História Watashi no Saiai no Sensei - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fairy Tail
Personagens Gray Fullbuster, Juvia Lockser
Tags Gruvia, Professor, Romance
Visualizações 92
Palavras 2.809
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Voltei! Bem é esse é o final da parte I da fanfic, agora no próximo dia 25/11 vai entrar na parte II que é cheia de romance e melação! É uma pequena surpresa no final u.u sinto que irão gostar dela.
Nesse capítulo vai ter um pouco de barraco entre o Gray vs tio e tia da Juvia; essa foi uma parte que eu gostei muito de escrever, tanto que teve uma época que eu pensei em encerrar a fanfic depois do final da parte I, mas mudei de ideia!
OBRIGADO PELOS COMENTÁRIOS E PELOS FAVORITOS DO CAPÍTULO ANTERIOR, FICO FELIZ QUE TENHAM GOSTADO!
Desculpem os erros, eu vejo vocês nas notas finais! Leiam elas vai ser importante!

Capítulo 8 - Aunt, Discussion and Now?


Fanfic / Fanfiction Watashi no Saiai no Sensei - Capítulo 8 - Aunt, Discussion and Now?

Aunt, Discussion and Now? - Tia, Discussão e Agora?

“Cada qual sabe amar a seu modo; o modo, pouco importa; o essencial é que saiba amar.”

Machado de Assis

Minhas malas ficaram mais pesadas que o esperado, nunca pensei que eu terei tanta coisa, sendo que não compro nada para mim já há algum tempo, devido a minha atual condição financeira e por achar que não preciso comprar nada de novo para vestir. Gasto dinheiro somente com o básico, como itens de higiene pessoal.

Minha tia está na sala, juntamente com meu tio, que assim que escuta os nossos passos levanta apresada para ver o que está acontecendo, ela olha indignada assim que vê descendo com as minhas coisas, juntamente com o professor.

- O que significa isso?

- A Juvia está indo embora! – disse firme.

- Pra onde? Pois pelo que eu saiba eu tenho a sua guarda, é não me lembro de ter deixado você ir.

- É que isso tem a ver – Gray pareceu não gostar das palavras da minha tia.

- É o que isso tem a ver? Ela é menor de idade e minha responsabilidade cuidar dela! – rebate a minha tia.

- Nossa que grande responsabilidade! – ironiza o professor – Se você cuidasse dela direito saberia o por dela estar indo embora dessa.

- Sei o motivo sim! – exclama brava.

Sei que ela não quer que eu vá, ela nunca se importou comigo, sempre me considerou uma pedra em seu sapato. Pedra que ela faria de tudo para se livrar, mas se ela o faz fica sem o dinheiro que ela ira receber quando eu me tornar maior de idade.

- Então me diz dona da razão porque ela está indo embora?

- Você acha que eu não sei que sai dando pra qualquer um na rua. Sai cedo e chega tarde, tem dia que eu nem vejo a cara dessa vadia. Não ajuda em casa – eu não ajudo por não ter tempo, mas sempre deixo o meu quarto limpo e as roupas lavadas – Não faz merda nenhuma pra me ajudar!

A forma como ela me julga sem nem ao menos me pergunta deprime. Vejo que minha tia só sabe ver o essencial, ela vê somente àquilo que ela julga importante para me condenar.

- A Juvia sai cedo pra ir pra escola, chego tarde porque eu trabalho, mas eu deixo todo mês uma pequena quantia em dinheiro pra ajudar nas despesas. Juvia faz de tudo pra não te dar trabalho e nem gasto – não queria chorar na frente dela.

- Não quero esse dinheiro sujo que você ganha de forma tão desonesta.

- A Juvia tem emprego decente.

- Na onde? Na zona ou nas esquinas de bar? Pois eu nunca vi você trabalhando ou a onde você trabalha!

Ela me ofende e me chama de algo que eu não sou. Nunca vendi o meu corpo por dinheiro, eu trabalho duro pra conseguir todo o dinheiro que ganho, não reclamo, pelo contrario eu agradeço ao meu patrão todo dia pelo emprego e pela sua amizade para comigo. Gray nota a minha decepção ao ouvir a opinião de minha tia a respeito de mim. Ela me vê de uma forma completamente destorcida e diferente do que eu realmente sou.

- Eu sei a onde ela trabalha, sei a onde ela estuda e o quanto ela se esforça – Gray deu um passo a frente – Ela trabalha em um restaurante no centro e estuda em uma das maiores escolas do estado.  Ela é uma menina bem determinada.

- Com que dinheiro que ela paga isso? Pois do meu bolso isso não tá saindo.

