História Watashi no sekai - interativa - Capítulo 6


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Interativa, The Gray Garden
Exibições 35
Palavras 1.412
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Ficção, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 6 - Gêmeos Divinos


P.O.V. Autor

~ 197 anos atrás ~

Ali estavam, os gêmeos recém nascidos sendo carregados pelos anjos de sua mãe, nascidas na guerra, sua mãe ordenou que levassem eles a sua mãe, a Rainha dos Deuses, e assim foi feito, os gêmeos, Emili e Eduard, Deuses recém nascidos, iriam conviver com sua própria espécie.

O anjo que levava Emili pensou em voar pelo cosmos para chegar ao mundo dos Deuses, e assim o fez, mais sair de seu mundo ele sentiu o frio do espaço, mais não poderia voltar, então continuou. Um Deus quando nascido suga toda a pureza a sua volta para aumentar seus poderes, e Emili sugando o espaço criou um buraco-negro, assim sumindo dos braços do anjo que a levava e indo a outra dimensão.

O anjo encarregado de levar Eduard pensou em viajar por um portal, e assim o fez, entrou em um portal para o mundo dos Deuses, mais ao chegar no local o menino não estava com ele, a viagem havia falhado e o menino caiu no mundo dos Diabos, sem pureza para sugar o menino sugou toda o mal do mundo dos Diabos, o céu do mundo antes vermelho agora era azul e a criança havia ganhado chifres negros.

P.O.V. Alex

~ 10 anos depois (continuação do capitulo passado) ~

Como eu deixei isso acontecer? Fui tão fraco... devorado e estuprado... como um Diabo pode admitir isso? Mais aqui estou eu, coberto de sangue esperando a morte, mais algo que não sai da minha cabeça... é aquele maldito sorriso, ele estava gostando de ver o meu sofrimento. Causar dor para se sentir bem é errado? Neste caso seria errado fazer oque nos faz feliz? Assim sendo um pecado? Mais... eu sendo um Diabo não deveria pensar em algo tão idiota como o pecado já que o certo é errado e o errado é certo para mim. É isso, a verdadeira felicidade de um Diabo vem na tristeza dos outros.

Comecei a sugar todo o sangue a minha volta e me regenerar, mas, enquanto eu sugava o sangue, vi um terno se formando, ele era vermelho, belo e único. Agora estou curado mais me sinto triste, e se a felicidade de um Diabo vem na dor dos outros.

-Se prepare Black.-Falei para mim mesmo.

P.O.V. Eduard

~ 6 anos depois ~

As chamas... elas me consumiam... mais... brilhavam... em varias cores... como um show feito só para mim, mais a chama que mais me chamou a atenção foi a dourada, única e linda, ela veio até mim como uma Fênix e eu a aceitei. Naquele dia eu morri, mais renasci, como uma lenda única eu não posso morrer, não mais.

Depois daquele dia eu aceitei que sou um Diabo, e aqui estou eu, um Diabo trajado com um terno prato indo até o portal do templo. Um novo mundo foi criado e eu fui o escolhido para destruí-lo, vai ser fácil matar uma Deusa, seres inúteis. Chegando no portal encontrei Alex e Tenma.

-Oque fazem aqui?

-Vim dizer adeus.-Tenma.

-Voltarei em dois dias Tenma, essa Deusa morrera rápido.

-Nunca se sabe.-Tenma.

-Dá ultima vez que ouvi um Diabo falar isso ele nunca mais voltou.-Alex.

-Morreu?

-Não, ele entrou em paz com o Deus dele, esses hereges malditos.-Alex.

-Não vai acontecer isso.-Fiquei de frente para o portal.

-Adeus.-Os dois falaram ao mesmo tempo.

-Até outro dia.-Me joguei no portal. Em questão de segundos eu estava de frente a um enorme castelo dourado, sem pensar duas vezes eu entrei nele me deparando com um enorme jardim. Alguém bateu em mim fazendo e ele cair.-Droga! Olhe por onde anda!-Direi a pessoa de cima de mim e... era uma garota.

-M-Me desculpe, eu estava com presa.-nos levantamos e ficamos nos encarando.-O-Oi o meu nome é Emili.

-Eu sou Eduard, poderia me falar o porque da presa?

-Isso.-Emili me mostrou uma rosa dourada.- Linda não?

-Bonitinha.

-Oque veio fazer no castelo?-Emili.

-Procuro a Deusa deste mundo.

-Então saja bem vindo visitante! Eu sou Emili! A Deusa de ouro!-Peguei a rosa de sua mão e a queimei enquanto a via a expressão de raiva dela.

-Prepara para a batalha. Eu sou Eduard! A Fênix do inferno! E o Diabo que trara o seu fim!

