História We are perfect two - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Amizade, Chansoo, Romance
Exibições 149
Palavras 2.076
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Capa não é minha :)

Capítulo 6 - Momentos


Fanfic / Fanfiction We are perfect two - Capítulo 6 - Momentos

Não sei como mas apenas sei que aquilo estava extremamente intenso, KyungSoo tinha suas pernas entrelaçadas em minha cintura e gemia de uma forma tão despudorada que nem parecia ele, seus dedos se embrenhavam em meus fios descoloridos e seu corpo esfregava contra o meu enquanto eu me ocupava em beijar e marcar aquele pescoço tão gostoso e cheiroso que o pequeno tinha. As coxas grossas e tão bem desenhadas eram ainda melhores por conta de poder aperta-las sem pudor algum.

O beijo que trocávamos era cheio de lasciva e fogo que crescia em nossos corpos por experimentarmos sensações novas e gostosas como as nossas línguas se chocando em uma dança sensual e cheia de novidades para ambos. Aos poucos eu ia afastando o corpinho alheio da parede e ele se agarrava contra minha nuca não perdendo aquele calor que emanava de nossos corpos, então sentei-me na beirada da cama com o menor em meu colo, sentindo sua bundinha macia sentar em meu pau que já estava duro por dentro de minhas vestes, provavelmente ele havia sentido pois começou a rebolar de uma forma lenta e enlouquecedora tirando de mim um gemido rouco entre seus lábios.

- Eu acho que sempre quis beijar você. - A voz cheia de manhosidade dele me fez estremecer. - E acho que quero mais que esses beijos, Channie... - Seus olhos grandes tinham um brilho cheio de tesão. - Me fode, por favor, me fode.

Ah! Aquele pedido foi como músicas para os meus ouvidos naquele momento, eu não sei como ficou tão intenso daquela forma e nem quando eu quis tanto marcar a bunda farta de KyungSoo, mas  naquela hora eu só conseguia pensar de quantas formas e posições eu poderia atender aquele pedido. Rapidamente o joguei contra a cama e retirei sua camisa o vendo fazer o mesmo com a minha, passei a marcar cada parte de seu tronco. Deliciava-me com a pele macia pois a casa mordida era um tom de vermelho que surgia, seus mamilos estavam tão durinhos que apenas de encostar neles o garoto gemia em um deleite que fazia meu pau pulsar por baixo da calça.

Suas mãos não sabiam por onde passar em meu corpo, hora seguravam meus braços como se eu fosse fugir dali e hora puxavam meus fios em descontrole. Aos poucos fui tirando aquela calça de couro querendo descobrir mais de seu corpo pecaminoso, até que as coxas grossas e alvas surgiram para a minha felicidade e então as ataquei com mordidas e beijos, percebendo que aquele era um ponto fraco do pequeno o que me fez sorrir vitorioso e continuar com os toques na região, mas o volume que tinha em sua cueca vermelha foi algo que eu não esperei tanto para ver. O falo do garoto estava tão molhado por conta do pré-gozo e meus lábios salivaram com aquela visão, eu queria chupa-lo. Lambi toda a extensão de seu cacete até a glande sendo acompanhado de um gemido alto, novamente sorri vitorioso, então o abocanhei por inteiro e comecei a chupa-lo com maestria ouvindo aqueles gemidos altos e nada castos de um KyungSoo que me deixava arrepiado e o caralho fisgando por baixo das roupas. Não sabia quem estava no quarto ao lado mas tinha certeza que essa pessoa iria me odiar pelo resto da vida, pois KyungSoo gemia meu nome descontroladamente por várias vezes que eu sugava sua glande e passava a língua na pontinha vendo-o arquear as costas em prazer.

- Eu quero... Park eu quero chupar você. - Aquela manha naquela voz tão gostosa, como eu iria negar um pedido tão necessitado?

