História Watch Out! - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Personagens Originais
Tags Bangtan Boys, Bias, Bts, hacker, Hentai, Jimin, K-pop, Você
Visualizações 1.426
Palavras 1.003
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Ecchi, Escolar, Festa, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Survival, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá, pessoal!
Demorei um pouco, mas vcs já sabem:
EU TARDO, MAS NÃO FALHO!
Boa leitura!

Capítulo 6 - Sixth


Fanfic / Fanfiction Watch Out! - Capítulo 6 - Sixth

Capítulo 6

            Por dentro, gargalhava, porém, por fora, assemelhava-me a alguém alheio ao que estava ocorrendo. Era tão engraçado ver as pessoas desesperadas e sendo feitas de idiotas. Agora eu entendo os populares que vivem azucrinando a vida dos outros.

            Beatrice tinha sido terrivelmente exposta pelo suposto Anônimo. Suas conversas, comentários maldosos, os conhecidos nudes etc, tudo estava disponível no fórum escolar. 

            Ao chegar na sala, eu encontrei uma s/n tensa e nada de Bea. Com certeza ela faltaria por um tempo ou até mesmo mudaria de colégio, cidade. 

            Não encarei direito minha dongsaeng, pois queria a deixar curiosa. Sabia muito bem que ela era esperta e devia estar atenta a todos os olhares que fossem direcionados a si.

            – Bom dia, alunos – exclamou a professora, entrando – Adivinhem? Não terão aula hoje! 

            Podia se ouvir todos comemorando e uma agitação evidente.

            – Porém, haverá simulado – sorriu falsa –, depois, poderão ir embora.

            O ambiente se aquietou novamente e eu dei graças a Deus. Por um segundo, senti-me uma pessoa ruim. Talvez s/n fizesse sua prova sem muita atenção ou com desleixo por medo de não sair antes do horário destinado ao intervalo. Infelizmente, como já diz o ditado, não adianta chorar sobre leite derramado.


            Conforme o tempo passava, meu coração acelerava. Era hoje. O script já estava montado em minha cabeça, só era necessário executar tudo com precisão.

            Demorei um pouco mais fazendo o simulado de propósito, saindo às 10:05 am, enquanto s/n deixou a sala às exatas 09:55. Eu queria que ela esperasse por mim, assim como eu esperei por ela – mesmo que fosse impossível comparar anos e 5 minutos.

            Tentando ser firme, subi a escada enferrujada e velha, a qual me levaria ao terraço. Meus dedos, sutilmente encostados no corrimão, tremiam, demonstrando meu nervosismo. Tive que me esforçar para aquietar um pouco meus batimentos cardíacos e as tremedeiras.

            Na cobertura, avistei s/n com a cabeça deitada na mala, visivelmente cansada. Era possível ver um pouco de suas olheiras, devia estar mesmo exausta. Será que se encontrava dormindo? Não, certamente não, e eu tão pouco gostaria de acordá-la.

            Meus passos a fizeram franzir as sobrancelhas. Eu forcei meu pé contra o chão de cimento com mais força para que s/s tivesse certeza de que havia alguém ali. 

            – Veio se revelar, Anônimo? – questionou, sem mexer um mísero músculo.

            Vesti meu capuz, o qual tampava parte do meu rosto. 

            Seu celular estava na sua mão esquerda. Eu saquei o meu do bolso e enviei:

            "Que mal-educada, levante-se!"

            Ela finalmente abriu os olhos e  vislumbrou a notificação, bufando em seguida.

            Minha querida dongsaeng se levantou. Sua saia tinha subido consideravelmente e eu amava a maravilhosa vista de suas pernas torneadas. Céus, aquela garota me levava à mais profunda loucura!

            Eu tinha certeza que seu belo par de olhos encarava-me fixamente, porém, eu não conseguia ver a cena, já que o capuz cobria parte do meu campo de visão.

            – Por que não tira logo esse capuz e acaba com esse drama? Eu odeio pessoas que ficam enrolando – falou, parecendo impaciente.

            Muito grossa e apressada... Não gostei. Iria ter que dar um jeito nesse comportamento rebelde. Nada que um pouco de disciplina não fosse resolver.

            Abri o zíper do blusão e o retirei diante da mesma. Abaixei a cabeça e depois levantei, olhando profundamente dentro de seus olhos, lotado de determinação e com a respiração já regularizada.

            – V-Você? – exclamou, surpresa – C-Como?!

            Era hora da encenação. Doía fingir ser outra pessoa; no entanto, não havia outras opções. 

            – Eu mesmo – sorri de canto.

            Adorava esse tipo de sorriso em mim, era o único jeito o qual eu achava que ficava bonito em. Talvez parecesse um pouco psicopata, mas era perfeito.

            – Por quê? – exclamou, indignada – Você viu as conversas, viu que eu te defendo! Sabe muito bem que não te odeio, que repudio o bullying!

            – Eu não estou fazendo por vingança – respondi, aproximando-me vagarosamente – Isso é tudo para receber alguns favores de uma garota bonita.

            As bochechas de s/n ficaram rosadas. Ah, que fofa! Tinha vontade de abraça-la, apertá-la e não soltar nunca mais.

            – Por favor, pare de me ameaçar... A gente pode resolver de outro jeito – suplicou, também chegando mais perto.

            Senti suas mãos delicadas espalmarem meu peitoral e eu não soube dizer o que ela quis dizer com aquilo, porém, como já dito antes, não tinha mais volta.

            – Você não disse que eu te enlouqueço? Eu... Eu posso...– perdeu as palavras.

            Puta que pariu. Eu só podia estar louco de rejeitar uma proposta daquelas! Mas de modo algum deixaria que s/n me manipulasse.

            Eu ri nasalado, tirando suas mãos de meu corpo e a empurrando de leve.

            – Deixe eu te deixar ciente de como as coisas vão funcionar daqui para frente – agarrei seu queixo com agressividade – Eu mando, você obedece, a não ser que queira ser a minha próxima vítima.

            Apesar de estremecer, s/s ignorou o que eu disse anteriormente e exclamou:

            – Por que fez aquilo com a Beatrice?! Eu sei que talvez você pense que eu não me importo com ela, mas me importo sim! Acho que é uma idiota quando se trata de meninos, porém, no resto, gosto muito da mesma, todos gostam!

            Comecei a deslizar minhas unhas por seu maxilar, sorrindo malicioso e dizendo:

            – Pelo simples fato dela rir de mim, falar atrocidades a meu respeito. Já não diz aquele ditado brasileiro: "quem ri por último, ri melhor"?

            Seus olhos arregalaram. Não tinha mais argumentos, nada poderia proteger Beatrice, pois tudo o que falei era verdade.

            – Apareça hoje na minha casa às cinco. Vou te mandar o endereço.

            Lancei um olhar frio e lhe dei as costas. Um último murmúrio foi ouvido por mim antes que eu fosse embora, o qual me fez voltar imediatamente.

            "Eu me arrependo de ter te defendido... Cretino"

            Colei nossos corpos e apertei sua cintura com força, esperando gerar uma futura marca ali. S/N gemeu baixo por causa de meu enlace.

            – É bom lavar sua boca antes de falar de mim... Ou as coisas vão ficar bem feias para o seu lado.


Notas Finais


Wow, 21 comentários no último cap :0
VAMOS MANTER ESSE RITMO, OKAAAY? Não deixem de favoritar e deixar seus comentários, nem que seja um simples "continua", porque vale MUITO pra mim :3
POR FAVOR, NÃO DEIXEM FLOPPAR

Dêem uma olhada:
https://spiritfanfics.com/historia/the-cat-6715751
XOXO


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