- A Juvia tem bolsa.

Ela fica raivosa por saber que a sua opinião a respeito de mim está errada. Mas o que mais me impressionou foi à forma como o professor falou com ela.

- Mas eu não pretendo te deixar ir, ou você acha mesmo que eu vou abrir mão da sua herança só porque você mudou de casa? – será que ela só pensa em dinheiro – Você está muito enganada, não cuidei de você todo esse tempo pra não receber nada.

- Quanto você quer para deixa-la ir?

- Senhor Gray o que o senh... – minha tia me interrompe.

- 100 mil e eu a deixo ir.

- Feito, eu só preciso fazer duas ligações, uma para banco para que eles possam librar a quantia que você desejou e a outra para a policia.

- Policia? – ela pergunta sem entender a que o professor queria fizer quando o ele pronunciou a palavra policia.

- Juvia me desculpa – sussurrou Gray em meu ouvido, sei que ele irá falar sobre o que aconteceu comigo – Afinal foi algo que o desgraçado do seu marido! Algo que... Só de eu me lembrar me deixa puto, bem puto.

- O que o meu marido fez?

- Ah ele não te contou?

- Me contou o que? Querido do que eles estão falando?

- Nada amor – ele se faz de desentendido –, eu não tenho ideia do que eles estão falando!

- Nada? Você quase a estuprou é você diz que não é nada? – sua voz sai em um tom raivoso – Beleza, então se eu te socar até você ficar mole no chão, não vai ser nada também! Afinal sair por ai batendo nas pessoas até deixa-las inconsciente é bem normal, é praticamente nada!

A minha tia olha incrédula para o meu tio, é como ela se negasse a acreditar nas palavras ditas pelo professor.

- Você está inventando isso! Pois não tem como o MEU MARIDO dar em cima dessa daí! – ela me olha com desprezo – Tenho certeza de que ele não fez isso. Como você pode falar ao assim sem provas? Eu vou chamar a policia para o senhor, caso você não pare de inventar mentiras sobre meu marido e por estar praticamente sequestrando a minha sobrinha!

- Provas? Você quer provas? Ela chegou à porta da minha casa toda machucada e somente de roupas intimas! É O SEU SANTO MARIDO ESTAVA CORRENDO ATRÁS DELA COM UM CINTO NA MÃO! MAS ESSE DESGRAÇADO É INOCENTE, AFINAL É NORMAL UMA ADOLESCENTE FUGIR DE CASA QUASE NUA E PEDIR AJUDA NA CASA DOS OUTROS.

- Ai meu Deus! Amor o que você fez! – ela se vira para ele e coloca a não na cabeça.

- Amor eu juro que não fiz nada, eles estão inventando isso! Diz-me que motivos eu tenho pra ficar dando em cima dela? Ou com qualquer outra mulher, se eu já tenho você, a mulher que eu amo!  – ele mente tão mau.

- É verdade quem garante que ela não está mentindo? – ela ainda desconfia de mim – Ela pode ter inventado tudo isso somente para que você fique com pena dela, afinal adolescentes mentem e criam historias como desculpas para seus erros! – ela tenta de toda forma se convencer que o marido é inocente.

- Eu tenho cara de quem brincaria com um negocio desses? – Gray fica com a postura rígida e com a cara seria – Ou que eu perderia o meu tempo se não fosse verdade!

Minha tia está com uma cara não muito agradável, parece que ela irá explodir a qualquer momento de tão vermelha que ela está. Mas em vez de direcionar a sua raiva para o meu tio ela a direciona para mim, será que ela me odeia tanto a ponto de me julgar capaz de me agredir por algo que eu nem ao menos fiz.

- Isso é sua culpa... Se você não tivesse vindo morar aqui nada disso teria acontecido, se você não fosse tão parecida com a minha irmã as coisas não teriam ficado assim! Se a idiota da minha irmã não tivesse morrido eu não teria que cuidar de você.

- Juvia nunca quis que nada disso acontecesse! Nunca quis vim morar com você e nem que isso acontecesse, Juvia nunca quis causar problemas pra você. Sempre esforcei ao máximo para não dar trabalho e nem gasto. P-por isso nada disso é culpada Juvia – eu choro enquanto falo, dói pra mim saber que ela nunca me quis, mesmo uma parte de mim já sabendo disso – a Juvia nunca quis que nada disso acontecesse, a Juvia queria que os pais dela ainda estivessem vivos! – limpo os meus olhos com as mangas da blusa do professor – A Juvia nunca gostou de morar com você, eu só ficava por não ter para onde ir.

