História Watamote - Capítulo 9


Escrita por: ~ e ~AnneScario

Postado
Categorias Watashi ga Motenai no wa Dou Kangaete mo Omaera ga Warui!
Personagens Kosaka, Personagens Originais, Tomoko Kuroki
Tags Drama, Hentai, Incesto, Romance, Tomoko
Exibições 91
Palavras 1.712
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Bishounen, Colegial, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Seinen, Shoujo (Romântico), Violência, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá meus queridos <3 Tudo bem com vocês?
Espero que sim.
Então, leiam!

Capítulo 9 - Á fantasia


Estava sentada em uma lanchonete perto da escola, esperando aquela garota. Bem, que escolha eu tinha? Ela queria ser minha amiga, então beleza. Esse era o primeiro passo que eu teria que dar para conseguir ser popular. 

-Oi! – Ela se aproximou e sentou. Seu cabelo estava novamente amarrado com duas chuxinhas, só agora que parei pra olhar direito e percebi o quanto ela era bonita. – Tudo bom?  

-S-sim.  

-O seu irmão é um gato. – Ela disse isso e eu a encarei, franzi a testa. Foi por causa dele que ela me convidou pra sair? 

-Gosta dele?  

-An? Não, que isso. Só disse que ele é bonito, ué? – Uma garçonete se aproximou, com um avental branco e segurando um bloquinho de anotações. 

- O que vão querer? – Ela perguntou.  

-Eu quero sorvete! – Akira respondeu. – E você, Tomoko?  

-Um refrigerante.  

- Só isso? Tem certeza? – A garçonete disse. Eu afirmei com a cabeça que sim e ela anotou no papel os pedidos. – Não demoro.  

-Eu queria me desculpar por ter te espantado naquele dia na sala. É que a Reiko me tira do sério.  

-O que você tem contra ela?  

-Tomoko, eu reparei que você esteve sempre sozinha, desde o começo do ano. – Ela mudou de assunto. – E eu sei como é ser a excluída.  

-Sabe?  

-Sim. E eu queria te conhecer melhor, sabe? Foi por isso que quis sair com você. E já que você aceitou eu tenho um outro convite pra fazer!  

-An?  

-Meu aniversário vai ser daqui a algumas semanas. Vai ser um festa a fantasia/cosplay. Topa? Se quiser pode levar seu irmão.  

-Sim. – Falei, baixo de novo. Mas ela parecia não se importar com o meu jeito tímido de ser.  

-Ótimo! – Nossos pedidos chegaram logo depois. Ficamos jogando conversa fora por um bom tempo. Conforme íamos conversando eu me sentia mais a vontade com ela, minha voz até aumentou um pouco. Pelo jeito nós íamos ser boas amigas.  

  

  

  

(...)  

  

  

Algum tempo se passou e eu estava cada vez mais próxima de Akira. Nós saíamos juntas na hora do almoço, fazíamos trabalhos juntas e ela me apresentou a alguns amigos dela. E uma coisa que eu percebi era que ela tinha muitos amigos homens. Pareciam até ser os únicos que ela tinha. Ela também era boa amiga de Kosaka, e pegava em meu pé constantemente para eu ficar com ele. Ela afirmava que ele sentia alguma coisa por mim.  

Depois de alguns dias com ela, minha vida finalmente parecia de uma garota normal. Eu me senti feliz, e a escola não era mais um inferno. 

Em casa as coisas estavam normais, estávamos conseguindo nos virar bem depois de três semanas sozinhos. Tomoki continuava com várias garotas aos seus pés, mas eu sempre dava um jeito de manda-las embora. Eu contei pra ele sobre a festa de Akira e ele disse que iria comigo. Decidimos ir de Jeff e Jane the Killer, e cara, quero muito ver ele vestido assim. 

-Meu aniversário é essa semana. Seu irmão vai, né? - Akira perguntou, entusiasmada. 

-Vai. – Ela podia ser minha amiga agora, mas ainda não havia entrado na minha cabeça que ela não estava interessada em Tomoki. O pior é que eu nem podia dizer que ela não podia gostar dele. Afinal ele era meu irmão. – Então. Eu tenho que ir ao banheiro.  