Prontamente me coloquei de joelhos na cama e ele veio engatinhando em minha direção, pude ver perfeitamente aquela bunda farta que já estava um tanto marcada pelos meus dedos. Sorri prazeroso. Novamente o fitei e aquele sorriso lascivo e o olhar provocante me fazia querer toma-lo da forma mais intensa, mas eu esperaria pois queria sentir os lábios cheios e maltratados em meu caralho que pulsava por aquilo. Ele então ficou de joelhos a minha frente e começou a beijar meu peitoral, com as mãos ágeis foi abaixando minha calça e sem demora passou a massagear o volume em minha cueca. Fechei mais olhos e aproveitei daquelas intensas sensações. Aos poucos seus beijos foram passando pelo meu abdômen até chegarem a minha cueca que fora tirada facilmente dando-me total sensação de liberdade. Por Buda eu queria poder explicar em palavras aquela sensação que veio a seguir, mas é indescritível! Aqueles lábios, em formato de um coração nada casto, aconchegaram meu caralho extremamente duro em uma maestria pecaminosa de um ritmo perfeito que poderia até ser acompanhado pela música abafada que vinha de fora. Pendi minha cabeça para trás em um ato desesperador de prazer, um gemido rouco escapou de minha garganta como se aquilo fosse um comunicado de que eu estava recebendo o melhor boquete de minha vida.

Deus aqueles olhos me fitavam com devoção, ele assistia meu prazer enquanto eu estocava sua boquinha perfeita como se não existisse mais ninguém naquele mundo, apenas eu e Do KyungSoo. Então com dificuldade fui parando para segura-lo pelos cabelos e o joga-lo novamente na cama, encaixando-se entre suas pernas.

- Você me faz ter pensamentos tão errados com você, com esse corpo perfeito e tão bem desenhado. Deveria ser proibida sua existência de tão pecaminosa que ela é. - Minha voz saiu de uma maneira rouca e ao mesmo tempo sensual, pude sentir o menor tremer em baixo de meu corpo.

- Então me mostra Channie... - Rapidamente as pernas do garoto entrelaçaram em minha cintura. - Me mostra todos os seus pensamentos errados.

Eu não sei de onde surgiu essa vontade ardente por Do KyungSoo, talvez estivesse em mim desde o momento que nos vimos pela primeira vez e eu não tivesse sacado, talvez a bebida tenha libertado todo esse desejo e luxúria mas de uma coisa eu tinha certeza, ele queria tanto quanto eu.

Sem esperar muito, preparei seu interior e quando ele me pediu para que eu o fode-se se uma vez, não o contestei. Forcei lentamente meu caralho contra seu interior e vi a dor incômoda, então passei a masturba-lo no ritmo em que o invadia e o beijei de uma forma mais intensa, querendo que ele se acostumasse com a invasão. Depois de um tempo que eu não sei quanto foi o menor começou a mover a cintura um pouco e eu senti que aquela era minha deixa, ajeitei-me então e passei a estoca-lo lentamente.

O tempo foi se passando e minhas estocadas iam ficando mais rápidas, brutas e certeiras acompanhadas sempre dos gemidos nada castos de KyungSoo que fazia questão de marcar minhas costas. Nós trocávamos de posições em uma facilidade, eu nem percebia e ele já estava montado em mim cavalgando em meu caralho, sempre com aquelas expressões deliciosas, até então do nada eu estar o fodendo de quatro podendo marcar com tapas tão brutos que a pele ficava até meio roxa.

Nossos corpos estavam em um ritmo intenso de puro pudor e desejo, nossos peitos subiam e desciam no mesmo ritmo, nossos olhos não se desgrudavam pois sabíamos que queríamos marcar aquilo em nossas mentes e se duvidar até nossos corações batiam do mesmo jeito que nossas línguas dançavam indecentemente.

Então do jeito que começou, acabou. Intensamente. Seus gemidos altos acompanhavam meu nome incessantemente até que em uma última estocada certeira seu interior se contraiu e ele gozou no mesmo instante que eu.

Nossos corpos suados e cansados encontraram em um baque mudo o colchão macio da cama e ficamos em um silêncio tão bruto quanto a escuridão mas sentíamos que nos olhávamos e aos poucos adormecemos tão tranquilos quanto o barulho longe da cachoeira.

~☆~

Naquela manhã eu acordei tentando lembrar-me do que havia acontecido exatamente na noite passada, o que vinha em minha mente eram apenas fleches de bebidas, eu e KyungSoo dançando juntos e depois gemidos, muito gemidos e eu me sentia estranhamente bem, mas foi apenas olhar para as costas nuas do baixinho deitado ao meu lado que tudo veio a tona. KyungSoo e eu havíamos feito um sexo maravilhoso.

