História W.D Gaster - Capítulo 8


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Categorias Undertale
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Asriel Dreemurr, Chara, Napstablook, Papyrus, Toriel, Undyne, W. D. Gaster
Tags Asriel, Barreira, Chara, Flowey, Gaster, Guerra Entre Humanos, Heyrits, Monstros, Papyrus, Sans, Teoria, Undertale, War, Wd Gaster
Exibições 11
Palavras 1.192
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Mutilação, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


AE POUNRA. NOVO CAPITULO DANCEM COMIGO! *Dançando alegre*
(~˘▾˘)~~(˘▾˘~)(~˘▾˘)~~(˘▾˘~)
Sim, eu misturo tudo mesmo, feliz com alegre MEXMO. Então chorem e fiquem felizes com esse capitulo
E TEM UM HIPER DUPER PLOT TWIST NO FINAL.
BJS.♪~ ᕕ(ᐛ)ᕗ

Capítulo 8 - Seventeen pt.2


[...]

— Hm...

Isso parece ser interessante.

[...]

Entrada #*$¨(

Já passou algum tempo. E percebi que criar uma alma é espiritualmente, e religiosamente, impossível. Mas, como um bom revenant criado artificialmente, eu não desisto.

Durante os experimentos, descobri uma coisa mais do que interessante. Linhas temporais.

Timelines, onde podem haver outros de mim nelas. Mas alcançá-las, pode ser totalmente impossível, já que parece atingir a uma energia de determinação para achar qualquer uma.

Inclusive, entrando nesse assunto especifico, eu, Wing Ding Gaster, retirei um pouco de determinação dos corpos dos humanos. Eles se mantem em capsulas, onde seu corpo não pode deteriorar facilmente.

Mas, isso, bom... Eu tive que tirar parte de mim para fazer isso. Em troca, retirei por completo as cicatrizes de meu rosto, com métodos, incrivelmente, o senhor Sans tentou me jogar um abajur enquanto dizia “CADE MEU PAI?!”, exclamando.

[...]

Com a mão no queixo, o pequeno imitava os trejeitos do cientista, que jogava damas com Papyrus, que tentava esconder sua felicidade, por seu pai ter arranjado um tempo com ele.

— Cadê a doutora Alphys? – Papyrus falou olhando em volta, incomodado com os fios que estavam acoplados no seu crânio, inclusive também no de Gaster.

— Dei a tarefa para ela fazer um robô, Papy. – Falou mudando a peça de dama se tornando um rei. – Ela foi para o lixão, mas falei que uma pessoa iria ajudar ela lá.

— Sans...? – Perguntou curioso, movendo outra peça.

— Provavelmente a Undyne foi junto, já que eu não deixei ela ir para a biblioteca. – Ele sorriu, e derrotou as peças de Papyrus com um movimento. – Rei! – Falou jogando os braços ao vento em posição de vitória.

— Eu sabia que o senhor ia vencer. – Falou desanimado, e saindo da cadeira. – Nem deu 3 minutos, e o senhor já venceu...!

— Só foi um dessa vez... Não, que eu esteja me orgulhando disso! – Falou concertando a frase. – Inclusive, achei o seu objeto que transforma as peças coloridas, em formas, até deixarem por completo, formando um cubo.

— Cubo magico! – Falou pulando em cima do cientista que segurava o brinquedo.

— Aqui. Quero que desvende, rapidamente! Vamos! Marchando e montando! Um, dois! Um, dois! – Falou fingindo marchar e o pequeno do mesmo jeito.

[...]

— Toque. – Falou tocando a mão no vidro, qual uma pequena mão um pouco clara, do tamanho do buraco em sua mão, correspondeu lentamente.

Estava sozinho no laboratório. Alphys e meus filhos estavam dormindo, no andar acima, mas não permitia ouvir nenhum ruído do laboratório, em seus quartos. As almas estavam normais, considerando que eu havia retirado elas de seus corpos.

Eu vou sair daqui. Não importa como. Mas Asgore não quer. Eu vou sozinho.

— 17. – Falei tocando na mão do projeto, que ainda não tinha rosto. Parecia uma espécie de manequim. – Você precisa de um nome sabia?

Olhei ligeiramente rápido para as almas, e os corpos ali.

— Todos caíram.

Caíram.

Cair.

Falling.

Fall.

Outono...?

Falling.

Fr....?

No...

Seventeen.

— Até você ter um corpo, será 17. É mais fácil assim não é mesmo, humano? – Falei escrevendo o número em sua nuca.

[...]

— Uma flor pequena desabrocha no chão, olhando pela grande caverna do reino, brincando com palavras e gestos, sendo alegre e livre... – O pequeno príncipe pulava na neve, cantarolando uma música que seu pai havia lhe ensinado.

Ele passava o dia todo se aventurando pelas terras do subterrâneo, que eram proibidas para todos, que inclusive, seus pais nem sabiam onde ele estava.

— O Deus da Hipermorte salvará todos, com seus raios incríveis! – Brincou fingindo que um pano era uma capa, lembrando que o conselheiro real, e o cientista havia lhe dito.