P.O.V. Emili

~ tempo atual ~

-Ed, Ed, por favor, eu sei que o seu chifre é importante mais não chore!-coloquei minhas mãos em seu rosto e fiz ele me olhar.- Eu vou te fazer ficar melhor.

O beijei enquanto acariciava a sua nuca, aos poucos movia minha mão até o topo de sua cabeça, assim encostei em seu chifre eu comecei a acaricia-lo mais parei quando ele gemeu, até me afastei na hora.

-O-Oque foi?-Eduard.

-Hehe, não sabia que seus chifres eram sensíveis Ed.-o Deitei no chão e fiquei por cima dele.

-Meu Deus, ela vai me estuprar.-Eduard.

-Como sua Deusa eu permito esse ato de amor.-sorri maliciosa e voltei a beija-lo enquanto acaricio o seu chifre.

Era tão com estar no controle! HAHA! Ele esta em minhas mãos! E... é... não... acho que perdi o controle da situação. Quando senti algo me cutucando lá embaixo eu me afastei e fiquei sentada no chão, ele se ergueu e ficou sentado na minha frente enquanto eu encarava aquele relevo em sua calça. Ele me puxou me fazendo sentar em seu colo e eu senti "aquilo" cutucando a minha intimidade.

P.O.V. Eduard

-Está com vergonha Emili?-abri sua camisa e tirei seu sutiã e o joguei longe (na minha opinião ela não precisa pois é lisa).- Vamos começar.

Abocanhei um de seus mamilos e comecei a chupa-lo enquanto ouvia ela gemer, com uma de minhas mãos eu apertei o outro mamilo ouvindo ela gemer mais alto ainda, e com minha mão livre eu segurei sua cintura e comecei a movimenta-la encima do meu membro. Ela começou a lamber e chupar o meu chifre, e devo admitir que eu estou gostando. Mais eu não que ficar só nisso, a deitei no chão e coloquei minha mão dentro de sua saia logo depois tirando sua calcinha já encharcada, Emili ficava cada vez mais vermelha, segurei suas pernas e as coloquei por cima e meus ombros.

-Não grita.-penetrei um dedo em sua intimidade e ela gritou, puta eu falei grego?.

-P-PARA! Tira Eduard! Ta doendo!-Emili.

-Aguente firme.-coloquei mais um dedo e comecei a fazer movimentos de vai e vem bem lentamente enquanto os gritos dela viravam gemidos.-Está melhor?

-S-Sim... idiota...-Disse Emili entre seus gemidos. Com minha mão livre eu abri o zíper de minha calça e botei meu membro para fora logo depois tirando os dedos de dentro dela.-M-Mais já? De terno e tudo?

-Muito bem.- tirei meu blazer preto, desabotoei minha camisa e me posicionei para penetra-la.-Pronta.

-É... -Emili olhou para baixo e ficou encarando o meu membro.- N-Não vai caber.

-Com um pouco de força ele entra.

-Oque?!-Emili.

-Pronta?-Ela assentiu e eu comecei a penetração, lentamente enquanto via ela fechar os olhos e morder o lábio inferior para não gritar, senti cheiro de sangue, ou seja, finalmente eu tirei a virgindade de Emili. Fiz um pouco mais de força pois estava ficando muito difícil ir mais fundo e ela colocou a mão em meu peito e abriu os olhos.

-Para, para, para, oque está fazendo?-Emili.

-Tentando ir mais fundo ué.

-Mais um pouco e você escorrega para dentro do meu útero! Já ta difícil aguentar!-Emili.

-A culpa não é minha se você parou de envelhecer quando tinha onze anos, mais Emili, eu só botei a metade.

-E com a metade vai ter que finalizar o trabalho poxa!-Emili.

-O-Okay, nossa.-comecei a me movimentar com dando estocadas lentas e aos poucos eu aumentava a velocidade e a força, ela estava gemendo muito alto e eu comecei a gemer um pouco, não acredito que eu gemi, mais fazer oque? Ela é muito apertada.

-E-Ed... mais forte...-Emili.

-Depois não reclame.-Aumentei a força e o chão do templo começou a rachar, eu ia cada vez mais forte e os pilares começaram a tremer.

-Estou quase Ed!-a beijei abafando o gemido alto que ela deu ao chegar ao seu orgasmo juntamente comigo. Tirei meu membro de dentro dela e me deitei ao seu lado.

-Oque achou?-Emili abraçou o meu braço, ela estava ofegando, eu também estava cansado mais não iria demonstrar isso nunca.

-I-Incrível... para a nossa primeira vez.-ela ficou corada.

-Então se prepare pois da próxima vez você vai ficar sem sentir suas pernas.-nos dois rimos.

-...-ela me olhou sorrindo.-E quem disse que estou sentindo?

-OQUE?!



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