Para não acordar o pequeno, levantei-me lentamente e peguei minhas coisas indo para o banheiro. Tomei um banho refrescante e decidi sair do quarto pois eu tinha muita fome e uma vontade alucinante de fumar, assim que cheguei no restaurante vi todas as pessoas da editora e um banquete dos deuses com vários tipos de comida para aquele café da manhã maravilhoso. Meus olhos passearam pelo local até achar YiFan sozinho na mesa, aproveitei então para me servir e corri até ele e o mesmo me lançava um sorriso cheio de segundas intenções.

- Ontem você e o KyungSoo sumiram da festa. - Eu não sabia o que falar mas Wu me conhecia tão bem que provavelmente sabia o que tinha acontecido. - Vocês transaram, não é?

- Não consigo esconder um nada de você. - Disse frustrado bebendo meu café. - Transamos e cara, foi maravilhoso. - Dessa vez eu o fitava com os olhos arregalados. - Faz tanto tempo que eu não tinha uma noite como aquela e justo com KyungSoo um cara que eu não fazia ideia de que poderia ser tão... intenso!

YiFan riu e me entregou o cigarro que ele fumava, aproveitando para dar uma tragada e lhe devolver.

- Ontem vocês saíram com tanta pressa da festa que eu já imaginava que iria acontecer algo. - Sua voz saia calma. - O jeito que vocês se olhavam enquanto dançavam, achei que iriam se devorar.

- Para ser sincero eu não me lembro de muito que aconteceu durante a festa, mas quando entramos no quarto tudo parece tão claro em minha mente como cristal. – Eu já tinha metade de um bolinho na minha boca. – Apenas você nos viu saindo?

- Por sua sorte, sim. JunMyeon está largado na cama e tenho certeza que ele vai acordar morrendo de dor de cabeça. – Ele tragou e me fitou. – Meu marido sempre foi  fraco para a bebida.

Não é que eu tinha vergonha de KyungSoo ou do que aconteceu naquele quarto mas é que se JunMyeon soubesse iria contar para todos os outros e aquilo poderia deixar o olhudinho constrangido, algo que eu odiaria que acontecesse, por isso iria deixar que ele mesmo falasse quando e se quisesse. Fui tirado de meus devaneios por um cutucão de YiFan que me apontava o baixinho entrando no restaurante, me fazendo sorrir algo que só percebi quando o chinês riu.

- Bom dia YiFan. – O mesmo lhe deu um aceno com a cabeça tragando seu cigarro. – Chan nós podemos conversar? – Ele ainda parecia sonolento e tinha as bochechas extremamente vermelhas o que me fez vontade de guarda-lo em meus bolsos e não deixar ninguém toca-lo.

Assim me levantei e o segui até uma parte afastada que ficava perto da cachoeira, então ele me olhou com aqueles olhos enormes e lindos fazendo-me ficar atento para o que ele iria dizer.

- Você se lembra do que fizemos noite passada? – Sua voz era mais baixa que o normal.

- Lógico! Como eu poderia esquecer? – Sorri tanto que minhas bochechas doeram e ele parecia aliviado ao ouvir aquilo.

- Achei que você não iria querer lembrar. – Ele me correspondeu o sorriso o que me fez aproximar vagarosamente meu corpo ao dele.

- Se você acha que eu iria querer esquecer por conta dos meus amigos, estão inteiramente errado porque YiFan já sabe. – Deixei um riso escapar e os olhos de KyungSoo estavam maiores ainda. – Calma! Aquele cara lá sabe guardar segredo e eu sei que você iria se sentir constrangido com tanta gente perguntando coisas nem ao menos sabemos responder, por isso eu topo manter tudo isso em segredo caso você queira.

- Eu... – Foi a vez dele se aproximar a ponto de tocar meu peitoral. – Eu quero tantas coisas além dessa.

Meu corpo tremeu. Ele tinha gostado tanto quanto eu? Me dei a liberdade de abraçar a cintura dele e o segurar mais perto vendo-o passar os braços curtos por meu pescoço e, consequentemente, aproximei nossos rostos e lhe envolvi em um beijo calmo relembrando dos que foram trocados noite passada o que me fez tremer novamente. Fui prontamente correspondido e aquilo fez meu ego inflar ainda mais, pois ele havia gostado e queria mais o que significava que eu não era apenas um bom escritor.


Notas Finais


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