- NÃO VENHA ME FAZER DE VILÃ, POIS EU NÃO SOU, OU VOCÊ REALMENTE ACHA QUE TE ACOLHI EM MINHA CASA PORQUE EU GOSTO DA SUA PRESENÇA! NÃO, TUDO QUE EU FIZ FOI POR DINHEIRO! POIS SE VOCÊ NÃO O TIVESSE PROVAVELMENTE EU TERIA LHE LARGADO EM UM ORFANATO QUALQUER SOMENTE PARA NÃO TER QUE ATURAR ESSA SUA VOZ IRRITANTE E ESSA SUA MANIA DE SE REFERIA A SI MESMA NA TERCEIRA PESSOA! EU JAMAIS GOSTEI DE VOCÊ, EU TE ODEIO TANTO! TANTO JUVIA!

- PODE PARAR DE GRITAR COM ELA! – o professor se colocou entre eu e ela – POIS ELA NÃO TEM CULPA SE O SEU MARIDO NÃO SABE SE SEGURAR E NEM POR VOCÊ NÃO SER CAPAZ DE SATISFAZER O SEU PRÓPRIO MARIDO!

- É CULPA DELA SIM! – ela começa a gritar – AFINAL DESDE QUE ELA CHEGOU À MINHA VIDA TUDO COMEÇOU A DAR ERRADO! ABSOLUTAMENTE TUDO

- Me responde como ela pode ser culpada? – ela fica em silencio – Queria ver se fosse você no lugar dela.

- Mas eu não sou ela!

- É exatamente por não ser ela, que você não entende como ela se sente.

- Senhor Gray... – ninguém nunca me defendeu antes.

- Antes de julgar alguém, se coloque no lugar dele primeiro.

Ela nada disse, simplesmente ficou em silencio, já ele encara tanto a minha, quanto ao professor com ódio, pois sinto que não fazia parte dos planos dele a minha tia descobrir ou de que contasse a alguém o ocorrido a alguém.

- Amanhã eu levarei a Juvia a delegacia para que ela faça a denuncia.

Meu tio me olha incrédulo, como ele não acreditasse que eu pretendia denuncia-lo.

- Você não vai fazer isso, eu nem mesmo cheguei a tocar na vadiazinha – ele me olha com desprezo.

- Não você nem ao menos a tocou – ironizou Gray. – O rosto dela ficou vermelho sozinho, ela mesma se fez chupões em seus pescoço e seios... Ela mesma se machucou só para te incriminar!

- EU JÁ DISSE QUE NEM CHEGUEI A TOCAR NELA! – ele grita de raiva.

- Não... Não ela tirou a roupa sozinha e se machucou sozinha enquanto se tocava! Você viu ela fazendo isso por isso saiu correndo atrás dela segurando um cinto e de pau duro.

Não entendi muito bem quando ele disse as palavras se tocava e pau duro. Tenho uma pequena noção do significa somente a primeira opção.

- Jamais irei permitir que uma adolescente de merda ferre com a minha vida.

- Quem ferrou a sua vida foi você mesmo, por não conseguir controlar o seu tesão por uma adolescente menor de idade.

Ele fuzila o professor com os olhos e saiu de onde estamos. Minha tia o segue entre lagrimas, que eram tanto de raiva quanto de decepção. Acho que ela nunca esperou esse ato de seu marido, o seu marido que ela considerava perfeito em todos os sentidos.

Quase senti pena dela, mas o lembrar dos nomes que ela me xingou e de como ela me humilhou, comecei a tentar enterrar esses tipos de emoção em relação ela. Pois ela nunca teve dó ou nem mesmo gostou de mim, sempre me viu como um estorvo, mesmo eu tendo me esforçado ao máximo para não lhe dar trabalho ou despesas. Ela me desapontou em um nível que ninguém havia conseguido, pois apesar de sermos parentes ela nunca se importou comigo, tudo que ela queria era o meu dinheiro – dinheiro que ela não vera nem a cor se depender de mim.

Nunca gostei de guardar rancor ou magoas das pessoas, sou do tipo de pessoa que gosta de cultivar somente coisas felizes e alegres. Coisas que fazem bem pra mim, que levantam o meu astral – mesmo eu não tendo quase nenhum.

Decidi que não choraria aqui, não agora, não na frente do professor. Quem sabe durante a noite quando eu encostar a minha cabeça em meu travesseiro eu me permita chorar as ultimas lagrimas de arrependimento e de triste por nunca ter sido desejada nessa família.

