mim. Ela sai pela porta da frente, com certa rapidez e some.

Me levanto ainda tremendo, e limpo os cacos e a bebida no chão. Ninguém sabia dos ataques da minha mãe, ou o que eu sofro e já sofri nas mãos dela, eu tenho muita vergonha e medo de contar. Nem mesmo Nash, sabe.

Após a separação dos meus pais, eu fiquei com a minha mãe. Eu era muito pequena, tinha cerca de um ano e meio, apenas. Logo após a separação, minha mãe entrou em depressão, e eu vivia a maior parte do tempo com a minha avó, mas quando eu estava perto de completar doze anos, ela faleceu e tive que voltar a morar com a minha mãe.

Minha mãe é completamente louca. Acredito que ela seja revoltada com a vida, com meu pai, comigo e minha irmã e até com ela mesma. Ela nunca parava em casa e desde pequena eu tive que aprender a me virar. Meu pai havia nos comprado uma casa, e nos mandava dinheiro todo mês. Eu sobrevivia daquilo, minha mãe sempre roubava metade para sustentar seus vícios, mas depois que eu cresci eu mudei isso, e não dou mais nenhum centavo a ela, e acho que isso a fez me odiar mais ainda. Não sei de onde ela tira tanto ódio, e parece que a cada vez que ela me olha, o ódio cresce ainda mais. Até onde sei, minha mãe culpa a mim e a minha irmã por termos destruído seu esbelto corpo, e que fomos as culpadas das separação dos nossos pais, mas como ela é doida, ela triplica isso. Ela joga toda a culpa de tudo que deu errado e dá errado na vida dela, em mim.

Tinha dias que eu fugia e dormia na rua, porque ela voltava pra casa, e eu tinha medo que ela me machucasse, e foi nessas fugas, que eu conheci o Nash.

Ele me salvou de todas as formas que uma pessoa pode ser salva, e eu nunca disse isso a ele. Com ele, eu descobri o que realmente é amor, carinho, compaixão. Porque antes dele, eu apenas conhecia todos os sentimentos negativos existentes.

— Amor? — Ouvi a voz de Nash, e tratei de enxugar minhas lágrimas. Peguei minha mala, e fui até a sala. — Tudo bem? — Ele pergunta.

— Estou bem. — Respondo.

— Você estava chorando? — Ele pergunta, e se aproxima de mim.

— Não é nada. — Respondo. — Eu só estava me lembrando de uma coisas bem desagradáveis. — Falo. — Mas não vamos que isso estrague nosso final de semana, ok? — Pergunto, e o puxo pela gola da sua camiseta. — Vamos pra sua casa, comer e transar muito. — Falo, e sorrio.

— Ok. — Ele diz, e sorri.

Fingir que estava bem. Era o que eu sabia fazer de melhor. Digamos que dezoito anos praticando essa arte, me fez ficar profissional.

(...)

Dois dias depois.

Domingo a noite, Nash me levou para casa, os pais deles haviam chegado e eu estava sem mudas de roupa.

— Vejo você amanhã, ok? — Nash, diz e eu o beijo, e sorrio. — Mais um. — Ele diz, e segura meu rosto e o puxa na sua direção, selando nossos lábios. — Eu amo você.

— Eu amo você. — Falo, e ambos sorrimos.

Acabo saindo meia hora depois, eu realmente não conseguia parar de beija-lo. Nash vai embora, e eu entro em casa. Eu realmente tinha tido o melhor final de semana de toda a minha vida, e pensar nisso me fazia sorrir.

— Ele te pagou? — Ouvi a voz da minha mãe, e me viro para trás. Tomo um susto ao vê-la toda descabelada.

Não me dou ao trabalho de responde-la e ela ri, e logo começa a beber da garrafa que tinha em suas mãos. Subo as escadas, tremendo dos pés a cabeça. Aquela mulher me tirava do sério.

Uma chuva muito forte começou a cair, o que me deixava feliz. Eu amava chuva. Terminei de escrever em meu diário como havia sido o meu maravilhoso final de semana, e fiquei trocando mensagens com Nash. Uma hora mais tarde eu desci para tomar água, e a minha surpresa foi encontra-la sentada no chão, com o pulso cortado. Corri para o meu quarto e liguei para a ambulância, mas o meu medo era que ela não chegasse a tempo.

É a quinta vez que a minha mãe tenta tirar a vida dela, e sempre que o médico me pergunta, tenho que dizer que foi um acidente na cozinha, porque das três vezes que deixei ela falar, ela dizia que tinha salvado alguém, o que era a pura mentira.

Quando ela começou a ficar pálida demais, eu a enfiei no meu carro e decidi eu mesma leva-la a um hospital. Um erro que jurei não cometer pela segunda vez, mas lá estava eu, ajudando aquela vagabunda a sobreviver mais um dia.

Quando estávamos perto do hospital, ela deu um jeito de retomar a consciência e me atacou, gritando para que eu a deixasse morrer, mas acabou que eu perdi o controle do carro, e o bati.

Narrador POVS

Depois daquele dia, Amanda nunca mais foi a mesma. Ela perdeu sua memória, por causa do acidente, e as únicas pessoas que poderiam ajuda-la eram a sua mãe pirada, seu namorado, e o seu diário.

Mas acontece que o diário e a mãe de Amanda a transformaram em uma pessoa completamente diferente, a qual nem mesmo Nash conseguia salvar.


Notas Finais


E aí, devo continuar? Por favorzinho comentem, a opinião de vocês é MUITO MUITO MUITO IMPORTANTE PRA mim!!!!!!
trailer da fanfic: https://www.youtube.com/watch?v=IS7p2O1T6QM

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