História We are perfect two - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Amizade, Chansoo, Romance
Exibições 206
Palavras 853
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá!!
Essa fanfic eu escrevi por motivos de precisar relaxar por isso espero que vocês a ame tanto quanto eu <3

Obs.: capa não é minha :)

Capítulo 1 - Click


Fanfic / Fanfiction We are perfect two - Capítulo 1 - Click

Meus olhos estavam vidrados na tela iluminada do notebook como se a qualquer momento a mesma iria explodir, como a minha mente naquele exato momento. Era frustrante! Depois de ser responsável por dois best seller minha cabeça não estava disposta a criar um terceiro. A editora pressionava querendo mais, desejando sugar alguma criatividade que não mais existia, pois a cota de suspenses e mortes haviam se esgotado com aqueles outros dois livros que havia lançado e feito sucesso imediato em apenas um ano. Não dava mais para entrar na delegacia escondido para mexer nos arquivos tentando encontrar alguma inspiração, o delegado havia deixado muito claro que da próxima vez eu iria ver o céu nascer quadrado, bom não sei se isso daria um terceiro best seller mas quem sabe mais pra frente, agora minha mente trabalha em três coisas: quem matou; quem morreu; porque. Eu necessitava dessas três pequenas informações, nada demais, nada muito grande.

Meus olhos se fecharam por um breve minuto e minha cabeça procurou o apoio de minhas mãos que se perderam em meio aos meus fios prateados que foram puxados, sem muita força, em um ato próprio de desespero querendo que algo surgisse dali algo que não deu muito certo e apenas aumentou a dor latejante que martelava em meu cérebro.

- Dia difícil, não é? - Uma voz tirou-me de meus devaneios até que pude fitar um rapaz de pele alva, fios castanhos e um sorriso quadrado que me fitava em um misto de pena e curiosidade. - Sabe escritor, você ficou novamente o dia todo aqui se enchendo de cafeína enquanto olhava para a tela do seu notebook, algumas pessoas acham que você é louco.

Olhei ao redor e já era noite, o café estava vazio de clientes e funcionários os únicos que se encontravam ali eram eu e o garoto que falava comigo, também conhecido como Byun BaekHyun dono do café e o único que me deixa passar o dia todo ali sem ser incomodado.

- Nem uma palavra. - Suspirei frustrado, largando-me naquele almofadado que ocupará o dia todo. - Nem uma ideia! Daqui a pouco JunMyeon me liga cobrando um misero capítulo e eu não terei nada, novamente.

- Depois de dois grandes sucessos de muito suspense e sangue a editora não pode dar uma aliviada nessa pressão? - Byun me encarava e logo se sentou a minha frente tomando toda a liberdade que tinha de fechar a tela do notebook, olhando-me direito. - Saia do suspense, tente outro gênero ChanYeol.

Eu suspirei novamente colocando a mão em minha testa em um claro sinal de desespero. Já havia tentado escrever outros gêneros que me agradavam, mas Byun sabe que suspense é algo que eu amo mais que os cafés que ele me servia de graça, apenas faltava aquele click que eu estava tentando ter a meses.

- Você sabe que não consigo. - Voltei a olha-lo ajeitando-me e guardando o notebook em minha mochila. - Eu fico mesmo parecendo um louco sentado aqui o dia todo? - Perguntei ao me levantar, sendo acompanhado pelos olhos de um Byun divertido com a minha pergunta.

- Maluco de pedra, Park. - Sua sinceridade me fez rir. - Sehun me ligou e disse que você está intimado à almoçar conosco, sem desculpas.

Eu acenti. Precisava mesmo espairecer e sair com os amigos, era algo necessário.

- Obrigado mais uma vez, Baek. - Me despedi caminhando até a porta. - Mande um abraço para o Luhan e diga que sinto saudades.

Dei uma ultima olhada vendo-o confirmar com a cabeça e sai do estabelecimento sendo tomado pelo vento gelado daquele começo de inverno, fazendo-me encolher em meu sobretudo, enfiando mais a touca em minha cabeça querendo cobrir minhas orelhas. Afundei as mãos nos bolsos do sobretudo dando passos largos e rápidos pelas duas quadras que necessitava caminhar até chegar em frente ao prédio, apenas empurrando o portão e caminhando para dentro cumprimentando o senhor que era porteiro. Em poucos minutos já estava dentro de meu apartamento quentinho agradecendo aos espíritos iluminados pelo cigarro em minha mão, o wiskhy em outra e o sossego que aquele lar me trazia. Eu morava sozinho mas me sentia bem, não tinha ninguém que reclama-se de meus vícios ou que acha-se ruim por passar o dia todo fora éramos apenas eu e minha consciência.

Olhei para a janela grande que havia em meu quarto que dava para uma bela sacada, mas me recusava a ir até lá por conta do frio. Apenas olhava os prédios alguns inteiramente iluminados, outros totalmente apagados e alguns um pouco dos dois, olhei aquele prédio inteiramente apagado e era tão alto que necessitei levantar-me para olhar seu topo e nele vi uma antena grossa que ficava presa a dois círculos ainda mais grossos e naquele momento eu tive meu primeiro click em meses.

Arregalei meus olhos de pura felicidade, deixei o que tinha nas mãos na mesa de cabeceira e corri até meu notebook, ligando o mesmo e colocando na página que eu encarava mais cedo, totalmente em branco. Naquele momento eu tive meu primeiro tópico: quem morreu.


Notas Finais


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