História Watashitachi no Himitsu - Capítulo 6


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amizade, Classe Social, Colegial, Comedia, Drama, História Diferente, Romance, Saga, Segredos, Shoujo
Visualizações 19
Palavras 633
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico)
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


+1 no mesmo "dia" (é meia-noite, mas dane-se. Ainda não dormi. Então não virou o dia haha)!!
Olha, até que estou indo rápido, não? haha
Enfim, boa leitura! S2

Capítulo 6 - Capítulo 6


No dia seguinte, eu sentia-me cansada ao extremo. A loja acabou recebendo muita movimentação e nunca subi e desci tantas escadas, nunca peguei tantas caixas na minha vida e nunca chamei tanta atenção de crianças pequenas para não rasgar as folhas dos cadernos quando as mães não estavam...

Ao estar andando pela rua, vejo uma sombra no chão. Olho para meu lado direito e, no mesmo lugar daquele dia que Kai me chutou, ele estava sentado em cima do muro com um dente-de-leão de novo girando entre os dedos. Dessa vez sua perna direita estava apoiada no muro e o braço sobre o joelho. Ele olhou para mim e sorriu. Desceu do muro e cumprimentou-me.

- Bom dia.

- A-ah. B-bom dia... Você de novo em cima do muro. E essa florzinha aí – eu ri.

- É, e pelo visto você perdeu a última flor que dei. Então fique com essa – ele novamente colocou a planta em meu cabelo. Agradeci acenando a cabeça.

- Você... não vai para a aula?

- Na verdade eu estava te esperando.

- Hein? – disse querendo confirmar o que havia escutado.

- Queria saber se seu ombro está legal. sabe... Fiquei um pouco preocupado.

Eu franzi a testa.

- Ah! Recebeu minha encomenda? – eu ainda estava na dúvida. Ele sorria para mim animado e ansioso – Eu mandei uma caixinha. não muito grande, para você.

Congelei. Senti meu coração bater mais forte.

- O que você está dizendo...?

Ele riu um pouco e suspirou.

- Seu irmãozinho é muito fofo.

Arregalei os olhos. Explodi num ataque de proteção e medo.

- Como você o conheceu?! Por acaso o seguiu?! O que você quer com ele?! Fique longe dele! Eu não admitirei que você, um ser todo esquisitão aí, aproxime-se do meu irmãozinho!

- Ei, ei, calma, calma. Eu não fiz nada para ele. Ele só pegou a minha encomenda para você. Disse que entregaria para você, mas acho que não fez.

Espera! Eu havia recebido um pacote. Como estava cansada ao extremo não dei bola para o que o Kyoichi havia me dito. Então aquela caixinha era a encomenda do Kai?

- Ah, não! Ele é um bom menino. Ele me entregou sim... eu que não tive tempo suficiente para abrir o pacote. Desculpe-me. – Após um tempo ele olhando para mim sorrindo, eu me dei conta. – Ei! ESPERA UM POUCO! – eu estava quase gritando. – COMO DIABOS VOCÊ SABE ONDE EU MORO?!

- Ei, não deveria ficar citando esse nome toda hora. Vai que você invoca um ser bestial mesmo – ele riu.

- Não fuja do assunto! – disse eu muito vermelha e nervosa. Sentia minhas pernas oscilarem.

- Ah. Eu te segui. - Arregalei meus olhos. A qualquer momento minhas pernas poderia me trair e me derrubar no chão. Essa não... ele viu onde eu moro... – Devo admitir que nunca achei que alguém do nosso colégio poderia morar no seu bairro. Mas é um bom lugar. Mas diga-me... como está seu ombro? - Olhei para ele com lágrimas já querendo brotar. – Ah, sim... eu também a segui – ele sorriu mostrando a língua. Minha vontade maior foi de lhe dar um soco bem no meio daqueles dentes. – Não sabia que você trabalhava numa papelaria...

Minhas pernas falharam. Caí no chão. Lágrimas começavam a manchar minha visão. Não consegui segurar. Elas pingaram em gotas grossas e densas na calçada.

- E-ei! – disse Kai aproximando-se de mim. – Por que está chorando?

Eu não conseguia falar... Minha voz se foi... assim como minha dignidade e segredo. Chorei mais, de fungar. Kai ali na rua mesmo abraçou-me, colocando minha cabeça em seu peito. Acariciou meus cabelos e falava algo como “shh... passou”. Eu podia escutar seu coração bater. Calmo e tocando quase uma melodia de ninar. Senti-me uma bebezona. Chorei mais ainda por tamanha humilhação.


Notas Finais


Agora sim vocês devem estar confusos (ou não '-'). Mas ainda tem muito segredo rolando aí :V
Então aguardem muahaha :P
Espero que tenham gostado e até o próximo capítulo!!
Chuu~


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