História War with love - Capítulo 23


Escrita por: ~

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Categorias Harry Potter
Tags Huly, Jayminique, Scorose
Exibições 86
Palavras 1.128
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Escolar, Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, Mistério, Romance e Novela, Saga, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 23 - Sonserino demais da conta


-Professor Longbottom. – Minerva diz abrindo a porta de uma das estufas do sexto ano, onde agora havia uma aula da Sonserina com a Grifinória.

-Bom dia, diretora McGonagall. – ele direciona o vaso que levitava rumo à mesa.

 -Scorpius, me acompanhe até a diretoria. – ela encara o menino, que deixa de conversar com Rose e levanta, acompanhando-a sem mal dizer nenhuma palavra até chegar à sala da diretora, onde a mesma murmura uma senha e os dois seguem escadas acima.

-Por que me chamou aqui, Diretora? – Scorpius diz sentando-se após McGonagall puxa-lo uma cadeira com a varinha.

-Nós que chamamos. – Hermione diz ao lado de Ron, e então Scorpius passa a entender a situação. – Bem, o Ronald chamou.

-Você não conversou comigo antes de pedir a minha filha em namoro. – o ruivo diz, passando a adquirir um tom mais avermelhado no rosto, o que fazia Scorpius rir de leve por dentro.

-Achei que poderíamos falar depois. – Scorpius – Não sei, em Hogsme...

-Ou achou que mandar uma carta estúpida como James e Dominique seria o suficiente? – ele diz e Hermione o encara, incrédula, abrindo a boca para falar algo, mas desiste.

-Em nenhum momento pensamos nisso. – Scorpius diz. A situação até que estava divertida. Minerva havia deixado a sala há minutos, Hermione revirava os olhos a cada frase dita pelo marido e Ronald adquiria tons de vermelho que o Malfoy nem julgava existir. Sabia que no fim ficaria tudo bem, afinal, Hermione domaria a fera.

-Ela, ela... vocês não tem idade para namorar, não tem! Scorpius, onde estava com a cabeça para pedi-la em namoro?

-Grudada em cima do pescoço. – o garoto diz sorrindo maroto e Hermione murmura uma risada, e é fuzilada pelos olhos de Ron.

-Como a Rose tem mal gosto, céus! – agora havia sido a vez de Ron ser fuzilado pelos olhos de Hermione. – Mas, se quer saber, eu não aprovo esse relacionamento.

-Posso saber por quê? – Scorpius cruza os braços em cima do peito.

-Repita seu sobrenome, por favor.

-Ronald! – Hermione sussurra abismada ao ver os olhos de Scorpius se encherem de um misto de ódio e tristeza.

-Eu não vou me submeter ao ridículo, “senhor Weasley” – Scorpius diz levantando da cadeira, e encarnado os olhos de Ron arregalados. – Mas chame Rose aqui se quer acabar com o nosso relacionamento, já que, aparentemente, não liga para a felicidade da sua filha e sim para o “politicamente correto”. Não destrua o futuro por problemas do passado, o passado está na sua cabeça e o futuro em suas mãos. – e então o loiro deixa a sala, não antes de ouvir o começo de um sermão que Hermione começara a aplicar no ruivo.

 -Scorpius! – Hermione grita quando o menino estava já quase no fim do corredor.

-Hum? – ele se vira, bufando.

-Chame a Rose, por favor? – Hermione diz e o loiro assente, virando-se. – Scorpius!

-Hum?

-Obrigada. – ela murmura num sussurro, sorrindo, e voltando para a sala da diretora. Scorpius bufa e sai rumo às estufas. Não havia sido nem um pouco correto enfrentar Ronald de tal jeito, mas que o mesmo merecia, merecia. Agora estava pagando para ver se o relacionamento recém-adquirido continuaria de pé.

*

-Vamos Malfoy, temos aula de Runas agora. – Anna diz assim que todos saiam das estufas. – Me conta o que aconteceu na direto... onde vai?

