História We are perfect two - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Amizade, Chansoo, Romance
Exibições 157
Palavras 1.250
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 4 - Experiências


Fanfic / Fanfiction We are perfect two - Capítulo 4 - Experiências

Passei quase que toda a noite em claro focado em meu livro, depois das palavras de KyungSoo eu sentia o desejo ardente de deixar os leitores em crises a cada novo capítulo. Um personagem veio em minha mente, não sei bem quem era ele mas eu precisava de sua existência. Ele iria ajudar de alguma forma nesse novo caso mas ele nunca iria aparecer, se manteria nas sombras e em completo anonimato deixando um gostinho delicioso de quero mais a cada novo capítulo. Esse seria com certeza o queridinho dos leitores.

No dia seguinte eu iria almoçar na casa de SeHun, não sei bem qual foi daquele pedido repentino mas eu nunca fui de negar comida grátis. Cheguei lá era quase hora do almoço, levando comigo um vinho branco que combinaria com o peixe que o menino Oh estava fazendo. Toquei a campainha e quem me atendeu foi o garoto baixinho e de olhos grandes, dando-me passagem para entrar.

- Onde está o casal? - Perguntei já logo tendo a resposta ao sentir o cheiro maravilhoso de comida.

- Cozinhando juntos. - Antes de me deixar entrar totalmente na casa, ele puxou meu braço em sua direção ficando nas pontas dos pés para me falar algo. - Não sei bem, talvez seja porque o casamento está próximo mas hoje eles estão em um nível tão elevado que parece que estamos no mundo candy crush.

Eu bufei, lógico. Não estava preparado para ver o casal sendo extremamente casal apaixonado e a primeira vontade que eu tive ao chegar na cozinha, fora arrancar meus olhos com tanta melação.

- Meu! O casamento é daqui alguns meses, guardem esses toques abusivos para a lua de mel. - Disse colocando a garrafa no balcão, fitando com indignação meus amigos.

- Pare de reclamar dos outros e arrume alguém para você. - JongIn me deu um tapa no ombro deixando uma risada escapar.

- Não, obrigado. Estou casado com meu trabalho e estou tendo meu terceiro filho.

- Falando nisso, como está o livro? - SeHun perguntou enquanto verificava o peixe no forno.

- Fiquei a noite toda trabalhando nele, estou criando um enredo mais cheio de suspense com personagens mais enigmáticos. - Queria deixa-los intrigado, por isso usei meu tom de narrador de filme.

- Conta um pouco pra gente. - Ouvi KyungSoo falar mas não o encontrei, logo vi a porta da geladeira sendo fechada e o garoto saindo de trás da mesma.

- Não. - Todos me olharam e eu sorri vitorioso. - É um suspense galera, porque eu contaria a melhor parte para meus leitores?

A indignação veio ao ar e ouvi reclamações do casal mas não sei importância, queria ver a reação de todos no momento que lerem e principalmente ao do senhor "gostinho de quero mais". Logo o almoço estava pronto e nós quatro sentamos a mesa, KyungSoo estava visivelmente mais a vontade pois começou a falar sem parar de sua viagem em Londres e como aquilo havia o ajudado na empresa em que trabalhava, nós dois trocávamos informações sobre a cidade falando de cafés, livrarias, teatros e museus que havíamos ido ou deixado de ir no tempo que ficamos por lá. SeHun vez ou outra se metia na conversa falando coisas como: “vocês deveriam ter se conhecido lá, seria romântico” mas eu e KyungSoo o ignorávamos por motivos óbvios.

Depois do almoço os noivinhos ficaram de pegação na cozinha, incomodados com isso eu e KyungSoo saímos da casa para andar sem rumo e aproveitar para o garoto conhecer a vizinhança e ver algum lugar que ele pudesse morar.

- Pretende sair quando da casa deles? – Perguntei sentindo minha voz sair abafada por conta da mascara que usava.