— Aqui, as asas significam o anjo, que virá para nós salvar. – O cientista apontou para o grande símbolo real, onde os olhos do príncipe brilharam.

— E sou eu...? – Perguntou alegremente, onde uma pequena confirmação do crânio foi suficiente para o ataque de felicidade.

— Tem certeza disso Gaster...? – Toriel perguntou pegando Asriel, que ficava cada vez mais animado.

— Sim. E é literalmente impossível do plano dar errado. Eu confio minha alma, a esse plano.

— Deus da HiperMorte! – Asriel falou se empolgando com Papyrus que brincava ao mesmo.

— Socorro... – Um grito fraco foi ouvido pelo príncipe que parou, olhando para o horizonte.

— Tem alguém aí...?

[...]

— O que é isso que está fazendo, papai...? – Sans falou tocando nos aparelhos que seu pai acoplava nele, medindo seus sinais vitais.

— Vou te ensinar a fazer isso aqui olha. – Ele apontou para seu olho, que brilhou laranja, mudando rapidamente para azul. – Legal né...?

— Sim! O Papyrus fará isso? – Falou uma das únicas vezes que ficava animado com algo, e Gaster concordou.

— Claro. – Falou sorrindo, e ligando as diversas tomadas, no imenso gerador.

— Bom, pai.. Você pode me ajudar a fazer seu poder também...?

Gaster suou frio. Como seu filho pequeno podia saber daquilo...? Ele nunca, havia deixado qualquer resquício de vestígio.

— É uma historia complicada...

BUM!

Um barulho notório no laboratório foi ouvido. Gaster com seus olhos apreensivos, estavam extremamente luminosos, olhando para o gerador, que havia sobrecarregado. Na sua frente, seu filho estava com parte do crânio esquerdo destruído.

— Não. Não! – Gaster tocou no rosto de seu filho, que estava sem vida. Em um lapso de memória, lembrou o que poderia ser feito.

Retirando um laser, ele amarrou sua mão a mesa, e ligou o laser.

1.

Enquanto pensava o que poderia acontecer com ele, o cientista apanhou um pano, mordendo severamente.

2.

Pelo canto de seus olhos, via uma cor branca surgir do corpo de seu filho.

Sua alma.

3!

O laser recortava lentamente o círculo que havia feito na palma da mão, onde se sentia terrível por dentro. Alguma coisa retirava de dentro da sua própria alma, que quebrava lentamente.

Por ele. Apenas por ele! – exclamou dentro de seus pensamentos, vendo que seus olhos se tornavam amarelos e roxos, pela cor que esvaía dentro de seu ser.

— ARGH! – ele gritou, vendo que o pano havia se rasgado por conta de seus dentes em fúria, cuspiu fora, onde quase desmaiando, se concluiu o corte.

Com o sangue esvaindo de suas mãos de ossos, o cientista se rastejava lentamente, para a câmara refrigeradora, que havia inventado para situações urgentes. Colocando Sans lá dentro, e utilizando parte de seu osso como DNA para seu filho sobreviver, o revenant se jogou contra o chão, olhando para o teto.

Seu telefone tentando ligar para Asgore, caía no buraco que havia na palma de sua mão. Até que a ligação se realizou.

Oh, Gaster, eu iria ligar para você. Você acha que as flores azuis são mais bonitas, para o quarto do Azzy, ou amare... – antes de terminar a frase, foi ouvido murmúrios do outro lado do telefone, qual Asgore indagou. – Gaster... Você está bem?

— Asgore. – Falou embrulhando sua fala, onde lagrimas debulhavam em torno da massa que usava ao rosto, mostrando as extensas cicatrizes. – Você acha que uma má pessoa, pode mudar, se simplesmente tentar...?

— Gaster... Do que está falan...

— Me perdoe por tudo que eu fizer... – Gaster falou derrubando o celular, com o brilho furioso de seus olhos, esvaindo lentamente.

Desculpe por tudo.

 

 

Por favor...

 

 

 

Eu sei que eu errei.

 

Por favor...!

 

Me responda!

 

*Você escolheu em ficar em silencio.


Notas Finais


༼ つ ಥ_ಥ ༽つ Vou abraçar geral que ficou triste, e tentar responder todos os comentarios possiveis. JURO DE JURADINHO.
\ (•◡•) / Bom, vocês entenderam o plot twist bacana do final né gente.
(ง ͠° ͟ل͜ ͡°)ง Agora, vai ter umas porradas incriveis, já que a morte do Asriel tá perto.
(;´༎ຶД༎ຶ`) FEELS.
/╲/\╭( ͡° ͡° ͜ʖ ͡° ͡°)╮/\╱\ VAMOS PLANFETAR MINHA FANFIC, QUE LANÇA CAPITULO NOVO HOJE (SANS X FRISK, FLOWERFELL) https://spiritfanfics.com/historia/secret-garden-7003173

Beijo do Mokey.(。◕‿‿◕。)


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