-Para a diretoria. Depois eu falo com você, Anna. Invente qualquer coisa para o professor, confio em você. – Scorpius beija a bochecha da menina, que bufa, e sai rumo à diretoria, escorando-se na porta fechada. Por que não havia prestado atenção quando McGonagall falou a senha? Restava-lhe esperar. Podia esperar tendo aula, mas queria certificar-se de que Ronald não levaria a garota para qualquer lugar.

-Malfoy. – Ron diz depois de dez minutos que o garoto estava sentado ali, tentando manter um pedaço de pergaminho levitando por certo tempo. O garoto levanta rapidamente e encara Rose falando sorridente com a mãe alguns passos atrás do homem mais velho.

-E então?

-Espero que cuide muito bem da minha filha. Eu não tenho dó de usar maldições imperdoáveis. Você sabe com quem está se metendo, não sabe?

-Sim, sogrão. – Scorpius sorri maroto, e Ronald revira os olhos, puxando Hermione, que antes lançara um sorriso para Scorpius, para fora de Hogwarts.

-Eu já disse que você é sonserino demais da conta? – Rose murmura agarrando o pescoço do namorado.

-Já, e pode repetir o quanto quiser, eu adoro isso. – Scorpius sorri novamente maroto, colando os lábios com o da ruiva.

*

-Acabei, finalmente. – Hugo murmura arrumando os pergaminhos com a varinha. Os quatros na ala hospitalar estavam copiando a matéria perdida até agora, cedida por amigos e colegas.

-Argh, vocês dois. – James revira os olhos para Hugo e Lily. – Tem bem menos matérias que nós!

-O que acontece se eu matar a Madame Pomfrey? – Alvo murmura rodopiando a varinha entre os dedos.

-Calma, cara. A gente vai sair hoje ainda. – James. – Todos vamos, não é?

-É, acho que sim. Ou o Hugo vai ficar mais um tempo? – Lily ri marota, virando-se para o namorado que revira os olhos.

-Minhas costas já estão bem melhores. Bem, eu acho, não sou a menina do filme trouxa para virar minha cabeça para trás. Mas, pelo que a Madame Pomfrey aplica, eu sinto que sim.

-Me deixa ver. – Lily sorri saindo de sua cama e sentando na cama de Hugo, que encara a menina corado. – Me deixa ver!

-Veja então. – Hugo sorri para a menina que encara as costas do menino por dentro da camiseta.

-Eu matei muitos unicórnios na vida passada para ser castigado desse jeito. – James murmura virando os olhos, fazendo Alvo rir.

-É, tá melhor, só tem as cicatrizes. – Lily diz soltando a camiseta do menino. – As poções são realmente for... ai!

-Lils? – Alvo levanta os olhos do pergaminho e encara a irmã, com as mãos segurando a cabeça e puxando alguns cabelos freneticamente.

-Crise de enxaqueca. – Madame Pomfrey chega após dar uma poção para crescer ossos para um garoto que havia sido azarado. – Vá para a sua cama, Lílian.

-Me deixa aqui, me deixa aqui! – ela diz abraçando Hugo de lado, e o menino cora com sua atitude.

-Tudo bem, é, tudo bem... – ela bufa, pegando uma poção e virando na boca da menina, que suspira fundo e para de tremer aos poucos, entrando embaixo das cobertas e se aconchegando no peito de Hugo, que fecha os olhos sorrindo.

-Pirralho, se você tentar alguma coisa com a minha irmã...

-James, ela está numa crise de enxaqueca e ele aleijado! – Alvo diz e James ri de leve, voltando a escrever.

-Bem que sua irmã disse que você sabia fazer cafuné muito melhor que ela. – Lily sussurra para Hugo após parar de sentir dores, e sentir apenas Hugo mexendo em seu cabelo. O menino sorri, corando.


Notas Finais


Oi, gente linda do meu coração ♥
Bom, sério, não sei o que eu amei mais no capítulo. Scorose ser aceito ou a mega-cena Huly no final. Capítulo mega-amorzinho!

Espero comentários de vocês!
beijos


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