- Eu nem ao menos queria estar lá. – Sua sinceridade fora tão grande que ambos rimos. – É difícil ficar naquele ambiente romântico quando, claramente, você não tem ninguém para poder dormir agarrado nesse frio.

Eu o olhei por um instante um tanto pensativo, tendo algumas ideias em minha mente mas nada que fosse tão espantosa aquela que eu havia deixado escapar por entre meus lábios.

- Se você estiver cansado de ficar no ninho de amor deles pode ficar a vontade para dormir em casa, eu moro sozinho então o ambiente sombrio predomina lá. – Não sabia de onde havia surgido todas essas palavras mas eu me senti perdido enquanto as deixava escapar.

Ele ficou tão espantado quanto eu, até parou de andar por um instante me fitando com aqueles olhos enormes com uma confusão clara até voltar a andar novamente e nada disse durante alguns minutos que o silencio caia entre nós dois.

- Não seria uma má ideia. – Finalmente sua voz sairá como um pensamento para si mesmo. – Claro, se não for atrapalhar seu desenvolvimento no livro.

- Nada atrapalha o desenvolvimento do meu livro, apenas minha mente um pouco perturbada. – Nós rimos, mas eu estava por dentro berrando e querendo me matar por conta da ideia maluca.

~☆~

Naquele mesmo dia nós juntamos as tralhas de Do KyungSoo e rumamos até meu humilde apartamento, eu não fazia ideia de onde colocar aquele garoto pra dormir mas como ele havia prometido que ficaria pouco tempo, ofereci minha cama e eu ficaria no sofá-cama. Já me acostumei por várias vezes acabar caindo no sono ali mesmo então não via problema.

A noite chegou e KyungSoo e eu estávamos na sala, tínhamos tomado banho e o baixinho usava um pijama xadrez azul bebê todo engomadinho e eu completamente largado com minha calça de moletom cinza completamente amarrotada.

Percebi que o baixinho não gostava do cheiro do cigarro, por isso não fumava dentro de casa era um pequeno esforço pois ele iria ficar pouco tempo, não é? Ambos estávamos focados em nossos notebooks, ele estava bem mais sério que o normal e digitava rapidamente fazendo coisas do trabalho enquanto eu me concentrava em mais um capítulo para o livro. Fui tirado de meus devaneios ouvindo um barulho alto e quando olhei para o lado, KyungSoo tinha os olhos arregalados e percebi que era sua barriga reclamando de fome, não consegui resistir e gargalhei me debatendo no sofá achando aquela cena cômica demais.

- Porque não me disse que está com fome? - Perguntei em meio às risadas percebendo o menor inteiramente vermelho.

- Não queria incomodar. - Ele sussurrou encolhendo-se no sofá.

- E ia morrer de fome? - Limpava as lágrimas, balançando a cabeça. - Vou pedir uma pizza, pode ser?

Ele simplesmente concordou com a cabeça e então fiz o pedido, largando o celular em seguida.

- Olha KyungSoo, você vai ficar em casa por isso quero que sinta livre para abrir a geladeira e pegar o que quiser ali dentro. - Disse agora sério. - Eu sei que você não é bagunceiro e nem maluco como meus amigos, por isso sua companhia me agrada.

- A sua companhia também me agrada. - Ele deu um sorrisinho e então o correspondi, voltando minha atenção para o notebook.

Depois de um tempo a pizza chegou, colocamos um filme e começamos a comer acompanhado de um vinho. Sem querer muito pensar, KyungSoo era um cara simpático depois que ele deixa você o conhecê-lo, nós conversamos sobre tudo um pouco acabando por descobrir seu lado divertido e que me fazia rir o tempo todo.

Por fim, ele foi para meu quarto alegando estar com sono e cansado e eu fiquei ali em meu sofá-cama com meu bom copo de wiskhy até pegar no sono.


Notas Finais


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