Pois em algum lugar dentro de mim eu tinha a esperança de que um dia eles me aceitariam como membro de sua família. Passei meses cultivando esse pensamento, tanto plantar essa pequena semente de esperança dento de meu coração. Que se encontrava fechado para qualquer coisa – qualquer coisa que não fosse o professor é claro, por que o coração adolescente tá sempre pronto pra um amor não correspondido.

Dói saber disso, mesmo eu tendo aquela duvida guarda dentro de mim a meses. Dói saber que você nunca foi querida pelas pessoas que eu chamava de família. A minha cabeça dói de tanto pensar, o meu coração parece ter sido dilacerado.

Afinal nenhum animal é mais perigoso que o humano! Ele te engana, finge ser algo que não é, ti ilude e mente sem a menor consideração por você ou por qualquer outra pessoa. Dão o bote em momentos inesperado e te abandonam nos piores momentos, eles simplesmente somem quando as coisas apertam e ficam complicadas.

Lealdade é só uma palavra. Amor é só uma expressão. Felicidade é só um conceito.

Me nego a olhar para trás, tudo que vivi nessa casa eu quero esquecer! Vou focar somente no futuro, no que iriei fazer agora e como irei viver a minha vida.

Assim que términos de carregar tudo, eu e o professor começamos a arrumar as minhas coisas. Colocamos as roupas todas no closet e na cômoda. Os meus livros ficaram na prateleira acima de minha casa de casal – mesmo ela sendo de casal é meio pequena, contudo não me encontro em condições de reclamar, afinal eu dormia em uma solteiro, essa cama é maior e bem melhor que a minha antiga!

- Depois a gente troca os móveis e pintar o quarto – ele encrava as paredes pintadas de bege.

- Não precisa senhor Gray, está bom assim.

- Lamento mais eu discordo com você – sua expressão muda é como se ele tivesse acabado de ter uma ideia. – Acho que irei mandar pintarem o quarto de branco e azul bebê! O que você acha? 

- A Juvia acha que o senhor não deveria ficar gastando dinheiro com ela – tentei parecer brava, só que infelizmente não funcionou muito com o professor, que achou graça do feito como eu cruzava os braços e fazia uma careta.

- Como posso dizer dinheiro não é problema comigo, por isso não com o que se preocupar – draga! Odeio quando ele dá aquele sorriso de arrasar corações – Sem ser nessa na semana que vem iremos ver tudo isso.

Lembrei-me que nessa semana não teríamos aula. Aconteceu tanta coisa que acabei me esquecendo desse pequeno detalhe.

- Mas essa semana não terá aula!

- Mesmo não tendo aula eu tenho que ir para a escola, tem tanta reunião marcada que chega a assustar – pronunciou com total desanimo.

- Então acho melhor fazer algo para o senhor comer e tomar na escola, já que não tem água na escola.

- Não precisa se preocupar com isso, eu compro alguma coisa na lanchonete próxima ao colégio.

- O senhor não pode ficar comendo esse tipo de coisa todo dia, faz mal pra sua saúde! Por isso a Juvia vai fazer uma marmita bem grande para o senhor levar.

- Sério! – ele parece gostar da ideia – não precisa incomodar com isso.

 - A Juvia insiste – me mantenho firme em minha decisão em cozinhar para ele.

- Tá! Tá mais com uma condição – sabia que ele iria querer algo em troca.

- Qual é a condição?

- Que você deixe eu te levar pra escola e que saia do seu emprego – me pareceu mais um exigência do que uma condição.

- A Juvia não pode sair do emprego!

- Ah mais vai, não quero que você trabalhe, quero que foque nos estudos.

- Mas a Juvia quer ajudar nas despesas de casa! – pronuncio decidida.

- Eu posso muito bem sustentar a casa e você!

- A Juvia agradece a oferta, mas eu não posso aceitar.

- Infelizmente de um jeito ou de outro você irá aceitar.

Ele exalava confiança e determinação, é como ele tivesse um plano infalível para me fazer mudar de ideia e aceitar as sua exigência absurda.

Ficamos nisso por um bom tempo, até que eu desisti e finalmente cedi às exigências de Gray.

 

Sinto que agora a mina vai finalmente mudar! Agora eu não sei se será pra pior ou para a melhor!


Notas Finais


Bem eu estava a pensar em fazer um especial de fim de ano para a fic! Mas eu gostaria de saber se vocês querem que eu faça ou não? É se sim voces querem o de Natal ou de Ano Novo? Vocês escolhem! Ela será considerado um capítulo a parte, por isso não ira seguir o cronograma de uma vez a cada 15 dias.
Obrigado por terem lido e até o dia 25/11.


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