-Tá, vai lá. Eu vou comprar algo pra comer. – Assenti com a cabeça e entrei no banheiro. Me olhei no espelho e tirei da minha pequena bolsa um lápis-de-olho, rímel e pó compacto. Antes eu achava que levar uma bolsa para onde eu fosse era um saco, mas agora era algo essencial. Retoquei a maquiagem e guardei tudo na bolsa, me olhei novamente e arrumei meus cabelos. Vi o espelho refleti a imagem de uma garota alta, de cabelos e olhos castanhos logo atrás de mim. 

Reiko.  

A garota que interrompeu minha primeira conversa com a Akiro, a garota que a Akiro não gostava.  

Ela sorriu pra mim e eu retribui com um aceno de mão. Não que eu tivesse motivos pra não gostar dela, mas Akira não gostava. E alguma coisa deve ter acontecido pois, pra mim, Akiro não era do tipo que ficava com raiva por qualquer coisa.  

-Toma cuidado. Akiro é especialista em furar olhos. – A encarei, com duvidas. 

-Como?  

-Sabe, pegar caras que a amiga gosta. Trair confiança. Essas coisas. – Eu não respondi nada. – Já não se perguntou o por quê de nós não gostarmos uma da outra?  

Por que você é uma vadia?  

-E-ela nunca me disse.  -Respondi.  

-É claro que ela não disse.  Sabe, Tomoko. Nós éramos muito amigas mas ela traiu a minha confiança. Ela roubou o garoto que eu gostava e não vai demorar muito até que ela tome o Kosaka de você. – Engano seu, eu não gosto de Kosaka e muito menos tenho algo com ele.  

Engoli em seco e me virei para sair do banheiro (e daquela conversa). 

-Ah, e... – Eu me virei e ela estendeu para mim um batom. – Passe esse, vai ficar bem melhor do que o cor de pele que está usando.  

-Valeu. – Disse, e saí do banheiro. Olhei para o batom vermelho em minha mão. 

  

  

  

(...)  

  

  

  

-Tomoki! Vem logo, estamos atrasados! – O chamei para descer mais uma vez, batendo os pés por causa da agonia. A gente já devia estar na festa a 10 minutos. Akiro vai surtar. Finalmente ouvi ele descendo a escada e me virei para dizer algo, que esqueci completamente quando o vi. Ele estava perfeito. A maquiagem simulando o cortes na bochecha, as roupas, o cabelo, tudo. Combinou muito com ele.  

-E desde quando você se tornou a “senhora pontual”? – Ele disse. 

-Cala essa boca e vamos! – Agarrei a mão dele e o saí arrastando pela rua.  

Pegamos o endereço e quando cheguei no lugar que seria a festa fiquei impressionada com o tamanho da casa. Era como naquelas festas de Hallowen dos filmes americanos.  

-Nossa. – Sussurrei. Fomos nos arrastando pelo meio dos vários convidados, em nenhum momento Tomoki soltou a minha mão. Até porque tinha muita gente e nos perderíamos se caso ele soltasse.  

-Oi! Está atrasada, mocinha! – Akiro veio e me abraçou, ela estava vestida de chapeuzinho vermelho. Foi a primeira vez que a vi de cabelo solto.  

-Feliz aniversário! Falei, entregando uma pequena caixa com o colar que eu havia comprado de presente. 

-Obrigada, Tomoko. E você deve ser o Tomoki. – Ela disse, apontando pra ele. – A sua irmã fala muito de você. 

-Não é verdade. – Eu disse.   

-Fala demais de você.  

-Não, não mesmo.  

Ele deu uma risada e depois disse: 

-Oi, Akiro. Também escuto muito sobre você.  

-Olha, você ficou ótimo de Jeff. Vocês dois ficaram ótimos. Sabe, se eu não soubesse que vocês são irmãos eu poderia jurar que eram namorados. – Ela deu uma risada descontraída.  

-Então, Tomoki. Você está no segundo ano?  

-Segundo ano? – Eu respondi por ele. – Tomoki ainda está no fundamental. 

-Mesmo? Cara, você parece mais velho do que ela. Isso foi novidade. – Alguém a agarrou por trás e a ergueu no ar. – Ah!  

-Feliz aniversário, chapeuzinho. 

-Kosaka! Que bom que veio.  

-Como eu poderia faltar? Oi, Tomoko. – Ele olhou pra mim – Você está ótima de Jane. – Senti a mão de Tomoki soltar da minha e lembrei na hora do dia em que Kosaka me deu um selinho e meu irmão viu. A atmosfera ficou ruim e senti um calafrio quando Kosaka estendeu a mão para Tomoki e disse:  

-Você é o irmão da Tomoko, né? Prazer, Kosaka. – Tive medo de que Tomoki não apertasse, de que fosse grosso, mas ele apertou a mão de Kosaka e disse: 

-Oi.   

-Bom gente, eu preciso cumprimentar os outros convidados. Com licença. – Depois que Akiro sumiu na multidão. Não falei mais nada,  nem Tomoki,  nem Kosaka.   

-Oi.  – Uma garota vestida de gatinho,  se aproximou de Tomoki e estendeu um copo pra ele.  Provavelmente com bebida alcoólica. – Aceita? – Ele deu um sorrisinho e pegou o copo da mão dela.  Eles se encararam e beberam e sintonia,  ela sorriu pra ele. 

Me virei para Kosaka e me aproximei dele.  

-Sabe,  Kosaka.  Você ficou um ótimo vampiro.  

-Valeu. Então,  quer beber alguma coisa?  

-É claro. – Falei,  agarrando o braço dele  

Me virei pra encarar Tomoki e ele me olhou torto.  Pegou na cintura da garota e a puxou pra mais perto.   

-Então, qual o seu nome,  gatinha? – Ele disse. Depois disso coloquei os braços em volta do pescoço de Kosaka e aproximei nossos rostos.  

-Quer saber,  deixa a bebida pra depois.  Por que nós não dançamos? – Eu disse, não tendo nenhuma vergonha por estarmos tão próximos.  Eu só me importava em provocar Tomoki.  

-Claro. Vamos lá.  – Ele disse, colocando os braços em volta de minha cintura e me dando um sorriso.  

-Tá bom.  Chega.  – Tomoki disse, se afastou da garota, pegou em minha mão e começou a me arrastar. Depois,  quando chegamos em um canto vazio da casa,  ele me colocou contra a parede e me encarou. Desviei o olhar.  

-O que pensa que está fazendo? – Ele perguntou.  

-O que?  - Me fiz de boba.  

-Você estava dando em cima daquele cara! E ele estava gostando. Ele gosta de você.  

-Aquela garota estava dando em cima de você. E você estava gostando. – Respondi – E o que importa? Eu gosto dele também. E se você não tivesse atrapalhado... 

-Se eu não tivesse atrapalhado o que? – Ele me interrompeu – Você só fez isso porque estava com ciúmes de mim. 

-Mas o que é isso? Ciúmes do meu irmão? Me poupe! Faça o que quiser, eu não me importo!  

-Fazer o que eu quiser?  Tem certeza?  

-Sim. Pode agarrar quem você quiser.   

-OK. – Depois disso ele me agarrou pela cintura e começou a distribuir beijos pelo meu pescoço.  

-O que?!  

-Só estou agarrando quem eu quero. – Ele disse, com um sorriso cínico. – Não haja como se não quisesse.  - Não consegui responder nada, porque era o que eu queria. Era o que eu mais queria. 

Ele começou a beijar meu pescoço novamente, depois deu mordidas leves. Meu corpo todo arrepiou. Dei um suspiro de prazer e o agarrei.  

-Pra mim já chega.  Eu não vou mais me limitar.  – Ele sussurrou em meu ouvido e logo depois me beijou com vontade. Eu o retribui.  

Nos beijamos como se não houvesse amanhã. A noite toda.


Notas Finais


O que acharam?


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